SeixalJazz

NOITES DE JAZZ NA MUNDET FACTORY. #seixalando5. Outubro

ouvimos

Que na Mundet Factory se come e bebe bem, já sabíamos. Que na Mundet Factory se faz festas à grande já sabíamos. Que a Mundet Factory tem um espaço é único e acolhedor, já sabíamos. Que a Mundet Factory tem uma vista de cortar a respiração, já sabíamos. Agora, que a Mundet Factory vai ser o palco 6 concertos se Jazz este mês, eu ainda não sabia. Mas agora sei, e vou contar ao mundo.

São 6 noites de jazz com formações nacionais que trazem à margem sul espírito de clube de jazz e completa o programa do SeixalJazz.

E como cabeças de cartaz temos: Ricardo Toscano Trio (19, 20 e 21 de outubro), Volúpia das Cinzas (26 de outubro) e The Rite of Trio (27 e 28 de outubro).  Os concertos estão marcados para as 23 horas e são de entrada livre.

Mais informações em aqui.

Nós aqui temos Concertos de Jazz na Mundet Factory.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fonte e foto: CM Seixal

Nutella

NUTELLA ABRE LOJA EM ALMADA. NHAM, NHAM.

degustamos

Diz a NiT que a hoje abriu a terceira loja da Nutella no país e desta feita nessa bela localidade que é Almada. Estes 2 olhinhos que tenho ainda não lhe puseram a vista em cima, porque ainda não tive a oportunidade, mas mais do que ver, a minha ansiedade vai para degustar. Já tenho o estômago a bater palminhas de contente e assim de repente, estou a precisar deste “anti-depressivo”, assim só para dar aquele aconchego, que às vezes é preciso.

Choco & Nut tem como especialidades crepes, waffles, panquecas ou espetadas, tudo à base de Nutella, mas com vários extras e está tudo disponível para saborear desde hoje Cacilhas, Almada.

Quem já experimentou ponha o dedo no ar e conte-nos tudo.

Nós aqui temos loja da Nutella.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

Fonte e Foto: NiT

SoldaCaparica

GRANDE E PROMETIDA REPORTAGEM DO SOL DA CAPARICA.

festivalamos

O prometido é devido. Em mais uma edição do Festival Sol da Caparica, o Lisbon South Bay blog não pode deixar de estar presente, mas desta feita com uma novidade. A reportagem foi assegurada pela equipa Célia Estrela – a repórter e Mário Nabais – o fotógrafo. E não podíamos ter tido melhores profissionais para acompanhar tamanho acontecimento. Como não podia deixar de ser, prata da casa, que é como quem diz, malta da margem sul.

RepórteresSolCaparica

Equipa de reportagem do LSBb – Célia Estrela e Mário Nabais

O festival foi super animado, estava bem organizado e o público não faltou à chamada.O ambiente do festival é descontraído, relaxado e com um refrescante cheiro a maresia. O festival é muito mais do que um espetáculo de música e por isso temos à disposição os espaços verdes com exposições de arte como o grafitti, a pintura, o vídeo mapping e um food trucks com comida para todos os gostos.

No espaço Debaixo da língua decorreram várias atividades ligadas à paixão pela escrita como encontros e conversas com artistas, poetas, e declamadores, onde Bonga e os HMB conversaram sobre música e a língua portuguesa de uma forma descontraída e informal.
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Debaixo da Língua com Bonga e HMB. Foto: Mário Nabais

O palco dança com a direcção artística da Show It Dance Academy, abriu com muita animação.

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Show it Academy. Foto: Mário Nabais

Coube à Maria e ao Fábio do programa da SIC, ACHAS QUE SABES DANÇAR, ensinar as coreografias e pôr toda a gente a dançar. Este palco esteve sempre a animar e foram os atores principais nos intervalos dos concertos do palco Blitz.
Os FOGO-FOGO tiveram a honra de abrir o Palco Blitz e com os seus ritmos cabo-verdianos e puseram toda a gente a dançar com muito fogo nos pés, dos 8 aos 80.
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Fogo-Fogo. Foto: Mário Nabais

