Hospital Seixal

GOVERNO APROVOU A CONSTRUÇÃO DO #HOSPITAL DO SEIXAL

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O presidente da Câmara do Seixal, Joaquim Santos, afiançou aos jornalistas no final da reunião com o ministro da saúde, Adalberto Campos Fernandes, que foi dada luz verde para a construção do hospital do Seixal. Esta é uma excelente notícia para o município do Seixal.

Estimando que o hospital estará construído em 2019/2020, Joaquim Santos referiu que irá custar cerca de 60 milhões de euros. O hospital será de pequena dimensão – terá 72 camas. O valor da obra não vai recair sobre o erário público, pois a população do Seixal, paga ao Estado, “só em IRS”, 120 milhões de euros por ano, por isso também vai ter o meu contributo.

O autarca referiu ainda que faltam na península de Setúbal 1.300 camas hospitalares e cerca de 715 médicos relativamente à média nacional. Nesta reunião também estiveram os presidentes das câmaras de Sesimbra e de Almada, pois os três municípios comprometeram-se a trabalhar numa solução para ajudar a aliviar a lotação excessiva que tem o hospital Garcia de Orta, em Almada.

A unidade está projetada para ser um equipamento de proximidade, vocacionada para os cuidados em ambulatório, com serviço de urgência a funcionar 24 horas, 72 camas, 23 especialidades e unidades de apoio domiciliário e de medicina física e de reabilitação.

Nós aqui vamos ter o Hospital do Seixal.
Nós aqui vamos ter isto.

Fonte: O Observador

Navegante Metropolitano e Municipal

A FERTAGUS TAMBÉM VAI TER O PASSE NAVEGANTE. Por Catarina Laborinho

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Muito se tem ouvido falar no novo Passe Navegante, #nósAqui é que ainda não sabíamos se este seriam transversal também à Fertagus, mas felizmente bateu-nos também à porta.

Muitas dúvidas surgiram, mas “nósAqui fomos à fonte pedir esclarecimentos, principalmente porque vamos beneficiar, e muito, com esta mudança.

Em resume será:

1 PASSE – TODAS AS EMPRESAS DE TRANSPORTES – 18 MUNICÍPIOS 

Mas passo a explicar:

1# A partir de 1 de abril vão passar a existir 2 passes Navegantes, o Metropolitano e o Municipal(dividido por 18 municípios).

2# O passe Navegante MetropolitanoNavegante MunicipalNavegante 12 Navegante +65 apenas poderão ser utilizados a partir de 1 de abril. Contudo, e para evitar filas e afins, já pode adquirir o seu passe a partir de hoje. A outra boa notícia é que também a partir de hoje já pode carregar o passe Navegante no multibanco. Tome nota que embora nem todos os títulos navegante sejam válidos na Fertagus, todos eles serão disponibilizados para venda nas bilheteiras e máquinas automáticas de venda da Fertagus, tal como até aqui.

3# Como o posso adquirir? Se ainda não é portador do Cartão Lisboa VIVA, (cartão rígido e personalizado com foto), deverá efetuar o seu pedido em qualquer balcão de um operador de transportes, ou online em www.portalviva.pt (o pedido online não é possível para 4_18, sub23 e social+).

4# Mas o que é afinal o Navegante Metropolitano? Imagine que tem o combinado TST + FERTAGUS + Carris + Metro, este passa a ser apenas 1, o Metropolitano, cujo custo mensal passará a ser de 40€. Sim, quarenta euros, não me enganei a escrever. Com o Navegante Metropolitano poderá ir de Setúbal até Mafra ou de Sesimbra até Vila Franca de Xira. Sim é verdade, com este novo passe podemos utilizar um qualquer operador do serviço público de transporte de passageiros.

