FERTAGUS

FOMOS ÀS BOXES DA FERTAGUS. Por Catarina Laborinho

visitamos

Se em Dezembro fomos ver como era a segurança lá em cima (reveja aqui o artigo) agora fomos ver como é por aqui, nas boxes da Fertagus.

Pois é, mais uma vez foi um dia de tirar o chapéu, desta vez quem nos acompanhou foi o Eng.º João Duarte e o João Rodrigues. O João Duarte, à semelhança de toda a equipa com quem nos temos cruzado na Fertagus, tem um percurso bastante interessante.

Começou como eletricista estagiário e passado algum tempo concorreu para maquinista. Concorreu e entrou ou não estivéssemos a falar de mais um elemento vencedor, não satisfeito, estudou arduamente durante 5 anos, no pouco tempo que lhe sobrava, e concluiu o curso de Engenharia Eletrotécnica. Hoje, 18 anos depois faz parte da equipa responsável pela manutenção destes gigantes de ferro e foi o anfitrião do LSBblog em mais uma enriquecedora visita guiada.

O dia da visita foi durante o fim-de-semana, quando chegámos apanhámos uma equipa externa a decorar um comboio. Desculpe Teófilo, “material circulante” :D, no chão, eram rolos e rolos de vinis mas posso-vos garantir que os nossos comboios ficaram lindos com Lisboa a vista 😉 (não me diga que ainda não os viu?!)

FERTAGUS

Este tipo de trabalho só pode ser realizado ao fim de semana, atualmente a Fertagus tem 18 comboios onde 17 estão em constante circulação. Todos os dias todos os comboios fazem rotinas de verificação e manutenção preventiva para além das limpezas, todas estas tarefas requerem uma articulação engenhosa de staff e equipamentos, imaginem que comboios são limpos diariamente à noite, chão vidros, painéis laterais, tecto e portas. Trimestralmente, sofrem uma limpeza interior exaustiva (plásticos, grelhas de ventilação, bancos, etc…), o que demora uma semana mesmo sendo feito por duas pessoas.

Já a limpeza exterior é assegurada diariamente por uma equipa de dois elementos que tratam dos gigantes durante seis horas, como? À mão. Sim nada como o tradicional “banho” para deixar 100 metros de comboio a brilhar.

FERTAGUS

Voltando às boxes…
Acompanhados pelo João visitámos um comboio por baixo, entre o emaranhado de ligações elétricas e pneumáticas o João ia-nos explicando o funcionamento dos equipamentos enquanto se desfazia em avisos de segurança, “cuidado que isso é baixinho, não se magoe”. Conseguimos ver os motores de tração, o compressor que alimenta a parte pneumática, o sistema de travagem e os bogies, (O bogie é a estrutura onde assenta a carruagem e que é composta pelos eixos (rodas), motores de tracção, cilindros freio, amortecedores e molas). De facto, o espaço lá em baixo é curto, mas se não tivéssemos ido por baixo do comboio não tínhamos percebido nem metade. Curiosamente esta é a altura da revisão de “meia vida” destas 300 toneladas, já rolaram 1.800.000 km, é dose… quando chega a esta quilometragem eles têm que fazer, para além das “visitas” de ação preventiva, têm intervenções mais abrangentes e completas, como é o caso da R1, que ocorre aos 1.800.000 km. Mas a cada 600.000 km realiza-se uma R3, e a cada 1.200.000 km uma R2. Os trabalhos efetuados em cada uma delas são diferentes, mas a R1 é a mais completa visto que engloba os trabalhos de R2 e R3, assim com a R2 engloba os trabalhos de R3.

FERTAGUS

Saímos de baixo do comboio e continuámos a nossa visita já de costas direitas, passamos pela área de montagem dos equipamentos que compõem o bogie, o tamanho de todo o material é algo impressionante de tão grande que é.

