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PONTOS DE RECOLHA OFICIAIS NA MARGEM SUL PARA AS VÍTIMAS DE INCÊNDIOS. até 25/10

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Até 4ªf está a ser feita a recolha de bens na margem sul para ajudar as vítimas dos incêndios. Abaixo dizemos o que é preciso e onde podes deixar para facilitar a logística de quem está a fazer a entrega.

RECOLHA DE BENS

Alimentos – não perecíveis, que não necessitem de refrigeração e que a data de validade seja prolongada.

Água – garrafões

Roupas de cama

Artigos de higiene – fraldas para bebés, escovas dos dentes, shampoo e gel de banho

Rações para cães e gatos – também é necessário ração para animais “da quinta”

Sementes agrícolas

PONTOS DE RECOLHA OFICIAIS

Sesimbra – Bombeiros Voluntários de Sesimbra – Quartel-sede

Alfarim – Pavilhão do GD Alfarim

Casal do Marco – Ginásio Fitenergy

Corroios e Seixal – diretamente com a Filipa Martins

Fernão Ferro – J.F. Fernão Ferro / Mini-mercado “A Colmeia”

Quinta do Conde – Pavilhão Municipal

Sampaio – Escola Básica de Sampaio

Setúbal – Estádio do Vitória Futebol Clube, secção de ginástica

Mais informações podes esclarecer aqui.

Nós aqui ajudamos as vítimas dos incêndios.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fonte: FB Recolha de Bens para as Vítimas dos Incêndios

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BENFICA TRAZ ESTRELAS PARA BRILHAR NO SEIXAL. #seixalando6

corremos

O centro de estágio do Seixal foi palco de mais uma edição do evento ‘Corporate Club’ que não fez a festa por menos e abrilhantou com convidados de excelência. Sim, não é só a Madonna que brilha no Seixal! Por aqui a vizinhança aqui na margem sul é boa – temos, só assim, para enumerar alguns – o Jonas Pistolas (que temos de ver se passa a disparar mais certeira), o Luisão, o Salvio e outros que não sendo de cá se juntaram à festa como o (Manuel) Rui Costa e a Mariza dos Amor Electro que actuou e ainda deu uns toques na bola, e alguns jogadores do plantel principal, como Pizzi, André Almeida, Jonas e Luisão. (Fotos: SL Benfica)

SLB
BenficaSeixal

Nós aqui temos o Centro de Estágio.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

Catarina Laborinho, Leonor Alcácer & Telma Pedreira

WORKSHOP PARA PEQUENOS E GRAÚDOS 

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No próximo dia 17 pelas 17h a “nossa” querida professora dos Batanetes vai falar para os pequenos e graúdos. A apresentação deste seu novo projeto vai decorrer no Colégio do Vale aqui na nossa margem sul.
Numa conversa muito, muito informal, onde até de agricultura falámos, e com os pés na areia, a Leonor Alcácer e a Telma Pedreira apresentaram-nos o “Atelier de iniciação á expressão teatral”. O principal objectivo é promover e desenvolver competências comunicativas e criativas dos que queiram participar, pais, filhos, tios e avós.

Catarina Laborinho, Leonor Alcácer & Telma Pedreira com o pé na areia.

Catarina Laborinho, Leonor Alcácer & Telma Pedreira com o pé na areia.

Já se imaginou no papel da Florinda e viver a noite mágica no jardim maravilhoso com o Rapaz de Bronze*?

Pois é, a ideia é mesmos essa, fazer uma abordagem a textos e autores dos programas curriculares com base na representação teatral, bem como a apresentação de um exercício aberto ao público.
Este workshop destina-se a todos aqueles que prendem dar os primeiros passos na representação. Trata-se de um processo de caráter lúdico e descontraído. Fiquem descansados porque a Leonor não vai nota ao workshop, tal como fazia nos batanetes

O principal objetivo e desenvolver as capacidades nos domínios do corpo e da voz, através da expressão corporal e da improvisação, bem como levar os mais pequenos a desenvolverem a imaginação, a criatividade, a concentração, e o mais importante, a autoconfiança.