5# E o Navegante Municipal? Bem, o Municipal é diferente, começa por custar 30€ (valor fixo mensal), válido também para todos os serviços de transporte público regular de passageiros dentro do limite geográfico de um município selecionado, de entre os 18 municípios que constituem a área metropolitana de Lisboa (AML) que são eles: AlcocheteAlmada, Amadora, Barreiro, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, MoitaMontijo, Odivelas, Oeiras, PalmelaSeixalSesimbraSetúbal, Sintra e Vila Franca de Xira. A Margem Sul está em alta 😀

Imagine que vive na Charneca da Caparica e trabalha em Cacilhas, para se deslocar basta aderir ao Navegante Municipal e apanhar os transportes aderente a este novo serviço sempre dentro do mesmo município.

 

6# Os novos Navegantes poderão ser utilizados em todas as empresas do serviço público de transporte de passageiros, dentro da AML, e em função da sua validade, ou seja, com o Navegante Metropolitano ou Municipal pode usufruir dos serviços da CP; Fertagus, SulFertagus; TST; Metro Transportes do Sul; SOFLUSA; Transtejo; Metropolitano de Lisboa; Carris; Cascais Próxima, Serviços Municipalizados de Transportes Coletivos do Barreiro (TCB); Barraqueiro (incluindo parte das marcas Mafrense, Boa Viagem e Barraqueiro Oeste; Henrique Leonardo Mota); Isidoro Duarte, S.A. (ID); J.J. Santo António; Rodoviária de Lisboa; Scotturb e Vimeca Transportes.

7# Se tens até 12 anos (inclusive) o teu passe Navegante é gratuitoe podes utilizar todas as empresas do serviço público de transporte de Passageiros em todos os 18 municípios da Área Metropolitana de Lisboa. Será válido para toda a rede da Fertagus: comboio e autocarros Sulfertagus. Mas para isso tens que pedir aos teus Pais/encarregados para se dirigirem ao Gabinete de Apoio ao Cliente para efetuar o carregamento do Passe Navegante 12 que será válido até aos 12 anos (inclusive) ou até à data limite de validade do cartão. A partir daí poderás utilizar todos os transportes da AML sem necessidade de carregamentos mensais.

8# Se tem mais de 65 anos, o Navegante pensou também em si. Toca de sair de casa por apenas 20€!Com a chegada do bom tempo aproveite para passear. O Navegante + 65 destina-se a cidadãos com idade igual ou superior aos 65 anos de idade, reformados e pensionistas e tem as mesmas características do Navegante Metropolitano. Para carregamento deste título o cliente tem que ter cartão com perfil 3ª idade/ reformado/pensionista.

9# Para as famílias numerosasou com mais do que 2 utilizadores de passe, nasceu o Navegante Metropolitano Família – 80€ e o Navegante Municipal – 60€.Independentemente do número de elementos do agregado familiar, só irá pagar 2 passes com as mesmas características do Navegante Metropolitano/Municipal. Este título é exclusivo para agregados familiares registados no mesmo domicílio fiscal, residentes num dos 18 municípios da Área Metropolitana de Lisboa (AML) e terá uma validade mensal, para todos os membros do agregado familiar. Tome nota, este apenas irá estar disponível em Julho de 2019 (nada como começar a preparar o próximo ano letivo, já que este está que a acabar :)

10# Durante o período de transição a AML decidiu criar um título temporário, que se denominará Navegante 7 dias, com o objetivo de colmatar este período de transição.

–  Será vendido apenas a partir do dia 8 de abril;
–  Terá validade metropolitana;
–  Válido durante 7 dias, a partir da data em que é vendido;
–  Terá o valor de 10€ e só adquirível por quem tenha passe de validade 30 dias carregado anteriormente;
–  Este passe de 7 dias pode ser renovado por um novo período de 7 dias, até ao dia 30 de abril. Não terá validade a partir do dia 6 de maio;
–  Não poderá ser trocado nem anulado;
–  Pode ser adquirido exclusivamente nas Bilheteiras dos Operadores.

Assim, e de forma a não se sentir penalizado, esta foi a forma encontrada para “casar” o seu passe.

