MEET MINI

MEET MINI NA COSTA DA CAPARICA COM CONCERTO

andamos

O MEET MINI na Costa da Caparica, por trás do restaurante o Barbas continua até ao fim do dia. Além de poderes sentar-te ao volante dos vários modelos, a MINI tem mais surpresas para ti.

A última #StayOpenSunsetSession do roadshow #meetMINI2016 é hoje na Costa da Caparica e está a cargo das rimas de ProfJam.

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Mostra que és um verdadeiro MINIac e MEET MINI, porque as melhores relações são para sempre.

Sabe mais em www.meetMINI.pt, até já e BE MINI.

Nós aqui temos MEET MINI.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fotografia de capa: Zito Colaço

Medo para que te quero?

MEDO PARA QUE TE QUERO?

RITA

O medo, sensação reconhecida por todos nós desde tenra idade, expressa-se em diferentes tipos e níveis, que pode ir desde uma ligeira ansiedade ou desconforto até ao pavor total. O nosso organismo também apresenta respostas diferentes de acordo com a intensidade do medo, estado emocional que resulta da consciência de perigo ou ameaça, reais ou imaginários. A fuga, literal ou não, é um comportamento comum, tendo em conta que o medo desperta sensações desagradáveis.

O medo relaciona-se com o primeiro chacra (vórtice energético), localizado na base da coluna vertebral e denominado de Muladhara, que significa base, fundamento e suporte. O elemento associado a este chacra é a Terra que relaciona-se com a parte física, justificando as reacções que ocorrem no corpo perante uma situação de medo como o coração acelerado, as mãos frias e suadas, a boca seca, entre outras.

Medo para que te quero?O primeiro chacra é responsável pela nossa vitalidade. Em equilíbrio permite-nos ter a coragem, estabilidade e segurança por outro lado, quando em desequilibrio origina a insegurança e o medo. Mas o medo não surge somente para nos assustar, assume também um carácter protector, uma vez que é uma sensação de alerta de extrema importância para a sobrevivência, principalmente para o ser humano, evitando que nos coloquemos em situações de risco.

Assim, a existência do medo torna-se fundamental, mas com conta, peso e medida, pois quando em excesso, impede-nos de tomar decisões, de avançar, de dar passos imortantes.

Se fosse possível personificar o medo, diria que é aquele senhor que se assemelha a um hóspede não desejado que entra sem pedir licença e quando menos esperamos. De repente simplesmente se instala.

O que podemos fazer para que o medo não nos atormente, como podemos pedir gentilmente que saia de onde não é desejado?

A razão pela qual as pessoas sentem medo de coisas diferentes e têm também reacções diferentes tem que ver com os registos energéticos que exitem em cada um de nós.

“Conhecer o medo” exige disponibilidade da nossa parte, uma vez que mexe com as nossas inseguranças, com os nossos receios primários. Perceber a sua origem permite-nos lidar com a problemática que está inerente e isto é possível através da terapia de Reiki.

Os factores que desencadeiam o medo ficam registados no nosso chacra base, como tal trabalhar a nossa energia é fundamental. A terapia de Reiki ( (Rei = Universal, Ki = energia) enquanto terapia holística, harmoniza a energia do chacra permitindo descortinar os acontecimentos e sensações que nos fazem sentir inseguros e que nos levam a ter determinadas reacções.

A grande mais valia do trabalho energético é actuar na nossa fonte energética, libertando memórias desnecessárias que limitam o nosso percurso.

Afinal não é necessário ter tanto medo do medo, basta conhecê-lo bem!

Rita Deus

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StartUPs

NÓS AQUI, FALAREMOS DE COMUNICAÇÃO PARA STARTUPS. 3 JUNHO.

falamos

A #WebinarWeek, fruto de uma parceria entre o Expresso Emprego e a Neves de Almeida | HR Consulting, está de volta para uma quarta edição. Nos dias 30 de maio, 1 e 3 de junho de 2016, poderá explorar os seus conhecimentos em três novos temas, e manter-se a par das tendências.

O Lisbon South Bay blog tem como uma das missões apoiar o empreendedorismo e o emprego e formação. E é com muito orgulho (e muitos nervos!) que vou apresentar o webinar, numa ação conjunta com a Say-U Consulting – Comm 101 to 360: O Bê-á-Bá da Comunicação para StartUPs — a resposta para lidar com os desafios da comunicação no contexto de uma StartUP e criar buzz à volta de um produto ou serviço sem gastar uma fortuna.