Se tens mais de 10 anos trás os graúdos e vem fazer o workshop.
Quanto a si, que sempre teve curiosidade em “viver” o papel do Adamastor, na poética obra Os Lusíadas, aproveite e venha dai. Irá decorrer igualmente um workshop para os graúdos.

* O Rapaz de Bronze, de Sophia de Mello Breyner Andresen – Livro nomeado para o 2.º ciclo.

Texto: Catarina Laborinho
Fotografia: LSBblog

Cerveja

OKTOBERFEST NO CAIS DO GINJAL. 4 a 6 outubro

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A NiT soma e segue com artigos sobre a margem sul. Tenho cá para mim que está-se a desvendar o que está por baixo do pano e o mundo está a descobrir que o “deserto” tem muitas pérolas para descobrir. E nós aqui também temos o Oktoberfest. A NiT conta tudo e nós aqui partilhamos isso.

“Atenção, Margem Sul: o Cais do Ginjal vai receber uma Oktoberfest

Vão ser quatro dias com muita cerveja, happy hours, e música com DJ no Ginjal Terrase.

Cais do Ginjal vai ser pequeno para tanta cerveja. O Ginjal Terrase, em Almada, recebe pela primeira vez uma Oktoberfest onde a cerveja e a música são elementos obrigatórios. A festa começa esta quarta-feira, 4 de outubro, e vai durar até sábado.

O melhor é apontar o horário das happy hours para saber quando se deve aproximar do bar. No primeiro dia e na sexta oferece-se uma imperial na compra de três, entre as 22 horas e a meia noite. A oferta é a mesma nos restantes dias, só mudam as horas: 5 e 7 de outubro entre as  21 horas e as 23.

Na sexta tem uma oferta extra: entre as 18 horas e as 21, há imperiais a 0,80€. A entrada no festival custa 3€ e dá logo direito a uma imperial. Na sexta, da parte da tarde, a entrada é livre. A cerveja é acompanhada com muitos DJ convidados, como Ricochete, Milonga e Goblin.

O Ginjal Terrase abriu em março de 2015 no espaço do antigo restaurante Floresta do Ginjal. Quem é de Almada sabe perfeitamente onde o encontrar. Quem vier de Lisboa, o melhor é fazer o trajeto de barco, sair no cais e seguir para a direita. Onde ouvir música já sabe que há festa.”

Texto: NiT – Adriano Guerreiro

Introdução: Marlene Gaspar

Olhar nos olhos

A IMPORTÂNCIA DE OLHAR NOS OLHOS. Por Helena Gonçalves Rocha

Helena

Olhar nos olhos é um dos primeiros marcos de desenvolvimento alcançado pelos bebés, e é verdade que é também um dos momentos mais emocionantes! É neste momento que os pais percebem que o seu Bebé finalmente os “vê” e que eles são importantes e reconhecidos. Quando os olhos dos pais e do bebé se encontram, acontece algo muito especial, é estabelecida uma conexão emocional. O olhar trocado entre pais e filhos é uma experiência compartilhada que transmite informações sobre interesses e ligações recíprocas, bem como troca de gestos, expressões faciais e sorrisos.
É, sem dúvida, um primeiro enamoramento que se vai desenvolvendo ao longo do crescimento da criança.

