FERTAGUS

FERTAGUS, SEGURANÇA EM PRIMEIRO LUGAR! Por Catarina Laborinho

andamos nisto

Andar nos comboio da Fertagus, para mim é uma constante, todos os dias o apanho até à capital para chegar ao trabalho em segurança e longe das filas de trânsito que volta e meia se sentem. Mas andar no comboio na cabine do maquinista é que foi a EXPERIÊNCIA.

Pois é, nós aqui fomos e adorámos. Não adorámos apenas a experiência em si, adorámos também conhecer o chefe de maquinistas João Teófilo, mais um verdadeiro aficcionado pela nossa margem sul.

O João Teófilo, mais conhecido por Teófilo, entrou no mundo dos comboios por mero acaso, aqueles acasos que se tornam paixão e já lá vão largos anos. Antes de chegar à Fertagus a sua carreira começou na CP e ainda miúdo, com os seus 25 anos, chega ao Porto aos comandos daquela máquina e os colegas mais velhos, habituados a ver os miúdos apenas como estagiários, perguntam-lhe “és de Lisboa não és?” o Teófilo, o miúdo espigadote que já ia sozinho até ao Porto, enche o peito e diz, “não pá!! eu, sou da Margem Sul!” – gargalhada como não podia deixar de ser. O verdadeiro quebra-gelo para uma manhã onde o Teófilo nos ia explicar como funcionam aquelas 300 toneladas de ferro e tecnologia.

Ainda no escritório o Teófilo explicou-nos como funcionava toda a mecânica de horários e afins. Escalas, traços e mais traços onde todos eles tinham uma razão ou explicação onde fez questão de nos explicar um a um. Ficámos a saber que todos os dias há um chefe de maquinistas de serviço, ou seja, disponível 24h/dia. No meio da explicação, falei-lhe num “comboio” ui… o que lhe fui dizer :) “o comboio, apenas é comboio quando tem um horário a cumprir” caso contrário para eles, e agora para mim é apenas e só, material circulante. Claro que a meio da conversa ele já falava em Comboio como nós, “material circulante” é estranho. :)

Eram 11:20 e lá fomos nós com destino a Lisboa. Entrámos num comboio que vinha de Setúbal, onde se deu uma troca rápida de maquinista, a partir daquele momento o Teófilo “agarrou” os comandos da operação.

FERTAGUS

Explicou-nos tudo, mas quando digo tudo, é TUDO mesmo. Ficámos a saber para o que serve cada botão ou pedal e o que “aquela” máquina era capaz de fazer quase que sozinha.

Durante todo o percurso reforçou que a segurança dos passageiros estava sempre em primeiro lugar. A Fertagus tem como prioridade o bem estar dos seus passageiros e o cumprimento dos horários como disse o Teófilo. Confesso que gostei de ouvir, acabamos sempre por nos sentir confortáveis por saber que quem está do outro lado pensa em nós e em todos aqueles que mês após mês compram o seu passe, tal como eu.

O percurso mais extenso, Foros de Amora, Corroios foi feito a 120km, UAU, impressionante, a rapidez daquela máquina, curiosamente, e se achavam que tinham liberdade para acelerar no carril desenganem-se, ele tem que controlar a velocidade e se não cumprir, o comboio tem a capacidade de reduzir autonomamente. Tem igualmente um botão de HM (Homem Morto) que volta e meia apita, caso o maquinista não responda, com o toque de botão ou pedal, o comboio tem a capacidade de parar a marcha sozinho. Segurança em primeiro lugar!

FERTAGUS

Finalmente chegámos ao Pragal. Aqui entra um novo elemento da equipa Fertagus, como já devem ter reparado é quem acaba sempre por promover o fecho de portas. Mais uma vez, por questões de segurança, este elemento entra para dar apoio em caso de emergência na ponte.

Todos os comboios têm umas pranchas que caso seja necessário abortar a viagem em cima da ponte, este elemento usando as referidas pranchas ajuda o maquinista a trocar os passageiros de comboio.

Mas voltando ao Pragal… Pragal = última estação. Ponte aí vamos nós.