É já no dia 3 de junho às 14h e para mais informação sobre este webinar e como participar, clique aqui.

Nós aqui temos ação de formação.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

mãos

DÁ-ME A TUA MÃO, DIR-TE-EI QUEM ÉS!

RITA

A imagem da senhora que lê o futuro na palma das mãos está presente em muitos de nós. A senhora que, ao abrir a mão, despertava curiosidade na pessoa mais ou menos crente, alguém que dizia se existiria sorte ou azar no amor, o número de filhos, o sucesso nos negócios e se a saúde era “de ferro”…

A popular Quiromancia, do grego quiro (mão) e mancia (adivinhação), é algo que praticamente não é utilizado, uma vez que o verdadeiro objectivo de uma leitura de mãos não é adivinhar o futuro. Quirologia é o termo correcto, do grego quiro(mão) e logia (estudo), que se baseia no estudo e interpretação dos sinais existentes em ambas as mãos, com o intuito de analisar e representar a pessoa.

Se fecharmos os olhos e palparmos a mão de alguém, ou mesmo a nossa, conseguimos sentir as diferenças e as características das mãos: mais suave ou mais áspera, mais fina ou mais grossa, mais longa ou mais curta, mais quente ou mais fria, mais “fofinha” ou mais rija.

Estudar e ler a palma das mãos é uma tarefa semelhante a um jogo de Mikado, pode parecer-nos confusa a forma como iniciamos a sua desconstrução, uma vez que existem várias linhas interligadas entre si e no cruzar de algumas surgem sinais, como que caminhos, uns mais vincados do que outros. É por isso necessário um olhar atento a todos os pormenores, um “olho clínico” eu diria, para que estas linhas consigam ser devidamente interpretadas.

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A análise da mão tem em conta a sua forma, os dedos, a temperatura, as linhas e sinais. Em Quirologia as mãos têm funções diferentes, sendo uma denominada como “mão activa” (a direita, no caso dos dextros e a esquerda no caso dos canhotos) e a outra como “mão passiva”. A primeira ajuda-nos a perceber como estamos a lidar com a vida, com o consciente e a última, a mão passiva, traduz o campo da reflexão, do privado, bem como registos de infância.

As linhas e formas da mão podem ter alterações ao longo da vida consoante as nossas acções. A leitura das mãos permite deslindar o “mundo interior” de cada um e compreender os desafios que surgem ao longo da vida possibilitando deste modo orientar a pessoa tornando as opções cada vez mais conscientes.

A leitura das mãos é tão rica que é comum ser realizada nas consultas de numerologia e astrologia, uma vez que são informações complementares.

As mãos são expressivas, comunicativas e, até mesmo para quem não é um quirólogo (especialista em leitura de mãos), é possível perceber o tanto que “dizem” de nós. A postura das mãos, no nosso dia-a-dia, diz muito de nós pois traduz a forma como nos sentimos, como somos – ansiosos, nervosos, felizes… Nas mãos circula energia existindo um chacra (vórtice energético), razão pela qual as mãos dão e recebem.

A partir de hoje esteja atento às suas mãos. O que será que elas dizem de si? Nada como uma sessão de Quirologia para descobrir o que cada um desses traços representa! Começamos com um aperto de mão?

Rita Deus

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cartas

A VIDA NUM BARALHO DE CARTAS.

RITA

Conhecido como as “cartas que adivinham o futuro”, é importante desmistificar o que é o tarot e como funciona.

Não, a leitura de cartas não implica o uso de um turbante. E não, não é nenhum truque de magia!

A origem do Tarot é longínqua, difícil de situar no tempo, tal como o significado da palavra, uma vez que foi algo praticado por diferentes culturas em diferentes momentos da nossa História. A definição de Tarot mais conhecida deriva do Egipto: TAR “Caminho” e RO, ROS e ROG (rei ou real) “Caminho Real da Vida” ou “Estrada da Vida”.

O Tarot é composto por 78 cartas, conhecidas por Arcanos, palavra com origem no latim e que significa segredo. Os Arcanos oferecem uma leitura de símbolos e arquétipos ancestrais que reproduzem imagens e mensagens. O tarólogo tem a função de decifrar estes códigos que se lhe apresentam. A par destes códigos existem também os números das cartas, que no seu todo assumem um significado específico ligado à numerologia.

