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II FEIRA DO CHOCOLATE DE AMORA. 30 novembro a 3 dezembro.

degustamos

Pára tudo! Voltou a Feira de Chocolate? Aqui, na South Bay? Antes do Natal? A sério? Querem acabar com a minha linha ainda antes de eu definir dar cabo dela? Menos, não tenho a minha silhueta preparada para este embate. Disseram Cho-co-la-te? Ok, a silhueta arranja espacinho em menos de nada. São 4 dias de deleite, que mal é que pode fazer?

Quanto a mim nenhum. Mas, eu vejo sempre o lado positivo (ou tento, vá) e a compensação que o efeito chocolate traz à minha pessoa vale tudo. E o Natal, ainda está para chegar.

Por isso temos pelo segundo ano consecutivo a Amora recebe a Feira do Chocolate, nos dias 30 de Novembro, 1, 2 e 3 de Dezembro, no Jardim do Fogueteiro.

Vamos poder saborear os mais belos doces de chocolate e outra gastronomia variada, bem como artesanato e muita animação de rua. E que tal, juntar o útil ao agradável e tratar de alguns presentes de Natal? Just saying…


Venha escolher as mais criativas lembranças de Natal, na Feira do Chocolate de Amora, no Jardim do Fogueteiro! Ora, toma nota:
ChocolateAmora

30 de novembro (5ª feira)
18 horas – Abertura da Feira
Atuação de Fernando Showman
24 horas – Encerramento

1 de dezembro (6ª feira)
12 horas – Abertura da Feira
15 horas – Atuação da Tuna da Unisseixal, no palco
Animação de rua com Mágico

2 dezembro (sábado)
12 horas – Abertura da feira
15 horas – Atuação da turma de Cavaquinhos e Bandolim do professor Mário Fortuna da Unisseixal, no Palco
Animação de Rua de Antas e Malabares
21 horas – Música com Ricardo Silva
24 horas – Encerramento da feira

3 dezembro (domingo)
12 horas – Abertura da Feira
15 horas – Atuação do Grupo Coral e Instrumental “5 de Janeiro” da AURPIA no Palco
Animação de Rua com Estátuas de Chocolate
16 horas – Animação com Palhaço
20 horas – Encerramento da Feira

Nós aqui temos feira de chocolate.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

Castanha

FEBRE DA CASTANHA. CORROIOS, AMORA E FEIJÓ. 9 a 11 novembro

degustamos

A Aida ouviu as minhas preces e partilhou mais sítios na margem sul onde podemos dar ao dente a trincar castanhas, pois como confidenciou também sofre de uma perturbadora obsessão por castanhas. Só espero que não te causem o mal-estar que por vezes me atinge com o descontrolo que tenho na sua ingestão. Perdoa-se o mal que faz pelo bem que sabe! Há prioridades, e por vezes a gula toma a dianteira e ai de quem se atravesse no seu caminho. Guilty free.

Isto tudo para dizer que não é só o Seixal que tem castanhas p’rá gente. Gente como nós Aida, com um ligeiro distúrbio alimentar face a esta iguaria, mas nós aqui, temos d’isto. Valha-nos a nossa senhora das castanhas que só trabalha uns meses por ano, senão o verão seria mais duro. Adiante e vamos ao que interessa, que eu facilmente perco o tino quando penso neste tema. Perco de um lado e ganho do outro, porque se há coisa que a castanha não poupa é no peso.

Prossigamos. Temos o já anunciado magusto do Seixal, mas também temos:

Open Day de São Martinho no Fanqueiro (este só pelo nome merece uma visita. “Open Day da castanha” é uma cena altamente potente). Rendo-me a isso. Eu também sou uma fácil. (Nesta matéria, tá? Há outras que dou muito mais luta. Ou então não. Cruzes, credo!).

Como o próprio nome indica é no Fanqueiro, mais propriamente CDR Águas Unidas (outra coisa para me levarem sem pestanejar “Águias Unidas” é de valor. O “Day” é “Open”, mas não é tudo à vara larga – começa às 10h e dura até às 18h – o que já dá para fazer uns estragozinhos.