Os Lisbon Poetry Orchestra declamaram poemas escolhidos por muitos dos artistas que passaram pelo Sol da Caparica, que estão reunidos no livro Debaixo da Língua lançado durante o festival.
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Lisbon Poetry Orchestra. Fotos: Mário Nabais

No palco Blitz brilharam vários artistas. Todos comeram a fruta e muito mais com o mestre Bonga que pôs toda a gente a dançar ao som dos ritmos angolanos, seguido pelos  Sam Alone que trouxeram sons do Rock and Roll ao Festival e a cabeça de cartaz foi a grande Mariza que interagiu com o público e até opinou sobre o seu descontentamento com os calções curtos envergados pelas jovens! Polémicas à parte, deu mais um concerto que encheu o público. Do fado passou-se ao RAP com o diamante brasileiro – o Criolo. Mas a procissão ainda estava no adro! Regula levou os fans ao rubro com um público muito jovem que por esta altura enchia o festival. Os HMB fecharam a primeira noite do festival com a casa cheia, público muito jovem e animado que demonstrou que o Amor é Assim…
Bonga e SamAlone
MarizaeCriolo
RegulaeHMB

Bonga, Sam Alone, Criolo, Regula e HMB. Fotos: Mário Nabais

O palco SIC/RFM abriu ao som do projeto TAIS QUAIS, que reúne vários artistas conhecidos com Tim dos Xutos, Vitorino, João  Gil e Celine da Piedade, interpretam musicas conhecidas em versão alentejana, a animação fica a cargo do humorista alentejano Serafim.
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Tais Quais. Foto: Mário Nabais

No dia seguinte o palco blitz foi aberto pelo Bispo que evangelizou todos os presentes. O “novato” destas andanças de festivais foi o Carlos do Carmo que demonstrou estar à altura e feliz, surpreendido com o ambiente. Carlão demonstrou que estava em casa ou não fosse um filho da margem sul e como sempre partiu a loiça toda trazendo para além do hip hop algumas músicas dos Da Weasel e a noite encerrou com os grandes (façam favor de fazer uma vénia) Xutos & Pontapés.
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Carlão e Xutos & Pontapés. Foto: Mário Nabais

O Festival também tem um dia dedicado ao melhor do mundo – as crianças, e as suas famílias. Mais uma edição que soma e segue e que demonstra que o Sol da Caparica está aí para as curvas e para continuar a brilhar e aquecer as noites de verão. O meu especial agradecimento à Célia e ao Mário que fizeram uma excelente reportagem.
Ie ie ie ie, o Sol da Caparica é que é.
Nós aqui temos o Festival Sol da Caparica.
Nós aqui temos isto.
Reportagem: Célia Estrela
Fotografia: Mário Nabais
Texto: Marlene Gaspar
Seixal

SEIXALANDO. #1 – Hoje escolhemos os Flamingos

Vamos a isto

Já sabemos que a Baía do Seixal é linda, mas ela está a ficar como o vinho. Cada vez melhor. São vários os pontos de atração e que alguns já falámos aqui como o primeiro Parque Aquático Sazonal em Portugal, a Mundet renovada, a nova ponte pedonal, etc, etc. Os argumentos são muitos e vamos dar-lhes espaço e voz para ir conhecendo um novo Seixal, pois não é à toa que as grandes estrelas do futebol e do mundo artístico (diz-se que a Madonna também cá esteve) andam por aqui.

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Hoje falamos de algo que está muito na moda – os flamingos. Se gostas deles em formato bóia, como padrão do fato de banho, ou na camisa de moda, o que me dizes de vê-los ao vivo e a cores na Baía do Seixal?

A Baía do Seixal está inserida no estuário do rio Tejo e está classificada como Reserva Ecológica Nacional, a Baía e respetivas frentes ribeirinhas integram uma área húmida da maior importância a nível nacional e europeu, pela sua elevada biodiversidade e excecional qualidade paisagística.

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Flamingos “ao vivo e a cores”

A Baía do Seixal apresenta um património biológico importante, nomeadamente no que diz respeito ao ecossistema aquático e às suas margens. A melhoria ambiental que se tem verificado nos últimos anos, permite antever um elevado potencial do local para albergar comunidades biológicas ainda mais enriquecidas.

