FonteTelha

VAMOS LIMPAR A FONTE DA TELHA? 28 abril. Por Marlene Gaspar

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Ou parte dela, vá. Que limpar a praia toda é um bocadinho over promise, mas vamos dar o nosso melhor e cada bocadinho conta. A Uma Causa Por Mês em Abril decidiu que o mês era da Fonte da Telha e quem sou eu para discordar.
Fiquei impressionada com as últimas imagens que vi do movimento de limpeza das praias, e como já contei aqui sou sensível à forma como muitos tratam o nosso planeta. A praia é um dos locais mais fantásticos que há e corre o risco de ser o meu lugar preferido, por isso não consigo entender como é que se enterra tudo na areia. Ele é o pacote das bolachas, ele é o do sumo, o da lata e a até beata. Malta, a beata parece uma coisa pequena, fácil de apagar e ops, ninguém viu e fica espetada na areia, certo? NOT. Demora anos a destruir-se e sejamos francos, não custa nada colocar naqueles cinzeiros portáteis que dão imenso charme. Uma coisa é certa, apagar a beata, enterrá-la devagarinho e depois tapá-la com o pé, é foleiro. É sujo, é destruidor. Não é bacano, não dá estilo, não é bonito.
A verdade é que os mares poluídos, carregados de plástico e afins poluentes são uma tragédia. Por isso, ajuda-nos a corrigir este flagelo, traz a família e até os mais pequenos. O que é preciso:
– boa vontade e boa disposição
– sacos para colocar o lixo que formos recolhendo ♻
– luvas para evitar pequenos acidentes
– proteção para o sol (óculos, boné, protector solar…)
– boa energia
– companhia (facultativo)

Podes inscrever aqui evento quem vai para estarmos no dia 28, das 10h às 12:30h a dar um pequeno grande contributo ao nosso planeta. 
Nós aqui temos limpeza da Fonte da Telha.
Nós aqui temos isto.
Texto: Marlene Gaspar
CorroiosGameofThrones

GAME OF THRONES EM CORROIOS? 3 a 6 maio. Por Marlene Gaspar

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Bom na verdade, este desafio é um pouco ambicioso, mas quando vejo que já está aí à porta mais uma Feira Medieval em Corroios – é já a 4ª edição, e isto põe o meu imaginário, que é bastante fértil (o que não é necessariamente bom) a viajar. E o meu imaginário transporta-me para um apaixonante episódio do Games of Thrones, onde eu posso pensar em viver um personagem e posso escolher o final. Embrulha George R. R. Martin que aqui eu quero, posso e mando. Calma, não estou a dar uma de Bruno de Carvalho (cruzes, credo!), mas aqui eu posso ir com o Jon Snow e o Ned Stark que para mim ainda está vivo. É como os campeonatos do Benfica, acreditar até quando não é matematicamente possível. Sim, ainda não consegui superar tamanho desgosto relativamente ao Ned Stark e por isso, a Feira Medieval de Corroios deixa-me ser eu a decidir o guião. Ah, e o Tyrion Lannister vai ser o rei da festa, ah se vai.

Por isso pensa bem, tens a oportunidade de seres um autêntico personagem do Game of Thrones ou do Robin Hood, ou da história de Pedro e Inês. Tu decides quem queres ser e como queres ser – uma verdadeira lenda de Corroois. Alinhas?

GameofThronesCorroios

Marca na agenda, de 3 a 6 de maio no Parque Urbano da Quinta da Marialva.

Nós aqui temos a Feira Medieval de Corroios.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fonte: CMS

CristoReiemazul

PORQUÊ QUE O CRISTO REI ESTÁ DE AZUL? 2 abril. Por Marlene Gaspar

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Estou a passar as vistas no mural do Facebook e deparo-me com esta pergunta da minha amiga Sandra Bizarro e também desconhecia a resposta.

