limpezaFonteTelha

NOVA LIMPEZA DA PRAIA DA FONTE DA TELHA. 27 maio.

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Estou sempre a dizer que em equipa vencedora não se mexe e tendo em conta o sucesso das últimas limpezas da praia, há que voltar a carga, porque infelizmente, ainda há muito para limpar e a praia é como o ar. É de todos. E para todos.
Mas se há cenário triste é ver uma praia que não está limpa. Não vamos deixar acontecer, e por isso, por favor, não deixem resíduos na praia. Nem beatas, nem restos de embalagens, nem cenas que demoram uma vida inteira a desaparecer e que em nada contribuem para o bem-estar do planeta e consequentemente o nosso. Ainda assim, há muito para poder recolher.
A AAN – Associação Alma Naturista juntou-se ao grupo Ambialistas e ao Núcleo de Ambiente e Sustentabilidade da FCT/UNL para organizar uma nova acção de limpeza na praia da Adiça – Fonte da Telha.
É no Domingo dia 27 de Maio, das 09h30 às 12h30 e a lista de material para além da tua presença é:
– Roupas e calçado confortáveis – sempre!
– Chapéu – precisamos da tua ajuda, mas não queremos que fiques doente.
– Protector solar – parece careta, mas nunca e demais lembrar. Um escaldão não é giro.
– Água e snacks – olhem que quem não é bom para comer não é bom para trabalhar!
– Luvas de protecção – a organização tem algumas para disponibilizar mas poderão não ser suficientes!
Nós aqui trabalhamos para uma praia limpa.
Nós aqui temos isto.
Texto: Marlene Gaspar
Lixo na Praia

VAMOS APANHAR LIXO À FONTE? 21 JANEIRO. Por Catarina Laborinho

Vamos a isto

Sabemos que o título possa não ser o mais convidativo, mas a ação é sem sombra de dúvidas para todos nós. Quem é que gosta de estar na praia e ao lado encontrar lixo de quem lá passou ontem? Acho que ninguém. É verdade que nem todo o lixo é depositado ou esquecido na praia, muito dele vem do mar e foi “largado” pelo homem, ao todo são cerca 8 mil toneladas de lixo que entram todos os anos no nosso oceano.

Há uns anos, numa ação semelhante a esta, mas subaquática e em Sesimbra, eu e um grupo de amigos apanhámos meia tonelada de lixo apenas na zona da marina. Cheguei a apanhar uma panela de pressão, alguidares, pneus, botas, garrafas e numa zona delineada, imaginem… Antes de entrar na água fomos avisados que devíamos ter cuidado ao apanhar cabos, visto que os cavalos marinhos gostavam de viver entrelaçados. Curiosamente ao apanhar um cabo enorme, mexi nele com cuidado e claro, lá estava um. Foi a primeira vez que vi um cavalo marinho e no meio de uma visibilidade quase que nula deu para encher o coração. Valeu aquele mergulho, pelo momento marcante que foi e pelo meio ambiente.

A ação agora vai-se repetir mas por terra :)

Dia 21 de janeiro vamos limpar a nossa #FontedaTelha. O ponto de encontro é no Rampa Beach pelas 10.30. A organização (uma grupeta de amigos biólogos e engenheiros do ambiente) recomenda calçado confortável, chapéu e água. Os sacos eles fornecem. Já as luvas pedem para que cada um leve as suas e de preferência que não sejam de plástico.

evento

O evento foi criado no Facebook e está disponível aqui.
Não se esqueça que foram amigos que organizaram e vão ser amigos a convidar outros amigos. A “organização” não se responsabiliza por quaisquer danos ou acidentes pessoais que possam ocorrer no decorrer da ação.

Se as condições meteorológicas não permitirem passará para o domingo seguinte, 28 de Janeiro.

Um ambiente limpo depende de todos nós 🌎

Nós aqui queremos uma praia limpa
Nós aqui temos isto.

Texto: Catarina Laborinho
Foto: DR

Sabia que…
A imagem escolhida não foi por acaso, a imagem do patinho de borracha foi um navio de carga que em 1992 transportava este brinquedos para os Estados Unidos da América e devido a uma tempestade caíram ao mar, foram encontrados ao longo de todos os oceanos desde o polo norte e sul… infelizmente o plástico demora aproximadamente 450 anos a decompor-se… dá que pensar.