Porém, nos dias de hoje, algo assombra este primeiro enamoramento, esta troca de olhares cúmplices…Na minha prática profissional diária sou confrontada com bebés de olhar esquivo, crianças que parece que não ouvem, pois não olham, crianças com dificuldades de manutenção da atenção, dificuldades na interação e controlo de impulsos e basta olhar à nossa volta e deparamo-nos com:

Um bebé que é embalado ao som da música e imagem de um ecrã; um bebé que chama “mãe, mãe” e que ouve a voz, mas não recebe o olhar de sua mãe pois esta não pode, de forma alguma desviar o olhar do ecrã… Crianças que só comem com um tablet à frente, crianças que só adormecem à frente do ecrã, crianças que fazem birras demoníacas quando são privadas do ecrã…

PÁRA TUDO!…

E a relação onde está, a troca de olhares?
Mais tarde então deparamo-nos com meninos que não param que não prestam atenção, quando muitas vezes têm muita falta de treino de “Olhar”.

Olhar nos olhos

Mas como podem os pais encorajar o contato visual, a troca de olhares?
A troca demorada de olhar entre pais e bebés são naturais e alegres. No entanto, cada bebé, pai e mãe têm suas próprias características, necessidades e tendências e é preciso tempo para encontrar o equilíbrio certo para todos os envolvidos.

Aqui estão algumas dicas sobre como ajustar e mediar o mundo para o seu bebé, levando em consideração as suas particularidades, tendências e necessidades:

Não espere um olhar longo e focado.

Você não pode forçar um bebé a fazer contato visual especialmente quando ele está com fome, cansado ou incomodado. Existem formas maravilhosas para encorajar gentilmente o olho no olho quando o bebé está contente e alerta.

Nos primeiros meses de vida, segurar o bebé cerca de 20-30 centímetros de distância da face do adulto facilita o olhar e o foco.

Quando o bebé estiver olhando diretamente para o pai, mãe ou cuidador, é uma oportunidade de interagir, sorrir, cantar, falar e gesticular no campo de visão da criança, mesmo que pareça estranho no início. Estas interações significativas são registradas na mente do bebé e afetam seu desenvolvimento.

Geralmente é melhor esperar até que o bebé olhe para o pai, mãe ou cuidador para, em seguida, estabelecer a comunicação. Quando ele olhar, não tente desviar o olhar antes que ele o faça.

A troca demorada de olhares é especialmente benéfica para estabelecer laços afetivos quando acompanhado de toque e / ou voz.

Quando o bebé olha para os pais ou para um objeto, apontando e nomeando, o desenvolvimento da linguagem flui com maior facilidade.

A face humana é um forte estímulo visual. Bebés, por vezes, precisam de uma pausa no fluxo do rico volume de informações que lhe são oferecidas. Quando o bebé vira a cabeça ou desvia o olhar, não é um sinal de desinteresse ou rejeição, mas sim a sua maneira de dizer “preciso de parar um bocadinho, eu necessito de algum tempo para processar tudo”.

É importante respeitar a capacidade sensorial do bebé. Alguns bebés são mais sensíveis à estimulação sensorial e podem evitar o contato visual com mais frequência. Outros bebés podem realmente precisar de estimulação intensa, a fim de se concentrarem e apreciarem gestos mais visíveis e caretas engraçadas.

E mais tarde? Como podemos ajudar a criança que parece não ouvir? Que corre, corre e nunca nos fixa nos olhos?

Utilizo habitualmente uma estratégia meio divertida com os miúdos mais velhos, fito-os nos olhos e digo “Look me in the eyes”, acompanhado do gesto de interacção entre os olhos e de um ar bem ameaçador. Ridículo? Talvez, mas resulta… É uma coisa meio de filme policial…

A versão para os mais pequenos passa pelo “Estou te a ver…”.

Estas estratégias que se associam a gestos e “dizeres meio descabidos” são ótimos para a criança reter na sua memória auditiva e visual e como qualquer criança tudo o que pareça “palhaçada” acaba por dar vontade de fazer.

Outra sugestão passa por, sempre que a criança solicita algo, aproveitarmos a oportunidade e aguardarmos que ela nos olhe nos olhos para acedermos ao seu pedido.

Reforçar positivamente sempre que a criança realiza uma troca de olhar.

