CaparicaSurfFest

DIA MAIS ABORRECIDO DO ANO? NÃO, VAMOS MAS É AO CAPARICA SURF FEST. Por Marlene Gaspar

surfamos

Hoje ouvi na rádio de manhã que dizem que o dia de hoje é dos dias mais aborrecidos do ano. Por ser inverno, por ser pós-natal, por se perder algum entusiasmo com resoluções de ano novo (e eu que o diga!), por já se ter estoirado tudo no Natal e nos saldos, por estar quase de chuva, porque vai ficar de chuva, e por mais outras cenas terríveis que tornam esta lista, maior que a fila de trânsito causada quando há um acidente na ponte mais linda do mundo e arredores – a 25 de abril.

Ora tristezas não pagam dívidas e não contem comigo para alimentar este estado de espírito. Nós aqui não alinhamos nisso, por isso, consigo enumerar uma lista inversa de agradecimentos que posso fazer. Mas vou deixar isso para outras núpcias. Por isso deixo-vos, por hoje um argumento bem mais digno de nota e que faz olhar para o que aí vem com um sorriso de um lado ao outro, como por exemplo, saber que já há datas para o maior Festival de ondas do nosso País e é já em março, mais propriamente de 22 a 31 de março de 2018!

Os melhores profissionais e amadores do surf vão juntar-se para mais uma edição do Caparica Primavera Surf Fest e com muita pena minha (e algum desgosto, vá) que eu não estou nesse rol. Não porque não tenho jeito, não porque tenho frio, não porque tenho medo do mar ou porque não sei nadar, mas por e simplesmente, por nunca ter experimentado. E pronto sem isso, não dá para tudo resto. Mas lá por não ter as competências técnicas e paixão necessárias para a prática desta modalidade não quer dizer que os meus olhinhos não possam por a vista em cima dos atletas cheios de jeito, que fazem ótimas exibições e que até têm um corpinho bem feito. No fundo, que emanam saúde. E o que é bom é para partilhar por isso posso contar-vos que serão 10 dias recheados de ondas, “manobras radicais, exibições em cima das pranchas, amizade, harmonia com a natureza e celebração de uma das maiores riquezas da Caparica: as suas ondas e espantosas praias que se estendem quase até ao Espichel!”

E há mais. São dois fins-de-semana de animação nos trilhos da pop, do rock, do hip hop, da música com sabor a África e a mundo e, entre muitos outros, alguns nomes consagrados da música nacional. O programa das festas vai ser lançado esta semana, segundo a organização, mas podes já ir espreitando qualquer coisa aqui.

Toma nota, é na Praia do Paraíso e na Praia do Dragão, na Costa da Caparica. E tu, vais entrar na onda?

Nós aqui temos o Caparica Surf Fest.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Imagem: Direitos reservados

Piscina

AULAS NA PISCINA GRATUITAS EM CORROIOS. janeiro. Por Marlene Gaspar

MERGULHAMOS 1

As aulas abertas gratuitas na Piscina Municipal de Corroios  são para todos.

É pr’a menina e pr’o menino
Ohoh
É para criança e para o “velhinho”
Ohoh
É para quem quem quer e para quem pode
Ohoh
E todos podem que Nós aqui temos destas coisas.
Ohoh, ohoh, ohoh!

Coisas boas para mergulhar de cabeça e nem hesitar em experimentar. As aulas decorrem sempre às quartas-feiras, a partir das 20 horas, e exigem apenas inscrição prévia na receção da piscina. O que é que precisas mais para afundares nesta ideia? Hein?

Ok o calendário. Certo. Não seja por isso, aqui vai ele:

Calendário
10 de janeiro – It
17 de janeiro – Kombit
24 de janeiro – Aqua Mix
31 de janeiro – Dancix

Texto: Marlene Gaspar

FeiraChocolate

FEIRA DE CHOCOLATE TERMINA COM RESOLUÇÕES DE ANO NOVO! CORROIOS. Por Marlene Gaspar

degustamos

Ainda ando na luta para me restabelecer das festividades e deparo-me com um momento Jarbas:

– “apetece-me algo” e vejo o cartaz “3ª Feira de Chocolate em Corroios”! que é como quem responde :

– tomei a liberdade de pensar nisso, senhora!

A sério? Vocês querem-me dar cabo da linha ou de todas as resoluções de ano novo? É que na verdade estamos no décimo dia do ano e eu já tenho pouca coisa a que me agarrar.