Fragata Dom Fernando II e Glória (detalhe)

CAMINHADO NO TRILHO DO CRISTO REI. 6 JANEIRO. Por Catarina Laborinho

caminhamos 1

Este sábado de Reis saia do sofá e venha connosco fazer esta caminhada. O Sol vai andar à espreita e irá ajudar-nos a ter um dia diferente :)

Com saída junto do Cais de Cacilhas, iremos atravessar Almada, com passagem pelo pulmão da cidade (Parque da Paz) e depois com direção até ao parque Koi. No regresso iremos atravessar o Pragal e rumamos até ao Cristo Rei para nos deslumbrarmos, mais uma vez, com a maravilhosa e panorâmica vista sobre o Tejo e a capital.

Os pontos de maior interesse nesta caminhada são:

– Farol de Cacilhas
– Chafariz de Cacilhas
– Igreja Nª Sra. do Bom Sucesso
– Igreja de Santiago
– Chafariz do Largo
– Fragata Dom Fernando II e Glória
– Submarino “Barracuda”
– Jardim do Rio
– Zona do Cristo-Rei
– Jardim do Castelo e Castelo de Almada
– Elevador Panorâmico da Boca do Vento
– Pátio do Prior do Crato
– Parque da Paz
– Parque Koi

Fragata Dom Fernando II e Glória (detalhe)

Fragata Dom Fernando II e Glória (detalhe)

Local do encontro: Rua do Ginjal (Junto ao Cais Marítimo – partida e chegada dos Barcos)
Hora do Encontro: 9h 20m
Hora prevista para o final do evento: 14h
Distância a percorrer: 14 kms
Nível de Dificuldade: 2+
Equipamento: Calçado e roupa adequada para caminhadas

Valor da inscrição: 6€

Saiba mais informações aqui.

Nós aqui temos Caminhadas
Nós aqui temos isto.

Texto e Foto: Catarina Laborinho

Helena Gonçalves Rocha

PERTURBAÇÃO DO DÉFICE DE NATUREZA. Por Helena Gonçalves Rocha

Helena

Será que esta é uma nova entidade nosológica: perturbação do Défice de Natureza?

Na última semana deparei-me com um vídeo que abordava esta temática, o autor referia que esta não seria uma nova perturbação médica, mas sim um termo linguístico que muito bem se adaptava ao que observava nas crianças de hoje, privadas e desconectadas completamente da Natureza.

Por outro lado, foi no decorrer desta semana que me deparei com uma criança de 8 anos que, ao informá-la que iríamos desenvolver a nossa sessão lá fora na natureza, saltava de alegria e repetia “És a médica que eu mais adoro! Adoro, adoro!”, qualquer um que se encontre num contexto clínico para os miúdos passa a ser médico. Já lá fora continuava: ”Eu adoro fazer isto! Sempre sonhei fazer isto…procurar tesouros, uau!” Por esta altura já eu tinha o coração cheio e repetia o meu mantra, é por isto que eu adoro o que faço, para ver toda esta alegria!

Recordo também outra criança que acompanhava nas sessões de Psicomotricidade que, invariavelmente quando nos deslocávamos para o exterior, ía dizendo “Sabes Helena, isto é bem mais giro do que jogar Play Station!”

Helena Gonçalves Rocha

E eu pergunto, o que estamos a fazer às nossas crianças? Estamos a privá-las de Natureza?

Todos os miúdos que me procuram pelas inúmeras queixas da escola por desatenção, irrequietude, hiperatividade, quando se encontram em contexto de natureza, diminuem imediatamente a sua agitação. Quando solicitados para que discriminem os sons que os envolvem, tornam-se verdadeiros detetives super focados. Quando no final regressamos ao consultório com o registo fotográfico e as experiências vividas, são os primeiros a desejarem organizar a informação e a fazerem relatos pormenorizados aos pais sobre tudo aquilo que tiveram oportunidade de observar e experienciar.