Chegámos à ponte. Infelizmente não nos foi possível filmar, mas posso-vos garantir que a sensação é impressionante, entrar na ponte, vê-la de frente, é de cortar a respiração. O Teófilo confessou-nos que a ponte é dos lugares mais seguros, cheio de câmaras de vigilância e caso seja visualizado algum elemento estranho na mesma ou em qualquer parte da viagem eles são obrigados a comunicar, tal como nos aconteceu quando chegámos a Sete Rios que encontramos uma pessoa a passear na linha…

FERTAGUS

Mas, antes de chegarmos a Sete Rios o comboio desligou-se, como certamente já reparou… Entre os Foros de Amora e Roma Areeiro ele desliga-se pelo menos umas 3 vezes. Algo que sempre me intrigou. Porque?! A explicação foi simples e claro que fez todo o sentido. Como sabemos o comboio é elétrico, e em todo o percurso ele é alimentado por cabos elétricos iguais (quase iguais) aos que chegam até à nossa casa. Mas estando ele em movimento, o comboio vai buscar energia ao fornecedor da mesma, ou seja, imaginem que quem fornece energia até Corroios é o posto de transformação do Seixal e na chegada ao Pragal já é o posto de transformação de Almada. O fornecedor é outro, logo, o maquinista como sabe, apanha um pequeno balanço, para que quando troca de “fornecedor” não deixa de andar e rapidamente voltar-se a ligar com novo fornecedor. Achei muito curioso, sempre achei que se desligava por falha, mas não, desliga-se de propósito, porque não tem outra hipótese. Até Roma Areeiro desligou-se mais uma vez. É normal, nós passageiros é que não sabemos a razão, mas agora já sabem :) não é defeito, é feitio.

FERTAGUS

Chegámos a Roma Areeiro. O maquinista tem 7 minutos para fazer a mudança de cabine, e olhem que não é fácil fazê-lo em 7 minutos. Todos os comboios têm 2 cabines, a de condução principal e a secundária. Estas nunca deixam de o ser, o maquinista pode é estar a conduzir o comboio em qualquer uma delas.

Quando o comboio é duplo o caso é diferente pois passamos a ter 2 principais e 2 secundárias, ou seja, o maquinista irá conduzir na cabine da frente e esta por sua vez irá  “informar” o “comboio de trás” que deverá repetir as mesmas instruções.

Garanto-vos que 7 minutos é muito pouco tempo para fazerem esta alteração, sem nunca penalizar todos aqueles que estão à espera na plataforma para ir para casa ou trabalhar…

Saímos, mudámos de cabine e voilà a caminho novamente da Margem Sul.

No regresso, e a sair da Ponte, o Teófilo contou-nos uma curiosidade sobre o Túnel da Ponte, este já tinha sido construído pelo Salazar, mas aquando a construção da linha, deu-se a necessidade de construir a parte em falta do túnel do Pragal, só metade estava construido. Entre outras tantas curiosidades surgiu a duvida: “E o comboio não derrapa com chuva?” Claro que derrapa! Mas estes materiais circulantes estão preparados para libertar areia de modo a evitar que ele derrape. Curioso, muito curioso aliás, gentilmente o Teófilo, já parados, mostrou-nos como funcionava.

O nosso destino final foi Coina e como não podia deixar de ser, a nossa viagem correu calma e serenamente, como acontece todos os dias, ligando e desligando (mas agora já sabem a razão), Ponte, Pragal, Corroios, Foros de Amora e Coina. Chegámos a casa. É em Coina que se situa o “dormitório” deste pequenos grandes gigantes. Não o fomos arrumar, ele ia continuar a trabalhar e nós aqui íamos embora.

Mais uma vez, a experiência foi fabulosa, ao Teófilo, um verdadeiro anfitrião, um exemplo de competência, rigor e simpatia o nosso muito obrigado.

Nós aqui conhecemos o Teófilo
Nós aqui andámos nos “comandos” de 300 toneladas de ferro.

Obrigada Fertagus por esta viagem tão diferente.
Texto: Catarina Laborinho

FERTAGUS, LSBblog

Fertagus

ESCADAS NÃO SÃO PARA TODOS. Por Catarina Laborinho

admiramos

Esta é uma realidade com a qual vivemos quase diariamente. Efetivamente as escadas não são para todos, seja de nascença ou porque em algum momento da nossa vida fomos obrigados a introduzir uma cadeira de rodas por uma qualquer fatalidade, ou mesmo por sermos nós mães de bebés com rodinhas.

Ao andar no comboio da Fertagus volta e meia cruzo-me com o Carlos que sempre me surpreendeu pela sua destreza no manuseamento daquela “máquina” a sua cadeira de rodas a bateria.

Por vezes dou por mim a pensar… E se fosse eu?

Numa destas minhas viagem “meti” conversa com o Carlos e conversa puxa conversa falei-lhe do LSBblog e se ele não se importaria de falar um bocadinho sobre o seu dia-a-dia. Como é óbvio todos nós tentamos imaginar um pouco as dificuldades de quem tem mobilidade reduzida e o que enfrentam quer em casa, quer nos transportes públicos e até mesmo nos locais de trabalho. Mas nada como tentar “viver” estas dificuldades na 1° pessoa com a ajuda do Carlitos, como carinhosamente é conhecido por toda a equipa da Fertagus.

A nossa conversa informal, como não podia deixar de ser, foi na estação de comboios do Pragal, onde diariamente o Carlitos apanha o comboio até Entrecampos. O encontro foi marcado para um sábado pelas 11h e às 11h lá estávamos nós.

O Carlos é sem dúvida nenhuma uma força da natureza. Quem me conhece, quem me conhece bem, sabe que não falo por falar e confesso que a meio da nossa conversa a emoção falou mais alto. Pensar que por vezes nos lamentamos de tantas pequenas coisas e eu ali, com este guerreiro à minha frente…

Só para terem uma pequena noção o Carlos tem 97% de incapacidade, ou por outro lado, apenas tem 3% de capacidade motora. Sim leram bem 3%. E perguntam vocês… Como é possível?! É! O CARLOS CONSEGUE. O Carlos trabalha, o Carlos é casado, o Carlos dança, o Carlos “desemerda-se”* como lhe diziam os pais quando era pequeno. Mas calma, não é o Super Homem e precisa, como é obvio, de ajuda suplementar para conseguir realizar algumas das tarefas que referi.

Fertagus

Aos 17 anos, e depois de 12 meses em Alcoitão, o Carlos conseguiu dar a volta à sua vida. Com garra e sangue quente que se sente passar pelas veias, dedicou-se à área informática e hoje é IT numa empresa sediada em Lisboa e pelo facto de trabalhar teve o boost que precisava por parte do IEFP. A cadeira.

Todas as manhãs o Carlos levanta-se às 5:40 para sair de casa pelas 7:00, banhos e afins a mulher ajuda para ser mais rápido, as próteses dos braços, cada uma com 3 kg o Carlos apenas utiliza para lavar os dentes e fazer a barba, “não são práticas e magoam” como nos contou, os 6 kg em cima da coluna o dia todo não estavam a ajudar…

Às 7:19, apanha o Comboio para Lisboa, quando chega à plataforma encontra-se um colaborador da Fertagus à sua espera para lhe colocar uma rampa especifica para este tipo de situações. Quando se atrasa liga a avisar para não estarem desnecessariamente à sua espera… sim, ele não é o Super Homem, também se atrasa de manhã como todos nós :) De seguida, o colaborador informa o colega de Lisboa que o Carlos vai na carruagem “X” para o procedimento em Lisboa ser semelhante.

A partir daí o Carlos é autônomo, ou quase. O acesso até ao escritório é feito na normalidade quando os elevadores da estação estão em funcionamento… quando não estão o Carlos tem que ir até à estação de Roma Areeiro, dar a volta para trás para sair do outro lado da plataforma… quando o outro esta igualmente avariado é uma chatice. Como vos disse no início, escadas não são para todos e muito menos para o Carlitos.

No trabalho o Carlos trabalha quase da mesma forma como “um de nós”, a grande diferença é que faz tudo com o pé. Apenas precisa de ajuda para abrir o portátil e ligar o carregador. Na hora de almoço, o Carlos tem um serviço de apoio da Santa Casa, pago por ele, onde a Sr.ª lhe dá à boca o almoço que o Carlos preparou na noite anterior (tal como tantos nós), bem como o ajuda no acesso ao WC. Esta rotina repete-se igualmente a uma hora marcada à tarde.

No regresso a casa o processo é o mesmo. Em Lisboa é colocada à rampa, e ele entra no comboio.

Fertagus

Nós aqui temos o Carlos, com uma história de vida INCRÍVEL.

Mas e se o segurança não está visível como é que o Carlos faz? FÁCIL. Não fosse ele o Carlitos, o “gajo” mais conhecido de todo o staff da Fertagus por ser quem é, e por “precisar” da ajuda e colaboração deste, segundo o Carlos, “equipa maravilhosa que está sempre disponível para me ajudar”, ele liga para a estação do Pragal, que se encarrega de em menos de nada avisar “Lisboa” que o Super Carlitos está à espera para embarcar na Linha 4. E Voilá o pior que pode acontecer é perder aquele comboio mas 10 mint depois apanha o outro.

Aos fins de semana a agenda do Carlos é cheia de atividades, a dança em cadeira de rodas é a sua loucura e paixão, não tivesse sido lá que conheceu a sua mulher que ainda não foi desta que tivemos oportunidade de a conhecer.

