FERTAGUS

FOMOS ÀS BOXES DA FERTAGUS. Por Catarina Laborinho

visitamos

Se em Dezembro fomos ver como era a segurança lá em cima (reveja aqui o artigo) agora fomos ver como é por aqui, nas boxes da Fertagus.

Pois é, mais uma vez foi um dia de tirar o chapéu, desta vez quem nos acompanhou foi o Eng.º João Duarte e o João Rodrigues. O João Duarte, à semelhança de toda a equipa com quem nos temos cruzado na Fertagus, tem um percurso bastante interessante.

Começou como eletricista estagiário e passado algum tempo concorreu para maquinista. Concorreu e entrou ou não estivéssemos a falar de mais um elemento vencedor, não satisfeito, estudou arduamente durante 5 anos, no pouco tempo que lhe sobrava, e concluiu o curso de Engenharia Eletrotécnica. Hoje, 18 anos depois faz parte da equipa responsável pela manutenção destes gigantes de ferro e foi o anfitrião do LSBblog em mais uma enriquecedora visita guiada.

O dia da visita foi durante o fim-de-semana, quando chegámos apanhámos uma equipa externa a decorar um comboio. Desculpe Teófilo, “material circulante” :D, no chão, eram rolos e rolos de vinis mas posso-vos garantir que os nossos comboios ficaram lindos com Lisboa a vista 😉 (não me diga que ainda não os viu?!)

FERTAGUS

Este tipo de trabalho só pode ser realizado ao fim de semana, atualmente a Fertagus tem 18 comboios onde 17 estão em constante circulação. Todos os dias todos os comboios fazem rotinas de verificação e manutenção preventiva para além das limpezas, todas estas tarefas requerem uma articulação engenhosa de staff e equipamentos, imaginem que comboios são limpos diariamente à noite, chão vidros, painéis laterais, tecto e portas. Trimestralmente, sofrem uma limpeza interior exaustiva (plásticos, grelhas de ventilação, bancos, etc…), o que demora uma semana mesmo sendo feito por duas pessoas.

Já a limpeza exterior é assegurada diariamente por uma equipa de dois elementos que tratam dos gigantes durante seis horas, como? À mão. Sim nada como o tradicional “banho” para deixar 100 metros de comboio a brilhar.

FERTAGUS

Voltando às boxes…
Acompanhados pelo João visitámos um comboio por baixo, entre o emaranhado de ligações elétricas e pneumáticas o João ia-nos explicando o funcionamento dos equipamentos enquanto se desfazia em avisos de segurança, “cuidado que isso é baixinho, não se magoe”. Conseguimos ver os motores de tração, o compressor que alimenta a parte pneumática, o sistema de travagem e os bogies, (O bogie é a estrutura onde assenta a carruagem e que é composta pelos eixos (rodas), motores de tracção, cilindros freio, amortecedores e molas). De facto, o espaço lá em baixo é curto, mas se não tivéssemos ido por baixo do comboio não tínhamos percebido nem metade. Curiosamente esta é a altura da revisão de “meia vida” destas 300 toneladas, já rolaram 1.800.000 km, é dose… quando chega a esta quilometragem eles têm que fazer, para além das “visitas” de ação preventiva, têm intervenções mais abrangentes e completas, como é o caso da R1, que ocorre aos 1.800.000 km. Mas a cada 600.000 km realiza-se uma R3, e a cada 1.200.000 km uma R2. Os trabalhos efetuados em cada uma delas são diferentes, mas a R1 é a mais completa visto que engloba os trabalhos de R2 e R3, assim com a R2 engloba os trabalhos de R3.

FERTAGUS

Saímos de baixo do comboio e continuámos a nossa visita já de costas direitas, passamos pela área de montagem dos equipamentos que compõem o bogie, o tamanho de todo o material é algo impressionante de tão grande que é.

No exterior das oficinas principais visitámos uma pequena área (chamada de Torno de Fosso) onde são reparadas as rodas do comboio, incrível como as rodas de aço não têm que ser desmontadas para serem “retificadas”, neste espaço existem uns macacos hidráulicos que suspendem a carruagem e uma máquina que faz a retificação das rodas, permitindo assim ao operador realizar os serviços necessários no menor tempo possível, está tudo pensado para que os 18 comboios se mantenham em perfeito estado de funcionamento sem que isso afete os horários a cumprir.

FERTAGUS

Aqui cumprem-se os planos de manutenção, mal comparado funciona um pouco como quando vamos com o nosso carro à revisão, das “rodas” ao funcionamento de portas tudo tem o seu timing para ser verificado, um dos gigantes está já com 1.800.000 Km, isto não é o prémio do euromilhões, (antes fosse) é meia vida do comboio. Neste caso a “revisão” é um pouco mais complexa, esta implica desmontar o comboio praticamente todo.

Depois virá outro e outro, já que quando foram adquiridos vieram praticamente todos ao mesmo tempo.

Todo este trabalho é desenvolvido durante o dia, sem que algum momento implique o bom funcionamento e o cumprimento dos horários. Posso-vos dizer que é dose, é como costume dizer, é “non stop”.

E são assim as boxes, da Fertagus 😉

A experiência foi, mais uma vez, enriquecedora, perceber, ou tentar perceber, como funcionam estas toneladas é algo que confesso que me fascina.

Nós aqui fomos às boxes
Nós aqui dizemos obrigada à Fertagus

Texto e Fotos: Catarina Laborinho

FERTAGUS, LSBblog

hospitalseixal

LUZ VERDE NA CONSTRUÇÃO DO HOSPITAL DO SEIXAL. Por Marlene Gaspar

gostamos

Não é novidade, mas eu tenho andado ao ralenti, e só agora me apercebi, mas tendo em conta a importância da notícia não quis deixar de partilhar. Finalmente, foi publicada em Diário da República a portaria que dá luz verde à construção do hospital no concelho do Seixal, que tendo em causa o estado de saúde da nação (e basta-me olhar aqui para casa) é uma boa nova digna de celebração.

Por tudo o que possa pedir e/ou desejar (que eu sou do bem, e gosto é de ver toda a gente feliz e contente), a saúde encabeça todas as listas. É uma cena que vem com a idade. Quando somos teenagers inconscientes desejar saúde a alguém é uma cena dos cotas, ou uma forma, de dizer “santinha” quando alguém espirra, mas à medida que a idade vai passando, torna-se um bem essencial. Com saúde tudo de consegue.

Por isso, é de felicitar notícias destas, ainda que com algum atraso (e mea culpa que ando desatenta, de alguma forma intencional), porque é importante para a malta da margem sul e para os que precisam quando cá estão (que pelo trânsito que também causam na ponte, gostam muito de vir dar um pulinho a este lado, não é mesmo?).

A portaria publicada  em Diário da República autoriza a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) a assumir um encargo no valor de 1 milhão e 230 mil euros, repartido por 2018 e 2019, para o concurso do projecto do hospital de proximidade do Seixal. O Hospital do Seixal representa um investimento total de 60 milhões de euros e vai permitir descongestionar o Hospital Garcia de Orta.

Guita, meus senhores, muita guita. Mas a saúde, não tem preço.

Nós aqui vamos ter o Hospital do Seixal.
Nós aqui vamos ter isto.

Texto: Marlene Gaspar

DiadeReis

SER REI OU RAINHA POR UM DIA? 6/1 NO SEIXAL. Por Marlene Gaspar

celebramos 1

O ano já começou, e as festividades ainda estão aí cheias de tentações e ainda com motivos para celebrar. Ainda não saímos de uma já estamos a entrar em outra. Natal, Ano Novo e dia de Reis. Para nós este dia é menos importante que os anteriores, o que não impede de ser um motivo para continuar a ingerir “fruta da época”, como o Bolo Rei (Rainha no meu caso, não por causa do género, mas porque odeio frutas cristalizadas e em compensação lambuzo-me com frutos secos).

Por isso Dia de Reis também é Dia de Rainhas e nada como vestirmos esse papel. Imagina que inicias o ano com o enorme poder de tornar o teu reino no melhor do mundo? O que farias para cuidar do teu povo? O que seria permitido e proibido? 

A celebração do Dia de Reis a 6 de janeiro pode ser diferente. Crianças (dos 3-12 anos) e adultos terão oportunidade de viajar no tempo e sentirem-se governantes rumo à felicidade. Dá trabalho, mas podes conduzir o teu destino. Tenho um feeling que as Queen V e Queen A cá do sítio, vão adorar. E vocês?

6 de janeiro, das 15.30 às 16.30 horas na Biblioteca Municipal do Seixal. Mais informações liga para o 210 976 100 ou envia e-mail para aqui.

Ah, e já agora, também podes tirar a árvore nesse dia ou então, não. Deixa o Natal durar mais tempo.

Nós aqui temos Dia de Reis e Rainhas.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

FERTAGUS

FERTAGUS, SEGURANÇA EM PRIMEIRO LUGAR! Por Catarina Laborinho

andamos nisto

Andar nos comboio da Fertagus, para mim é uma constante, todos os dias o apanho até à capital para chegar ao trabalho em segurança e longe das filas de trânsito que volta e meia se sentem. Mas andar no comboio na cabine do maquinista é que foi a EXPERIÊNCIA.

Pois é, nós aqui fomos e adorámos. Não adorámos apenas a experiência em si, adorámos também conhecer o chefe de maquinistas João Teófilo, mais um verdadeiro aficcionado pela nossa margem sul.

O João Teófilo, mais conhecido por Teófilo, entrou no mundo dos comboios por mero acaso, aqueles acasos que se tornam paixão e já lá vão largos anos. Antes de chegar à Fertagus a sua carreira começou na CP e ainda miúdo, com os seus 25 anos, chega ao Porto aos comandos daquela máquina e os colegas mais velhos, habituados a ver os miúdos apenas como estagiários, perguntam-lhe “és de Lisboa não és?” o Teófilo, o miúdo espigadote que já ia sozinho até ao Porto, enche o peito e diz, “não pá!! eu, sou da Margem Sul!” – gargalhada como não podia deixar de ser. O verdadeiro quebra-gelo para uma manhã onde o Teófilo nos ia explicar como funcionam aquelas 300 toneladas de ferro e tecnologia.

Ainda no escritório o Teófilo explicou-nos como funcionava toda a mecânica de horários e afins. Escalas, traços e mais traços onde todos eles tinham uma razão ou explicação onde fez questão de nos explicar um a um. Ficámos a saber que todos os dias há um chefe de maquinistas de serviço, ou seja, disponível 24h/dia. No meio da explicação, falei-lhe num “comboio” ui… o que lhe fui dizer :) “o comboio, apenas é comboio quando tem um horário a cumprir” caso contrário para eles, e agora para mim é apenas e só, material circulante. Claro que a meio da conversa ele já falava em Comboio como nós, “material circulante” é estranho. :)

Eram 11:20 e lá fomos nós com destino a Lisboa. Entrámos num comboio que vinha de Setúbal, onde se deu uma troca rápida de maquinista, a partir daquele momento o Teófilo “agarrou” os comandos da operação.

FERTAGUS

Explicou-nos tudo, mas quando digo tudo, é TUDO mesmo. Ficámos a saber para o que serve cada botão ou pedal e o que “aquela” máquina era capaz de fazer quase que sozinha.

Durante todo o percurso reforçou que a segurança dos passageiros estava sempre em primeiro lugar. A Fertagus tem como prioridade o bem estar dos seus passageiros e o cumprimento dos horários como disse o Teófilo. Confesso que gostei de ouvir, acabamos sempre por nos sentir confortáveis por saber que quem está do outro lado pensa em nós e em todos aqueles que mês após mês compram o seu passe, tal como eu.

O percurso mais extenso, Foros de Amora, Corroios foi feito a 120km, UAU, impressionante, a rapidez daquela máquina, curiosamente, e se achavam que tinham liberdade para acelerar no carril desenganem-se, ele tem que controlar a velocidade e se não cumprir, o comboio tem a capacidade de reduzir autonomamente. Tem igualmente um botão de HM (Homem Morto) que volta e meia apita, caso o maquinista não responda, com o toque de botão ou pedal, o comboio tem a capacidade de parar a marcha sozinho. Segurança em primeiro lugar!

FERTAGUS

Finalmente chegámos ao Pragal. Aqui entra um novo elemento da equipa Fertagus, como já devem ter reparado é quem acaba sempre por promover o fecho de portas. Mais uma vez, por questões de segurança, este elemento entra para dar apoio em caso de emergência na ponte.

Todos os comboios têm umas pranchas que caso seja necessário abortar a viagem em cima da ponte, este elemento usando as referidas pranchas ajuda o maquinista a trocar os passageiros de comboio.

Mas voltando ao Pragal… Pragal = última estação. Ponte aí vamos nós.

Chegámos à ponte. Infelizmente não nos foi possível filmar, mas posso-vos garantir que a sensação é impressionante, entrar na ponte, vê-la de frente, é de cortar a respiração. O Teófilo confessou-nos que a ponte é dos lugares mais seguros, cheio de câmaras de vigilância e caso seja visualizado algum elemento estranho na mesma ou em qualquer parte da viagem eles são obrigados a comunicar, tal como nos aconteceu quando chegámos a Sete Rios que encontramos uma pessoa a passear na linha…

FERTAGUS

Mas, antes de chegarmos a Sete Rios o comboio desligou-se, como certamente já reparou… Entre os Foros de Amora e Roma Areeiro ele desliga-se pelo menos umas 3 vezes. Algo que sempre me intrigou. Porque?! A explicação foi simples e claro que fez todo o sentido. Como sabemos o comboio é elétrico, e em todo o percurso ele é alimentado por cabos elétricos iguais (quase iguais) aos que chegam até à nossa casa. Mas estando ele em movimento, o comboio vai buscar energia ao fornecedor da mesma, ou seja, imaginem que quem fornece energia até Corroios é o posto de transformação do Seixal e na chegada ao Pragal já é o posto de transformação de Almada. O fornecedor é outro, logo, o maquinista como sabe, apanha um pequeno balanço, para que quando troca de “fornecedor” não deixa de andar e rapidamente voltar-se a ligar com novo fornecedor. Achei muito curioso, sempre achei que se desligava por falha, mas não, desliga-se de propósito, porque não tem outra hipótese. Até Roma Areeiro desligou-se mais uma vez. É normal, nós passageiros é que não sabemos a razão, mas agora já sabem :) não é defeito, é feitio.

FERTAGUS

Chegámos a Roma Areeiro. O maquinista tem 7 minutos para fazer a mudança de cabine, e olhem que não é fácil fazê-lo em 7 minutos. Todos os comboios têm 2 cabines, a de condução principal e a secundária. Estas nunca deixam de o ser, o maquinista pode é estar a conduzir o comboio em qualquer uma delas.

Quando o comboio é duplo o caso é diferente pois passamos a ter 2 principais e 2 secundárias, ou seja, o maquinista irá conduzir na cabine da frente e esta por sua vez irá  “informar” o “comboio de trás” que deverá repetir as mesmas instruções.

Garanto-vos que 7 minutos é muito pouco tempo para fazerem esta alteração, sem nunca penalizar todos aqueles que estão à espera na plataforma para ir para casa ou trabalhar…

Saímos, mudámos de cabine e voilà a caminho novamente da Margem Sul.

No regresso, e a sair da Ponte, o Teófilo contou-nos uma curiosidade sobre o Túnel da Ponte, este já tinha sido construído pelo Salazar, mas aquando a construção da linha, deu-se a necessidade de construir a parte em falta do túnel do Pragal, só metade estava construido. Entre outras tantas curiosidades surgiu a duvida: “E o comboio não derrapa com chuva?” Claro que derrapa! Mas estes materiais circulantes estão preparados para libertar areia de modo a evitar que ele derrape. Curioso, muito curioso aliás, gentilmente o Teófilo, já parados, mostrou-nos como funcionava.

O nosso destino final foi Coina e como não podia deixar de ser, a nossa viagem correu calma e serenamente, como acontece todos os dias, ligando e desligando (mas agora já sabem a razão), Ponte, Pragal, Corroios, Foros de Amora e Coina. Chegámos a casa. É em Coina que se situa o “dormitório” deste pequenos grandes gigantes. Não o fomos arrumar, ele ia continuar a trabalhar e nós aqui íamos embora.

Mais uma vez, a experiência foi fabulosa, ao Teófilo, um verdadeiro anfitrião, um exemplo de competência, rigor e simpatia o nosso muito obrigado.

Nós aqui conhecemos o Teófilo
Nós aqui andámos nos “comandos” de 300 toneladas de ferro.

Obrigada Fertagus por esta viagem tão diferente.
Texto: Catarina Laborinho

FERTAGUS, LSBblog

AlmadaVelha

CAMINHADA POR ALMADA VELHA. 20 janeiro. Por Marlene Gaspar

caminhamos 1

Gostas de fazer caminhadas e de preferência por sítios agradáveis. Então trago a sugestão ideal para ti. Que tal dar uns passitos, vários por Almada Velha, num traçado de pequenas ruas e largos reconstruídos após o terramoto de 1755, até aos dias de hoje e onde vais poisar a vista com paisagens de cortar a respiração sobre o rio Tejo e a nossa capital.

Marca na agenda, sábado dia 20 – parece que falta muito, mas passa num ápice, vais ver, às 15h. A partida é no Centro de Interpretação de Almada Velha. Para saberes mais liga o 212 724 950 ou envia um e-mail para aqui.

Nós aqui temos caminhadas por Almada Velha.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

T-Roc

AUTOEUROPA VAI RECRUTAR MAIS 400 TRABALHADORES. Por Marlene Gaspar

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Pow. pow. A Autoeuropa tinha previsto contratar 1500 operários no início do ano. Reviu para 2000 a meio do ano e já admite que vai contratar mais 400 trabalhadores no próximo ano se o novo horário de funcionamento ao fim de semana for aprovado na quarta-feira.

Ou seja, são mais funcionários a juntarem-se aos  2120 funcionários já recrutados desde o início do ano. Tudo isto se deve à produção da nova estrela da companhia – o novo T-Roc que irá levar a fábrica de Palmela a criar mais 2500 novos empregos, elevando o número de trabalhadores a um total de 5800. E as boas notícias não são só para dentro da fábrica. As empresas fornecedoras da Autoeuropa também vão contratar mais pessoas se o novo acordo for aprovado.

Estas contratações poderão arrancar ainda neste ano e abranger todas as áreas de trabalho, sobretudo na montagem. A proposta de horário, que prevê um sistema de rotatividade ao fim de semana, é apresentada hoje em plenário. Por isso, sejam flexíveis nas negociações que nós aqui queremos é ver mais gente empregada e a economia a crescer. É bom para a a região e para o país.

Fiquem atentos que poderão haver oportunidades a não desperdiçar.

Nós aqui temos novos empregos.

Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

Fonte: Dinheiro

Cabelos

1 CORTE DE CABELO EM TROCA DE BENS ALIMENTARES. 3 dezembro. Por Marlene Gaspar

gostamos 1

Ainda não é Natal e já aqui referi que o espírito natalício este ano ainda não baixou por estas bandas, mas devagar, devagarinho e eu chego lá. Quem já anda ajudar quem mais precisa é o Roberto Amaral Marques, mais conhecido por Robertinho Marques, a.k.a  o cabeleireiro dos youtubers portugueses, o quer que isso seja para o teu cabelo!
O Robertinho, vai dar uma de “Eduardo Mãos de Tesoura” e cortar o cabelo à malta que for rer com ele  no salão da Igreja de Santo António da Charneca, no concelho do Barreiro, no dia 3 de Dezembro, a partir das 10h30.
Ele trata do visual em troca de cinco quilos de alimentos, para ajudar quem mais precisa. Parece-me uma boa iniciativa e nós aqui, queremos fomentar a economia da partilha, da qual sou adepta.
Por isso se estás numa de experiementar uma cena nova, podes ajudar a ajudar. E se não estás, avança, sem medos. Não te esqueças, o cabelo cresce!
Nós aqui temos cortes de cabelos.
Nós aqui temos isto.
Texto: Marlene Gaspar
Fonte e foto: Diário da Região
darsangue

DÊ, VAI VER QUE NÃO DÓI NADA. RECOLHA NO SEIXAL. 5 novembro a 3 dezembro

aplaudimos

Dar sangue não é uma obrigação, é um ato livre e de espontânea vontade. Bom, nem sempre a vontade é assim tão espontânea, mas fazer bem aos outros traz-nos sempre muito mais em troca. Por isso, nada como estar são que nem um pêro e dar um pouco dessa boa saúde a quem precisa.

E agora, tudo se torna mais fácil, porque vão haver sessões aqui ao lado, aos domingos. As sessões decorrem entre as 9 e as 13 horas, com a presença de técnicos de saúde do Instituto Português do Sangue.

Estás de boa saúde e recomendas-te? Então podes doar sangue. Se tens entre os 18 e os 65 anos de idade e pesas 50 kg ou mais. Para uma primeira dádiva o limite de idade é aos 60 anos.

A dádiva de sangue é benévola e não remunerada. Mas vais ver que te vais sentir bem com o ato. Podes doar quatro em quatro meses se fores uma “senhora” e de três em três meses se fores um cavalheiro.