Sim, tudo o que estabeleci que este ano é que é, já se conta pelos dedos e de uma só mão, os que têm alguma hipótese de se manterem. Já furei e voltei aos hábitos do ano velho. E pronto, mais uma derrota e ainda nem vamos a meio do mês. Sim, porque aquela cena de um quadrado de chocolate por dia e nada mais, não vai acontecer.

Se eu já estivesse recuperada do estrago das festividades, até me lambuzava com esta notícia, mas não. Estou uma desgraça, os Reis também não ajudaram e muito honestamente não vejo fim à vista para isto. Está aí à porta o aniversário de uma das pessoas mais importantes para mim e trufa, a seguir veem-me com uma Feira de Chocolate, que sabem que sou frágil e indefesa a este tipo de efeméride. Não há direito. Anda uma pessoa a portar-se bem, pronto, razoavelmente bem, para acontecimento atrás de acontecimento darem-me cabo dos planos.

Mas, pronto a idade vai-nos tirando as forças e o chocolate, a doçaria, a gulosice e a gordice vão tomando terreno e quando uma pessoa se apercebe, já está na teia e não tem como sair. É assim, há coisas que não dá para contrariar.

Então se não dá para contrariar há que enfrentar o “toiro pelos cornos” que é como quem diz, ir lá. Por isso de 18/1 a 21/1 tens a III Edição da Feira do Chocolate em Corroios, onde podes encontrar chocolate em barda e animação de rua.

CartazFeira

De que é que estás à espera? Não me digas que até agora andas na linha e só eu é que já avacalhei estas cenas das resoluções de ano novo!

Nós aqui temos a Feira de Chocolate em Corroios.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

FERTAGUS

FERTAGUS, SEGURANÇA EM PRIMEIRO LUGAR! Por Catarina Laborinho

andamos nisto

Andar nos comboio da Fertagus, para mim é uma constante, todos os dias o apanho até à capital para chegar ao trabalho em segurança e longe das filas de trânsito que volta e meia se sentem. Mas andar no comboio na cabine do maquinista é que foi a EXPERIÊNCIA.

Pois é, nós aqui fomos e adorámos. Não adorámos apenas a experiência em si, adorámos também conhecer o chefe de maquinistas João Teófilo, mais um verdadeiro aficcionado pela nossa margem sul.

O João Teófilo, mais conhecido por Teófilo, entrou no mundo dos comboios por mero acaso, aqueles acasos que se tornam paixão e já lá vão largos anos. Antes de chegar à Fertagus a sua carreira começou na CP e ainda miúdo, com os seus 25 anos, chega ao Porto aos comandos daquela máquina e os colegas mais velhos, habituados a ver os miúdos apenas como estagiários, perguntam-lhe “és de Lisboa não és?” o Teófilo, o miúdo espigadote que já ia sozinho até ao Porto, enche o peito e diz, “não pá!! eu, sou da Margem Sul!” – gargalhada como não podia deixar de ser. O verdadeiro quebra-gelo para uma manhã onde o Teófilo nos ia explicar como funcionam aquelas 300 toneladas de ferro e tecnologia.

Ainda no escritório o Teófilo explicou-nos como funcionava toda a mecânica de horários e afins. Escalas, traços e mais traços onde todos eles tinham uma razão ou explicação onde fez questão de nos explicar um a um. Ficámos a saber que todos os dias há um chefe de maquinistas de serviço, ou seja, disponível 24h/dia. No meio da explicação, falei-lhe num “comboio” ui… o que lhe fui dizer :) “o comboio, apenas é comboio quando tem um horário a cumprir” caso contrário para eles, e agora para mim é apenas e só, material circulante. Claro que a meio da conversa ele já falava em Comboio como nós, “material circulante” é estranho. :)

Eram 11:20 e lá fomos nós com destino a Lisboa. Entrámos num comboio que vinha de Setúbal, onde se deu uma troca rápida de maquinista, a partir daquele momento o Teófilo “agarrou” os comandos da operação.

FERTAGUS

Explicou-nos tudo, mas quando digo tudo, é TUDO mesmo. Ficámos a saber para o que serve cada botão ou pedal e o que “aquela” máquina era capaz de fazer quase que sozinha.