Por vezes as situações não tão simples e será necessário consultar um especialista, mas habitualmente as situações de inatenção, irrequietude e “falta de ouvido” resolvem-se com um simples Olhar. Criança que não olha aprende com muito mais dificuldade.

Não esqueça o olhar é o primeiro marco de desenvolvimento e interação emocional do bebé, tratemos com cuidado com este momento especial.

Caso experimente estas estratégias ou tenha dúvidas relativamente a este assunto, não hesite e partilhe connosco!

Helena Gonçalves Rocha

Nós aqui educamos para isto.
Nós aqui temos isto!

Contactos
helenagoncalvesrocha@gmail.com
Miúdos e Graúdos, Clínica Médica
Av. Pinhal da Aroeira, Lt 562
Aroeira Shopping area Lj 18
Herdade da Aroeira
2820-566 Charneca da Caparica
TEL.: 212 977 481

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VEJO A MINHA MAIOR INIMIGA PRINCIPALMENTE NA MARGEM SUL!

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De facto, ela anda sempre comigo, mas como é na margem sul onde passo mais tempo, principalmente de bunda ao léu é onde ela mais me incomoda.

Pelo que sei ela é inimiga de mais de 90% das mulheres, mas quem é que lhe disse que eu quero ser como a maioria? Falo desta cabra que chegou pé ante pé, e de um momento para o outro foi ficando espaçosa e teimou em ficar. Não lhe interessa nada se é desejada ou não. Não pede licença, abanca-se, alastra-se e pior que tudo não dá tréguas. Falo desse fenómeno horrendo que é a celulite. Odeio-te com todas as minhas forças e não, não estou preparada para me conformar com a tua presença. Lamento. Apesar de ires bem adiantada no marcador, eu vou dar luta. #ateaoproximoveraoficosarada

Se há coisa em que sou boa e que a idade me aprimorou é não ficar com quem não me quer e vice-versa. Saio de cena tranquila e vou à minha vida sem desejar mal a tais seres, mas apenas que não me tenha que cruzar com estes no meu caminho. E era só isto que eu pedia a esta maquiavélica praga que se apoderou das minhas coxas. Vai à tua vida. Em “bom português – Deslarga-me”! Mas não, vaso ruim não quebra e é para levar com isto que estou guardada.

Dizem que a celulite é um depósito de gordura que os fêmeas têm para as suas crias.

– Hello! Oh celulite, és burra oh quê? Já tive filhas, já usei esse crédito e não se nota nada. Não melhorou, até se queres que te diga, oh minha grandessíssima cabra, piorou. – Como já percebi que os argumentos não são o que te convencem, vamos tentar outra coisa.

Estava na Fonte da Telha, lá está, mais uma vez na margem sul, com a minha cunhada Filipa que trabalha nesta área de combater a celulite e outros problemas indesejados da mesma estirpe, a chorar-me por este flagelo. Sim, na praia tenho de ir à água a andar de costas, a fingir que estou a falar com alguém para não me verem a traseira. Disfarço até ao mergulho que graças a Deus dentro de água não se nota nada. À vinda, tomo a posição de baywatch girl com tudo em cima (faz-se o que se pode e a atitude é meio caminho andado para o sucesso), porque de frente, não é tão mau como parece. Até dá para enganar um bocadinho. Mas, voltemos à Filipa e aos seus sábios conselhos – falou-me do drenante da dieta 3 passos e o contacto de uma nutricionista na margem sul! E não é que tem sido o meu melhor amigo da última semana e emborco aquilo como se não houvesse amanhã!? Longe de estar como se quer, já consigo ver alguns resultados. Isto por si só não é suficiente, já sei que tem de se ter cuidado com o que se come, com o ginásio e blá, blá, blá. Calma, não me enervem. Não dá para dar tudo ao mesmo tempo, mas se quiserem partilhar outros conselhos sem exigir muito de mim, que estou fragilizada com este fenómeno, contem-me tudo. #ateaoproximoveraoficosarada

A ti, celulite mother fucker, vai e não voltes que eu não sou rancorosa. Vai de recto Satanás, que eu sou do bem.

Nós aqui temos cenas para combater a celulite.
Nós aqui temos isto.

Texto e foto: Marlene Gaspar

 

Mundet

ANIVERSÁRIO QUE É ANIVERSÁRIO CELEBRA-SE NA MUNDET. #seixalando4

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40 primaveras. 4 décadas, 40 anos! Acabei de fazer 40 anos! Ouviram bem qua-ren-ta, qua-ren-ta aninhos. Se uma parte de mim ainda está incrédula com a bisga com que aqui cheguei, outra parte bate as palminhas de contente por cá ter chegado. Em bom, sem espinhas, com tudo para dar. Sempre me pareceu que esta meta estava longe e só acontecia aos outros, eu continuava por ali, nos trinta. Mas não. Cheguei. Cheguei bem. Com saúde e melhor do que estava aos 20 e mesmo do que estava aos 30 (ok, há algumas cenas que não contrariam a lei da gravidade, mas tirando a porra desse pormenor, está tranquilo, está favorável).

Tendo em conta isto, só tinha uma opção. Celebrar. Em grande, e com quem me tem acompanhado nestas últimas décadas. Público exigente, anfitriã a querer impressionar e como não podia deixar de ser queria fazê-lo na margem sul! A maioria dos convidados vinha da outra margem e por isso tinha de lhes mostrar que valia a pena a viagem (eu sei, que o motivo já era razão para pagar a viagem, mas ainda assim, temos de “dress to impress”). Na verdade, sabia muito bem onde queria fazer o festão. Não tinha plano B e felizmente não foi preciso. O local escolhido foi a Mundet. Já aqui partilhei que muito me agrada o espaço e para uma ocasião especial tinha de ter estes ingredientes: boa comida, bom ambiente, boa música, bom serviço, boa companhia e ter muita pinta. Adoro este espaço, porque é um espaço cool, despretensioso, com good vibes e bom gosto. João Macedo, o chef e proprietário do espaço ressuscitou os antigos refeitórios da Mundet, um dos espaços mais emblemáticos do concelho do Seixal com uma vista privilegiada.

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João Macedo e aniversariante

Falei com o João que, mais uma vez, me recebeu de braços abertos e se prontificou para proporcionar uma festa de arromba. “Fechámos negócio” no casamento dos meus cunhados Ivo e Filipa (outra festa de arromba, que não me compete aqui relatar), onde ambos fomos convidados e não podia ter corrido melhor.

Mundet

Os cunhados Ivo e Filipa

A Mundet tem uma carta de fazer crescer água na boca e os menus especiais de grupos não ficam atrás. É que não deixam faltar nadinha: as entradas, o prato principal, a bebida, a sobremesa e o café. Comecemos pelo início – as entradas são assim como eu gosto, à séria e não para inglês ver. Adoro o queijo, o pão (a minha perdição) e os enchidos. O prato principal pode ser carne ou peixe e eu engalfinhei-me nos dois, e está difícil dizer qual eu gosto mais – o salmão não me fez de trouxa e a presa ibérica deixou-se apanhar facilmente. A vinhaça é de uma grande categoria, o que para uma senhora de idade como eu, é algo muito apreciado. Para rematar, o crumble de maçã saltou-me as papilas gustativas de felicidade.

E se terminássemos por aqui já se podia dizer que fechávamos com chave de ouro, mas não ficámos por aqui. O melhor ainda estava para (ou)vir, porque fomos brindados com o concerto ao vivo e a cores dos Dados Viciados que partiram a loiça e ainda fizeram todas gente cantar-me os parabéns, incluíndo os próprios. Foi a puta da lou-cu-ra.