E por isso no sapal de Corroios temos uma enorme riqueza ornitológica e fauna aquática. Este local serve de pouso temporário para muitas aves migratórias, como o flamingo, o alfaiate, o perna-longa, a garça e o pato-bravo, que aqui procuram alimento e abrigo. O Sapal de Corroios funciona também como viveiro natural para diversas espécies de moluscos, crustáceos e peixes.

Então que tal ires “Seixalando” por aqui, para começar?

Nós aqui temos uma Reserva Ecológica Nacional.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fotos: CM Seixal e Lisbon South Bay blog

Ginjal

CAIS DO GINJAL VAI SER RENOVADO

gostamos 1

Mais uma notícia sobre a nossa Lisbon South Bay que saiu no Observador e que não queremos deixar de partilhar.

O Cais do Ginjal do futuro vai ter casas, lojas, jardins e restaurantes

Um dos mais cobiçados pontos turísticos da margem sul do Tejo vai ser renovado. O decadente Cais do Ginjal terá casas, hotéis, jardins, espaços culturais, lojas e restaurantes. Mas ainda não há data.

Banhado pelo rio, na margem esquerda do Tejo, o Cais do Ginjal tem, provavelmente, a melhor vista sobre Lisboa e tornou-se um ponto de paragem obrigatória para os turistas que chegam a Cacilhas e que ignoram os avisos de perigo repetidos ao longo de um quilómetro. Mas a degradação do Ginjal está com os dias contados. Os velhos edifícios que se estendem entre o terminal fluvial e o Jardim do Rio vão dar lugar a casas, lojas, restaurantes, espaços culturais e jardins.

A proposta de Plano de Pormenor para o Cais do Ginjal vai entrar, em breve, num período de 120 dias de discussão pública e a obra avançará “assim que aprovado e publicado o Plano e concluídos os projetos de infraestruturas”, respondeu fonte oficial da Câmara Municipal de Almada ao Observador, acrescentando que não há prazo para a sua conclusão.

A ideia é aproveitar o “clima económico favorável ao investimento e que se traduz em Almada numa procura crescente por parte de investidores interessados nesta área” para reabilitar o cais ribeirinho, com cerca de 80 mil metros quadrados, e criar habitação, hotelaria, comércio, serviços, estacionamento, miradouros, apartamentos turísticos e espaços públicos, como mercados das artes e diversos equipamentos de apoio.

Nas palavras do Presidente da Câmara de Almada, Joaquim Judas, este projeto permitirá aumentar o espaço público e a segurança, manter a memória histórica daquele local e consolidar a arriba, “ao mesmo tempo que valoriza o território e o bem-estar de quem cá vive e trabalha, através da criação de mais postos de trabalho, conseguindo-se também uma maior atratividade para o concelho e para a região”.

Quanto aos dois únicos restaurantes que existem no Cais do Ginjal — o Atira-te ao Rio e o Ponto Final — não terão de fechar portas quando as obras começarem porque “na área dos dois restaurantes a intervenção a realizar, após publicação do Plano e concluídos os projetos de infraestruturas, será essencialmente nas traseiras para permitir um acesso ao Jardim do Rio e na frente para a consolidação do cais existente”, garantiu a mesma fonte da autarquia ao Observador.

GinjalemNumeros

Não é de agora que há intenção e vontade de renovar o Cais do Ginjal. Houve uma tentativa frustrada em 1990 e a atual proposta de Plano de Pormenor é de 2009, já depois de a empresa Tejal ter comprado mais de 90% da área. Não avançou até hoje por falta de condições financeiras.

O que também não é de hoje é o abandono e a degradação do Ginjal. Os relatos históricos situam o início da “queda do império” no ano de 1966. Com o aparecimento da Ponte 25 de Abril o transporte de mercadorias passou a ser feito via rodoviária, destronando a via fluvial.

Mas as causas não se ficam por aí. O Ginjal vivia não só da indústria de abastecimento de água aos navios, mas também de armazéns de vinho, azeite e vinagre. Por isso, a criação de cooperativas vinícolas, a proibição de exportação de vinho em barris, a descolonização – as colónias eram importantes mercados para o vinho, azeite e conservas – e a concorrência externa na pesca do bacalhau foram fatais para o local.