A verdade é que todos nós quando nos deixamos embrenhar pela natureza, quer seja pela floresta com todos os seus sons, cheiros e texturas, quer seja pelo mar, pela sensação de imensidão, imprevisibilidade, pelo som e cheiro que nos transporta para uma dimensão muito distante daquela que encontramos no decorrer do stress diário. Na natureza tudo é possível, somos nós que temos de nos adaptar, não vale estar desatento, toda a atenção é pouca se queremos realmente aprender tudo aquilo que a Natureza nos permite aprender.

Como tal, lanço novamente o desafio, façam listas de itens a encontrar de acordo com a idade das vossas crianças, procurem cores, recolham tesouros, aproveitem as aprendizagens da escola, recolham objetos com as letras que já aprenderam na escola, comparem texturas, observem os pássaros, procurem os seus nomes, vejam as diferenças das estações do ano quando passam pela natureza, tantas, tantas atividades. E no final, organizem tudo aquilo que viram, aproveitem para treinar a escrita, a organização do discurso, a curiosidade em aprender.

Helena Gonçalves Rocha

Recomendo-vos o livro “Um ano inteiro- almanaque da Natureza” da Isabel Minhós Martins com ilustrações do Bernardo Carvalho, edição da Planeta Tangerina. Este livro convida-nos a viver a natureza ao longo de todo o ano. Desafia-nos a observar os ciclos das plantas e dos animais e a descobrir algumas das mudanças mais fantásticas que acontecem à nossa volta todos os meses, semana a semana, no decorrer dos 365 dias que a Terra demora a dar a volta ao Sol.

Não queremos crianças com perturbações de défice de natureza, que se contentam com a imobilidade e com o visionamento de écrans entre 4 paredes. Claro que inicialmente irão resistir, mas garanto-vos, deixem a natureza fazer o seu trabalho e verão que rapidamente serão eles que vos pedem para ir dar passeios e descobrir e aprender na natureza.

 

Helena Gonçalves Rocha

Nós aqui educamos para isto.
Nós aqui temos isto!

Contactos
helenagoncalvesrocha@gmail.com
Miúdos e Graúdos, Clínica Médica
Av. Pinhal da Aroeira, Lt 562
Aroeira Shopping area Lj 18
Herdade da Aroeira
2820-566 Charneca da Caparica
TEL.: 212 977 481

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Fotografia: Helena Gonçalves Rocha e D.R.

Orcas

SÃO ORCAS SENHORES, SÃO ORCAS…na margem sul.

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Mais um episódio insólito depois dos golfinhos e dos javalis é a vez das orcas darem um pulinho aqui à margem sul. O Surf Total contou tudo e como é óbvio não podia deixar de partilhar. As fotos da família de oito orcas avistada a semana passada ao largo da Costa de Caparica, em Almada, são do Lisboa Live.

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Orcas avistadas ao largo da Costa da Caparica

Sejam bem-vindas.

Nós aqui temos famílias de orcas.

Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

Fonte: Surf Total

Fotos: Lisbon Live (www.instagram.com/lisboalive/)

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS. Por Catarina Laborinho

aderimos

Começou ontem a Semana Europeia da Mobilidade, a #mobilityweek, e nós aqui aderimos a isto. Com o apoio da Fertagus viemos para Lisboa de bicicleta. Uau!! foi A EXPERIÊNCIA. Sair de casa e colocar a bicla no carro é algo que faço muito raramente já que quando vamos andar já saímos a pedalar. Mas hoje era impossível ir até à estação, entre deixar crianças na escola e chegar ao comboio, só daria se a Fertagus me deixasse utilizar os seus balneários, porque ia chegar a pingar de suor 😉

Ontem e na próxima sexta-feira (dia 22) quem levar a bicicleta não paga bilhete, são os dias free da #mobilityweek para os adeptos de 2 rodas, com o apoio especial da Fertagus.

Sair de casa com a bicla no carro e chegar à estação é sempre uma experiência diferente. Por momentos até parecia que estava de férias… Aí férias, férias… já tenho tantas saudades tuas…

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | A partida

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | A partida

A Fertagus diariamente tem à disposição 2 carruagens para o transporte de bicicletas (uma na proa e outra na popa) mas hoje, e como a semana é especial, pudemos entrar em qualquer uma. Nós aqui entrámos na proa e numa carruagem adaptada. Estas, tanto dão para bicicletas, como carrinhos de bebé ou cadeiras de rodas. Têm uma pequena rampa e um género de “cinto de segurança” para prender os veículos. E foi assim que a minha bicla foi até Lisboa.

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | A caminho do trabalho

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | A caminho do trabalho

A chegada à capital foi pacífica, consegui com facilidade descer as escadas com ela “ao colo” e chegar em menos de nada ao escritório.

O regresso para casa, esse foi semelhante… é giro ver que há mais pessoas como eu a aderirem a esta iniciativa nesta semana especial, a #mobilityweek. Infelizmente não consigo ir de bicicleta mais vezes para o trabalho mas sempre que posso dou uma ajudinha ao ambiente. A partilhar chegamos mais longe e com este tipo de ações ou outras igualmente importantes e impactantes o mundo ao nosso redor torna-se muito melhor.

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | O regresso

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | O regresso

PS. Não se esqueça que no dia 22, com a bicicleta, tem acesso direto à casa da partida no comboio da ponte.

Obrigada Fertagus pela borlix na #mobilityweek
Nós aqui temos isto.

Texto: Catarina Laborinho
O Lisbon South Bay Blog agradece à Fertagus

FERTAGUS, LSBblog

 

Ginjal

CAIS DO GINJAL VAI SER RENOVADO

gostamos 1

Mais uma notícia sobre a nossa Lisbon South Bay que saiu no Observador e que não queremos deixar de partilhar.

O Cais do Ginjal do futuro vai ter casas, lojas, jardins e restaurantes

Um dos mais cobiçados pontos turísticos da margem sul do Tejo vai ser renovado. O decadente Cais do Ginjal terá casas, hotéis, jardins, espaços culturais, lojas e restaurantes. Mas ainda não há data.

Banhado pelo rio, na margem esquerda do Tejo, o Cais do Ginjal tem, provavelmente, a melhor vista sobre Lisboa e tornou-se um ponto de paragem obrigatória para os turistas que chegam a Cacilhas e que ignoram os avisos de perigo repetidos ao longo de um quilómetro. Mas a degradação do Ginjal está com os dias contados. Os velhos edifícios que se estendem entre o terminal fluvial e o Jardim do Rio vão dar lugar a casas, lojas, restaurantes, espaços culturais e jardins.

A proposta de Plano de Pormenor para o Cais do Ginjal vai entrar, em breve, num período de 120 dias de discussão pública e a obra avançará “assim que aprovado e publicado o Plano e concluídos os projetos de infraestruturas”, respondeu fonte oficial da Câmara Municipal de Almada ao Observador, acrescentando que não há prazo para a sua conclusão.

A ideia é aproveitar o “clima económico favorável ao investimento e que se traduz em Almada numa procura crescente por parte de investidores interessados nesta área” para reabilitar o cais ribeirinho, com cerca de 80 mil metros quadrados, e criar habitação, hotelaria, comércio, serviços, estacionamento, miradouros, apartamentos turísticos e espaços públicos, como mercados das artes e diversos equipamentos de apoio.

Nas palavras do Presidente da Câmara de Almada, Joaquim Judas, este projeto permitirá aumentar o espaço público e a segurança, manter a memória histórica daquele local e consolidar a arriba, “ao mesmo tempo que valoriza o território e o bem-estar de quem cá vive e trabalha, através da criação de mais postos de trabalho, conseguindo-se também uma maior atratividade para o concelho e para a região”.

Quanto aos dois únicos restaurantes que existem no Cais do Ginjal — o Atira-te ao Rio e o Ponto Final — não terão de fechar portas quando as obras começarem porque “na área dos dois restaurantes a intervenção a realizar, após publicação do Plano e concluídos os projetos de infraestruturas, será essencialmente nas traseiras para permitir um acesso ao Jardim do Rio e na frente para a consolidação do cais existente”, garantiu a mesma fonte da autarquia ao Observador.