No exterior das oficinas principais visitámos uma pequena área (chamada de Torno de Fosso) onde são reparadas as rodas do comboio, incrível como as rodas de aço não têm que ser desmontadas para serem “retificadas”, neste espaço existem uns macacos hidráulicos que suspendem a carruagem e uma máquina que faz a retificação das rodas, permitindo assim ao operador realizar os serviços necessários no menor tempo possível, está tudo pensado para que os 18 comboios se mantenham em perfeito estado de funcionamento sem que isso afete os horários a cumprir.

FERTAGUS

Aqui cumprem-se os planos de manutenção, mal comparado funciona um pouco como quando vamos com o nosso carro à revisão, das “rodas” ao funcionamento de portas tudo tem o seu timing para ser verificado, um dos gigantes está já com 1.800.000 Km, isto não é o prémio do euromilhões, (antes fosse) é meia vida do comboio. Neste caso a “revisão” é um pouco mais complexa, esta implica desmontar o comboio praticamente todo.

Depois virá outro e outro, já que quando foram adquiridos vieram praticamente todos ao mesmo tempo.

Todo este trabalho é desenvolvido durante o dia, sem que algum momento implique o bom funcionamento e o cumprimento dos horários. Posso-vos dizer que é dose, é como costume dizer, é “non stop”.

E são assim as boxes, da Fertagus 😉

A experiência foi, mais uma vez, enriquecedora, perceber, ou tentar perceber, como funcionam estas toneladas é algo que confesso que me fascina.

Nós aqui fomos às boxes
Nós aqui dizemos obrigada à Fertagus

Texto e Fotos: Catarina Laborinho

FERTAGUS, LSBblog

CarnavalMargemSul

OUTROS CARNAVAIS NA MARGEM SUL. Por Marlene Gaspar

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Ele está aí, não há como negar e nem fingir que não vai acontecer. É Carnaval, é tempo de rambóia e é tempo de folia. A pedido de algumas famílias (e não a minha, que aqui a matriarca, dispensa esta festividade, mas admira muito quem a aprecia), vou partilhar alguns programas de Carnaval para miúdos e graúdos, que o Carnaval não escolhe idades.

A palhaça aqui de serviço, já falou do Carnaval Trapalhão no Seixal e da Corrida de Saltos Altos, mas há mais festividades para este momento. Isto funciona como a máscara, só tem de se escolher qual a que não queremos usar.

# Matiné do Seixal para os mais pequenotes, que é como quem diz dos 3 aos 12 anos. Sim, e os familiares também contam. Vai-se celebrar o Carnaval de princesa, super-herói ou aquilo que a tua imaginação decidir. É no dia 1o, sábado, das 15.30 às 16.30 horas na Biblioteca Municipal do Seixal, mas podes saber mais coisas por aqui. Ah, e a participação gratuita.

# Carnaval de Sesimbra – ora aqui sim, há uma verdadeira tradição de Carnaval. É o Carnaval da Margem Sul por excelência, e é uma das tradições mais enraizadas na comunidade sesimbrense, que trabalha, ano após ano, num dos mais populares e belos carnavais do país. O Carnaval em Sesimbra atrai milhares de turistas e o programa é uma cena muita profissional, por isso descobre todo o programa das festas aqui. Ele é fantasias, decoração de viaturas, a Escolas de Samba, os grupos de Axé, as Cegadas, o Enterro do Bacalhau, o corso de palhaços, na segunda-feira, que já foi considerado o maior do mundo, e já chegou a juntar perto de 3 mil mascarados, o Desfile Trapalhão (que não é só no Seixal) já para não falar dos bailes das coletividades. Ufa, até estou cansada. Ie, ie, ie, Sesimbra é que é.

MascaraCarnaval

Já nós aqui estamos a pensar num programa mais caseiro, que não vai deixar de ser um ganda Carnaval, ah se vai. Vai sacudir, vai abalar, quando o meu amor passar…

Nós aqui temos Carnaval.

Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

Fonte: CMSeixal, CMSesimbra

Imagem: Direitos reservados

CarnavalSeixal

OFICIALMENTE ABERTA A ÉPOCA DO CARNAVAL. COMECEMOS PELO SEIXAL. Por Marlene Gaspar

gostamos

Está aí, já começou e já está a deixar-me nervosa. Não sou fã do Carnaval, admito, e antes queria levar com um pau nas costas (talvez aqui tenho um grau de exagero considerável!) do que ter de andar à procura dos fatos que me “encomendaram” cá em casa – Elena de Avalor e de Elsa. Mas quem raio sem estas gajas?

No meu tempo escolhia-se a Abelha Maia, a Branca de Neve ou a Cinderela e havia fatos disto em todo o lado. Agora a Elsa? Oi? Tive de aprofundar, porque o meu desconhecimento nesta matéria não cumpre os mínimos olímpicos e então percebi que é um personagem da Frozen! OMG. Alguém me diz onde é que isto se arranja na margem sul?

Depois deste desabafo de mãe desesperada, estou aqui para partilhar o Carnaval Trapalhão, que não tem o nome sedutor, para quem gosta de ver desfilar as meninas de corpinho bem-feito, mas com o barbeiro que se faz sentir nestes dias, meus caros é mais prudente. É muito mais prudente. Nada contra os corpinhos bem feitos (quisera eu), mas não se constipem, que como disse aqui ontem, o Hospital de Seixal, está no bom caminho, mas não fica a tempo de tomar conta de vocês se forem ao tapete.

Então o desfile Trapalhão é no dia 12 de fevereiro, segunda-feira, a partir das 22 horas, na Praça 1.º de Maio, em frente à Mundet, no Seixal. E basta ser criativo na máscara e juntar-se à festa. É Carnaval, ninguém leva a mal.

Nós aqui temos o Desfile Trapalhão.
Nós aqui temos isto.

Foto: CMS.

hospitalseixal

LUZ VERDE NA CONSTRUÇÃO DO HOSPITAL DO SEIXAL. Por Marlene Gaspar

gostamos

Não é novidade, mas eu tenho andado ao ralenti, e só agora me apercebi, mas tendo em conta a importância da notícia não quis deixar de partilhar. Finalmente, foi publicada em Diário da República a portaria que dá luz verde à construção do hospital no concelho do Seixal, que tendo em causa o estado de saúde da nação (e basta-me olhar aqui para casa) é uma boa nova digna de celebração.

Por tudo o que possa pedir e/ou desejar (que eu sou do bem, e gosto é de ver toda a gente feliz e contente), a saúde encabeça todas as listas. É uma cena que vem com a idade. Quando somos teenagers inconscientes desejar saúde a alguém é uma cena dos cotas, ou uma forma, de dizer “santinha” quando alguém espirra, mas à medida que a idade vai passando, torna-se um bem essencial. Com saúde tudo de consegue.

Por isso, é de felicitar notícias destas, ainda que com algum atraso (e mea culpa que ando desatenta, de alguma forma intencional), porque é importante para a malta da margem sul e para os que precisam quando cá estão (que pelo trânsito que também causam na ponte, gostam muito de vir dar um pulinho a este lado, não é mesmo?).

A portaria publicada  em Diário da República autoriza a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) a assumir um encargo no valor de 1 milhão e 230 mil euros, repartido por 2018 e 2019, para o concurso do projecto do hospital de proximidade do Seixal. O Hospital do Seixal representa um investimento total de 60 milhões de euros e vai permitir descongestionar o Hospital Garcia de Orta.

Guita, meus senhores, muita guita. Mas a saúde, não tem preço.

Nós aqui vamos ter o Hospital do Seixal.
Nós aqui vamos ter isto.

Texto: Marlene Gaspar

CaisGinjalLSB

O QUE É QUE ESTÁ PLANEADO PARA O CAIS DO GINJAL? Por Marlene Gaspar

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Perguntam bem, mas não a quem! Pois é, quem vai poder responder a esta pergunta (e outras que surgirem entretanto) não vou ser eu, mas sim o arquiteto Samuel Torres de Carvalho, autor do plano de pormenor da frente ribeirinha do Cais do Ginjal. E não pensem que vai ser preciso esperar muito, porque é já amanhã, às 18h, no átrio do Fórum Municipal Romeu Correia, em Almada que vai ser a inauguração da exposição: Plano de Pormenor sobre o Cais do Ginjal, esta frente ribeirinha única, situada entre o Jardim do Rio e o terminal fluvial de Cacilhas.