Durante todo o percurso reforçou que a segurança dos passageiros estava sempre em primeiro lugar. A Fertagus tem como prioridade o bem estar dos seus passageiros e o cumprimento dos horários como disse o Teófiloclients.”. Confesso que gostei de ouvir, acabamos sempre por nos sentir confortáveis por saber que quem está do outro lado pensa em nós e em todos aqueles que mês após mês compram o seu passe, tal como eu.

O percurso mais extenso, Foros de Amora, Corroios foi feito a 120km, UAU, impressionante, a rapidez daquela máquina, curiosamente, e se achavam que tinham liberdade para acelerar no carril desenganem-se, ele tem que controlar a velocidade e se não cumprir, o comboio tem a capacidade de reduzir autonomamente. Tem igualmente um botão de HM (Homem Morto) que volta e meia apita, caso o maquinista não responda, com o toque de botão ou pedal, o comboio tem a capacidade de parar a marcha sozinho. Segurança em primeiro lugar!

FERTAGUS

Finalmente chegámos ao Pragal. Aqui entra um novo elemento da equipa Fertagus, como já devem ter reparado é quem acaba sempre por promover o fecho de portas. Mais uma vez, por questões de segurança, este elemento entra para dar apoio em caso de emergência na ponte.

Todos os comboios têm umas pranchas que caso seja necessário abortar a viagem em cima da ponte, este elemento usando as referidas pranchas ajuda o maquinista a trocar os passageiros de comboio.

Mas voltando ao Pragal… Pragal = última estação. Ponte aí vamos nós.

Chegámos à ponte. Infelizmente não nos foi possível filmar, mas posso-vos garantir que a sensação é impressionante, entrar na ponte, vê-la de frente, é de cortar a respiração. O Teófilo confessou-nos que a ponte é dos lugares mais seguros, cheio de câmaras de vigilância e caso seja visualizado algum elemento estranho na mesma ou em qualquer parte da viagem eles são obrigados a comunicar, tal como nos aconteceu quando chegámos a Sete Rios que encontramos uma pessoa a passear na linha…

FERTAGUS

Mas, antes de chegarmos a Sete Rios o comboio desligou-se, como certamente já reparou… Entre os Foros de Amora e Roma Areeiro ele desliga-se pelo menos umas 3 vezes. Algo que sempre me intrigou. Porque?! A explicação foi simples e claro que fez todo o sentido. Como sabemos o comboio é elétrico, e em todo o percurso ele é alimentado por cabos elétricos iguais (quase iguais) aos que chegam até à nossa casa. Mas estando ele em movimento, o comboio vai buscar energia ao fornecedor da mesma, ou seja, imaginem que quem fornece energia até Corroios é o posto de transformação do Seixal e na chegada ao Pragal já é o posto de transformação de Almada. O fornecedor é outro, logo, o maquinista como sabe, apanha um pequeno balanço, para que quando troca de “fornecedor” não deixa de andar e rapidamente voltar-se a ligar com novo fornecedor. Achei muito curioso, sempre achei que se desligava por falha, mas não, desliga-se de propósito, porque não tem outra hipótese. Até Roma Areeiro desligou-se mais uma vez. É normal, nós passageiros é que não sabemos a razão, mas agora já sabem :) não é defeito, é feitio.

FERTAGUS

Chegámos a Roma Areeiro. O maquinista tem 7 minutos para fazer a mudança de cabine, e olhem que não é fácil fazê-lo em 7 minutos. Todos os comboios têm 2 cabines, a de condução principal e a secundária. Estas nunca deixam de o ser, o maquinista pode é estar a conduzir o comboio em qualquer uma delas.

Quando o comboio é duplo o caso é diferente pois passamos a ter 2 principais e 2 secundárias, ou seja, o maquinista irá conduzir na cabine da frente e esta por sua vez irá  “informar” o “comboio de trás” que deverá repetir as mesmas instruções.

Garanto-vos que 7 minutos é muito pouco tempo para fazerem esta alteração, sem nunca penalizar todos aqueles que estão à espera na plataforma para ir para casa ou trabalhar…

Saímos, mudámos de cabine e voilà a caminho novamente da Margem Sul.

No regresso, e a sair da Ponte, o Teófilo contou-nos uma curiosidade sobre o Túnel da Ponte, este já tinha sido construído pelo Salazar, mas aquando a construção da linha, deu-se a necessidade de construir a parte em falta do túnel do Pragal, só metade estava construido. Entre outras tantas curiosidades surgiu a duvida: “E o comboio não derrapa com chuva?” Claro que derrapa! Mas estes materiais circulantes estão preparados para libertar areia de modo a evitar que ele derrape. Curioso, muito curioso aliás, gentilmente o Teófilo, já parados, mostrou-nos como funcionava.