Confesso que a leitura das cartas é  para mimuma área apaixonante por dois motivos: o primeiro prende-se com o facto de, após vários anos de trabalho, ainda me continuar a surpreender pela informação transmitida pelas cartas, e o segundo, pela dedicação e estudo constante que esta área requer, exigindo que o cérebro construa constantemente puzzles e resolva quebra-cabeças de forma a desvendar uma história, que não é mais nem menos que a história de vida de alguém.

Então o que podemos esperar de uma consulta de Tarot?

Numa consulta o tarólogo explora diferentes temáticas relacionadas a aspectos da vida e da personalidade, sendo que é possível a pessoa colocar também questões sobre assuntos que  deseje desenvolver e clarificar.

A leitura das cartas permite uma ligação a uma sabedoria interior e a um conhecimento profundo e sendo mágica não é uma magia.

Integrar o Tarot na nossa vida é abrir um livro de conhecimento tão enriquecedor que nos permite caminhar nas várias direcções do nosso ser e da nossa evolução. O tarot não “adivinha” o futuro, funciona como um guia e orientador.

Vai uma cartada?

Rita Deus

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Fotografia: D.R.

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A ENERGIA DOS NÚMEROS “NEM 8 NEM 80!”

RITA

A nossa forma de estar e a necessidade de mudança é algo que está presente no nosso dia-a-dia, faz parte da nossa vida de forma mais ou menos consciente, mais ou menos intencional.

Não deixa por isso de ser curioso o facto de adoptarmos expressões no nosso quotidiano que se relacionam com a nossa forma de estar: o “passar do 8 ao 80”, numa óptica de mudança, o “estar feito num 8!” como sinónimo de mau estar e a inerente vontade de reverter esta situação…

Seja como for, todos nós temos os nossos dias, as nossas fases. E cada um de nós lida com estas situações de forma diferente: se há pessoas que gerem bem os desafios e conseguem ter uma “atitude positiva”, outras só se lamentam. Uns são mais optimistas, outros menos. Uns vêem o “copo meio cheio” e outros “o copo meio vazio”.

copo meio cheio meio vazio

Pois bem, a isto chama-se gestão de emoções e desafios. Mais fácil para uns. Bem difícil para outros.

Olhar para o desafio, perceber o que se pretende trabalhar em nós, no nosso interior e ultrapassar é bem mais exigente do que o lamento. Este último é extenuante e não nos permite andar para a frente, não permite a superação de nós próprios.

A boa notícia é que existem ferramentas que nos ajudam a aprofundar um pouco mais as razões pelas quais isto acontece, de modo a que possamos treinar esta gestão de nós próprios e reverter as situações: uma dessas ferramentas é o “código energético“, que existe em cada um de nós (tal como o ADN), e a outra a “numerologia”, que funciona como que uma “calculadora” que ajuda a traduzir este código.

Então o que podemos descobrir numa sessão de numerologia?

O estudo numerológico tem como objetivos principais orientar e contextualizar a nossa caminhada e percurso pessoal, permitindo-nos perceber o porquê de determinadas características, como potenciar as nossas capacidades, as diferentes fases que vivenciamos e respectivos desafios.

Numerologia

O estudo numerológico é um diagrama da nossa vida, significa ter o nosso “mapa geográfico”.

Não são seguramente os números-chave do euromilhões! Ou melhor, na verdade são, mas a chave de cada um de nós. Aquela que nos permite conhecer o código energético que vai ajudar a interpretar melhor os nossos padrões comportamentais e consequentemente ajudar a desbloquear e trabalhar em nós a forma como gerimos as nossas emoções.

Em numerologia o número 8 traduz a ideia de realização, de concretização. Pois então aqui fica o desafio para “concretizarem” uma sessão de numerologia e descobrirem o que está no vosso código energético!

“Nós navegamos na vida através de um oceano de números.”
Albert Einstein

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Fotografias: D.R.

pessoa na praia

A BOA ENERGIA DA PRAIA.

RITA

Quando falamos em Reiki, estamos a falar da ligação da energia do Universo (Rei) à nossa energia individua (Ki). E se é verdade que em terapia trabalhamos esta ligação numa óptica de “cura” e de desenvolvimento / crescimento individual, também é verdade que esta troca de energia pode estar presente no nosso quotidiano, de forma mais ou menos intensa.