 Texto: Marlene Carriço – Observador
Foto: Observador
MUNDET1

JANTAR NO SEIXAL EM BOA COMPANHIA

degustamos

As noites mais quentes convidam às refeições ao ar livre e felizmente não façam sítios para o fazer.

Esta semana decidimos ir à Mundet no Seixal e somos bafejados pela sorte de encontrar a melhor companhia – família e lugar para sentar com eles. Encontrámos os meus cunhados (a Filipa, o Ivo e o filho Lucas) que tiveram a mesma ideia (vá se lá saber porquê) e juntou-se a fome com a vontade de comer. E a escolha recaiu nas pizzas! Elegemos alguns sabores surpreendentes como a de pimentos padrón (babo-me só de pensar neles, e até me calhou um daqueles mesmos assanhados! O picante fez-me ir às lágrimas e com vontade de beber toda a água do rio! Mas eu sou forte e só bebi a garrafa. Já sei que para dar tréguas ao picante se deve beber leite, mas ninguém merece tal coisa com pizza. Não vai dar. Aguentei valentona e continuei a arriscar. Nada como ser destemida que a adrenalina alegra ainda mais refeição. Outro dueto improvável que me deu a volta à cabeça, foram os F* words – figo e farinheira. Para mim uma dupla irresistível.

Se o jantar já estava animado, juntou-se à festa o “nosso” Zito Colaço, que estava em trabalho a fotografar algumas figuras conhecidas convidadas da festa da Impala que escolheu a margem sul e, aquele spot para surpreender os convidados, e como não podia deixar de ser registou o nosso momento. As nossas caras não deixam esconder a nossa satisfação pela noite (bom a minha, talvez não seja o melhor exemplo!).

MUNDET

Da esquerda para a direita: Lucas, Filipa, Ivo, Ruca e euzinha

Moral da história: a Mundet é mais uma boa aposta na margem sul e a quem desejamos o maior sucesso. A registar para quem ainda não conhece.

Nós aqui temos a Mundet.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fotografia: Zito Colaço

PortinhoArrabida

O PORTINHO DA ARRÁBIDA ESTÁ PARA PORTUGAL COMO PORTO FINO ESTÁ PARA ITÁLIA.

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Há muito tempo que não ia ao Portinho da Arrábida. Ir com as miúdas para aquela praia é uma logística que exige ginástica e nem sempre há força de vontade ou vontade de fazer força! Mas, assim que apanhámos as miúdas de férias com os avós (“Patroas fora, dia santo na loja!”), pegamos na duas rodas e rumamos a este destino maravilhoso.

E foi o melhor que fizemos. Realmente não é melhor spot para se ir de carro. Há poucos lugares de estacionamento e os acessos a este meio transporte está condicionado. Embora eu gostasse muito de tirar mais partido e prazer das viagens de mota, assumo aqui e agora, que o medo é uma cena que neste caso me assiste. Gostava que a história que aqui pudesse relatar sobre a viagem fosse uma cena cool, descontraída e de braços abertos a aproveitar o vento a bater na cara, mas não. É uma viagem de tensão, aflição e onde o prazer só se obtém por chegar rápido e estacionar com uma perna às costas. Ponto. De facto, o percurso em duas rodas para mim é só triste. Da grande paixão e miúda destemida que andou à boleia na Harley Davidson do pai, onde chegou a adormecer, que enfernizou a vida dele e da mãe para ter a carta de mota e que conseguiu, à miúda que caiu a primeira vez que saiu de mota, panica cada vez que à pendura ultrapassa outra viatura e que vai a rezar o caminho todo foi um ápice. Se eu gostei desta transformação? Não. Mas é o que temos.

Olhemos então para o que temos bom – o Portinho da Arrábida. É um local mágico. Passar um dia neste oásis é um carregamento de energias e de bem estar que se entranha e apodera-se de nós. O dia começou com neblina o que causou algum receio de boicote aos planos do papo para ar. Nada que não tenha sido ultrapassado quando marcámos mesa no restaurante DuPortinho e o Teixeira (como é chamado pelos amigos) nos disse:

– Não se preocupem, isto vai abrir.