O nosso destino final foi Coina e como não podia deixar de ser, a nossa viagem correu calma e serenamente, como acontece todos os dias, ligando e desligando (mas agora já sabem a razão), Ponte, Pragal, Corroios, Foros de Amora e Coina. Chegámos a casa. É em Coina que se situa o “dormitório” deste pequenos grandes gigantes. Não o fomos arrumar, ele ia continuar a trabalhar e nós aqui íamos embora.

Mais uma vez, a experiência foi fabulosa, ao Teófilo, um verdadeiro anfitrião, um exemplo de competência, rigor e simpatia o nosso muito obrigado.

Nós aqui conhecemos o Teófilo
Nós aqui andámos nos “comandos” de 300 toneladas de ferro.

Obrigada Fertagus por esta viagem tão diferente.
Texto: Catarina Laborinho

FERTAGUS, LSBblog

MercadoBrinquedos

MERCADO DE TROCA DE BRINQUEDOS EM ALMADA. 6 janeiro. Por Marlene Gaspar

brincamos a isto 1

 

Ainda a recomporem-se dos excessos de Natal? Por mais detox, chá verdes e afins, o “estrago” dos últimos dias teima em persistir? É fruto da época e já aqui falei num plano de ação. Mas Roma e Pavia não se fizeram num dia e há outros excessos que precisam da nossa atenção. E hoje foco aqui os brinquedos. A troca de brinquedos faz a magia das crianças, mas por vezes, a quantidade de presentes torna-se um pouco exagerada e menos valorizada pelas crianças, por isso mesmo, por ser um excesso.

Brinquedos

Porque não pensar em dar espaço para os novos brinquedos entrarem e permitir que outras crianças desfrutem e ganhem “novos” brinquedos? Nós aqui, temos o Mercado de Troca de Brinquedos que é já no dia 6 de janeiro, às 10h, no Fórum Municipal Romeu Correia em Almada. É uma forma divertida de repensar o consumo consciente e os modos mais sustentáveis de brincar.

Às 10:30h ainda há a Oficina de Pais onde se pretende estimular de maneira lúdica a fala dos 3 aos 5 anos, para pais e educadores de crianças do pré-escolar. Atenção que o número de vagas é limitado, por isso sabe mais aqui ou liga para o 212 714 923.

Nós aqui temos o Mercado da Troca de Brinquedos.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

fecharaboca

O QUE FAZER DO NATAL À PASSAGEM DE ANO? Por Marlene Gaspar

degustamos

Olá minhas bolinhas de Natal? Sobreviveram às várias rondas de almoços e jantares? Nós aqui, e falando da parte que me toca, sim! Com tudo o que se tem direito e mais um pouco. Aqui me confesso que me descontrolei um bocadinho e hoje elejo o rebolar como o melhor meio de transporte para a minha pessoa. Respondendo à pergunta que aqui me trouxe, e sabendo que o plano das festas aqui na zona é daqueles bons, mesmo bons, a mim resta-me um resposta curta – fechar a boquinha!

Olhem que eu não sou “ssoa” destas coisas, até porque muita comida de fácil acesso, como buffets, costuma ter um efeito contrário em mim – ao querer tudo, parece que não me apetece nada. E, desta vez, não sei o que me aconteceu, mas parecia que o meu estômago estava um poço sem fundo (já o mesmo não posso dizer da minha conta bancária, que aqui também houve algum descontrole. Mas aqui, os efeitos secundários são mais positivos, deixar os outros felizes e contentes tem o efeito a dobrar sobre quem dá). Sabem aquela coisa de pensar que um dia não são dias e amanhã nem se nota. Devo ter levado isto demasiado à letra, porque no dia a seguir isso não passou ao lado da balança. E se pensam que está bem distribuído, desenganem-se, que eu sei muito bem que parte do meu corpo ficou mais maltratada. Adiante.

Olhando para os últimos dias, o prazer compensou estes incómodos – pelo menos alguns. Seguramente, e como pedi, os presentes embrulhados não foram os Reis da Festa – calma – adorei tudo e não vou passar nem um minuto a trocar nada, o que é um grande feito. Ou então, já sou mesmo um livro aberto! A companhia é que foi sem dúvida a estrela da companhia. O Natal foi passado aqui, na minha querida margem sul com os meus e os nossos, e o Pai Natal, cumpriu todas as “exigências”, ou quase todas, que como mãe, há que fazer escolhas.