Esta acontecimento vai acontecer no âmbito do período de discussão pública do plano de pormenor do Cais do Ginjal, que decorre até 19 de fevereiro. Sim, porque todos temos uma opinião e se há altura que é oportuno é agora. Por isso, se queres fazer valer a tua opinião é agora o momento certo, ou melhor, amanhã, dia 6/2 às 18h.CaisGinjal

Participa, dá o teu contributo e ajuda a tornar o Cais do Ginjal em mais uma referência inegualável da nossa margem sul.

Nós aqui temos o Cais do Ginjal.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fonte e foto: CMA

saltosaltos

CORRIDA DE SALTOS ALTOS, NA MARGEM SUL. 11/2 Por Marlene Gaspar

Como já vos partilhei adoro correr e tem um efeito terapêutico e criativo sobre mim. Na verdade não sou amante fervorosa de desporto, com muita pena minha, mas gosto de atividade que me dê prazer. E correr dá-me algum sofrimento, admito, mas é superado pelo gozo que me dá.

Por isso ando sempre à cata de corridas por locais inspiradores e que me façam sentir bem, que me façam sentir feliz e deparei-me com uma corrida que tem tudo para ser um ótimo programa. É na Moita, na Avenida Humberto Delgado, em Alhos Vedros, dia 11/2. Só que há algo que a mim não me vai convencer, mas quero ver se há desse lado destemidos e resilientes e não fraquinhos e amedrontados como eu!

É que esta corrida é uma prova de 1 km (até aqui tudo bem, eu dou conta disso), mas tem de se correr de salto alto. E aí é que está. Não vai dar. É com muita pena minha que não aguento um salto alto um dia inteiro e às vezes quero dar um up, subir na vida e mostrar que super elegante, mas fico-me por aí. Pelo querer. Aguento meia horinha, sentada e com uns ténis na bagageira pronta a trocar. Sim, sou fraquinha ao nível do desfile, até gostava de não ser, que se fica sempre com mais meio palmo, o que no meu caso é extremamente necessário e é a única coisa que combate a lei da gravidade, mas não dá para dar mais do que 10 passos.

Então porque é que esta gente se lembra destas coisas? Porque na Moita querem celebrar o Carnaval de forma diferente. O grande desafio vai ser não sair do salto e não cair! Com tanta forma boa para celebrar, vão-se lembrar de uma coisa destas?

Mas, pronto, lá por eu não servir para este campeonato, não quer dizer que vocês não encaixem aqui na perfeição. Só tens de escolher a máscara e os saltos altos favoritos – sim, sal-tos al-tos. E ambos os sexos podem participar, que nós aqui não descriminamos ninguém.

Os dois primeiros lugares masculinos e femininos têm prémios (e merecidos meus caros, da parte que me toca, têm direito a tudo!), mas pronto contentem-se com um carrinho com produtos no valor de 50€ e o segundo de 25€.

É uma corrida aberta a todas as pessoas. Para participar basta pedir a ficha de inscrição no supermercado Coviran que fica no número 56 da Avenida Humberto Delgado, em Alhos Vedros. Olhem, e não se partam todos!

Nós aqui temos corrida de saltos altos.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fonte: NiT
Foto: G1

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TRIBUTO A BRYAN ADAMS. 27 Janeiro. Por Catarina Laborinho

gostamos

Quem é que não se lembra do Run To You do Bryan Adams, ou do Summer Of 69 ou até mesmo do Can’t Stop This Thing We Started? Pois é, então “bora lá” não parar de dar ao pé quando nos lembramos destas músicas.

Este sábado a AERS – Associação para os Estudos de Rock do Seixal vai fazer um Tributo a Bryan Adams no Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal.