Tinha razão.

Portinho da Arrábida

Abriu o sol como se não houvesse amanhã. Destapou os barcos, barquinhos e barcões e deixou avistar-se Tróia, Comporta e arredores. E aí foi desfrutar. Desfrutar de tudo o que ali se tem direito – mar calmo, bom peixe, boas entradas, bom acompanhamento, uma vista que nos transporta para cenários idílicos. E de repente, começamos a comparar aquele spot a Porto Fino. Ok não temos o estacionamento privativo nem as lojas tipo as da Av. Liberdade. Mas a paisagem não lhe fica atrás. Ah, não fica não.

Perdi a conta às vezes que fui ao banho (o belo chinelo de plástico é obrigatório, pois o caminho das pedras não é para mim). Foi um dia espetacular.

Fiquei contente de ter voltado e com muita vontade de repetir o programa. Não há-de faltar muito.

Nós aqui temos o Portinho da Arrábida.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Foto: Lisbon South Bay blog

caracol

5º FESTIVAL DO CARACOL E DA CERVEJA. 2 a 4 junho

degustamos

Festival do Caracol e da Cerveja que se vai realizar de 2 a 4 de junho. Admito que sou completamente perdida por caracóis. Gosto de devorar aqueles bichos como se não houvesse amanhã e não entendo como é alguém pode ter nojo disso. Desculpem os mais sensíveis, mas não sabem o que perdem por algumas esquisitices.

Sou daquelas pessoas que enquanto eles estão quentinhos e num prato à minha frente viro um aspirador e só fico de “saco cheio” quando viro a travessa.

Por isso sou sensível a programas com este título – Festival do caracol. A cerveja, já não me deixa com o mesmo entusiasmo, mas diria que a cerveja com o caracol fazem uma parelha perfeita. Os meses já são sem “r”, para os que não sabem, dizem que são os meses que têm um “r” são meses em que não se deve comer o caracol, porque este ainda não está bom para ser comido. Até para isso tem de se estar bom!

Por isso o Festival do Caracol e da Cerveja que se vai realizar de 2 a 4 de junho na Rua Cândido dos Reis promete, e acho que estes 2 argumentos são os suficientes para uma visita obrigatória.

De que é que estás à espera? Para lentidão já basta a do caracol.

Nós aqui temos festival do caracol e da cerveja.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

Trafaria LSBb

TRAFARIA COM PROVA – VINHOS E PETISCOS. 2 a 4 de junho

degustamos

O Passeio Ribeirinho da Trafaria recebe a segunda edição do Trafaria (Com)Prova – Vinhos e Petiscos à Beira Tejo. São mais de 30 produtores nacionais, provas comentadas, cruzeiros vínicos no Tejo, exposições, animação de rua e petiscos dos restaurantes da Trafaria.

Ou seja, junta-se o melhor dos 3 mundos: comer bem, beber ainda melhor e estar numa bela localidade da margem sul – a Trafaria. A entrada é livre, por isso é só reservar na agenda:

Vinhos & Petiscos

Nós aqui temos vinhos e petiscos.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

FestivalChoco

O FESTIVAL DO CHOCO (FRRRRRITE) JÁ COMEÇOU. Até 5 de março.

degustamos

Em equipa vencedora não se mexe. E se o Festival do Choco em Setúbal tem sido um sucesso há que continuá-lo para nos pôr o nosso estômago a bater palminhas. Já começou mais uma edição e vai ficar por cá até 5 de março. O choco frrrrite é o rei da festa, mas não há que desprezar o choco com feijoada e ovas, em caldeirada, ensopado ou assado. O choco está como o bacalhau, 1001 maneiras de o saborear. 

A iniciativa conta 26 restaurantes de Setúbal. No último dia do Festival, 5 de março, o chef Mikael Moreira, da Escola de Hotelaria e Turismo de Setúbal vai à Casa de Baía de Setúbal para uma prova comentada. Se quiser participar nesta sessão faça uma inscrição prévia até 3 de março pelo email gatur@mun-setubal.pt.

Nós aqui temos festival do choco.

Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

Imagem: Gazeta Rural