GinjalemNumeros

Não é de agora que há intenção e vontade de renovar o Cais do Ginjal. Houve uma tentativa frustrada em 1990 e a atual proposta de Plano de Pormenor é de 2009, já depois de a empresa Tejal ter comprado mais de 90% da área. Não avançou até hoje por falta de condições financeiras.

O que também não é de hoje é o abandono e a degradação do Ginjal. Os relatos históricos situam o início da “queda do império” no ano de 1966. Com o aparecimento da Ponte 25 de Abril o transporte de mercadorias passou a ser feito via rodoviária, destronando a via fluvial.

Mas as causas não se ficam por aí. O Ginjal vivia não só da indústria de abastecimento de água aos navios, mas também de armazéns de vinho, azeite e vinagre. Por isso, a criação de cooperativas vinícolas, a proibição de exportação de vinho em barris, a descolonização – as colónias eram importantes mercados para o vinho, azeite e conservas – e a concorrência externa na pesca do bacalhau foram fatais para o local.

 Texto: Marlene Carriço – Observador
Foto: Observador
passeio BTT

ATL’S DE VERÃO – COMO ESCOLHER? Por Helena Gonçalves Rocha

Helena

Todos os anos o cenário se repete…os miúdos começam as férias “demasiado cedo” e os adultos invariavelmente “demasiado tarde”.

Longe vão os tempos em que no primeiro dia de férias os miúdos eram “empacotados para a Terra” e só regressavam 3 meses depois, um dia antes das aulas recomeçarem. Eu fui uma destas felizardas, até aos 18 anos as minhas férias grandes eram passadas assim, com um enorme grupo de primos e amigos, com os quais construíamos as melhores memórias e aventuras inconfessáveis.

Sempre senti uma pontinha de inveja pelos meus amigos que passavam férias tipo “verão Azul”, todo o santo dia na praia rodeados de amigos. No entanto confesso que ninguém consegue ultrapassar as aventuras nas minas, nas grutas, nas escaladas de montanhas, nos mergulhos gelados no rio proibido, no “roubar da fruta”, nos bailes dançantes, nas boleias partilhadas…Daí ficaram as amizades de uma vida, laços inquebráveis que fazem com que anos depois pareça que foi ontem que tudo aconteceu.

Os riscos controlados, os desafios ultrapassados, longe da vista dos adultos mas com um grupo inseparável, fizeram de todos nós adultos mais seguros e confiantes.

Hoje porém, tudo parece perigoso, os miúdos não correm riscos e pouco ou nada são colocados perante desafios. As semanas de férias disponíveis oferecem atividades seguras e por vezes muito pouco desafiantes…

É urgente que as nossas crianças possam ter mais oportunidades de se mexerem, de explorarem os seus limites, os limites do seu corpo, tenham liberdade de experimentar, de aprender competências desportivas, mas também funcionais, aquelas coisas que poderão ser úteis qualquer dia destes…

Caminhadas desafiantes pela Serra da Arrábida para alcançar o topo mais alto sentindo-se o maior explorador do mundo, noções de socorrismo para que quando aquele “azar” acontece saibamos o que devemos fazer, cozinhar umas maravilhosas bolachas,  pedalar em BTT por entre as serras, aprender a fazer a manutenção da bicicleta, conhecer as diferentes espécies de animais e plantas existentes na Lagoa de Albufeira, experimentar o windsurf e o padell, conviver com os jovens e adultos que frequentam os diferentes espaços da Cercizimbra e concluir que, diferentes somos todos Nós e que cada um é único e especial!

ATL

Estas espetaculares experiências foram me relatadas pela minha filha de 12 anos que este ano frequentou as semanas de férias FUI, dinamizadas pelo Centro de Animação para a Infância da Cercizimbra. Desafio, aventura, risco controlado, possibilidade de convívio entre diferentes idades, desenvolvimento da capacidade de entre-ajuda.  Claro que toda esta “ maluquice” é muito controlada e dinamizada por todos os competentes profissionais que estão envolvidos nestas semanas de férias.  Para todos eles o meu muito Obrigado e espero que a noite do acampamento com jantar partilhado, tendas de “partidas”, jogos e dinâmicas com os escuteiros esteja a correr igualmente bem. Amanhã terei com certeza muitas peripécias para escutar, ou só algumas, porque muitas irão ficar no segredo do grupo…

Estas experiências diversificadas são fundamentais no desenvolvimento das nossas crianças, como tal, antes de os inscrever tente perceber qual o programa de atividades, quem são os profissionais que vão acompanhar os seus filhos e se existe feed back de outros pais e crianças.