11# Continua a ser obrigatório a validação dos títulos no início de cada viageme, sempre que as estações tenham controlo de acessos, também nas saídas. Caso não valide o teu título encontra-se sujeito a uma contraordenarão, a verdadeira multa, entre os 30 e os 72€. Não vale mesmo a pena arriscar.

12# Se estaciona o carro, tal como eu, nos parques Fertagus, e se lhe aconteceu a si o mesmo que a mim (passe já acabou, ando a pré-comprados mas já adquiri o acesso ao estacionamento) no período de 1 a 30 de abril serão efetuados os acertos de preço na aquisição dos novos passes mensais de parque em função da validade do fim dos títulos anteriormente adquiridos. Os passes mensais de parque da Fertagus continuarão a poder ser carregados nas ATM, apenas para recarregamento. Excepto os passes mensais de Coina e os passes mensais do Auto Silo do Pragal, por motivos de controlo da lotação disponível. Contudo, a partir de Abril os “passes” do carro passarão a ter a mesma validade do seu Navegante, ou seja vai passar a ser mensal, do 1º ao último dia de calendário.

Sabemos que no início vai achar confuso, confesso que tive que ler 2 vezes o comunicado da Fertagus… foi de tal ordem que dei por mim e estava a chegar à estação de Coina quando saio sempre nos Foros de Amora… nem posso dizer isto muito alto porque não era suporto sair 2 estações mais à frente… ainda… se não fosse o meu marido a ligar-me para saber onde andava, acho que tinha ido parar a Setúbal…

Continua com dúvidas? Veja aqui o vídeo explicativo :)

 

 

Nós aqui apoiamos
Nós aqui ADORAMOS o Navegante

Texto: Catarina Laborinho | Fotos: Fertagus

FERTAGUS, LSBblog

 

FERTAGUS

DE 1 A 5 A FERTAGUS TEVE 4,5. Por Catarina Laborinho

Fertagus

Quando a escala é 5 e o resultado é 4,5 nós aqui queremos saber o porquê, e queremos-lhe mostrar que, se ainda não é cliente, quiçá mude de opinião depois de ler este artigo.

Para quem é nascido, criado ou passou pelo menos a adolescência por estas bandas sabe bem o quanto a margem sul se desenvolveu com a chegada deste gigante que é o comboio da ponte. Há 20 anos quando apareceu, a rede de transportes era muito limitada e na altura lembro-me bem a mudança radical que foi na minha vida.

Vamos recuar até 1999 (caneco, que até me gelou a barriga).

Em 99 já andava na faculdade e posso-vos garantir que fez uma enorme diferença. Para conseguir chegar a Lisboa, ou se ia de carro ou de barco, no meu caso era mais barco… para chegar até ao Seixal também não era fácil. Na altura vivia na Verdizela, na “minha aldeia” como eu lhe chamava com tanto carinho, e o único transporte que tinha era a minha wallaroo roxa – que ainda existe – (com muita estima, amor e carinho), mas que apenas dava os seus maravilhosos e velozes 50km/h, aquilo andava nas horas… 😀

Resumindo, não era mesmo nada fácil, não havia espaço para atrasos, porque o barco não esperava por mim e infelizmente os horários não eram de todo compatíveis com os meus… aquele primeiro ano foi muito complicado, principalmente no regresso, onde a espera era de hora em hora.

Até que se deu o BOOM, a Fertagus chegou finalmente. Numa primeira fase, lembro-me que não chegava até setúbal, confesso que não sei bem até onde chegava, mas chegavam até aos Foros de Amora que era, e é, a MINHA ESTAÇÃO. A mudança foi brutal, lembro-me que me dava ao luxo de “jogar” com o horário dos autocarros da carris que estavam parados em Campolide para decidir se saía naquela estação ou se ia até Entre Campos para apanhar o metro até ao Rato. Na altura estava no IADE e acho que a única coisa boa que “perdi” foram os passeios à beira rio no 28 que ia até aos Prazeres. Belos passeios fiz eu por Lisboa no velhinho 28. :)

Mas esta mudança foi boa para todos nós, “primeira estranha-se, depois entranha-se”, já dizia o Fernando Pessoa quando desenvolveu este slogan em 1927 para a Coca-Cola.