Ainda não estou preparada para a Passagem de Ano e para todas as tentações que esta provoca – estou a falar das gustativas, ok? Por isso resta-me até lá fechar a boquinha (vamos ignorar o dia de hoje, porque amanhã é que conta!), porque se o ritmo assim continuar, não sei onde vou parar. Só sei que não vai ser bonito. Esta regra não se aplica à converseta, porque podemos dar continuidade à quadra dos afetos e continuar a emanar e desejar energia positiva ao próximo. Eu começo:

Continuação de Boas Festas, e já agora, das visitas por aqui. Nós aqui, gostamos disso! Bem-hajam.

Nós aqui temos de fechar a boquinha.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

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Presente para mim? IMELDA’SECRET CLARO! Por Catarina Laborinho

carta ao pai natal

Depois de acabar, finalmente, mais uma saga de compras de Natal, onde a dose de paciência, espírito natalício e pachorra teve que ser levada aos limites! Chegou a hora de fazer a minha carta ao Pai Natal.

A minha carta é pequena, aliás é muito pequena, são 5 linhas apenas que fazem dela “A” carta mágica que todos os anos penduro na árvore. Sim, também escrevo uma carta ao Pai Natal. Se ainda lá em casa acham que ele existe nós também temos que fazer com que pareça que a magia continua.
Enquanto o sonho se mantiver iremos sempre alimentar esta emoção.

1# Saúde 2# Amor 3# Trabalho 4# Dinheiro 5# Imelda'Secret

1# Saúde 2# Amor 3# Trabalho 4# Dinheiro 5# Imelda’Secret

Mas voltando às 5 linhas, para mim este ano são:

1# Saúde
2# Amor
3# Trabalho
4# Dinheiro
5# Imelda’Secret

IMELDA’SECRET?! Sim é verdade não escondo de ninguém que adoro sapatos, sapatos e mais sapatos, lá em casa já têm armário próprio e tudo. As calças podem ser todas pretas, as camisas brancas ou pretas mas se os sapatos forem IMELDA é a cereja no topo do bolo.

E estes IMELDA… Sabem quando andamos meses a namorar AQUELES sapatos?!

No verão quando fui ao Show Room da Rafaela (veja aqui o artigo), levei comigo “aquele” que entrega a minha carta ao Pai Natal :) se temos acesso a ele não podemos desperdiçar não acham?!

Na altura não resisti em calça-los e dar uma voltinha em frente ao espelho. São a LOUCURA. Imaginem uns botins amarelos com o calcanhar em tigresa com laivos azuis e o apontamento da marca Imelda’Secret.

Não é preciso imaginarem mais, vejam a foto em baixo. Vá, já sei que concordam comigo… são LINDOS, agora imaginem nos pés.

 

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Mas, onde há estes há outros modelos para quem não gosta de amarelo e prefere outras cores ou feitios.
A IMELDA tem online os modelos e tamanhos disponíveis aqui .

Faça como eu, escreva ao Pai Natal com esperança que ele leia :)

Não se esqueça que a IMELDA também tem uma linha de malas de perder a cabeça e que os homens não foram esquecidos :)

Nós aqui adoramos sapatos
Nós aqui temos Imelda’Secret

Texto: Catarina Laborinho
Fotografia: Carta do Pai Natal :) + Imelda’Secret

Imelda'Secret

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TONTOS AO VIVO, SEXTA-FEIRA, 22 DEZEMBRO.

Vamos a isto

Ah pois é, os TONTOS, a banda que já vos falamos aqui e que nunca escondemos o carinho especial que temos por eles, não fossem amigos de berço (não todos, mas não faz mal) vão dar o seu primeiro concerto de apresentação aqui, na Margem Sul.

O local escolhido não podia ser melhor, na Fonte da Telha, no Areias da Telha dia 22 de Dezembro pelas 23h00. Uma prenda de Natal antecipada para todos nós.

Os TONTOS, só de nome, porque a música essa tem influências maioritariamente rock que tenta ser despretensioso, no que diz respeito à atitude e estado de espírito. São uma banda de canções fortes com uma sonoridade vincada pela forte personalidade de cada elemento, que refletem a unidade musical entre eles.