Organização
Associação de Dadores Benévolos de Sangue do Concelho do Seixal.
5 de novembro, domingo
Auditório do Mercado Municipal de Fernão Ferro
Rua Luísa Tody, Fernão Ferro

Outras sessões

19 de novembro, domingo
Sociedade Musical 5 de Outubro
Largo D. Paio Peres Correia, Aldeia de Paio Pires

3 de dezembro, domingo
Sociedade Filarmónica Democrática Timbre Seixalense
Av. D. Nuno Álvares Pereira 119, Seixal

Dá, vais ver que não dói nada.

Nós aqui temos recolha de sangue.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gapar
Fonte: CMS

SouthBay

TUDO O QUE HÁ DE NOVO… NA MARGEM SUL

gostamos 1

O título da NiT não podia ser mais convidativo e não podia deixar passar a oportunidade de deixar de partilhar. Já tem uns dias, mas só o “apanhei” agora. E já chamam South Bay. Aos mais suscetíveis não fiquem ofendidos, margem sul, será sempre margem sul.

“Tudo o que há de novo para fazer, comer e comprar na Margem Sul

Um restaurante grego com pratos peruanos na Caparica, uma loja com roupa fofinha para os miúdos no Seixal e uma nova modalidade no Barreiro.

Margem Sul, sitio a onde são feitos os sonhos
Porque só se dorme, aqui!
Estar na Margem sul, vêm andar na selva de
asfalto e sofrer um assalto.
Bem-vindo à margem sul, sul, sul, sul…”

Em 2010, Rui Unas e Diana Piedade conseguiram pôr o País a cantar a letra inteira de “Margem Sul State Of Mind”, adaptada do original “Empire State of Mind” da Alicia Keys. Digamos que se tornou quase num hit de verão. Sete anos depois toda a gente continua a saber pelo menos o refrão da música, no entanto exige-se rapidamente uma atualização.

A Margem Sul já não é apenas o sítio “onde se gasta 1,30€ quando se passa na portagem” (na verdade já se paga 1,75€), onde há “grafittis nas paredes” e “onde se houve hip-hop e kuduro sempre que se entra numa loja” — é Unas que diz, não somos nós. Já fomos bem mais longe: desde o verão de 2017, é também o sítio onde se compra roupa fofinha para os miúdos, onde se comem espetadas com Nutella e onde se pratica uma nova modalidade desportiva no Kangaroo Barreiro.

A NiT foi à procura de tudo o que há de novo para fazer, comer e comprar na Margem Sul. Desde o restaurante para apeixonados até ao grego que também serve pratos peruanos, sem esquecer a tão aguardada reabertura do Sushic ou o mais recente espaço para petiscar com os amigos. E porque há mais vida além da comida, a Margem Sul (ou Lisbon South Bay, é como preferir) também tem novas lojas, exposições e até um festival de música que chega já em outubro.”

Conhece aqui todas estas descobertas.

Texto: Marta Gonçalves Miranda – NiT
Introdução: Marlene Gaspar

Miradouro25Abril

NOVO MIRADOURO NA PONTE 25 DE ABRIL ABRIU HOJE.

gostamos 1

Foi inaugurado hoje, um novo miradouro na capital, nada mais nada menos que na mais emblemática e bonita (opinião tendenciosa, sim.) do país – a Ponte 25 de Abril. O novo espaço para poisar a vista tem 80 metros de altura e chama-se Centro Interpretativo da Ponte 25 de Abril, que fica nada mais, nada menos que no Pilar 7 da Ponte.

O miradouro tem paredes e chão de vidro e o acesso é feito de elevador. A entrada faz-se pela Avenida da Índia, onde está instalado o Centro Interpretativo da Ponte 25 de Abril.

Miradouro25Abril

O dia escolhido para a “abertura de portas” foi o Dia Mundial do Turimo, 27 de setembro, pois espera-se que o miradouro receba 150 mil visitantes por ano.

Os preços dos bilhetes variam entre os quatro euros (estudantes, seniores ou por pessoa em grupos de 10 ou mais visitantes) e os seis euros. As crianças até aos cinco anos não pagam. Já a experiência de realidade virtual custa 1,5 euros, sendo que a sessão é gratuita também para crianças com mais de cinco anos. Quem é que já desbundou? Contem-me tudo.

Nós aqui temos o Miradouro da Ponte da 25 de Abril.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fotografia: Daniel Rocha | Público
Fonte: Idealista