Assim, e para trazer para o concreto, nada como ter exemplos de situações em que nós próprios podemos promover esta troca, e disfrutar da boa energia que isso nos traz.

A praia é um excelente exemplo disso. Quantas vezes associamos uma ida à praia ao bem-estar, ao relaxar, ao “carregar baterias”, à boa energia que o contacto com o sol e o mar nos proporcionam?

Pois, confirmo! E não, não é por acaso…!

A boa energia da praia

A boa energia da praia

A praia não é uma terapia orientada, mas funciona de forma terapêutica e momentos terapêuticos deveriam ser obrigatórios na nossa rotina, pois proporcionam bem-estar e, como tal, equilíbrio. Na praia ligamos-nos è energia do universo, permitindo-nos parar e receber.

A presença dos elementos água, ar (vento), terra (areia) e fogo (sol), relacionam-se de forma direta com os nossos chacras (vórtices energéticos) , daí o nosso bem-estar na praia.

Ora, imaginemos: final de tarde, estendidos na toalha, sem vento, o sol a fazer-se sentir q.b., suave de modo a que o mergulho não seja uma exigência e suficiente para que a toalha não tenha que cumprir a função de tapar os ombros…

Fechamos os olhos e sentimos o sol a aquecer o corpo, o som do mar e todas as vozes que se sobrepõem umas às outras como barulho de fundo, servem de embalo até entrarmos no “lusco-fusco”, em que a sensação de descontração e leveza se sobrepõe a tudo o resto e se entranha em nós.

No momento em que corpo descansa na toalha, ligamo-nos à energia da terra e fazemos uma troca: a terra (areia) recebe a energia que nos traz peso, que é desnecessária, que nos traz pensamentos repetidos e frenéticos à cabeça, proporcionando, juntamente com os elementos da natureza (sol e mar), um cenário sensorial que de forma harmoniosa convence a mente a parar enquanto o sol nutre. Qual de nós não experienciou este momento, esta ENERGIA da praia? Sorriso no rosto, menos peso nos ombros e a expresssão “que saudades” é possivelmente a informação que o vosso cérebro vos transmite.

O mais interessante é que o tempo durante o qual perdura esta sensação pode variar, cinco, trinta minutos, uma hora… independentemente disso, o que imprime é uma sensação revitalizante, de nutrição, o tal “carregar baterias”.

E não, não é mesmo por acaso. As baterias carregam, quando deixamos que a “natureza” trate de nós, quando nos “ligamos” enquanto receptores e emissores de energia.

A terra liga-se ao nosso primeiro chacra que é responsável por nos trazer vitalidade, pela nossa estabilidade e segurança. A água (mar) com o segundo chacra, que diz respeito à nossa vontade e ao modo como vivemos os relacionamentos. O fogo (sol) com o terceiro chacra, a forma como gerimos as nossas emoções, considerado o fogo “digestivo” na medicina tradicional chinesa. E o ar com o amor incondicional, compaixão e equilíbrio.

Assim, quando estiver na praia, desligue a mente, sinta o sol no corpo, a areia nos pés, ouça o mar e inspire e expire dez vezes de forma calma e profunda.

Aproveite os dias na praia para se nutrir!

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Fotografia Zito Colaço (Pinus pinea Arriba Fóssil da Caparica)

“SÓ POR HOJE…”

RITA

Falar de um tema sem saber a origem e um pouco da sua história é como “apanhar um filme a meio”, fica a sensação de que falta a introdução, fundamental para termos uma visão mais abrangente.

Quantas vezes nos acontece “ouvir falar” de certas temáticas e não saber como surgiram, de onde vêm, qual a sua história… é algo tão enraizado que nem nos apercebemos no dia a dia.

Assim, e por esta mesma razão, como quem conta um conto, vou partilhar a história do reiki…Enquadrar o Reiki no espaço, no tempo e no “globo terrestre” é muito importante, tendo em conta que, embora não corresponda à realidade, esta terapia surge como um “boom” num período temporal curto, como tal é bem possível que várias questões “saltem como pipocas”…. “será uma moda?” “de onde surgiu?”.

Iniciando o conto, vamos olhar para o Reiki como uma árvore, com um tronco largo e com umas raízes imensas, porque é algo praticado em diversas culturas e diferentes partes do nosso globo (China e Índia) há já muito tempo e por isso com um cunho milenar tão presente.