Os TONTOS são formados por Vasco Boucinha (Voz Principal e Guitarra) – Já tínhamos saudades de ouvir a tua voz-, Joel Cabeleira Costa (Guitarra e Voz), David Campos (Bateria), Júlio Guerreiro (Teclas) e Sérgio Julião (Baixo e Voz).

Tontos

Da esquerda para a direita – David Campos, Vasco Boucinha, Sérgio Julião, Joel Cabeleira Costa e Júlio Guerreiro

Para acompanhar os TONTOS de perto siga-os aqui.

Nós aqui gostamos disto,
Nós aqui estamos em pulgas para os ouvir ao Vivo

Até Sexta :)

Texto: Catarina Laborinho
Fotos: TONTOS

Fertagus

ESCADAS NÃO SÃO PARA TODOS. Por Catarina Laborinho

admiramos

Esta é uma realidade com a qual vivemos quase diariamente. Efetivamente as escadas não são para todos, seja de nascença ou porque em algum momento da nossa vida fomos obrigados a introduzir uma cadeira de rodas por uma qualquer fatalidade, ou mesmo por sermos nós mães de bebés com rodinhas.

Ao andar no comboio da Fertagus volta e meia cruzo-me com o Carlos que sempre me surpreendeu pela sua destreza no manuseamento daquela “máquina” a sua cadeira de rodas a bateria.

Por vezes dou por mim a pensar… E se fosse eu?

Numa destas minhas viagem “meti” conversa com o Carlos e conversa puxa conversa falei-lhe do LSBblog e se ele não se importaria de falar um bocadinho sobre o seu dia-a-dia. Como é óbvio todos nós tentamos imaginar um pouco as dificuldades de quem tem mobilidade reduzida e o que enfrentam quer em casa, quer nos transportes públicos e até mesmo nos locais de trabalho. Mas nada como tentar “viver” estas dificuldades na 1° pessoa com a ajuda do Carlitos, como carinhosamente é conhecido por toda a equipa da Fertagus.

A nossa conversa informal, como não podia deixar de ser, foi na estação de comboios do Pragal, onde diariamente o Carlitos apanha o comboio até Entrecampos. O encontro foi marcado para um sábado pelas 11h e às 11h lá estávamos nós.

O Carlos é sem dúvida nenhuma uma força da natureza. Quem me conhece, quem me conhece bem, sabe que não falo por falar e confesso que a meio da nossa conversa a emoção falou mais alto. Pensar que por vezes nos lamentamos de tantas pequenas coisas e eu ali, com este guerreiro à minha frente…

Só para terem uma pequena noção o Carlos tem 97% de incapacidade, ou por outro lado, apenas tem 3% de capacidade motora. Sim leram bem 3%. E perguntam vocês… Como é possível?! É! O CARLOS CONSEGUE. O Carlos trabalha, o Carlos é casado, o Carlos dança, o Carlos “desemerda-se”* como lhe diziam os pais quando era pequeno. Mas calma, não é o Super Homem e precisa, como é obvio, de ajuda suplementar para conseguir realizar algumas das tarefas que referi.

Fertagus

Aos 17 anos, e depois de 12 meses em Alcoitão, o Carlos conseguiu dar a volta à sua vida. Com garra e sangue quente que se sente passar pelas veias, dedicou-se à área informática e hoje é IT numa empresa sediada em Lisboa e pelo facto de trabalhar teve o boost que precisava por parte do IEFP. A cadeira.

Todas as manhãs o Carlos levanta-se às 5:40 para sair de casa pelas 7:00, banhos e afins a mulher ajuda para ser mais rápido, as próteses dos braços, cada uma com 3 kg o Carlos apenas utiliza para lavar os dentes e fazer a barba, “não são práticas e magoam” como nos contou, os 6 kg em cima da coluna o dia todo não estavam a ajudar…

Às 7:19, apanha o Comboio para Lisboa, quando chega à plataforma encontra-se um colaborador da Fertagus à sua espera para lhe colocar uma rampa especifica para este tipo de situações. Quando se atrasa liga a avisar para não estarem desnecessariamente à sua espera… sim, ele não é o Super Homem, também se atrasa de manhã como todos nós :) De seguida, o colaborador informa o colega de Lisboa que o Carlos vai na carruagem “X” para o procedimento em Lisboa ser semelhante.