O meu discurso não fez chorar as pedras da calçada, porque o momento foi de celebração. Celebração e pedido de um desejo, como me ensinou a minha filha – morde a vela (eram só 40!), vai para debaixo da mesa, pede um desejo e grita. Fiz tudo isso e o meu desejo é ter mais 40 anos tão bons como este. A fasquia está alta, mas diz-me a idade que há sempre espaço para nos surpreendermos.

MundetSeixal

A celebração com os meus.

Perguntam-me muitas vezes o que recomendo para almoços/jantares de grupo aqui na South Bay. Acho que agora não ficam dúvidas. A Mundet é a aposta segura! Obrigada ao João Macedo, à Mundet Factory, aos meu núcleo duro, aos Dados Viciados, ao seu público e ao meu, ou seja,  todos os convidados que partilharam comigo esta noite tão especial. Se um dia tivesse sonhado com os meus 40 anos, não queria mais nada do que o que tive. Foi espetacular. Posso confessar que entrei mais bem resolvida nos 40 do que nos 30 e esta última década foi sem dúvida a melhor. Termino citando essa grande figura deo estilo, Coco Chanel: Não se é jovem aos 40 anos, mas pode-se ser irresistível em qualquer idade.

Mundet.Seixal

Momentos: Carla, Catarina B, Grupeta, Isabel, Rute, Fátima

Nós aqui temos a Mundet.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fotos: Quem se apanhou com o telefone na mão!

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS

aderimos

Começou ontem a Semana Europeia da Mobilidade, a #mobilityweek, e nós aqui aderimos a isto. Com o apoio da Fertagus viemos para Lisboa de bicicleta. Uau!! foi A EXPERIÊNCIA. Sair de casa e colocar a bicla no carro é algo que faço muito raramente já que quando vamos andar já saímos a pedalar. Mas hoje era impossível ir até à estação, entre deixar crianças na escola e chegar ao comboio, só daria se a Fertagus me deixasse utilizar os seus balneários, porque ia chegar a pingar de suor 😉

Ontem e na próxima sexta-feira (dia 22) quem levar a bicicleta não paga bilhete, são os dias free da #mobilityweek para os adeptos de 2 rodas, com o apoio especial da Fertagus.

Sair de casa com a bicla no carro e chegar à estação é sempre uma experiência diferente. Por momentos até parecia que estava de férias… Aí férias, férias… já tenho tantas saudades tuas…

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | A partida

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | A partida

A Fertagus diariamente tem à disposição 2 carruagens para o transporte de bicicletas (uma na proa e outra na popa) mas hoje, e como a semana é especial, pudemos entrar em qualquer uma. Nós aqui entrámos na proa e numa carruagem adaptada. Estas, tanto dão para bicicletas, como carrinhos de bebé ou cadeiras de rodas. Têm uma pequena rampa e um género de “cinto de segurança” para prender os veículos. E foi assim que a minha bicla foi até Lisboa.

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | A caminho do trabalho

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | A caminho do trabalho

A chegada à capital foi pacífica, consegui com facilidade descer as escadas com ela “ao colo” e chegar em menos de nada ao escritório.

O regresso para casa, esse foi semelhante… é giro ver que há mais pessoas como eu a aderirem a esta iniciativa nesta semana especial, a #mobilityweek. Infelizmente não consigo ir de bicicleta mais vezes para o trabalho mas sempre que posso dou uma ajudinha ao ambiente. A partilhar chegamos mais longe e com este tipo de ações ou outras igualmente importantes e impactantes o mundo ao nosso redor torna-se muito melhor.

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | O regresso

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | O regresso

PS. Não se esqueça que no dia 22, com a bicicleta, tem acesso direto à casa da partida no comboio da ponte.

Obrigada Fertagus pela borlix na #mobilityweek
Nós aqui temos isto.

Texto: Catarina Laborinho
O Lisbon South Bay Blog agradece à Fertagus

FERTAGUS, LSBblog