Continuemos. E a próxima localizada para a degustação é… (tan, tan, tan tan…) Corroios na Quinta da Lágrima. Uma salva de palmas, porque aqui não se brinca em serviço. Qual dia, qual carapuça, venham daí quatro dias que juntamos à castanha o fumeiro, que nós aqui não fazemos a coisa por menos. Pow. Quem pode, pode. E Corroios é que pode. Open Day é para meninos (sem ofensa, malta da Amora), mas Corroios está a dar tudo – pimba Feira do Fumeiro e da Castanha. E se já vai na 4ª edição é porque a coisa promete. Ie, ie, ei Corroios é que é. Ora anotem:

09 de novembro (5ª feira)
18h00 | Abertura da Feira
20h30 | Baile com Ricardo Silva
23h00 | Encerramento do recinto10 de novembro (6ª feira) 
12h00 | Abertura da Feira
21h30 | Baile com Vitor Ginja
24h00 | Encerramento do recinto11 de novembro (sábado) 
12h00 | Abertura da Feira
21h30 | Espetáculo com Toy Cascão
24h00 | Encerramento do recinto12 novembro (domingo)
12h00 | Abertura da Feira
16h00 | Matiné com Arménio Rodrigues
20h00 | Encerramento do recinto

feirafumeiro

The last, but not the least (até porque tenho pr’a mim que ainda vou saber de mais algum), temos a Festa da Castanha no Feijó.Pum, pum, pum! O Feijó não é totó. Pr’a já a entrada é livre, porque para prisão, já basta algum incómodo que a castanha possa causar! E depois deixa a animação da festa com as Águias Vermelhas (lá está, mais uma cena de valor a tocar-me ao coração, vocês querem dar cabo de mim e eu deixo) e com um grupo de concertinas. A festa começa às 15:30h no Clube Recreativo do Feijó.

festacastanha

E por enquanto é tudo. Tenho mais uma vez que agradecer à Aida por alegrar o meu dia e lamentar também sofrer desta “febre”. Olha, que as castanhas estejam connosco!

Nós aqui, temos castanhas.
Nós aqui, temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

castanhas

OFERTA DE CASTANHAS E ÁGUA-PÉ NO SEIXAL. 11 novembro #seixalando7

degustamos

Não é segredo para ninguém, mas eu digo-vos ao ouvido, eu A-DO-RO castanhas. A-DO-RO! Cruas, cozidas, assadas e grelhadas. “Quem quer quentes e boas, quentinhas?” é para mim uma pergunta de retórica! Eu quero, quero muito, quero sempre.

Tenho uma relação obsessiva-compulsiva com castanhas. Já estou a salivar só de pensar! Não posso ver assadores de castanhas sem parar para degustar, apetece-me muitas vezes e fico extremamente compensada quando lhes dou uma trinca, quase um efeito terapêutico, como o do chocolate. Esta tara e mania que tenho por castanhas, não me faz particularmente, bem. Mas vou deixar este efeito secundário só para mim, que eu é que sofro com isso, e não tenho que vir para aqui maçar-vos com esses detalhes. Sim, porque nem esses incómodos me tiram a satisfação de saborear uma bela castanha. Perdoa-se o mal que faz pelo bem que sabe!

Então agora que já perceberam que têm uma fanática de castanhas a falar convosco, vamos lá ao que interessa que é saber quando e onde é que temos uma castanha para morder? Ora o  Dia de S. Martinho está a chegar e nada como ter um magusto a preceito ao virar da esquina. Nós aqui temos no Seixal e em Amora oferta de castanhas assadas e água-pé. Ouviram bem. O-FER-TA de castanhas e água-pé! Agora sim, já acham que valeu a pena a estucha do meu desabafo sobre a minha panca com as castanhas, não é?

Então pronto, só por me “ouvirem” ainda temos mais boas notícias e O-FER-TAS. Haverá uma zona de estadia e ainda animação musical com o Grupo Coral da Associação dos Serviços Sociais dos Trabalhadores das Autarquias do Seixal e o Grupo de Cavaquinhos da Casa do Povo de Corroios. E esta, hein?

Onde e quando?

Sábado, dia 11/11 das 15 às 18 horas.

Zona ribeirinha de Amora, junto ao coreto, e no núcleo urbano antigo do Seixal, na área exterior envolvente ao Posto Municipal de Turismo

Bom e não se acanhem. Se houver mais “magustos” por esta banda, contem-me tudo e não me escondam nada que esta alminha ficar-vos-á grata para todo sempre. E, pode até partilhar uma castanhinha, vá. Uma. Não se estiquem.

magustoAlmadaForum

Nós aqui temos S.Martinho no Seixal.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

ALFAIATE AL FORNO

ALFAIATE AL FORNO JÁ AO RUBRO NO SEIXAL

degustamos

Passaram 15 dias desde a grande inauguração do novo espaço do Seixal o ALFAIATE AL FORNO, e nós aqui não podíamos deixar de vos contar mesmo com uma derrapagem de 15 dias!! Não foram por esquecimento, não pensem, quisemos deixar a casa afinar a carta, afinar os timing´s e provar TODAS as iguarias as quais vos garanto que valem DEFINITIVAMENTE a pena!

Desde a francesinha clássica ou a original como vem na carta ao mix de sensações da de bacalhau ou de legumes, à pizza de presunto com figos que é de chorar e pedir por mais, à morcela com chutney maça que é servida em tábua, e para rematar os nacos de lombo grelhados… já estou aqui a salivar só de pensar. OH Tiago, temos que definitivamente lá voltar!!!

Tiago temos que lá voltar :)

Tiago temos que lá voltar :)

Mas voltando à Inauguração…

O espaço para quem não conheçe foi pensado e decorado com o requinte habitual com que o Mauro Airosa sempre nos brinda. Cada recanto tem um pequeno pormenor que num todo transforma o ALFAIATE AL FORNO um novo Spot a não perder na Baia do Seixal.

Confira com os seus próprios olhos :) Veja o Vídeo

Nós aqui temos ALFAIATE AL FORNO.
Nós aqui temos isto.

Texto: Catarina Laborinho
Fotografia e Vídeo: ALFAIATE AL FORNO e PossibDesign

SeixalJazz

NOITES DE JAZZ NA MUNDET FACTORY. #seixalando5. Outubro

ouvimos

Que na Mundet Factory se come e bebe bem, já sabíamos. Que na Mundet Factory se faz festas à grande já sabíamos. Que a Mundet Factory tem um espaço é único e acolhedor, já sabíamos. Que a Mundet Factory tem uma vista de cortar a respiração, já sabíamos. Agora, que a Mundet Factory vai ser o palco 6 concertos se Jazz este mês, eu ainda não sabia. Mas agora sei, e vou contar ao mundo.

São 6 noites de jazz com formações nacionais que trazem à margem sul espírito de clube de jazz e completa o programa do SeixalJazz.

E como cabeças de cartaz temos: Ricardo Toscano Trio (19, 20 e 21 de outubro), Volúpia das Cinzas (26 de outubro) e The Rite of Trio (27 e 28 de outubro).  Os concertos estão marcados para as 23 horas e são de entrada livre.

Mais informações em aqui.

Nós aqui temos Concertos de Jazz na Mundet Factory.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fonte e foto: CM Seixal

Nutella

NUTELLA ABRE LOJA EM ALMADA. NHAM, NHAM.

degustamos

Diz a NiT que a hoje abriu a terceira loja da Nutella no país e desta feita nessa bela localidade que é Almada. Estes 2 olhinhos que tenho ainda não lhe puseram a vista em cima, porque ainda não tive a oportunidade, mas mais do que ver, a minha ansiedade vai para degustar. Já tenho o estômago a bater palminhas de contente e assim de repente, estou a precisar deste “anti-depressivo”, assim só para dar aquele aconchego, que às vezes é preciso.

Choco & Nut tem como especialidades crepes, waffles, panquecas ou espetadas, tudo à base de Nutella, mas com vários extras e está tudo disponível para saborear desde hoje Cacilhas, Almada.

Quem já experimentou ponha o dedo no ar e conte-nos tudo.

Nós aqui temos loja da Nutella.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

Fonte e Foto: NiT

SoldaCaparica

GRANDE E PROMETIDA REPORTAGEM DO SOL DA CAPARICA.

festivalamos

O prometido é devido. Em mais uma edição do Festival Sol da Caparica, o Lisbon South Bay blog não pode deixar de estar presente, mas desta feita com uma novidade. A reportagem foi assegurada pela equipa Célia Estrela – a repórter e Mário Nabais – o fotógrafo. E não podíamos ter tido melhores profissionais para acompanhar tamanho acontecimento. Como não podia deixar de ser, prata da casa, que é como quem diz, malta da margem sul.

RepórteresSolCaparica

Equipa de reportagem do LSBb – Célia Estrela e Mário Nabais

O festival foi super animado, estava bem organizado e o público não faltou à chamada.O ambiente do festival é descontraído, relaxado e com um refrescante cheiro a maresia. O festival é muito mais do que um espetáculo de música e por isso temos à disposição os espaços verdes com exposições de arte como o grafitti, a pintura, o vídeo mapping e um food trucks com comida para todos os gostos.

No espaço Debaixo da língua decorreram várias atividades ligadas à paixão pela escrita como encontros e conversas com artistas, poetas, e declamadores, onde Bonga e os HMB conversaram sobre música e a língua portuguesa de uma forma descontraída e informal.
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Debaixo da Língua com Bonga e HMB. Foto: Mário Nabais

O palco dança com a direcção artística da Show It Dance Academy, abriu com muita animação.

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Show it Academy. Foto: Mário Nabais

Coube à Maria e ao Fábio do programa da SIC, ACHAS QUE SABES DANÇAR, ensinar as coreografias e pôr toda a gente a dançar. Este palco esteve sempre a animar e foram os atores principais nos intervalos dos concertos do palco Blitz.
Os FOGO-FOGO tiveram a honra de abrir o Palco Blitz e com os seus ritmos cabo-verdianos e puseram toda a gente a dançar com muito fogo nos pés, dos 8 aos 80.
FogoFogo

Fogo-Fogo. Foto: Mário Nabais

Os Lisbon Poetry Orchestra declamaram poemas escolhidos por muitos dos artistas que passaram pelo Sol da Caparica, que estão reunidos no livro Debaixo da Língua lançado durante o festival.
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Lisbon Poetry Orchestra. Fotos: Mário Nabais

No palco Blitz brilharam vários artistas. Todos comeram a fruta e muito mais com o mestre Bonga que pôs toda a gente a dançar ao som dos ritmos angolanos, seguido pelos  Sam Alone que trouxeram sons do Rock and Roll ao Festival e a cabeça de cartaz foi a grande Mariza que interagiu com o público e até opinou sobre o seu descontentamento com os calções curtos envergados pelas jovens! Polémicas à parte, deu mais um concerto que encheu o público. Do fado passou-se ao RAP com o diamante brasileiro – o Criolo. Mas a procissão ainda estava no adro! Regula levou os fans ao rubro com um público muito jovem que por esta altura enchia o festival. Os HMB fecharam a primeira noite do festival com a casa cheia, público muito jovem e animado que demonstrou que o Amor é Assim…
Bonga e SamAlone
MarizaeCriolo
RegulaeHMB

Bonga, Sam Alone, Criolo, Regula e HMB. Fotos: Mário Nabais

O palco SIC/RFM abriu ao som do projeto TAIS QUAIS, que reúne vários artistas conhecidos com Tim dos Xutos, Vitorino, João  Gil e Celine da Piedade, interpretam musicas conhecidas em versão alentejana, a animação fica a cargo do humorista alentejano Serafim.
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Tais Quais. Foto: Mário Nabais

No dia seguinte o palco blitz foi aberto pelo Bispo que evangelizou todos os presentes. O “novato” destas andanças de festivais foi o Carlos do Carmo que demonstrou estar à altura e feliz, surpreendido com o ambiente. Carlão demonstrou que estava em casa ou não fosse um filho da margem sul e como sempre partiu a loiça toda trazendo para além do hip hop algumas músicas dos Da Weasel e a noite encerrou com os grandes (façam favor de fazer uma vénia) Xutos & Pontapés.
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Carlão e Xutos & Pontapés. Foto: Mário Nabais

O Festival também tem um dia dedicado ao melhor do mundo – as crianças, e as suas famílias. Mais uma edição que soma e segue e que demonstra que o Sol da Caparica está aí para as curvas e para continuar a brilhar e aquecer as noites de verão. O meu especial agradecimento à Célia e ao Mário que fizeram uma excelente reportagem.
Ie ie ie ie, o Sol da Caparica é que é.
Nós aqui temos o Festival Sol da Caparica.
Nós aqui temos isto.
Reportagem: Célia Estrela
Fotografia: Mário Nabais
Texto: Marlene Gaspar
Seixal

SEIXALANDO. #1 – Hoje escolhemos os Flamingos

Vamos a isto

Já sabemos que a Baía do Seixal é linda, mas ela está a ficar como o vinho. Cada vez melhor. São vários os pontos de atração e que alguns já falámos aqui como o primeiro Parque Aquático Sazonal em Portugal, a Mundet renovada, a nova ponte pedonal, etc, etc. Os argumentos são muitos e vamos dar-lhes espaço e voz para ir conhecendo um novo Seixal, pois não é à toa que as grandes estrelas do futebol e do mundo artístico (diz-se que a Madonna também cá esteve) andam por aqui.

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Hoje falamos de algo que está muito na moda – os flamingos. Se gostas deles em formato bóia, como padrão do fato de banho, ou na camisa de moda, o que me dizes de vê-los ao vivo e a cores na Baía do Seixal?

A Baía do Seixal está inserida no estuário do rio Tejo e está classificada como Reserva Ecológica Nacional, a Baía e respetivas frentes ribeirinhas integram uma área húmida da maior importância a nível nacional e europeu, pela sua elevada biodiversidade e excecional qualidade paisagística.

FlamingosBaiaSeixal

Flamingos “ao vivo e a cores”

A Baía do Seixal apresenta um património biológico importante, nomeadamente no que diz respeito ao ecossistema aquático e às suas margens. A melhoria ambiental que se tem verificado nos últimos anos, permite antever um elevado potencial do local para albergar comunidades biológicas ainda mais enriquecidas.

E por isso no sapal de Corroios temos uma enorme riqueza ornitológica e fauna aquática. Este local serve de pouso temporário para muitas aves migratórias, como o flamingo, o alfaiate, o perna-longa, a garça e o pato-bravo, que aqui procuram alimento e abrigo. O Sapal de Corroios funciona também como viveiro natural para diversas espécies de moluscos, crustáceos e peixes.

Então que tal ires “Seixalando” por aqui, para começar?

Nós aqui temos uma Reserva Ecológica Nacional.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fotos: CM Seixal e Lisbon South Bay blog

Ginjal

CAIS DO GINJAL VAI SER RENOVADO

gostamos 1

Mais uma notícia sobre a nossa Lisbon South Bay que saiu no Observador e que não queremos deixar de partilhar.

O Cais do Ginjal do futuro vai ter casas, lojas, jardins e restaurantes

Um dos mais cobiçados pontos turísticos da margem sul do Tejo vai ser renovado. O decadente Cais do Ginjal terá casas, hotéis, jardins, espaços culturais, lojas e restaurantes. Mas ainda não há data.

Banhado pelo rio, na margem esquerda do Tejo, o Cais do Ginjal tem, provavelmente, a melhor vista sobre Lisboa e tornou-se um ponto de paragem obrigatória para os turistas que chegam a Cacilhas e que ignoram os avisos de perigo repetidos ao longo de um quilómetro. Mas a degradação do Ginjal está com os dias contados. Os velhos edifícios que se estendem entre o terminal fluvial e o Jardim do Rio vão dar lugar a casas, lojas, restaurantes, espaços culturais e jardins.

A proposta de Plano de Pormenor para o Cais do Ginjal vai entrar, em breve, num período de 120 dias de discussão pública e a obra avançará “assim que aprovado e publicado o Plano e concluídos os projetos de infraestruturas”, respondeu fonte oficial da Câmara Municipal de Almada ao Observador, acrescentando que não há prazo para a sua conclusão.