A partir daí o Carlos é autônomo, ou quase. O acesso até ao escritório é feito na normalidade quando os elevadores da estação estão em funcionamento… quando não estão o Carlos tem que ir até à estação de Roma Areeiro, dar a volta para trás para sair do outro lado da plataforma… quando o outro esta igualmente avariado é uma chatice. Como vos disse no início, escadas não são para todos e muito menos para o Carlitos.

No trabalho o Carlos trabalha quase da mesma forma como “um de nós”, a grande diferença é que faz tudo com o pé. Apenas precisa de ajuda para abrir o portátil e ligar o carregador. Na hora de almoço, o Carlos tem um serviço de apoio da Santa Casa, pago por ele, onde a Sr.ª lhe dá à boca o almoço que o Carlos preparou na noite anterior (tal como tantos nós), bem como o ajuda no acesso ao WC. Esta rotina repete-se igualmente a uma hora marcada à tarde.

No regresso a casa o processo é o mesmo. Em Lisboa é colocada à rampa, e ele entra no comboio.

Fertagus

Nós aqui temos o Carlos, com uma história de vida INCRÍVEL.

Mas e se o segurança não está visível como é que o Carlos faz? FÁCIL. Não fosse ele o Carlitos, o “gajo” mais conhecido de todo o staff da Fertagus por ser quem é, e por “precisar” da ajuda e colaboração deste, segundo o Carlos, “equipa maravilhosa que está sempre disponível para me ajudar”, ele liga para a estação do Pragal, que se encarrega de em menos de nada avisar “Lisboa” que o Super Carlitos está à espera para embarcar na Linha 4. E Voilá o pior que pode acontecer é perder aquele comboio mas 10 mint depois apanha o outro.

Aos fins de semana a agenda do Carlos é cheia de atividades, a dança em cadeira de rodas é a sua loucura e paixão, não tivesse sido lá que conheceu a sua mulher que ainda não foi desta que tivemos oportunidade de a conhecer.

Muito mais havia para vos contar sobre o Carlos, é sem dúvida um “miúdo” cheio de garra, força de vontade, que mostra a quem passa a vida a reclamar de tudo, que há quem tenha “problemas” bem maiores e ainda assim os consegue superar.

Hoje, quando se for deitar, pense nisso!

Nós aqui temos o Carlos, uma história de vida INCRÍVEL.
Obrigada Carlitos,
Obrigada Fertagus por mais uma vez nos abrir a janela de uma experiência tão gratificante.

*expressão do próprio ao contar-nos abertamente a sua história de vida.

Texto: Catarina Laborinho
O Lisbon South Bay Blog agradece à Fertagus

FERTAGUS, LSBblog

 

caminhada

ANDAR A PÉ NO SEIXAL. #seixalando8

corremos

Depois de tanto falar em castanhas e para preparar-me para a “desgraça” que vai ser este magusto, nada como abrir caminho para isso. E eis que percebo que vai haver uma caminhada para sensibilizar para a importância da atividade física e da adoção de estilos de vida saudáveis no controlo da diabetes e na melhoria da qualidade de vida no dia de S. Martinho, dia 11 de novembro, sábado, a partir das 9.30 horas.

A concentração é junto à Associação Náutica do Seixal seguida de uma sessão de aquecimento, tem início a caminhada com percurso até à Quinta da Fidalga, em Arrentela, onde se realizará uma sessão de sensibilização para a prevenção da diabetes e a apresentação da Associação Pata d’Açúcar, terminando a iniciativa com uma visita guiada à Quinta da Fidalga e à Oficina de Artes Manuel Cargaleiro.

A participação é gratuita, mas se tiverem mais dúvida podem contactar o email lionsclubeseixal@gmail.com.

Programa

9.30 horas
Junto à Associação Náutica do Seixal
• Realização de rastreios
• Formação de Círculo Humano da Diabetes
• Sessão de aquecimento
• Campanha Um Voto pelo Hospital no Seixal

10 horas
• Caminhada
Percurso: frente ribeirinha do Seixal (Seixal, Quinta da Fidalga, Arrentela)
Concentração junto à Associação Náutica do Seixal

11 horas
Quinta da Fidalga, Arrentela
• Sessão de sensibilização para a prevenção da diabetes
• Apresentação da Associação Pata d’Açúcar
• Visita guiada à Quinta da Fidalga e à Oficina de Artes Manuel Cargaleiro

Vamos com o Armando? Um bocadinho a pé e outro andando?

Nós aqui temos uma caminhada.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar