cartas

A VIDA NUM BARALHO DE CARTAS.

RITA

Conhecido como as “cartas que adivinham o futuro”, é importante desmistificar o que é o tarot e como funciona.

Não, a leitura de cartas não implica o uso de um turbante. E não, não é nenhum truque de magia!

A origem do Tarot é longínqua, difícil de situar no tempo, tal como o significado da palavra, uma vez que foi algo praticado por diferentes culturas em diferentes momentos da nossa História. A definição de Tarot mais conhecida deriva do Egipto: TAR “Caminho” e RO, ROS e ROG (rei ou real) “Caminho Real da Vida” ou “Estrada da Vida”.

O Tarot é composto por 78 cartas, conhecidas por Arcanos, palavra com origem no latim e que significa segredo. Os Arcanos oferecem uma leitura de símbolos e arquétipos ancestrais que reproduzem imagens e mensagens. O tarólogo tem a função de decifrar estes códigos que se lhe apresentam. A par destes códigos existem também os números das cartas, que no seu todo assumem um significado específico ligado à numerologia.

Confesso que a leitura das cartas é  para mimuma área apaixonante por dois motivos: o primeiro prende-se com o facto de, após vários anos de trabalho, ainda me continuar a surpreender pela informação transmitida pelas cartas, e o segundo, pela dedicação e estudo constante que esta área requer, exigindo que o cérebro construa constantemente puzzles e resolva quebra-cabeças de forma a desvendar uma história, que não é mais nem menos que a história de vida de alguém.

Então o que podemos esperar de uma consulta de Tarot?

Numa consulta o tarólogo explora diferentes temáticas relacionadas a aspectos da vida e da personalidade, sendo que é possível a pessoa colocar também questões sobre assuntos que  deseje desenvolver e clarificar.

A leitura das cartas permite uma ligação a uma sabedoria interior e a um conhecimento profundo e sendo mágica não é uma magia.

Integrar o Tarot na nossa vida é abrir um livro de conhecimento tão enriquecedor que nos permite caminhar nas várias direcções do nosso ser e da nossa evolução. O tarot não “adivinha” o futuro, funciona como um guia e orientador.

Vai uma cartada?

Rita Deus

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Fotografia: D.R.

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A ENERGIA DOS NÚMEROS “NEM 8 NEM 80!”

RITA

A nossa forma de estar e a necessidade de mudança é algo que está presente no nosso dia-a-dia, faz parte da nossa vida de forma mais ou menos consciente, mais ou menos intencional.

Não deixa por isso de ser curioso o facto de adoptarmos expressões no nosso quotidiano que se relacionam com a nossa forma de estar: o “passar do 8 ao 80”, numa óptica de mudança, o “estar feito num 8!” como sinónimo de mau estar e a inerente vontade de reverter esta situação…

Seja como for, todos nós temos os nossos dias, as nossas fases. E cada um de nós lida com estas situações de forma diferente: se há pessoas que gerem bem os desafios e conseguem ter uma “atitude positiva”, outras só se lamentam. Uns são mais optimistas, outros menos. Uns vêem o “copo meio cheio” e outros “o copo meio vazio”.

copo meio cheio meio vazio

Pois bem, a isto chama-se gestão de emoções e desafios. Mais fácil para uns. Bem difícil para outros.

Olhar para o desafio, perceber o que se pretende trabalhar em nós, no nosso interior e ultrapassar é bem mais exigente do que o lamento. Este último é extenuante e não nos permite andar para a frente, não permite a superação de nós próprios.

A boa notícia é que existem ferramentas que nos ajudam a aprofundar um pouco mais as razões pelas quais isto acontece, de modo a que possamos treinar esta gestão de nós próprios e reverter as situações: uma dessas ferramentas é o “código energético“, que existe em cada um de nós (tal como o ADN), e a outra a “numerologia”, que funciona como que uma “calculadora” que ajuda a traduzir este código.

Então o que podemos descobrir numa sessão de numerologia?

O estudo numerológico tem como objetivos principais orientar e contextualizar a nossa caminhada e percurso pessoal, permitindo-nos perceber o porquê de determinadas características, como potenciar as nossas capacidades, as diferentes fases que vivenciamos e respectivos desafios.

Numerologia

O estudo numerológico é um diagrama da nossa vida, significa ter o nosso “mapa geográfico”.

Não são seguramente os números-chave do euromilhões! Ou melhor, na verdade são, mas a chave de cada um de nós. Aquela que nos permite conhecer o código energético que vai ajudar a interpretar melhor os nossos padrões comportamentais e consequentemente ajudar a desbloquear e trabalhar em nós a forma como gerimos as nossas emoções.

Em numerologia o número 8 traduz a ideia de realização, de concretização. Pois então aqui fica o desafio para “concretizarem” uma sessão de numerologia e descobrirem o que está no vosso código energético!

“Nós navegamos na vida através de um oceano de números.”
Albert Einstein

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Fotografias: D.R.

pessoa na praia

A BOA ENERGIA DA PRAIA.

RITA

Quando falamos em Reiki, estamos a falar da ligação da energia do Universo (Rei) à nossa energia individua (Ki). E se é verdade que em terapia trabalhamos esta ligação numa óptica de “cura” e de desenvolvimento / crescimento individual, também é verdade que esta troca de energia pode estar presente no nosso quotidiano, de forma mais ou menos intensa.

Assim, e para trazer para o concreto, nada como ter exemplos de situações em que nós próprios podemos promover esta troca, e disfrutar da boa energia que isso nos traz.

A praia é um excelente exemplo disso. Quantas vezes associamos uma ida à praia ao bem-estar, ao relaxar, ao “carregar baterias”, à boa energia que o contacto com o sol e o mar nos proporcionam?

Pois, confirmo! E não, não é por acaso…!

A boa energia da praia

A boa energia da praia

A praia não é uma terapia orientada, mas funciona de forma terapêutica e momentos terapêuticos deveriam ser obrigatórios na nossa rotina, pois proporcionam bem-estar e, como tal, equilíbrio. Na praia ligamos-nos è energia do universo, permitindo-nos parar e receber.

A presença dos elementos água, ar (vento), terra (areia) e fogo (sol), relacionam-se de forma direta com os nossos chacras (vórtices energéticos) , daí o nosso bem-estar na praia.

Ora, imaginemos: final de tarde, estendidos na toalha, sem vento, o sol a fazer-se sentir q.b., suave de modo a que o mergulho não seja uma exigência e suficiente para que a toalha não tenha que cumprir a função de tapar os ombros…

Fechamos os olhos e sentimos o sol a aquecer o corpo, o som do mar e todas as vozes que se sobrepõem umas às outras como barulho de fundo, servem de embalo até entrarmos no “lusco-fusco”, em que a sensação de descontração e leveza se sobrepõe a tudo o resto e se entranha em nós.

No momento em que corpo descansa na toalha, ligamo-nos à energia da terra e fazemos uma troca: a terra (areia) recebe a energia que nos traz peso, que é desnecessária, que nos traz pensamentos repetidos e frenéticos à cabeça, proporcionando, juntamente com os elementos da natureza (sol e mar), um cenário sensorial que de forma harmoniosa convence a mente a parar enquanto o sol nutre. Qual de nós não experienciou este momento, esta ENERGIA da praia? Sorriso no rosto, menos peso nos ombros e a expresssão “que saudades” é possivelmente a informação que o vosso cérebro vos transmite.

O mais interessante é que o tempo durante o qual perdura esta sensação pode variar, cinco, trinta minutos, uma hora… independentemente disso, o que imprime é uma sensação revitalizante, de nutrição, o tal “carregar baterias”.

E não, não é mesmo por acaso. As baterias carregam, quando deixamos que a “natureza” trate de nós, quando nos “ligamos” enquanto receptores e emissores de energia.

A terra liga-se ao nosso primeiro chacra que é responsável por nos trazer vitalidade, pela nossa estabilidade e segurança. A água (mar) com o segundo chacra, que diz respeito à nossa vontade e ao modo como vivemos os relacionamentos. O fogo (sol) com o terceiro chacra, a forma como gerimos as nossas emoções, considerado o fogo “digestivo” na medicina tradicional chinesa. E o ar com o amor incondicional, compaixão e equilíbrio.

Assim, quando estiver na praia, desligue a mente, sinta o sol no corpo, a areia nos pés, ouça o mar e inspire e expire dez vezes de forma calma e profunda.

Aproveite os dias na praia para se nutrir!

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Fotografia Zito Colaço (Pinus pinea Arriba Fóssil da Caparica)

“SÓ POR HOJE…”

RITA

Falar de um tema sem saber a origem e um pouco da sua história é como “apanhar um filme a meio”, fica a sensação de que falta a introdução, fundamental para termos uma visão mais abrangente.

Quantas vezes nos acontece “ouvir falar” de certas temáticas e não saber como surgiram, de onde vêm, qual a sua história… é algo tão enraizado que nem nos apercebemos no dia a dia.

Assim, e por esta mesma razão, como quem conta um conto, vou partilhar a história do reiki…Enquadrar o Reiki no espaço, no tempo e no “globo terrestre” é muito importante, tendo em conta que, embora não corresponda à realidade, esta terapia surge como um “boom” num período temporal curto, como tal é bem possível que várias questões “saltem como pipocas”…. “será uma moda?” “de onde surgiu?”.

Iniciando o conto, vamos olhar para o Reiki como uma árvore, com um tronco largo e com umas raízes imensas, porque é algo praticado em diversas culturas e diferentes partes do nosso globo (China e Índia) há já muito tempo e por isso com um cunho milenar tão presente.

Esta “cura” pelas mãos é transmitida também nalguns textos cristãos e budistas tornando evidente a imposição de mãos e energia que circula através das mesmas.

Apesar do Reiki ter uma história longa, tal como as suas raízes, foi necessário que alguém desse a conhecer esta terapia, e eis que surge, no final do séc.XIX, o monje budista japonês. Mikao Usui, “pai” do Reiki. O interesse de Usui pela arte da imposição das mãos foi de talforma que viajou pelo Japão, Tibete e India para estudar mais esta prática.

Como em todas as histórias, há sempre uma parte que nos desperta mais interesse e curiosidade e a forma como Mikao Usui “descobre” como transmitir este ensinamento émuito curiosa. Usui praticou jejum e meditação durante 21 dias no Monte Kurama (Japão), local onde sentiu e estabeleceu a ligação da sua energia com a do universo. Assim surge a palavra Reiki:

Rei – significa sabedoria universal e refere-se à energia que mantém todas as coisas e tudo o que existe.

Ki – energia vital, individual, que flui em todos os organismos.

E a partir deste momento temos o Reiki abordado de forma mais organizada e com metodologias específicas. Do Japão até ao Ocidente…

Esta história viaja, como tantas outras, além fronteiras, e foi a senhora Hawayo Takata, de origem japonesa, que deu asas à terapia no ocidente e em 1938 o Reiki já tinha o Havai como cenário de fundo. A história do Reiki tem vários personagens, sendo que três são principais (Usui, Takata e Diane Stein). Se estabelecermos a comparação entre o Reiki e a árvore antiga eles “teceram” a história do Reiki, apresentando-a ao mundo, de modo a que a árvore alta com troncos largos e raízes enormes tão ligada à terra e à energia da vida, mas resguardada num monte escondido e distante, se tornasse vísivel e acessível a todas as partes do mundo e em tantas línguas.

 

Fotografia Zito Colaço (Ficus macrophylla)

Fotografia Zito Colaço (Ficus macrophylla)

Nos dias de hoje existem mais caminhos e orientações para quem quer fazer Reiki, sendo que o importante é perceber que, embora os percursos sejam diferentes, a essência é a mesma. Existem diferentes tipos de Reiki, mas a energia é vital e por isso comum a todos.

Os cinco princípios defendidos estão presentes em todos os tipos de Reiki, princípios que não defendem uma religião, mas uma filosofia de vida, que nos remetem para a importância do aqui e agora proporcionando um bem estar mental e físico no nosso dia-a- dia. Estes princípios fazem-nos pensar sobre a forma como vivemos a nossa vida, muitas vezes de modo desenfreado e a correr para tantas coisas, tantos sítios e tantos compromissos com o ponteiro do relógio sempre a ecoar no nosso ouvido, que nos esquecemos de viver o agora, só e apenas o que está a acontecer.

Tão fundamental é também esta partilha… no Reiki não há julgamentos, partilhando umensinamento de um monge budista… dava muitas vezes o exemplo de colocar as sandálias na cabeça, pois a cabeça e o cérebro deveriam ser idênticos no que diz respeito aos juízos de valor, ou seja, não julgar… interessante e divertida a imagem dos sapatos na cabeça.

Tão simples e de uma tranquilidade imensa, só por hoje pretende transmitir-nos bem estar e valorizar o que somos, o que temos e quem nos rodeia, permitindo ver a vida com o copo “meio cheio e não meio vazio”.

Só por Hoje…
Sou Calmo,
Confio,
Sou Grato,
Trabalho Honestamente,
Sou Bondoso.

Solo por hoy

Para grande felicidade de quem é terapeuta de Reiki, o facto desta terapia ser considerada como integrativa e complementar pela O.M.S. (Organização Mundial de Saúde), dá-nos alento para continuar este trabalho holístico que trata o ser humano como um todo. Hoje em dia o Reiki é aplicado em vários hospitais em diversos países, nomeadamente em Portugal, existindo terapeutas de Reiki que desenvolvem um trabalho conjunto com a medicina convencional na recuperação dos pacientes.

À semelhança de um conto, podemos terminar com a moral da história: se para aplicar o Reiki não é necessário nenhum instrumento, apenas as nossas mãos, porque não utilizar uma ferramenta tão preciosa e que está sempre connosco? Tão simples, como as grandes lições de vida…

“Há encontros na vida em que a verdade e a simplicidade são o melhor artifício do mundo”. Jean de la Bruyere

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REIKI

RITA

Não é por acaso que é uma terapia milenar.
E também não é por acaso que o Reiki é uma das terapias que integra os serviços do OmYou – Gabinete Holístico de Bem-estar.
Falar sobre Reiki é sempre um desafio, principalmente porque existe um conjunto de ideias pré-concebidas e bastante erradas acerca do assunto.

Vamos então por partes:
Antes de mais é fundamental desmistificar o conceito das “terapias alternativas”, que são, na sua essência, integrativas e complementares, uma vez que na nossa sociedade não crescemos a ouvir falar de energia de forma estruturada e explicada como acontece noutra áreas. Assim, é comum que não se entenda exatamente o que é e no que consiste a terapia de Reiki, tornando-se algo abstracto e pouco “palpável”.

É quase certo que o contacto com a palavra “energia” surge muitas vezes associada a algo “alternativo” e vêm-nos à memória histórias que experienciámos ou alguém vivenciou “fora da realidade”, ou da nossa capacidade de percepção associada à tão célebre expressão:  “No creo en brujas pero que las hay, las hay”.

Muitas destas histórias remetem-nos para a ideia de que vivemos uma vida concreta e tudo o que é alternativo ou energético é algo que acontece apenas em momentos específicos da nossa vida, como que desvinculado de nós: “aconteceu, foi estranho, não percebi e já passou. Ufa!”, correndo o risco de algumas destas experiências surtirem o efeito de curiosidade, querer perceber mais, ou do desapontamento da “charlatanice”.

Este cenário poderá não terá sido vivido por todos nós e, garantidamente, algumas pessoas que estão a ler este texto têm outra consciência e conhecimento do Reiki, mas como foi referido inicialmente, o objectivo é desmistificar esta terapia para quem não está familiarizada ou tem ideias erradas sobre ela.

Passemos então à fase seguinte: O que é então isso de “energia”, Reiki e afins..?!E o que é que acontece quando fazemos uma terapia?

Na verdade nós “somos energia”, energia que está presente e é manifestada em todos os momentos da nossa vida, de forma mais ou menos consciente.

Ao longo da nossa coluna vertebral, que é o nosso centro, temos sete “chacras”, a palavra chacra vem do sânscrito e significa “roda”, “disco”. São sete os principais chacras, dispostos desde a base da coluna vertebral até ao topo da cabeça e cada um está em correspondência com funções físicas, mentais e emocionais.

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O objectivo é que todos estes vórtices girem a uma velocidade permitindo que a energia flua, mas se um desses centros começa a diminuir a velocidade de rotação, o fluxo de energia fica inibido ou bloqueado trazendo consequências emocionais e físicas.

O Reiki identifica o estado em que se encontra cada um dos chacras e relaciona com as problemáticas, desafios de vida da pessoa e estado emocional e físico, pois cada um destes chacras tem “informação” acerca destes aspectos.

O Reiki explica de forma organizada como é que esta informação é lida e que significado tem na nossa vida de forma muito prática e concreta, sem ter a” tónica esóterica”.

Mas como é que isso se faz?

Simples: marca-se uma sessão, diz-se o nome e mais nada… e este “mais nada” é fundamental para que não exista a sensação de que o terapeuta de Reiki “deduziu alguma coisa” por consequência de questões colocadas ou do que poderá ter sido dito antes do início da terapia.

Na prática, numa sessão de Reiki a pessoa tem apenas que se deitar, para que fique mais confortável. No entanto,o Reiki pode também ser aplicado com a pessoa sentada. Em qualquer das situações, só tem que fechar os olhos e respirar! Não é preciso tirar a roupa, não custa nada e é indolor.

Esta terapia é realizada através da colocação das mãos do terapeuta (a uma curta distância ou com toques suaves) sobre a pessoa nos pontos específicos correspondentes aos chacras. No final da sessão existe uma conversa com o intuito de explicar à pessoa o que foi percebido na sessão e articulado com a sua realidade/vida.

Mas como é que se lê? As nossas mãos adivinham, falam connosco?!

As mãos têm pontos energéticos que são capazes de emanar e receber energia e fazer a leitura destes pontos energéticos, os tais “chacras”.

As mãos lêem energia?
Sim, exatamente…é isso mesmo…Olhemos para nós para perceber um pouco melhor…

No nosso dia-a-dia e ao longo da nossa vida sentimos as alterações energéticas em nós e nos outros, no entanto explicamos as mesmas com expressões relacionadas às emoções, como por exemplo: “hoje estás tristonho, estás em baixo..ou estás com uma alegria, que disposição…que dia esquisito, parece que tudo corre mal…a tão conhecida expressão: que fase da vida complicada, tudo acontece…”.

A nossa energia “fala”e até “grita”em determinados momentos, só precisamos de aprender a sua linguagem.

Quem de nós nunca viveu situções em que estamos com outras pesoas e, mesmo sem existirem palavras, conseguimos sentir a pessoa, se está bem ou não, a sensação de “não gostar” de alguém num primeiro encontro ou de simpatizar com alguém, e/ou “paixão” à primeira vista, em que sentimos que somos “empurrados” para ir ter com determinada pessoa…

Sim, o Reiki é de uma sensibilidade extrema e permite-nos a tomada de consciência da nossa energia e como ela se manifesta na nossa vida em situações muito concretas, pálpaveis e não apenas como experiências esotéricas “fora da realidade”.

Hummm…ficou um pouco vaga a explicação?!

Porque não experimentar fechar os olhos e sentir, feche os olhos por dois minutos e sinta a respiração, a agitação interior, sem pensar, dois minutos apenas e “sinta-se” em vez de pensar.

Ok…então e porquê fazer uma sessão de reiki? Basta fechar o olhos e sentir-me certo?!

A necessidade do Reiki surge, mais uma vez, no sentido de aprendermos a ler a nossa energia e a interpretá-la, pois na verdade não estamos habituados a sentir a energia de forma consciente. Como tal, o terapeuta surge no sentido de trazer “terra” a esta experiência, de a tornar pálpavel, concreta, fazendo a ligação entre o que sentiu na energia da pessoa ao longo da sessão para depois a ligar a exemplos práticos, sem que a pessoa tenha que dizer nada, até para que a própria possa validar a experiência e o que daí resultou.

O terapeuta de Reiki não é um “bruxo” mas sim um tradutor de energia. É alguém que estudou e praticou muito para que a leitura destas energia resulte numa terapia que ajuda qualquer pessoa, que traz orientações.

Estranho?! Talvez, mas desafiante não?! Arrisque, arrisque-se.
Na OmYou temos terapia.
Temos energia.
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espiritualidade

A RITA AQUI, ESCREVE SOBRE ISTO.

RITA

Já não é segredo que gostamos muito de fazer terapias na Om You e NÓS AQUI, temos a sorte da Rita Deus ir partilhar no nosso blog os seus conselhos, dicas e opiniões numa área que é tão interessante e que suscita tanta curiosidade – a Orientação Holística para o Bem-Estar, porque, já disse Seu Jorge –  o bom da vida é viver bem, estar bem, querer bem.

A Rita é formada em educação de infância com especialidade em educação especial e desenvolveu o seu interesse pelas áreas holísticas quando trabalhava com as crianças e respetivas famílias. Até que depois de conciliar as duas facetas dedicou-se totalmente às terapias e agora temos a oportunidade de saber um pouco mais sobre estas temáticas todas as semanas.

O OM You é um espaço para a realização destas sessões na margem sul. Como somos muito cuscas quisemos logo saber, a razão do nome “OM You”. Como trabalhei uma vida em publicidade, por “(de)feito de profissão” comecei logo a criar a justificação – porque foneticamente soa “Home You”, ou seja, “sentires-te em casa”, até porque foi essa a sensação que tive. Mas, a Rita acabou logo com o meu ar de “chica esperta”. Não, não é por aí!

OM significa Som do Universo, isto é, representa a energia no seu estado mais puro, a polaridade que em perfeita harmonia gera o equilíbrio e you: (para si próprio), experienciar a energia em si próprio na sua verdadeira essência. Convenhamos que é melhor, mais sustentado. Mas, a minha versão não é má e faz sentido!

Acompanhe-nos e saiba mais sobre estas terapias todas as semanas neste blog, perto de si.

To be continued

Marlene Gaspar

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AQUI, AINDA SE AMOLA.

ouvimos

Domingo, quase 10:00h da manhã. Ainda a espreguiçar quando ouvimos um som tão familiar que remete à nossa infância.

Reconhecem o som flauta de pã, utilizada pelos amoladores?

Este som saca-nos logo um sorriso e uma boa lembrança. Em casa comentámos que há muito tempo que não ouvíamos isto e que na nossa infância era muito frequente. Não é a primeira vez que ouvimos por aqui, mas contam-se pelos dedos as vezes que passou. Lamentavelmente, acho que é mais uma profissão em vias de extinção.

O som deixou de se ouvir e saí para fazer a minha corrida matinal. Absorta nos meus pensamentos, deparo outra vez com aquele som, que abafou o que vinha a ouvir nos “fones” e cruzo-me com o amolador na sua “clássica” bicicleta. Cumprimentei e ele respondeu simpaticamente e elogiou o estar a praticar desporto. Estava a “arrumar” o seu material de trabalho (leia-se a bicicleta com a “pedra afiadora” – não sei o nome correto para isso), quando volto para trás e pergunto se pode afiar uma faca que tinha lá em casa. Estávamos muito perto.

Nunca tinha pedido este serviço. As facas cá em casa nunca foram nada que alguém gabasse quando utilizam, pelo contrário. Como sou canhota, nunca tive muito crédito em casa para cortar o que quer que fosse, e nunca senti grande falta. Mas, quando vem cá alguém que usa as facas cá de casa, oiço sempre queixumes. Daí que resolvi experimentar.

Porquê?

Porque precisava e talvez porque quis recuperar aquelas lembranças que o som nos traz e valorizar este tipo de serviços que que se vão “perdendo”. Talvez tenha sido isso.

Depois das facas afiadas, pedi-lhe para tocar mais uma vez aquele som tão familiar. E lá veio novamente a flauta de pã dar música aos nossos ouvidos.

Recordar é viver.

Um bem-haja ao Sr. Diamante Lourenço por ter vindo amolar aqui para a Verdizela.
Onde é que ainda se amola?

Nós aqui temos amolador.
Nós aqui temos isto.

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NÓS AQUI, FAZEMOS TERAPIA(S). EPISÓDIO 2.

cuidamos2

10 da manhã e o meu telefone tocou:
– Bom dia!
– Do outro lado mais uma das vozes femininas que ouço diariamente. Era a Marlene.
– O que fazes sábado ao meio-dia?
– Nada!
– Então não marques nada, tens uma sessão de numerologia.
– O QUE É ISSO? Pergunto eu deste lado da linha…
– Vais gostar, acabei de sair de uma sessão de Reiki com a Rita e segundo ela a numerologia é a “cena” indicada para ti.

E a chamada desligou-se.

A minha cabeça começou a mil…. mas confesso que não fui investigar o que era, isto para que as minhas expectativas fossem nulas quanto a esta sessão que tão carinhosamente foi agendada na Om You.

E lá fui eu, sábado, apressada, o meu estado normal, para uma sessão de numerologia.

Toquei à campanha, abriram-me a porta, apresentei-me e entrei. A descrição do espaço a Marlene já o fez no episódio 1, não me vou repetir, mas assino por baixo. (releia o episódio 1 aqui).

Entrei numa sala, descalça, e sem saber a razão deixei o meu relógio em cima de uma cómoda mesmo à entrada. Não sei porque, sentia aquele peso ali no pulso…

Entrei calada eis que não quando o Alberto, sim, o rosto simpático que me recebeu, faz-me uma pequena introdução ao que eu ia e começa a debitar informação sobre a minha pessoa… é importante referir que ele apenas sabia a minha data de nascimento e o meu nome completo. Nunca me tinha visto na vida.

Racional, Pragmática, Céptica, Visionária, começa a descrever-me ao pormenor… e quando digo em pormenor não estou a exagerar, desde a forma como lido com a minha família, com os meus amigos, profissionalmente, a forma como gosto que os outros me vejam e o que deixo transparecer para os outros… mil e uma palavras soltas sobre como sou… quase assustador mas ao mesmo tempo muito curioso, porque tudo batia certo.

A certa altura e com base nos números, referiu-me momentos que foram marcantes nas 3 das 4 fases da minha vida.  Claro que acabamos sempre por relaciona-las com algo que nos aconteceu, mas a verdade é que aconteceram mesmo, e nós sabemos quais foram, tenham sido bons ou maus momentos. Não deixaram de ser momentos marcantes que iremos para sempre ter guardados naquela caixinha que abrimos apenas de vez em quando, ou quanto nos relembram…

Confesso que me surpreendeu quando me disse: “a tua vida deu uma volta muito grande nem há 1 ano” e a verdade é que deu mesmo, mas ele não sabia, ele e todos aqueles que me rodeavam… já tinha passado quase 1 ano, mas ninguém se lembrava. “Não sei o que estás a preparar, mas vem aí algo muito em grande para ti” “vens de um número duplo, mas tens aqui um ainda mais forte”.  Como é óbvio adoramos ouvir todas as coisas boas que nos contam, mas de facto este último ano passou a correr com alguns altos e baixos e baixos, onde ele, que não me conhecia, quase que os descreveu…

Passaram quase 2 horas, não desvendei nada da minha vida, aliás quase que nem abri a boca. No fim, ele diz-me que eu carrego energias no mar (ele não sabe que sou mergulhadora, ainda não éramos “amigos” no facebook) e eu digo-lhe “olha já que falas nisso tenho uma história recente muito gira passada no mar” diz ele imediatamente ”com os peixes é diferente…” foi aí que fiquei completamente desarmada. Tinha tido há muito pouco tempo uma situação curiosa com um peixe na minha última viagem de mergulho, mas ele não sabia, aliás ele não sabia NADA da minha vida.

Se ainda houvesse algumas dúvidas, caíram todas por terra.
É verdade que estávamos ambos na mesma bolha, mas como é que é possível?
Saí dali sem palavras, sai dali a achar que o Alberto tinha vivido a vida inteira no meu umbigo e eu nunca tinha dado por isso… é estranho, é, mas é verdade.
Hoje olho para trás com a nítida noção que nada nos acontece por acaso. Ainda bem que atendi aquela chamada às 10 da manhã, não é que a minha vida tenha mudado, não, ele não nos diz os número do euromilhões, mas a forma como ele me descreveu foi tão real que levou-me a olhar para as coisas e para as mais diversas situações de uma outra forma. Valeu cada minuto.

Sorri, agarrei no meu relógio e saí.
Ficou um abraço por dar, mas ele já me tinha “tocado” nos sentimentos q.b.

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Nós aqui gostámos muito.
Nós aqui fazemos terapia(s).
Nós aqui temos isto.

Catarina Laborinho

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NÓS AQUI, FAZEMOS TERAPIA(S). EPISÓDIO 1.

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Como já contámos aqui no nosso blog, adoramos ser surpreendidas com novas descobertas aqui, na nossa Lisbon South Bay. E, tivemos mais um “efeito uau” no nosso propósito! Curiosamente, foi-nos “apresentado” por alguém de quem gostamos muito que não é, nem vive aqui, na margem sul! No entanto é cá que vem, semanalmente “tratar do corpinho”.

Bom, mas deixemos o suspense para contar a história. O nosso amigo Pedro Couceiro, que não precisa de apresentações, mas nunca é demais referir que com mais de 20 anos de carreira é um dos mais internacionais pilotos portugueses. Sim, Pedro não vamos falar da tua carreira musical, porque “Eu já namoro” (desculpa, não resistimos…), vem todas as semanas a Almada fazer…massagens.

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E, eis que o Pedro me liga a perguntar se conheço o Om You – o Gabinete Holístico de Bem Estar no Centro Sul. Respondi “Oi’!?”, mas para não dar parte fraca, afinal quem sabe tudo o que se passa na margem sul somos nós, respondi:

–  “Ainda não”.

O Pedro tratou logo de resolver essa questão. Pôs-me em contacto com a Rita Deus, uma das proprietárias do espaço. Sim, porque este é o local de eleição para as suas massagens e vem da margem norte semanalmente só para isso! Claro que tínhamos de ir conhecer.

A primeira grande descoberta é que o Om You é muito mais que um espaço onde se fazem massagens. É um espaço onde se fazem terapias como o reiki, numerologia e quirologia, libertação de cordas, leitura de cartas holística e afins. Mais uma vez a pergunta:

“Oi”? E isso é o quê?! Expliquem lá isso como se eu tivesse 4 anos?!

A Rita com toda a tranquilidade que a carateriza começou a desmistificar estas questões e com (muito poucos, diga-se a verdade) dados que lhe dei recomendou-me, a mim, uma sessão de reiki, (reiki significa energia vital do universo). Não posso dizer que sou uma expert no tema, nem lá perto, mas há uns anos atrás fiz umas sessões e até acabei por fazer a iniciação ao reiki. Experimentei por sugestão de quem me fez e resolvi aceder numa ótica de descrença e de curiosidade no que é que ia dar, mal não ia fazer! Gostei. Gostei principalmente de não se ter de fazer absolutamente nada (entenda-se esforço, porque tudo o que sabe/faz bem é muito exigente!). O reiki não. Basta fechar os olhos e confiarmos nas mãos da Rita (e quem tem Deus no nome, só pode ser de confiança) para recebermos boas energias.

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Achando que já sabia “ao que ia”, ao chegar ao espaço fiquei agradavelmente surpreendida com a sua neutralidade e minimalismo. A imagem que tinha dos espaços onde se realizam sessões de reiki são preenchidas com muita cor (as cores dos chacras), com deusas e “mãos abertas de onde saiem raios de luzes”! Imagens esotéricas. São imagens com as quais não me identifico e, que me fazem ficar “de pé atrás”. O efeito minimalista deste espaço, transmitiu-me precisamente o contrário.  É um espaço clean e acolhedor.

Depois da sessão senti-me muuuuuuito bem! A Rita ficou a conversar um pouco comigo sobre o que ela sentiu e falámos sobre mim, sobre o meu ser, a minha essência, a minha forma de estar, de agir. Falámos sobre o meu EU como nunca tinha falado com ninguém! Eu tinha acabado de conhecer a Rita, mas a Rita parecia que me conhecia desde que eu saí da maternidade (na altura do meu nascimento, não pensem que foi do das minhas filhas! Mais uma piada fácil a que não resisti! Desculpem!).

Foi tão bom! Foi um momento “Coca-Cola”, ou seja, estranha-se depois entranha-se. Tomar consciência de algumas características e efeitos que o nosso percurso teve e terá devido à nossa essência ajuda-nos a aceitarmos, a compreendermos e a tranquilizarmos algumas preocupações desnecessárias. Aquela sessão trouxe-me leveza, paz de espírito e sobretudo bem-estar. Um bem-estar de bem com a vida, com o mundo, comigo. Descobri facetas e constatei factos que “estavam cá”, mas que não os queria enxergar! Agora, que os encontrei, ficou tudo mais fácil de entender. Eles fazem-me sentir orgulhosamente consciente do meu percurso. É muito difícil descrever esta experiência, mas é uma espécie de “cena” libertadora. Não a sei explicar, não a compreendo totalmente e não a posso concretizar, porque também não vos acrescenta nada saber sobre essa intimidade que até então não me era assim tão íntima! O que posso descrever é que saí melhor do que entrei. Senti-me muito bem, tranquila, relaxada. Senti-me livre. Eu amo a liberdade.

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E perguntam vocês, mas se já tinhas feito qual a novidade?

Tudo! A começar pelo espaço e, principalmente, pela Rita. A  Rita é formada em educação de infância com especialidade em educação especial e desenvolveu o seu interesse pelas áreas holísticas quando trabalhava com as crianças e respetivas famílias. Até que depois de conciliar as duas facetas dedicou-se totalmente às terapias. E, isso, faz toda a diferença. A formação, a aptidão, a experiência torna tudo mais claro, tangível e real. A sessão que fiz com a Rita foi muito mais profunda e esclarecedora do meu ser. Para além do me fazer sentir bem, ajudou-me a aceitar e, isso faz TODA a diferença. Foi uma “cena mais profissional”. Se fazer terapia é isto, contem comigo.

Tenho contado esta minha experiência muitas vezes, pois o que é bom e nos faz bem é para partilhar. Gostava que as pessoas tivessem a oportunidade de experimentar para terem este sentimento de libertação, tranquilidade e bem-estar.

A Catarina fez com o Alberto, o outro proprietário do espaço, uma sessão de numerologia. E, sobre essa, só ela pode falar. Nós aqui, estamos ansiosas por ler e saber. Brevemente, neste blog, perto de si.

Nós aqui, sentimo-nos bem com isto. Por isso, muito obrigada à Rita e ao Alberto por este convite e, ao Pedro Couceiro, claro está, por nos ter dado a conhecer mais um espaço digno de palco da nossa margem sul.

Nós aqui fazemos terapia(s) e gostamos.
Nós aqui, temos isto.

Contactos:
gabineteomyou@gmail.com
933393738 – Alberto Azevedo
963417455 – Rita Deus

Cabaz do Peixe

CABAZ DO PEIXE EM SESIMBRA, PALMELA, ARRENTELA | SEIXAL.

degustamos

Sesimbra é Peixe e agora Palmela, Arrentela | Seixal também são. Para promover a pesca artesanal e as espécies menos valorizadas e fazer chegar ao consumidor peixe fresco a um preço mais acessível a Associação de Armadores de Pesca Local e Artesanal do Centro e Sul promove o Cabaz do Peixe.

O cabaz tem o valor único de 20 euros, com cerca de três quilos, e inclui três ou mais espécies. Entre as disponíveis, pode indicar três que não pretende receber. O peixe é entregue amanhado e o pagamento é feito no ato da entrega.
E onde e quando é que podemos adquirir este cabaz?

Sesimbra
Moagem de Sampaio, junto à rotunda de Santana
Sextas, das 17 às 19h
(encomendas até às 14 horas de quarta-feira)
Rua Pedro Álvares de Cabral, junto à Junta de Freguesia da Quinta do Conde
Quintas, das 17.30 às 19h
(encomendas até às 14 horas de terça-feira)

Palmela
Espaço Fortuna Artes e Ofícios
Sábados, das 10.30 às 12h
(encomendas até às 14 horas de quinta-feira)

Arrentela / Seixal
Largo 25 de Abril, junto à Junta de Freguesia da Arrentela
Quartas-feiras, das 17.30 às 19h
(encomendas até às 14 horas de segunda-feira)

 

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O Cabaz do Peixe tem como parceiros a Câmara Municipal de Sesimbra e a DocaPesca e o apoio e colaboração da Mútua dos Pescadores, da Associação para o Desenvolvimento Rural da Península de Setúbal e da Liga para a Proteção da Natureza.

Nós aqui temos Cabaz do Peixe.
Nós aqui temos isto.