Esta “cura” pelas mãos é transmitida também nalguns textos cristãos e budistas tornando evidente a imposição de mãos e energia que circula através das mesmas.

Apesar do Reiki ter uma história longa, tal como as suas raízes, foi necessário que alguém desse a conhecer esta terapia, e eis que surge, no final do séc.XIX, o monje budista japonês. Mikao Usui, “pai” do Reiki. O interesse de Usui pela arte da imposição das mãos foi de talforma que viajou pelo Japão, Tibete e India para estudar mais esta prática.

Como em todas as histórias, há sempre uma parte que nos desperta mais interesse e curiosidade e a forma como Mikao Usui “descobre” como transmitir este ensinamento émuito curiosa. Usui praticou jejum e meditação durante 21 dias no Monte Kurama (Japão), local onde sentiu e estabeleceu a ligação da sua energia com a do universo. Assim surge a palavra Reiki:

Rei – significa sabedoria universal e refere-se à energia que mantém todas as coisas e tudo o que existe.

Ki – energia vital, individual, que flui em todos os organismos.

E a partir deste momento temos o Reiki abordado de forma mais organizada e com metodologias específicas. Do Japão até ao Ocidente…

Esta história viaja, como tantas outras, além fronteiras, e foi a senhora Hawayo Takata, de origem japonesa, que deu asas à terapia no ocidente e em 1938 o Reiki já tinha o Havai como cenário de fundo. A história do Reiki tem vários personagens, sendo que três são principais (Usui, Takata e Diane Stein). Se estabelecermos a comparação entre o Reiki e a árvore antiga eles “teceram” a história do Reiki, apresentando-a ao mundo, de modo a que a árvore alta com troncos largos e raízes enormes tão ligada à terra e à energia da vida, mas resguardada num monte escondido e distante, se tornasse vísivel e acessível a todas as partes do mundo e em tantas línguas.

 

Fotografia Zito Colaço (Ficus macrophylla)

Fotografia Zito Colaço (Ficus macrophylla)

Nos dias de hoje existem mais caminhos e orientações para quem quer fazer Reiki, sendo que o importante é perceber que, embora os percursos sejam diferentes, a essência é a mesma. Existem diferentes tipos de Reiki, mas a energia é vital e por isso comum a todos.

Os cinco princípios defendidos estão presentes em todos os tipos de Reiki, princípios que não defendem uma religião, mas uma filosofia de vida, que nos remetem para a importância do aqui e agora proporcionando um bem estar mental e físico no nosso dia-a- dia. Estes princípios fazem-nos pensar sobre a forma como vivemos a nossa vida, muitas vezes de modo desenfreado e a correr para tantas coisas, tantos sítios e tantos compromissos com o ponteiro do relógio sempre a ecoar no nosso ouvido, que nos esquecemos de viver o agora, só e apenas o que está a acontecer.

Tão fundamental é também esta partilha… no Reiki não há julgamentos, partilhando umensinamento de um monge budista… dava muitas vezes o exemplo de colocar as sandálias na cabeça, pois a cabeça e o cérebro deveriam ser idênticos no que diz respeito aos juízos de valor, ou seja, não julgar… interessante e divertida a imagem dos sapatos na cabeça.

Tão simples e de uma tranquilidade imensa, só por hoje pretende transmitir-nos bem estar e valorizar o que somos, o que temos e quem nos rodeia, permitindo ver a vida com o copo “meio cheio e não meio vazio”.

Só por Hoje…
Sou Calmo,
Confio,
Sou Grato,
Trabalho Honestamente,
Sou Bondoso.

Solo por hoy

Para grande felicidade de quem é terapeuta de Reiki, o facto desta terapia ser considerada como integrativa e complementar pela O.M.S. (Organização Mundial de Saúde), dá-nos alento para continuar este trabalho holístico que trata o ser humano como um todo. Hoje em dia o Reiki é aplicado em vários hospitais em diversos países, nomeadamente em Portugal, existindo terapeutas de Reiki que desenvolvem um trabalho conjunto com a medicina convencional na recuperação dos pacientes.