CristoReiazul

CristoRei

E como há pessoas mais atentas do que eu nestas andanças, rapidamente se descobriu a razão, e eu rapidamente pedi autorização à Sandra para partilhar a novidade. Não, o Cristo Rei não estava de azul porque o Belenenses estava a ganhar, como li num comentário (mas gostei da analogia), mas sim, como forma de celebrar o Dia Mundial do Autismo – a 2 de abril. Este dia foi criado pela Organização das Nações Unidade desde 2007 para a conscientização acerca dessa questão.

No evento de 2010 a ONU declarou que, segundo especialistas, acredita-se que este transtorno de desenvolvimento atinja cerca de 70 milhões de pessoas em todo o mundo, afetando a maneira como esses indivíduos se comunicam e interagem. Em 2011, no Rio de Janeiro foi iluminou de azul o Cristo Redentor à semelhança de outros monumento e em Portugal, temos o nosso Cristo Rei (além de outras semelhanças que falámos aqui) e a Torre dos Clérigos.

Nós aqui temos a celebração do Dia Mundial do Autismo.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Foto e fonte: Sandra Bizarro

25abril

ABRIL CELEBRA-SE COM AUREA, ANJOS, GISELA JOÃO, IRMÃOS FEIST. Almada e Seixal. Por Marlene Gaspar

parabenizamos ISTO desporto 1

Abril, concertos mil. Já se sabe que é um mês de comemorações e se há coisa nobre e digna de celebração aos quatro ventos é a da liberdade. Todos os dia agradeço poder estar num país livre, que me permite escolher. E não pensem que isso é pêra doce, porque como diz esse grande block bluster que é o Homem-Aranha “com grande poder, vem grande responsabilidade”. E quando tomamos opções, somos livres de escolher temos que acartar com essas decisões, responsabilizarmo-nos por elas. E quando as coisas dão para o torto, pode ser uma grande chatice.

Quando escolhemos mal pode ser uma merda, mas ainda que seja, será sempre uma escolha nossa e essa liberdade é impagável.

Por isso, mais uma vez, estou aqui prontíssima para receber abril e o aniversário do 25 de Abril não é para ser passado em branco.

E temos vários motivos e concertos para celebrar. Ora tomem nota no Seixal: concertos dos Anjos e Irmãos Feist que sobem ao palco para apresentar Ontem, Hoje e Amanhã, Seixal Sempre!, um concerto que reúne os seus êxitos e uma viagem pelas músicas da revolução na noite do dia 24, na Praça 1.º de Maio, no Seixal.

Nelson e Sérgio Rosado

Anjos | Nelson e Sérgio Rosado. Foto: Joel Reis

Depois do fogo de artifício, que começa à meia noite, é a vez de Aurea atuar no palco instalado na frente ribeirinha do Seixal.

Mas calma os mais pequenotes não se apoquentem, porque ascelebrações dedicam um dia às crianças, a 22 de abril, domingo, com os espetáculos do Palhaço Companhia, às 15 horas, e As Canções da Maria, às ​16 horas, na Praça 1.º de Maio.

Já em Almada, temos no dia 24 de abril, às 22h na Praça da Liberdade o fado de Gisela João e o rock intemporal dos Xutos & Pontapés (sempre bom).

As entradas para os concertos são como o 25 de abril – livres, por isso só tens de escolher onde queres estar.

Escolhe livremente, escolhe bem.

Nós aqui temos concertos de 25 de abril.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

Fonte: CMA, CMS.

Seixal

PROGRAMA DAS FESTAS PARA FIM DE SEMANA PÁSCOA NO SEIXAL. Por Marlene Gaspar

celebramos 1

Está meio mundo de férias e tu fazes parte do mundo que não está e ainda não tens planos para o fim de semana grande? Não foste à neve, pr’o calor ou conhecer uma cidade histórica? Não te apoquentes, temos um programão para ti e para os teus.

No Seixal, o fim de semana da Páscoa está cheio de atividades e animação com um mercado de rua, street food, artesanato, atividades para crianças, música e até uma banda itinerante de dixieland – what ever that means! Ok, ok. É foleiro anunciar o que não se sabe, mas para aqueles mais desatentos como eu, a wikipedia explica: o dixieland é um subgénero de jazz criado em 1910, em Nova Orleans! Irra, que sou mesmo lerda nesta matéria. Então desde 1910 e eu não tinha reparado. O dixieland ou jazz tradicional foi o último estilo que surgiu da mistura da música africana e europeia depois de 1900.