A entrada é gratuita, começa pelas 10h e é para TODA A GENTE. Dos pequenos aos graúdos. Nada como começar um fim de semana a recordar os bons momentos de quando éramos, eu pelo menos, miúda e ouvia este Senhor :) ou por outro lado mostrar aos nossos filhos o que ouvimos quando tínhamos a idade deles!!!

O alinhamento previsto vais ser:

Run To You
Cuts Like a Nife
Please Forgive Me
Have You Ever Really Loved a Woman
When You’re Gone
I’m Ready
18 Till I Die
It’s Only Love
Everything I Do I Do It For You
The Only Thing That Looks Good On Me Is You
Back To You
Straight From The Hearty
Can’t Stop This Thing We Started
All For Love
I’ll Always Be Right There
Somebody
Heaven
Summer Of 69

Deixamos-lhe aqui um “recuerdo” de um “The Only Thing That Looks Good On Me Is You”

Bom fim de semana :)

Texto: Catarina Laborinho
Fonte: CMSeixal
Imagem e Video: D.R.

corrernapraia

CORRIDA QUE TAMBÉM PASSA PELA PRAIA NA COSTA DA CAPARICA. 25 fevereiro. Por Marlene Gaspar

corremos

Inspirada ao ouvir quem tenha um planeamento das corridas com carácter anual, apresso-me a anunciar uma que acho que reune todas as condições para ser imperdível e para marcares na agenda – a corrida do Grande Prémio Atlântico, que vai acontecer no 25 de fevereiro, domingo, e – tan, tan, tan, tan – na Costa da Caparica. Oh yeah. A corrida é feita também na PRA-IA. Sim, já te aventuraste numa cena destas? Estás à espera de quê!

No outro dia, ouvi (ando muito dada à coscuvilhice nos últimos tempos, mas a idade tem-me ensinado que ouvir é mais importante do que falar no processo de aprendizagem, e não só, mas por hoje, fico-me por aqui), que há quem não perceba porque é que as pessoas correm, porque não correm atrás de nada.

Discordo.

Podemos não correr atrás de um objeto específico, mas cada um corre atrás de qualquer coisa – de um objetivo, de um record, de um desafio, de uma meta, de uma realização, de um espírito livre, enfim…O que eu sei é que correr em determinados locais tem um significado, uma magia especial. Como correr no Parque da Paz, no Central Park ou no Calçadão entre Ipanema e o Leblon. E, na praia. Na praia da Costa da Caparica tem uma magia ainda maior. Por isso, se dúvidas houvesse, espero que ainda não subsistam.

O ponto de partida e de chegada é junto da nova sede do Núcleo Sporting da Costa da Caparica, perto do Tarquínio – Beach Bar. E podes, mudar de ideias, se vês que não te aguentas nas canetas para realizar a prova principal de dez quilómetros, faz a caminhada de apenas quatro. Os participantes da corrida partem às 10 horas e os restantes, cinco minutos depois.

O kit participante inclui T-shirt técnica e medalha para todos. Contudo, há troféus para os vencedores da prova de dez quilómetros.

As inscrições estão abertas até ao dia da corrida, 25 de fevereiro, e podem ser feitas online. Até 31 de janeiro custa 6,50€ (caminhada) e 8,50€ (corrida). A partir dessa data, e até 21 de fevereiro, sobe para 8 e 10€, respetivamente. No próprio dia, fica a 9€ e 12,50€.

Embora aí?

Nós aqui temos corrida na Praia.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

ParquedaPaz

CORRE-SE NO PARQUE DA PAZ E NO PARQUE DA SERRADO. QUAL PREFERES? Por Marlene Gaspar

corremos

Almada ou Seixal? Qual a zona onde preferes bater perna, neste caso participares num corta-mato? Se és jovem e tens entre 6 e 22 anos podes participar nos próximos corta-matos agendados para este mês. Se tens mais uns aninhos não te preocupes e não te inibas. Ou vais apoiar, ou vais reunir uma malta ou então aventura-te por ti, porque nós aqui não queremos desculpas.

