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CARTA AO PAI NATAL. Por Marlene Gaspar

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A pressão para fazer a árvore de natal começou a acentuar-se no final do mês passado até que no primeiro dia de dezembro não deu mais para engonhar. Tive de ir ao baú e trazer a árvore. Este ano foi a preparação mais participada cá em casa, porque as pequenas quiseram dar o seu cunho e assumir a responsabilidade da decoração. O resultado final foi o que se pode arranjar em que aqui e ali fui equilibrando os motivos de decoração, para que a árvore não ficasse  com “peladas” e com outras zonas super concentradas de apetrechos.

Mas, o que as princesas queriam mesmo era colocar na árvore as suas cartas de Pai Natal. E o empenho foi tão grande, que quiseram escrever a minha. E à pergunta que me fizeram sobre o que queria pedir ao Pai Natal fiquei com uma branca! Sim, porque os meus desejos não são materializáveis e dei uma resposta tipo Miss Mundo, sem as competências físicas para o cargo, mas sentida. O que eu quero é saúde, amor e paz!

Ao qual recebo aquele torcer de nariz incrédulo que me diz, mas o que é que queres desembrulhar? Sem estar a ser hipócrita, este ano estou a demorar a processar, assim como demorou o espírito natalício a entrar em mim e neste momento o que quero mesmo desembrulhar é o cliché da Miss Mundo – saúde, paz e amor. E desejo-os em dobro para todos (margem sul e arredores) do que desejo para mim. Embrulhem esta e façam o favor de serem felizes.

Feliz Natal.

Nós aqui temos a carta do Pai Natal.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

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