Mas para conhecer mais sobre o dixieland, aparece no Seixal, porque a Xaral’s Dixie, uma banda itinerante de jazz tradicional, atua sábado, das 11.30 às 12.30 e das 15 às 16 horas, trazendo às ruas do Seixal um ambiente único e muito festivo. O programa de animação começa na sexta-feira à noite, dia 30 de março, a partir das 23 horas, com os Living Statues DJ a dar música ao Largo Luís de Camões.

No sábado, dia 31, das 10 às 18 horas temos o Mundet Mercadito na Baía. No renovado passeio ribeirinho estarão instaladas carrinhas de street food, artesanato, produtos biológicos, atividades de animação para crianças e até uma aula de ioga para crianças e pais.

MercadoMundet

Sábado, das 10 às 18 horas

Das 10 às 13 e das 14 às 18 horas
ANIMAGEST
 – performances com vários animadores e mascotes, sob a temática da Páscoa.

  • Páscoa na Baía do Seixal – É para Recordar (fotografia de casal de coelhos com público)
  • Caça aos Ovos da Páscoa
  • Casal de Coelhos com cestinho e docinhos (interação e oferta de amêndoas ao público)

16 horas
Aula de ioga para crianças e pais.

E domingo é dia da família, por isso resta-me desejar-vos um dia feliz, sentado à mesa e com quem nos é verdadeiramente importante – os (n)vossos. Boa Páscoa.

Nós aqui temos programa de Páscoa.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Foto: Nauticapress
Fonte: CMS

SeixalCultural

PARABÉNS SEIXAL. PARABÉNS MARGEM SUL. Por Marlene Gaspar

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…e o prémio da melhor programação cultural do país vai para..(tan tan tan)…

…a Câmara Municipal do Seixal. Pow! Pow! Pow.

Esta 3ªf a Câmara Municipal do Seixal recebeu o prémio de Melhor Programação Cultural Autárquica de 2017, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores, numa cerimónia realizada no Centro Cultural de Belém.

A autarquia foi reconhecida pelo trabalho de excelência na promoção cultural, desenvolvido pelos trabalhadores da Câmara e também pelo movimento associativo popular e agentes culturais do concelho. Eu não sou de intrigas, mas tenho para mim que ter aqui o Caixa Futebol Campus influenciou bastante para se ganhar este caneco, ou não concordam comigo? Quem não concorda é um ovo podre, ok? (pronto, pronto, foi só uma provocaçãozinha, foleira, infantil e despropositada) toda a gente sabe que não é por isso! (Estou a dar o corpo às balas para me meter numa alhada, chiça!)

Muito bem, vamos dar o mérito a quem merece, e cá estamos para promover e desbundar destes eventos que o meu concelho (desculpem os clubismos, mas é aqui que eu pertenço) proporciona a quem o visita. Os meus parabéns a todos os que contribuíram para este prémio e votos de continuação de um bom trabalho.

Nós aqui temos o Prémio da Melhor Programação cultural do país.
Nós aqui temos isto.

Texto e Foto: Marlene Gaspar
Fonte: Diário da Região

OndaParqueLSBB

DIZ QUE O ONDA PARQUE PODE VOLTAR A ABRIR! Por Marlene Gaspar

gostamos

Wow. Calma aí. Vocês tenham cuidado com estas coisas, que o coração não é de ferro e não aguenta tamanhas novidades! Uma pessoa já caminha para uma certa idade e há maldades que não se devem cometer, sob pena de criar falsas expectativas, que isso é como dar um chupa a uma criança e tirar-lho à primeira lambidela!

Quem o diz é o artigo da Magg e isto transporta-me para a minha infância onde fui verdadeiramente feliz no Onda Parque. Era curtir que nem uma maluca escada acima, escorrega abaixo, sem medos, sem freios e com muita alegria. O espaço era magnífico, foi o primeiro parque aquático que frequentei e a diversão era uma cena inexplicável. Claro que hoje dá para tirar uma lasquinha nos parques no Algarve, mas a mística, o envolvimento do Onda Parque, essa não tem réplica.