Com a Fertagus é exatamente igual, e a prova disso foi o 4.5 resultado do índice global de satisfação feito em outubro pela PMCA consultores, junto dos passageiros nos Concelhos de Almada, Seixal, Palmela, Setúbal e Lisboa “que relevam em primeiro lugar, com níveis de satisfação muito alta, a segurança do comboio e a rapidez (4,8), a pontualidade e a limpeza do comboio (4,7). 

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De destacar, o impacto da Fertagus na qualidade de vida dos habitantes destes Concelhos, uma vez que os resultados demonstram que os comboios da Fertagus têm um impacto positivo no quotidiano dos clientes, na medida em que proporcionam mais tempo livre, menos stress, maior flexibilidade e mais organização.”

Este inquérito não veio apenas tirar conclusões positivas para a Fertagus, veio igualmente sensibilizar a empresa “sobre áreas tidas como a melhorar, especialmente na facilidade de aquisição de bilhetes, variedade de títulos e no atendimento aos Clientes, que face aos acréscimos de procura verificados irão merecer um reforço da atuação da empresa.”

Na próxima vez que pensar em levar o carro para ir trabalhar, e se de facto não precisar dele no seu dia-a-dia, experimente ir de comboio. Pense no ambiente, pense no valor disparatado do combustível, no valor do estacionamento… mas principalmente no seu conforto.

Aqueles 20 minutos para cada lado, a pontualidade inglesa, a limpeza e o conforto, a mim, fazem toda a diferença.
Aposto lhe farão a si também. Experimente!

Veja aqui o resume de quem o utiliza com regularidade.

 

Nós aqui gostámos do 4.5
Nós aqui também vamos de comboio

Texto: Catarina Laborinho | Fotos: Fertagus

FERTAGUS, LSBblog

 

ponte25abril

VIA PEDESTRE ABERTA NA PONTE 25 DE ABRIL A 17 MARÇO. Por Marlene Gaspar

corremos

Mais uma ficha, mais uma volta. A prova pedestre que mais gosto no país está já aí e se não foste aos treinos há que fazê-lo, porque já falta muito pouco para acontecer. É já no próximo domingo e há que aproveitar para quem quer passar a ponte 25 de abril por via pedestre, porque é o único dia do ano que é possível. Se ainda não te inscreveste, podes fazê-lo aqui.

A EDP Meia Maratona de Lisboa é a maior prova de atletismo de Portugal e “carrega” anualmente mais de 35.000 participantes e temos de tudo – os prós, os estreantes, os atletas, os que treinam para tal e os que vão só andar ou desfilar na ponte.

Esta prova é detentora do record do mundo da distância (21km), com o tempo de 00:58:23, a EDP Meia Maratona de Lisboa, ah, pois é. 

Para mim não vai ser uma estreia e estou um pouco ansiosa para ver como me vou sair desta. Não estou na melhor forma de sempre, apesar de ter começado uma nova vida de atividade física, como já vos contei aqui, ainda assim, não tenho corrido – por isso RESPECT.

Nós aqui temos via pedestre na Ponte 25 de abril.

Nós aqui temos isto.

 Texto: Marlene Gaspar

Foto: Meia maratona

ginásio1

FIZ AS PAZES COM O GINÁSIO. 5 RAZÕES PARA ISSO. Por Marlene Gaspar

gostamos

Antes de tudo o que possa aqui dizer, há que fazer um esclarecimento importante – eu odeio o conceito ginásio. Ir ao ginásio para mim é um sacrifício, dói-me até às entranhas, tudo é feito com esforço. Eu sei, que essa é a ideia, esforço, mas para mim vai para além do físico. Ou então não, mas eu sinto que me esforça até a alma.

E o que é que eu não gosto no ginásio? Não posso dizer tudo, porque seria demasiado generalista, mas anda lá muito perto. Na verdade eu não gosto de fazer exercício físico em espaços fechados. Há que ser honesta, não gosto de exercício físico. Mas, e como já partilhei convosco, tolero correr (e até me dá prazer e faz-me sentir bem) e grandes caminhadas (como já vos relatei as minhas idas a Fátima), lá está, em contacto com a natureza, dá ali uma aliviada. Não gosto do cheiro do ginásio, não gosto do meu próprio cheiro no ginásio, não gosto dos “grunhires” (leia-se o som emitido pela malta que levanta pesos, incluindo os meus), não retiro qualquer prazer no esforço, chateia-me a logística do despe, veste, toma banho (até porque me esqueço quase sempre de alguma coisa importante – mas quem nunca?), não gosto de fazer conversa no ginásio, porque não estou ali para fazer amigos, não porque sou antipática, mas porque não estou ali propriamente de livre vontade, estou ligeiramente contrariada. Ah, também não gosto de pagar a mensalidade no ginásio. E em traços gerais é isto. O que eu gosto mesmo do ginásio é sair dele. Aí sim, sinto-me melhor, mais ágil, energética, o que me motiva para voltar à vez seguinte. Ainda assim, até à data nunca consegui sentir-me “sarada”, mas há que ter fé.

E feita esta minha nota prévia, posso contar que no início do ano decidi voltar ao ginásio. Eu sei que depois da introdução pareço um pouco esquizofrénica (quiçá não seja um bocadinho com esta decisão!), mas ano novo, vida nova. A lei da gravidade fez-me tomar essa resolução e não é assim no primeiro ou no segundo mês que vou mandar a toalha ao chão. Não, desta vez é para ir mesmo ao tapete.

Já há mais de uma década que não andava no ginásio, mas antes disso frequentei vários, onde se foi desenhando uma morte lenta. E, deixando o discurso de looser, o que é que me fez voltar e o que é que eu acho que fez a diferença para continuar?

1# Localização – é a primeira vez que estou num ginásio da Margem Sul. Eu sei que parece forçado, dado o intuito do blog, mas em termos práticos e logísticos facilita muito. Já andei em Lisboa, e chegava muitas vezes atrasada às aulas, não podia entrar porque saltei o aquecimento e pimba – ia recambiada para o ginásio mesmo e voltava a recordar tudo aquilo que eu não gosto do ginásio.

2# Idade – quando se começa a ser uma senhora de idade, percebe-se que a lei da gravidade já não vai lá com um cremes, com bebidas detox, ou alimentação saudável – (como se alguma vez fosse uma aluna exemplar com estas), e toma-se consciência que ou contrarias ou a tendência é piorar. E eu não vou voltar a um dos meus maiores prazeres desta vida, que é ir à praia, no estado em que estou. Não vou ter o corpaço de uma brasileira pronta a desfilar no sambódromo, com muita pena minha, mas também não vou estar como estou. E por isso, há que mudar hábitos, porque só em equipa vencedora é que não se mexe. E como, cada ano que passa, estou no fundo da tabela da 3ª divisão, há que trabalhar para não ser despromovida para a distrital. Com fé, com o @CelsoMartins e com o meu esforço poderei voltar ao à primeira liga (se é para sonhar é para ser em grande). O problema vai ser o meu esforço, porque a fé e o@CelsoMartins vão dar o seu melhor.

3# Aulas – tem de ter aulas. Todo o tempo que eu passo sozinha no ginásio, estou sempre a pensar que estou no ginásio. Ora, é algo que tem de me fugir do pensamento, por isso as aulas são uma ótima forma de estar com um profissional e de me obrigar a estar mais atenta aos exercícios do que ao redor. Os horários são importantes e aqui tenho as aulas que gosto antes de me lançar ao trabalho. O que é muito bom.