Mas voltemos, aos eventos programados. Comecemos pelo Corta Mato Escolar Concelhio de Almada, que ocorre no dia 23 de janeiro, às 10h no Parque da Paz, Feijó. Participam nesta prova, cerca de 1600 jovens estudantes almadenses, com idades entre os 7 e os 22 anos. A apadrinhar esta causa temos o Nelson Cruz, campeão nacional de corta mato em 2016 e vencedor da Meia Maratona de Almada em 2013, 2014 e 2017, é o padrinho da edição 2018.

No concelho vizinho, no Seixal, temos o 34.º Corta-Mato Escolar Concelhio que se realiza no dia 26 de janeiro, sexta-feira, a partir das 9.30 horas, no Parque do Serrado, em Amora.

ParqueSerrado

A prova faz parte do projeto Seixaliada Escolar e conta com a participação dos alunos das escolas do concelho, entre os 6 e os 19 anos de idade. No final de cada prova, são atribuídas medalhas aos cinco primeiros classificados de cada escalão. As inscrições devem ser feitas até ao dia 22 de janeiro, terça-feira, no Complexo Municipal de Atletismo Carla Sacramento.

É caso para dizer, run, Forest, run.

Nós aqui temos atividade no Parque da Paz e no Parque do Serrado.
Nós aqui temos isto.

CaparicaSurfFest

DIA MAIS ABORRECIDO DO ANO? NÃO, VAMOS MAS É AO CAPARICA SURF FEST. Por Marlene Gaspar

surfamos

Hoje ouvi na rádio de manhã que dizem que o dia de hoje é dos dias mais aborrecidos do ano. Por ser inverno, por ser pós-natal, por se perder algum entusiasmo com resoluções de ano novo (e eu que o diga!), por já se ter estoirado tudo no Natal e nos saldos, por estar quase de chuva, porque vai ficar de chuva, e por mais outras cenas terríveis que tornam esta lista, maior que a fila de trânsito causada quando há um acidente na ponte mais linda do mundo e arredores – a 25 de abril.

Ora tristezas não pagam dívidas e não contem comigo para alimentar este estado de espírito. Nós aqui não alinhamos nisso, por isso, consigo enumerar uma lista inversa de agradecimentos que posso fazer. Mas vou deixar isso para outras núpcias. Por isso deixo-vos, por hoje um argumento bem mais digno de nota e que faz olhar para o que aí vem com um sorriso de um lado ao outro, como por exemplo, saber que já há datas para o maior Festival de ondas do nosso País e é já em março, mais propriamente de 22 a 31 de março de 2018!

Os melhores profissionais e amadores do surf vão juntar-se para mais uma edição do Caparica Primavera Surf Fest e com muita pena minha (e algum desgosto, vá) que eu não estou nesse rol. Não porque não tenho jeito, não porque tenho frio, não porque tenho medo do mar ou porque não sei nadar, mas por e simplesmente, por nunca ter experimentado. E pronto sem isso, não dá para tudo resto. Mas lá por não ter as competências técnicas e paixão necessárias para a prática desta modalidade não quer dizer que os meus olhinhos não possam por a vista em cima dos atletas cheios de jeito, que fazem ótimas exibições e que até têm um corpinho bem feito. No fundo, que emanam saúde. E o que é bom é para partilhar por isso posso contar-vos que serão 10 dias recheados de ondas, “manobras radicais, exibições em cima das pranchas, amizade, harmonia com a natureza e celebração de uma das maiores riquezas da Caparica: as suas ondas e espantosas praias que se estendem quase até ao Espichel!”

E há mais. São dois fins-de-semana de animação nos trilhos da pop, do rock, do hip hop, da música com sabor a África e a mundo e, entre muitos outros, alguns nomes consagrados da música nacional. O programa das festas vai ser lançado esta semana, segundo a organização, mas podes já ir espreitando qualquer coisa aqui.

Toma nota, é na Praia do Paraíso e na Praia do Dragão, na Costa da Caparica. E tu, vais entrar na onda?

Nós aqui temos o Caparica Surf Fest.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Imagem: Direitos reservados