À semelhança de um conto, podemos terminar com a moral da história: se para aplicar o Reiki não é necessário nenhum instrumento, apenas as nossas mãos, porque não utilizar uma ferramenta tão preciosa e que está sempre connosco? Tão simples, como as grandes lições de vida…

“Há encontros na vida em que a verdade e a simplicidade são o melhor artifício do mundo”. Jean de la Bruyere

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REIKI

RITA

Não é por acaso que é uma terapia milenar.
E também não é por acaso que o Reiki é uma das terapias que integra os serviços do OmYou – Gabinete Holístico de Bem-estar.
Falar sobre Reiki é sempre um desafio, principalmente porque existe um conjunto de ideias pré-concebidas e bastante erradas acerca do assunto.

Vamos então por partes:
Antes de mais é fundamental desmistificar o conceito das “terapias alternativas”, que são, na sua essência, integrativas e complementares, uma vez que na nossa sociedade não crescemos a ouvir falar de energia de forma estruturada e explicada como acontece noutra áreas. Assim, é comum que não se entenda exatamente o que é e no que consiste a terapia de Reiki, tornando-se algo abstracto e pouco “palpável”.

É quase certo que o contacto com a palavra “energia” surge muitas vezes associada a algo “alternativo” e vêm-nos à memória histórias que experienciámos ou alguém vivenciou “fora da realidade”, ou da nossa capacidade de percepção associada à tão célebre expressão:  “No creo en brujas pero que las hay, las hay”.

Muitas destas histórias remetem-nos para a ideia de que vivemos uma vida concreta e tudo o que é alternativo ou energético é algo que acontece apenas em momentos específicos da nossa vida, como que desvinculado de nós: “aconteceu, foi estranho, não percebi e já passou. Ufa!”, correndo o risco de algumas destas experiências surtirem o efeito de curiosidade, querer perceber mais, ou do desapontamento da “charlatanice”.

Este cenário poderá não terá sido vivido por todos nós e, garantidamente, algumas pessoas que estão a ler este texto têm outra consciência e conhecimento do Reiki, mas como foi referido inicialmente, o objectivo é desmistificar esta terapia para quem não está familiarizada ou tem ideias erradas sobre ela.

Passemos então à fase seguinte: O que é então isso de “energia”, Reiki e afins..?!E o que é que acontece quando fazemos uma terapia?

Na verdade nós “somos energia”, energia que está presente e é manifestada em todos os momentos da nossa vida, de forma mais ou menos consciente.

Ao longo da nossa coluna vertebral, que é o nosso centro, temos sete “chacras”, a palavra chacra vem do sânscrito e significa “roda”, “disco”. São sete os principais chacras, dispostos desde a base da coluna vertebral até ao topo da cabeça e cada um está em correspondência com funções físicas, mentais e emocionais.

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O objectivo é que todos estes vórtices girem a uma velocidade permitindo que a energia flua, mas se um desses centros começa a diminuir a velocidade de rotação, o fluxo de energia fica inibido ou bloqueado trazendo consequências emocionais e físicas.

O Reiki identifica o estado em que se encontra cada um dos chacras e relaciona com as problemáticas, desafios de vida da pessoa e estado emocional e físico, pois cada um destes chacras tem “informação” acerca destes aspectos.

O Reiki explica de forma organizada como é que esta informação é lida e que significado tem na nossa vida de forma muito prática e concreta, sem ter a” tónica esóterica”.

Mas como é que isso se faz?

Simples: marca-se uma sessão, diz-se o nome e mais nada… e este “mais nada” é fundamental para que não exista a sensação de que o terapeuta de Reiki “deduziu alguma coisa” por consequência de questões colocadas ou do que poderá ter sido dito antes do início da terapia.

Na prática, numa sessão de Reiki a pessoa tem apenas que se deitar, para que fique mais confortável. No entanto,o Reiki pode também ser aplicado com a pessoa sentada. Em qualquer das situações, só tem que fechar os olhos e respirar! Não é preciso tirar a roupa, não custa nada e é indolor.

Esta terapia é realizada através da colocação das mãos do terapeuta (a uma curta distância ou com toques suaves) sobre a pessoa nos pontos específicos correspondentes aos chacras. No final da sessão existe uma conversa com o intuito de explicar à pessoa o que foi percebido na sessão e articulado com a sua realidade/vida.

Mas como é que se lê? As nossas mãos adivinham, falam connosco?!

As mãos têm pontos energéticos que são capazes de emanar e receber energia e fazer a leitura destes pontos energéticos, os tais “chacras”.