A ideia é aproveitar o “clima económico favorável ao investimento e que se traduz em Almada numa procura crescente por parte de investidores interessados nesta área” para reabilitar o cais ribeirinho, com cerca de 80 mil metros quadrados, e criar habitação, hotelaria, comércio, serviços, estacionamento, miradouros, apartamentos turísticos e espaços públicos, como mercados das artes e diversos equipamentos de apoio.

Nas palavras do Presidente da Câmara de Almada, Joaquim Judas, este projeto permitirá aumentar o espaço público e a segurança, manter a memória histórica daquele local e consolidar a arriba, “ao mesmo tempo que valoriza o território e o bem-estar de quem cá vive e trabalha, através da criação de mais postos de trabalho, conseguindo-se também uma maior atratividade para o concelho e para a região”.

Quanto aos dois únicos restaurantes que existem no Cais do Ginjal — o Atira-te ao Rio e o Ponto Final — não terão de fechar portas quando as obras começarem porque “na área dos dois restaurantes a intervenção a realizar, após publicação do Plano e concluídos os projetos de infraestruturas, será essencialmente nas traseiras para permitir um acesso ao Jardim do Rio e na frente para a consolidação do cais existente”, garantiu a mesma fonte da autarquia ao Observador.

GinjalemNumeros

Não é de agora que há intenção e vontade de renovar o Cais do Ginjal. Houve uma tentativa frustrada em 1990 e a atual proposta de Plano de Pormenor é de 2009, já depois de a empresa Tejal ter comprado mais de 90% da área. Não avançou até hoje por falta de condições financeiras.

O que também não é de hoje é o abandono e a degradação do Ginjal. Os relatos históricos situam o início da “queda do império” no ano de 1966. Com o aparecimento da Ponte 25 de Abril o transporte de mercadorias passou a ser feito via rodoviária, destronando a via fluvial.

Mas as causas não se ficam por aí. O Ginjal vivia não só da indústria de abastecimento de água aos navios, mas também de armazéns de vinho, azeite e vinagre. Por isso, a criação de cooperativas vinícolas, a proibição de exportação de vinho em barris, a descolonização – as colónias eram importantes mercados para o vinho, azeite e conservas – e a concorrência externa na pesca do bacalhau foram fatais para o local.

 Texto: Marlene Carriço – Observador
Foto: Observador
MUNDET1

JANTAR NO SEIXAL EM BOA COMPANHIA

degustamos

As noites mais quentes convidam às refeições ao ar livre e felizmente não façam sítios para o fazer.

Esta semana decidimos ir à Mundet no Seixal e somos bafejados pela sorte de encontrar a melhor companhia – família e lugar para sentar com eles. Encontrámos os meus cunhados (a Filipa, o Ivo e o filho Lucas) que tiveram a mesma ideia (vá se lá saber porquê) e juntou-se a fome com a vontade de comer. E a escolha recaiu nas pizzas! Elegemos alguns sabores surpreendentes como a de pimentos padrón (babo-me só de pensar neles, e até me calhou um daqueles mesmos assanhados! O picante fez-me ir às lágrimas e com vontade de beber toda a água do rio! Mas eu sou forte e só bebi a garrafa. Já sei que para dar tréguas ao picante se deve beber leite, mas ninguém merece tal coisa com pizza. Não vai dar. Aguentei valentona e continuei a arriscar. Nada como ser destemida que a adrenalina alegra ainda mais refeição. Outro dueto improvável que me deu a volta à cabeça, foram os F* words – figo e farinheira. Para mim uma dupla irresistível.

Se o jantar já estava animado, juntou-se à festa o “nosso” Zito Colaço, que estava em trabalho a fotografar algumas figuras conhecidas convidadas da festa da Impala que escolheu a margem sul e, aquele spot para surpreender os convidados, e como não podia deixar de ser registou o nosso momento. As nossas caras não deixam esconder a nossa satisfação pela noite (bom a minha, talvez não seja o melhor exemplo!).

MUNDET

Da esquerda para a direita: Lucas, Filipa, Ivo, Ruca e euzinha

Moral da história: a Mundet é mais uma boa aposta na margem sul e a quem desejamos o maior sucesso. A registar para quem ainda não conhece.

Nós aqui temos a Mundet.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fotografia: Zito Colaço