Uma boa escolha fará toda a diferença nas memórias de Verão do seu filho e de certo nas suas também!

Helena Gonçalves Rocha

Nós aqui educamos para isto.
Nós aqui temos isto!

Contactos
helenagoncalvesrocha@gmail.com
Miúdos e Graúdos, Clínica Médica
Av. Pinhal da Aroeira, Lt 562
Aroeira Shopping area Lj 18
Herdade da Aroeira
2820-566 Charneca da Caparica
TEL.: 212 977 481

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Musica casa da cerca

HÁ MÚSICA NA CASA DA CERCA.

Vamos a isto

A Casa da Cerca em parceria com a PontoZurca editora e produtora discográfica que gentilmente nos recebeu aquando a entrevista ao Vasco Boucinha (recorde aqui a mesma), está a promover os concertos ao Pôr do Sol, se não conhece este espaço esta é sem dúvida uma razão mais do que suficiente para o fazer, sabe sempre bem relaxar um pouco ao som de boa música. A Casa da Cerca é um centro de investigação e divulgação de arte contemporânea situada em Almada que para mim, tem uma das melhores vistas sobre a grande metrópole.

Agenda dos próximos concertos:

► Memória de Peixe
Sábado, 29 de Julho às 19:00 – 23:59

► Carmen Souza
Sábado, 26 de Agosto às 19:00 – 23:59

► Peixe
Sábado, 30 de Setembro às 19:00 – 23:59

Nós aqui temos música.
Nós aqui temos isto.

Texto: Catarina Laborinho
Fotografia e Vídeo: PontoZurca

Espaço Agrícola do Soutelo

ESPAÇO AGRÍCOLA DO SOUTELO

cuidamos

No mês passado já falámos das novas hortas Sociais do Seixal e na inauguração do Espaço Agrícola do Soutelo (reveja aqui o artigo) mas ontem, e depois de tentar saber um bocadinho mais, fui espreitar.

Liguei para a Câmara Municipal do Seixal, onde me explicaram tim-tim por tim-tim o conceito e como se procedia à candidatura. Feliz (para quem chegou à mais tempo) ou infelizmente para mim, pois o espaço já se encontra todo ocupado mas o meu nome ja consta na lista de espera, a esperança é a ultima a morrer!!

Poder ter, a um custo tão reduzido, a possibilidade de plantar os próprios legumes que comemos lá em casa é algo que me fascina, confesso. Lá por casa, na nossa micro horta, temos plantadas, alfaces, espinafres, cebolas, tomates, pimentos e até favas, bom, as favas já as comemos :)

Vantagens? Os mais pequenos adoram, adoram ver o crescimento dos legumes e acompanhar todo o processo desde o dia em que plantamos ao dia da apanha. A Madalena plantou em tempos uma batata que não parava de falar nela até ao dia que lhe chegou ao prato… mas estamos a precisar de mais espaço, os canteiros lá de casa já não estão a dar vazão às necessidades.

Vamos esperar que a nossa vaga chegue…

Espaço Agrícola do Soutelo

O Espaço Agrícola da Bairro do Soutelo (Amora), tem uma área total de 8321 m2 divididos em 44 talhões de 75 e 150 m2, mas não é o único no concelho, existe ainda Espaço Agrícola do Monte Sião (Torre da Marinha) inaugurado desde 2014 e a próxima abertura será o Espaço Agrícola do Alto do Moinho (Corroios) prevista ainda para 2017 inicio de 2018. Para quem ainda não lhe apetece andar de cócoras a apanhar ervas daninhas pode pensar até 2018 com uma nova abertura o Espaço Agrícola da Trindade na Quinta da Trindade.

Para se juntar à equipa dos pequenos agricultores, reserve já o seu espaço aqui.

Nós aqui temos hortas sociais.
Nós aqui temos isto.

Texto: Catarina Laborinho
Fotos: LSBblog