As mãos lêem energia?
Sim, exatamente…é isso mesmo…Olhemos para nós para perceber um pouco melhor…

No nosso dia-a-dia e ao longo da nossa vida sentimos as alterações energéticas em nós e nos outros, no entanto explicamos as mesmas com expressões relacionadas às emoções, como por exemplo: “hoje estás tristonho, estás em baixo..ou estás com uma alegria, que disposição…que dia esquisito, parece que tudo corre mal…a tão conhecida expressão: que fase da vida complicada, tudo acontece…”.

A nossa energia “fala”e até “grita”em determinados momentos, só precisamos de aprender a sua linguagem.

Quem de nós nunca viveu situções em que estamos com outras pesoas e, mesmo sem existirem palavras, conseguimos sentir a pessoa, se está bem ou não, a sensação de “não gostar” de alguém num primeiro encontro ou de simpatizar com alguém, e/ou “paixão” à primeira vista, em que sentimos que somos “empurrados” para ir ter com determinada pessoa…

Sim, o Reiki é de uma sensibilidade extrema e permite-nos a tomada de consciência da nossa energia e como ela se manifesta na nossa vida em situações muito concretas, pálpaveis e não apenas como experiências esotéricas “fora da realidade”.

Hummm…ficou um pouco vaga a explicação?!

Porque não experimentar fechar os olhos e sentir, feche os olhos por dois minutos e sinta a respiração, a agitação interior, sem pensar, dois minutos apenas e “sinta-se” em vez de pensar.

Ok…então e porquê fazer uma sessão de reiki? Basta fechar o olhos e sentir-me certo?!

A necessidade do Reiki surge, mais uma vez, no sentido de aprendermos a ler a nossa energia e a interpretá-la, pois na verdade não estamos habituados a sentir a energia de forma consciente. Como tal, o terapeuta surge no sentido de trazer “terra” a esta experiência, de a tornar pálpavel, concreta, fazendo a ligação entre o que sentiu na energia da pessoa ao longo da sessão para depois a ligar a exemplos práticos, sem que a pessoa tenha que dizer nada, até para que a própria possa validar a experiência e o que daí resultou.

O terapeuta de Reiki não é um “bruxo” mas sim um tradutor de energia. É alguém que estudou e praticou muito para que a leitura destas energia resulte numa terapia que ajuda qualquer pessoa, que traz orientações.

Estranho?! Talvez, mas desafiante não?! Arrisque, arrisque-se.
Na OmYou temos terapia.
Temos energia.
Temos isto e muito mais!

Nós aqui temos energia.
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espiritualidade

A RITA AQUI, ESCREVE SOBRE ISTO.

RITA

Já não é segredo que gostamos muito de fazer terapias na Om You e NÓS AQUI, temos a sorte da Rita Deus ir partilhar no nosso blog os seus conselhos, dicas e opiniões numa área que é tão interessante e que suscita tanta curiosidade – a Orientação Holística para o Bem-Estar, porque, já disse Seu Jorge –  o bom da vida é viver bem, estar bem, querer bem.

A Rita é formada em educação de infância com especialidade em educação especial e desenvolveu o seu interesse pelas áreas holísticas quando trabalhava com as crianças e respetivas famílias. Até que depois de conciliar as duas facetas dedicou-se totalmente às terapias e agora temos a oportunidade de saber um pouco mais sobre estas temáticas todas as semanas.

O OM You é um espaço para a realização destas sessões na margem sul. Como somos muito cuscas quisemos logo saber, a razão do nome “OM You”. Como trabalhei uma vida em publicidade, por “(de)feito de profissão” comecei logo a criar a justificação – porque foneticamente soa “Home You”, ou seja, “sentires-te em casa”, até porque foi essa a sensação que tive. Mas, a Rita acabou logo com o meu ar de “chica esperta”. Não, não é por aí!

OM significa Som do Universo, isto é, representa a energia no seu estado mais puro, a polaridade que em perfeita harmonia gera o equilíbrio e you: (para si próprio), experienciar a energia em si próprio na sua verdadeira essência. Convenhamos que é melhor, mais sustentado. Mas, a minha versão não é má e faz sentido!

Acompanhe-nos e saiba mais sobre estas terapias todas as semanas neste blog, perto de si.

To be continued

Marlene Gaspar

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