Muito mais havia para vos contar sobre o Carlos, é sem dúvida um “miúdo” cheio de garra, força de vontade, que mostra a quem passa a vida a reclamar de tudo, que há quem tenha “problemas” bem maiores e ainda assim os consegue superar.

Hoje, quando se for deitar, pense nisso!

Nós aqui temos o Carlos, uma história de vida INCRÍVEL.
Obrigada Carlitos,
Obrigada Fertagus por mais uma vez nos abrir a janela de uma experiência tão gratificante.

*expressão do próprio ao contar-nos abertamente a sua história de vida.

Texto: Catarina Laborinho
O Lisbon South Bay Blog agradece à Fertagus

FERTAGUS, LSBblog

 

Criolo

NÓS AQUI, FALÁMOS COM O CRIOLO.

festivalamos

A dupla Célia Estrela e Mário Nabais andou a fazer reportagem no Sol da Caparica e conseguiu falar com o Criolo que deu um grande espetáculo e fez suspirar o público. Nós aqui, contamos sobre o que é que eles falaram.

 

 LSBb – Já é a segunda vez que vens à margem sul. No ano passado estiveste no Avante, qual é a tua opinião sobre esta margem?

Criolo – É a segunda vez que eu venho aqui, mas é sempre muito rápido, é só o tempo de você chegar arrumar as coisas e cantar!

LSBb – Não tiveste oportunidade de fazer uma visita?

Criolo – A oportunidade de conhecer as particularidades do lugar, ainda não tive!

LSBb – O quê que te leva a voltares a Portugal?

Criolo – A oportunidade de cantar, não é só cantar, é uma troca, e é para mim muito especial, a gente vem de uma história de muita luta e vir aqui para cantar, ser convidado para cantar num festival ou numa casa de shows é muito honroso, é muito especial para mim.

LSBb –Para nós também é muito especial termos-te cá, e gostavamos também de saber o quê que tu achas aqui do público português, do sentimento que se troca, o quê que tu sentes?

Criolo – Todas as vezes que vim aqui sempre foi muito forte, muito especial, cantei aqui e no Porto, duas vezes na casa da música, cantei no armazém F. Foi muito especial, e no festival Avante, foi maravilhoso e agora aqui, neste festival, neste lugar é muito especial, eu gosto muito.

LSBb – Acho que é só isso, acima de tudo, para nós é uma honra conhecer-te, tens-nos inspirado muito, o Mário (Nabais) é grande fã teu.

Criolo – Obrigado, um abraço para todo mundo, e música é isso, música provoca encontros, isso é o mais importante,  o mais especial é isso, ser trilha sonora de um encontro é muito honroso, porque na verdade a mágica acontece quando as pessoas se encontram, nós somos uma trilha sonora e isso já é uma felicidade.

RepórteresSolCaparica

Célia Estrela e Mário Nabais

Nós aqui falámos com o Criolo.
Nós aqui temos isto.

Entrevistadora: Célia Estrela
Vídeo: Mário Nabais

 

LSBbnoAlvim

NÓS AQUI, NO PROGRAMA DO ALVIM.

METEMO-NOS

A margem sul também foi tema de conversa no programa do Alvim e, como não podia deixar de ser o Lisbon South Bay blog também não!

O programa teve como convidado o restarateur Olivier e moi-même! O convite surgiu para apresentar o mais recente estudo da transformação de digital em Portugal – o Digital Index – do qual tenho a honra de fazer parte e, inevitavelmente à margem sul.

Podem ver ou rever aqui.

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Nós aqui estamos no programa do Alvim.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Foto: Canal Q

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NÓS AQUI, NO IMAGENS DE MARCA.

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Nós aqui, é como quem diz. Não foi aqui, mas a pedido de várias famílias (na verdade duas) partilho convosco uma peça sobre o lançamento da cerveja O’phelia do qual dei a cara pelo trabalho de uma excelente equipa com quem trabalho diariamente. E, também foi a experiência aqui, no Lisbon South Bay blog, que tornou isto possível.

Vejam tudo aqui e se puderem experimentar a cerveja, o que vai ser difícil porque é uma edição limitada, vão ver que é divinal. E eu, eu nunca mais digo que não gosto de cerveja. Coisa boa, essa O’phelia!

LSBb ImagensdeMarca

Nós aqui, estivemos no Imagens de Marca.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

Marlene Gaspar em entrevista

O BLOG DA MARGEM SUL ENTREVISTADO COMO REFERÊNCIA DE EMPREENDEDORISMO.

gostamos 1

Foi com muito orgulho que o Lisbon South Bay blog recebeu o convite da Ageas Seguros para apresentar o projeto como referência de iniciativas e propostas que se podem submeter ao Prémio Inovação Ageas 2016 “novo mundo” – um prémio que tem como objetivo premiar a implementação de ideias inovadoras e concretizáveis.

É sempre para nós um prazer apresentar “ao mundo e arredores” o Lisbon South Bay blog – o projeto que pretende apresentar o melhor que há na margem sul de forma a destacar esta região e contribuir para mostrar que qualquer preconceito ou estigma que exista sobre a zona não tem razão de ser. Veja a entrevista aqui.

Obrigada à Ageas Seguros pelo convite, em especial à Diana Banha e à Inês Simões que tão bem me receberam e tive o prazer de conhecer pessoalmente na Universidade de Aveiro no UA Entrepreneurial Partners Day onde participei como oradora, no passado dia 19 de outubro.

Jovem, se estás na universidade, tens uma boa ideia e queres “dar-lhe pernas para andar”, não percas a oportunidade de candidatá-la aos Prémios da Ageas Seguros, que é bem simpático. Sabe tudo sobre ele, aqui.

P.S. A minha camisa é que podia estar menos engelhada. Ahahaha!

Nós aqui temos um projeto inovador.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

Marlene Gaspar entrevistada por Diana Banha da Ageas Seguros

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FESTIVAL INTERNACIONAL SEIXALJAZZ. 21 A 29 DE OUTUBRO.

ouvimos

A 17.ª edição do Festival Internacional SeixalJazz começa já esta semana. O evento ocorre de 21 a 29 de outubro no Fórum Cultural do Seixal e recebe grandes músicos nacionais e internacionais da atualidade.

O concerto de abertura, no dia 21, sexta-feira traz-nos o argentino Dino Saluzzi, uma grande figura da música de fusão – as harmonias e ritmos do jazz, música tradicional e tango com a música erudita.

No sábado o palco é da Mette Henriette, a intérprete revelação do ano passado que apresenta música com paisagens sonoras e com ambientes noturnos ou minimalistas.

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Na próxima semana contamos ainda com artistas como Gonçalo Marques Quinteto, Hugo Carvalhais Grand Valis, Ricardo Toscano Quarteto e Colin Stetson no Festival Internacional SeixalJazz.

Nós aqui Festival Jazz.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

MAYA

ENTREVISTA COM #MAYA

#SIGLA 1

Maya, Eunice Cristina Morais de Carvalho (seu verdadeiro nome) foi professora do Ensino Primário, tornou-se taróloga de sucesso nacional e estrela da televisão. É também relações públicas e apresentadora.

Podemos vê-la diariamente nas manhãs da CMTV e às 4ªfs na Verdizela onde joga Padel. Foi aqui que a encontrámos e onde com ela deitamos cartas neste blog.

Fotografia: Zito Colaço
O Lisbon South Bay Blog agradece ao PadelMode:

PadelMode

IRENE2

ENTREVISTA COM #IRENE FILIPE

#SIGLA 1

com IRENE FILIPE

Irene Filipe, designer gráfica e ilustradora. É angolana, cresceu na Verdizela e vive no Rio de JaneiroCria peças e ilustrações de sua autoria e foi responsável pelas ilustrações que decoram o Kailua na Fonte da Telha e na Costa de Caparica.

O Lisbon South Bay blog foi ao seu encontro, no Kailua, na Fonte da Telha, e com ela falámos.

Vamos então ouvir… isto!

PRODUTO IRENE

irene

Fotografia: Joel Reis
O Lisbon South Bay Blog agradece ao Kailua:

KAILUA

 

NELSON FREITAS

ENTREVISTA COM #NELSON FREITAS

falamos

Nelson Freitas cantor e produtor musical holandês, de origem cabo-verdiana. Casado e com 2 filhos escolheu a Herdade da Aroeira para sua casa de férias. O seu estilo musical incorpora R&B e hip-hop combinados com zouk, kizomba e música tradicional de Cabo Verde.

Ainda adolescente entretinha o público através do breakdance. Depois de uma pausa como dançarino, tornou-se vocalista do grupo Quatro. Atualmente assume-se como produtor, escritor, cantor, engenheiro e dono da GhettoZouk Music, um selo criado por Nelson Freitas com artistas como Chelsy Shantel & William Araujo.

Nelson sentiu a necessidade de uma carreira individual que iniciou com o lançamento do seu primeiro álbum a solo onde tem feito enorme sucesso.

Lisbon South Bay blog foi ao seu encontro, na sua casa na Aroreira, onde com ele tocámos neste blog.

Vamos então ouvir… isto!

Fotografia: Joel Reis