4# Ginásio – como já referi, já andei em vários ginásios e já apanhei de tudo. Se a minha relação com o ginásio é o que é, tenho mesmo de ter todas as condições para contrariar a minha insatisfação. Tem de ser o melhor, o mais completo, o que me faça sentir menos mal. E, encontrei o que me enche as medidas e cumpre os requisitos anteriores.

5# O mais importante, as Pessoas – até hoje nunca foi motivo para sair de um ginásio e reparem que foi algo que nunca apontei como queixa. Sempre apanhei bons professores e restantes profissionais. Mas aqui, estou mais bem acompanhada. Até porque, ainda não contei isto, mas para combater todas as cenas que eu não gosto no ginásio, tive de ir com tudo, foi pôr toda a carne no assador. E, por isso, tenho essa coisa chiquérrima que é um personal trainer. E não é um personal trainer qualquer (sem desprimor para todos os outros, até porque não conheço mais nenhum), mas eu tenho o Celso Martins. Já conheço o Celso &  família há alguns anos e talvez por invejar aquelas silhuetas altas e espadaúdas, pensei – se calhar se usar alguns truques que esta malta usa, posso ficar um pouco mais espadaúda (sim, porque alta, sabemos de antemão que não vai dar. Também temos pena – es lo que es). Falei com o Celso e boto 98% de fé no seu profissionalismo e 2% no meu esforço físico e acreditem que devem ser mais suados os meus 2% do que os 98% dele. Ou então, não, porque até o Celso fica com aquele ar de “ai Meu Deus, como é que eu me meti nisto!” E já soltou o desabafo: “ai, ai, vais-me dar tanto trabalho”. O que incentiva, porque eu achava que o trabalho era só meu, mas não! Ele também sua um bocadinho, nem que seja, dos nervos que eu lhe causo, mas cada um tem o que merece.

ginasio

E posto isto, encontrei o ginásio que fez check a todas estas minhas exigências e posso dizer já lá estou há 1 mês e 1 semana e ainda não desisti (não desprezar que isto para mim é uma conquista).

Quanto a resultados, bom, contarei num outro desabafo, que já estou a suar por ter exteriorizado todo o meu sentimento relativamente ao ginásio, mas posso dizer que a nossa relação neste momento está bem, está estável e se de parte a parte houver interesse, podemos aguentarmo-nos mais uns 2 ou 3 meses, vá. Vamos ver. Sem pressão!

Nós aqui voltamos ao ginásio.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

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SIEMENS CONTRATA PESSOAL PARA FÁBRICA EM CORROIOS. Por Marlene Gaspar

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A notícia não é minha, mas é tão boa que é inevitável partilhar. A Siemens anunciou um reforço do investimento na fábrica de quadros eléctricos de Corroios, com um aumento de 60 por cento na capacidade de produção e a contratação de mais de 100 pessoas.

Ora, abrirem 102 postos de trabalho na região é sempre motivo de celebração e a administração refere que o objetivo é “potenciar um aumento da capacidade de produção de quadros elétricos industriais da multinacional alemã, que têm vindo a ser exportados de Portugal para os cinco continentes”, diz a administração da empresa em Portugal.

Os quadros eléctricos de baixa tensão da Siemens, os Sivacon S8, são produzidos em Corroios, no Seixal, e exportados para 56 países, de todo o mundo. A fábrica conta com 154colaboradores que produzem 2000 unidades anualmente e neste momento é manifestamente pouco, por isso a empresa alemã decidiu reforçar a capacidade produtiva da unidade.
Pretendem aumentar a produção em 60 por cento, alcançando as 3200 unidades anuais, das quais 92 por cento terão como destino a exportação. 56 novos colaboradores já entraram procuram-se mais 46 farão o mesmo ao longo do ano. Pedro Pires de Miranda, presidente Executivo da Siemens Portugal clarifica que: “Esta expansão deve-se ao aumento da procura deste tipo de quadros de baixa tensão, devido à qualidade destes equipamentos ‘Made in Europe’.
Boas notícias para o concelho e resta-nos desejar muito sucesso no alcance dos objetivos. Nós aqui queremos mais e melhor emprego.
Nós aqui temos novos postos de trabalho.
Nós aqui temos isto.
Texto: Marlene Gaspar
Fonte: ADN – Agência de Notícias
Foto: Siemens
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GENTE BOA NA MARGEM SUL. Por Marlene Gaspar

gostamos 1

E o fim de semana passado foi assim…vida. Temperaturas despropositadas para a época que fez com que todos fossem a correr para as praias. E quando digo todos, foi mesmo todos, porque fui para ir almoçar à praia, como é muito hábito ao fim de semana e tive de dar meia volta ao cavalo, pois habilitava-me a esperar 3 horas para uma refeição. Sou cada vez mais uma senhora de idade e com 2 filhas pequenas e esse tempo não é razoável.

Felizmente moro aqui ao lado e a volta não foi grande e conseguimos almoçar numa esplanada em tempo útil e aceitável para os nossos estômagos. Mas quando dizemos às miúdas que vamos à praia temos mesmo de ir à praia, porque não somos políticos e promessas são para cumprir sob pena de sermos uma fraude como pais. Não queremos isso, já bem basta aquelas coisas que não veem no manual de instruções e que nem sempre sabemos de antemão como lidar.

Por isso o regresso à praia foi inevitável. A Fonte da Telha estava cravejada de gente, pelo menos a dirigir-se para lá, por isso fomos rumo à vizinhança e não ficámos nada mal servidos. Ainda deu para abancar numa espreguiçadeira até encontrar coragem para molhar o pezito (branquela de todo, mas é o que é nesta altura do ano!). A tarefa foi mais fácil do que o previsto, porque se a temperatura cá fora tinha levado aquela gente toda para ali, a da água estava ainda mais convidativa. Foi pezinho, joelho e uma onda mais atrevida foi subindo e criando vontade daquele mergulho. Se eu não me pude dar a esses luxos, porque não levei nada para o efeito (leia-se a porra do fato de banho) a minha filha mai nova mandou tudo para água e depois foi a própria. Sem roupa em condições, sem muda ou toalha, estava ali um bico de obra para qualquer pai/mãe, mas se estamos sempre a criticar gente que não sabe estar, tivemos uma mãe, que desconhecia e veio ter connosco oferecer uma toalha e uma muda de roupa. Envergonhados, mas agradecidos, aceitámos a toalha enquanto fomos ao carro buscar um casaco que podia cobrir o corpo da aventureira Alice (e a inveja que eu estava daquele mergulho dela e de poder mandar tudo para o alto e refrescar-me). Comentámos que, provavelmente não nos lembraríamos de fazer o que aquela mãe fez, mas ficámos contentes por aquele exemplo. Seguramente, se vir alguém no papel que eu fiz, vou querer ser como a mãe da Carolina, do Henrique e de outra filha que à semelhança da mãe não fixei o nome! (mais uma vez, menos uns pontos para moi meme!)

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A mim e à Alice restou-nos retribuir com bolachas (porque pode-nos faltar roupa, toalha e chinelos, mas se há coisa que não falta é comidinha, que quem vai para o mar avia-se em terra – estou a ser irónica comigo mesma, relativo à indumentária).

Depois deste fim de semana maravilhoso, o S. Pedro mostrou que ele não se deixa levar por entusiasmos e por isso vai-nos deixar com um Carnaval assim-assim. Já os houve com melhores temperaturas, também já os houve com piores. Não sendo na praia, já sabem onde vão desfilar e sambar esse corpinho?