Por isso ao ler esta notícia ou a eventual abertura do Onda Parque até me faz eriçar os pêlos (os que ainda não dei cabo deles com o laser, porque esses meus amores, ai deles que voltem que eu dou-lhes uma assadura que nunca mais veem a luz do dia. Ámen, praga insolente!), mas voltemos ao que nos trouxe aqui – a emoção de poder voltar ao Onda Parque está-me a deixar azambuada. Não que eu me vá atirar à doida, porque a idade além da gravidade, também me deixou menos atrevida ao nível da experimentação com impacto físico e, vendo bem já lá vão 22 anos e aqui a boneca, tem menos poder de encaixe para algumas nódoas negras.

Mas estou aqui, afoita de vos poder dizer que abriu, que vamos aí entrar na Onda, mas vamos ter de esperar por mais novidades, mas até lá fica a boa lembrança e se alguém tiver uma boa história para contar, é avançar, sem medos. Eu tenho uma triste de rasgar um biquini no escorrega, mas tem pouco interesse relembrar, porque tudo o que uma teenager precisa é de ficar sem parte de baixo num espaço público e não ter um buraco onde se enfiar, certo?

Nós aqui podemos vir a ter o Onda Parque.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

Foto: Pinterest

Fonte: Magg

GinjalTerrasse

AINDA SOBRE O GINJAL…FESTA DOS ANOS 90. ALINHAS? 30 de março. Por Marlene Gaspar

gostamos

Preciso de algum ânimo, porque estou furiosa com a greve da função pública amanhã que me vai transtornar a vida, mas é para isso que uma greve serve – para transtornar a vida às pessoas, certo? Desculpem se ofendi alguma suscetibilidade, mas estou sem filtro, não estou para amar, e por isso valha-me a notícia de um grande festão, para me dar algum alento, neste momento cinzento.

Posto isto, vamos ao que interessa – ao forrobodó que vai ser uma festa dedicada aos êxitos dos anos 90 no Cais do Ginjal (mais propriamente no Ginjal Terrasse), em Cacilhas, a 30 de março, sexta-feira.

São êxitos dos anos 90, ou seja, estes eu devo conseguir trautear a maior parte das músicas e apesar da festa só arrancar às 23 horas, hora que começo a bocejar, mas que aguento até vá lá para as 00:00h, ou 00:15h, mais coisa menos coisa, mas para quem é valente a cena vai durar até às 5h da manhã. O que é muito oportuno para quem vem da big city, porque o primeiro barco do dia em direção a Lisboa parte às 5h20. Sem stress de conduzir com álcool é só mesmo a cena de aguentar o enjoo, afinal “cacilhar” é isso mesmo. Mas vocês são fortes, não é malta? Afinal a entrada  entrada é livre e a malta precisa de diversão. Quem alinha?

Nós aqui temos festa dos anos 90.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fonte: NiT

Correrchuva

PLANO B PARA O FIM DE SEMANA NA MARGEM SUL. Por Marlene Gaspar

corremos

Os planos que eu tinha para o fim de semana parecem-me estar arruinados pela pluviosidade que se fez anunciar e que se prevê encharcar tudo e todos para além do próximo domingo. O país agradece, e eu estou na primeira fila a erguer as mãozinhas para o céu por isso. Só lamento não ter um comando com as funções “start” e “stop” para a chuva para poder escapar ao caos que é provocado no trânsito por causa deste fenómeno e para conseguir cumprir o que estava programado ao ar livre – a sessão de Surf Paddle e a mini maratona! Mas não, a chuva é temperamental, é quando lhe dá na telha e está nem aí para quando é que me dá jeito.

mapafimdesemana

Para ser totalmente honesta estou a atravessar uma espécie de mix feelings com isto. Por um lado sou atravessada pela frustração e a sensação de objetivo não cumprido, por outro, e a sensação de alívio por não ter que lidar com os meus receios e esforço para cumprir as metas que defini. Pronto, assumo. Não tenho essa bola toda. Gostava. Mas, há que encarar as coisas com frontalidade.

Já sei que estão a pensar: és uma flor de estufa e não aguentas uns choviscos numa corrida nem te aguentas firma e hirta numa prancha no rio! E estão a pensar bem. Sou um bocadinho de cristal, e fisicamente tenho algumas fragilidades. Sim, começo a pensar no percurso da ponte a levar com pingos durante 7 km e a regressar nos transportes com a roupa colada até ao corpo e a entrar-me pelas entranhas a dentro e pow. Direitinha à cama. Em relação ao Surf Paddle, o alívio é só temporário que a Rossana já me disse que a sessão que aqui anunciei vai ser adiada, porque o mau tempo não dá garantias de segurança (afinal não sou só eu a piegas). Quanto à travessia da ponte, se não for desta, para o ano há mais. Ainda bem que já tive a experiência.

Calma, não estou a deitar a toalha ao chão, mas há que assumir as coisas com frontalidade e deixar-me de fufus e gaitinhas. Se não houver jogging ou surfing, há “mapling” que é basicamente uma maratona de sofá (aka maple), com visionamento de filmes (ui e há tantos na fila), com uma boa dose de gordices a acompanhar. Eu sei que isto é radical e é o extremo oposto do programa saudável e desportivo que estava planeado. Mas, a culpa é de quem? Do S.Pedro. Minha é que não é!

Nós aqui temos planos B.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

thumbs.web.sapo.io

VAMOS À MEIA MARATONA COM A FERTAGUS. Por Catarina Laborinho

Vamos a isto

…ou vamos tentar 😀

Na realidade não vamos à Meia Maratona de Lisboa de comboio, isso vai ser o que vou dizer quando chegar ao fim e disser: “mas porque não vim de Fertagus?!?!”. Uma coisa é certa, vou lá chegar de comboio e você devia fazer o mesmo.

Estes dias de grande afluência são sempre mais complicados, mas a Fertagus, à semelhança dos anos anteriores, vai oferecer a viagem a todos os atleta que sejam portadores do dorsal oficial da prova e vai ter um horário especial para a deslocação “da malta”.

 

maratona fertagus

Para quem chega à estação do Pragal da Fertagus pela Margem Sul ou por Lisboa é preciso que tenha em consideração os #10 fatores abaixo:
#1 A estação é a do Pragal. Se vier de Lisboa é a 1ª depois da Ponte. Se vier deste lado, é aquela onde certamente irão sair MUTOS atletas :D;
#2 Apanhe o comboio o mais cedo possível (não seja o comum Tuga que chega à hora da partida);
#3 Respeite as sinalizações de segurança, não ultrapasse a linha amarela e tenha cuidado com a distância entre a plataforma e o comboio;
#4 As portas não se abrem sozinhas. Tem que tocar no botão da porta quando este ficar verde;
#5 Não entre em nenhum comboio que não seja da Fertagus (passam outros na mesma linha mas estes não são à borlix);
#6 A organização da Meia Maratona de Lisboa não permite animais ou bicicletas durante a prova, e a Fertagus também não;
#7 À chegada ao Pragal, siga o trajeto previamente assinalado em direção à prova;
#8 Se quiser ir à casa de banho, para além das existentes na estação, a Fertagus vai ter à disposição WC’s portáteis no exterior a caminho do ponto de partida;
#9 Ah, e mais importante ainda, lembre-se que de barriga vazia não vai longe. A estação do Pragal tem vários pontos de restauração e não só, que o(a) podem auxiliar num dia diferente como este;
#10 Nós aqui vamos querer a medalha :)

Se é cliente assíduo do comboio da ponte e no próximo domingo vai passear ou trabalhar à outra margem do Rio, tenha paciência com os atletas, é só uma vez por ano e a maior confusão vai ser entre as 8:00 e as 10:00H.

Nós aqui prometemos que vamos tentar chegar ao fim 😉
Nós aqui temos a Fertagus a apoiar a Meia Maratona de Lisboa

Texto: Catarina Laborinho
Fotos: D.R

FERTAGUS, LSBblog