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Nós aqui encontramos gente boa na margem sul.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Foto: Rui Tomás

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A VELHA FÁBRICA MUNDET VAI ABRIR COMO O NOVO HOTEL MUNDET. Por Marlene Gaspar

gostamos 1

A notícia é do Vítor Andrade no Expresso e dá conta da adjudicação da autarquia do Seixal para a construção de um hotel de luxo. O investimento rondará os oito milhões de euros.

A fábrica da Mundet encerrou há 30 anos, mas vai agora dar lugar a um luxuoso hotel de quatro ou cinco estrelas, onde o elemento ‘cortiça’ continuará presente, numa zona priveligiada e com uma das melhores vistas para Lisboa.

Mostramos alguns dos 3D e podes ler o artigo do Expresso na íntegra aqui.

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Não sei o que acham disso, mas já me estou a ver a desbundar desta pequena maravilha, porque como já deve ter dado para reparar é uma zona que gosto muito. Muita passeata já fiz ali em frente (e até já entrei numa corrida, onde consegui o prémio de carro vassoura, porque alguém tinha que ser e sou boa nisso. Cada um é para o que nasce.)

Nós aqui vamos ter o Hotel Mundet.
Nós aqui temos isto.

Texto introdutório: Marlene Gaspar
Fonte (texto e fotos): Vítor Andrade, Expresso

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AFINAL O PAÍS DA ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS ESTÁ NA MARGEM SUL, MAIS PRECISAMENTE NO SEIXAL. Por Marlene Gaspar

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Quem me conhece sabe que a comida para mim é um assunto sério. De entre alguns nick names que me atribuem “a cheia da fome” é talvez o que melhor se encaixe na minha pessoa, pois como já diz o anúncio “Tu não és tu quando tens fome”. Admito aqui, o estar saciada é altamente responsável pelo meu estado de espírito (um pouco como o tempo, mas ainda com mais preponderância).

E é por isso que os meus olhinhos bateram palminhas de contente quando vi a notícia de que a Mundet Factory no Seixal tem uma carta de sobremesas inspirada no País das Maravilhas. Ainda não lhes deitei a mão, mas já estou a salivar com o poder juntar o melhor dos 2 mundos. É que eu vivo, literalmente com a Alice no País das Maravilhas! Sim, a minha filha Alice, acredita que se chama Alice no País das Maravilhas. Afirma isso na escola, quando vai ao  médico e a quem quer que lhe pergunte. Vive no seu mundo encantando, cheio de fantasias e princesas como ela. Vê a vida como um conto de fadas e que tem sempre um final feliz. E mal posso esperar para a levar (ok, e eu também estou tentada) a degustar maravilhas como o Chapeleiro Louco ou a Rainha de Copas em forma de sobremesa. É que vai ser um sonho, uma fantasia tornada em realidade e eu vou ser a melhor mãe do mundo (já sou, modéstia à parte e sem contar com a minha mãe, mas imaginem agora, que vou ter o poder mágico de tangibilizar este sonho). Pow. 10 pontos para esta mãe.

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João Macedo, guarda aí um lugarzinho e o docinho para nós que essas sobremesas têm que me passar pelo estreito, porque os olhos também comem, mas não são esses que alimentam esse corpinho.

Nós aqui temos a Alice e o País das Maravilhas.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fonte e foto: NiT

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OI? PARQUE PARA CÃES? Por Catarina Laborinho

gostamos

VERDADE! Abriu um parque para cães na Margem Sul, com 800 metros quadrados é gratuito e está aberto todos os dias.

A notícia não é nossa, mas mesmo assim não podiamos deixar de partilhar.
Situa-se na Quinta do Conde e abriu no passado dia 20 de Janeiro, aqui os nossos 4 patas “têm direito a túneis, pontes e barras de salto para se divertirem e ficarem em forma”.
Saibas mais aqui.

Nós aqui apoiamos isto
Nós aqui somos amigos dos 4 patas

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Texto: Catarina Laborinho | Fotos: D.R.