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VIA PEDESTRE ABERTA NA PONTE 25 DE ABRIL A 17 MARÇO. Por Marlene Gaspar

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Mais uma ficha, mais uma volta. A prova pedestre que mais gosto no país está já aí e se não foste aos treinos há que fazê-lo, porque já falta muito pouco para acontecer. É já no próximo domingo e há que aproveitar para quem quer passar a ponte 25 de abril por via pedestre, porque é o único dia do ano que é possível. Se ainda não te inscreveste, podes fazê-lo aqui.

A EDP Meia Maratona de Lisboa é a maior prova de atletismo de Portugal e “carrega” anualmente mais de 35.000 participantes e temos de tudo – os prós, os estreantes, os atletas, os que treinam para tal e os que vão só andar ou desfilar na ponte.

Esta prova é detentora do record do mundo da distância (21km), com o tempo de 00:58:23, a EDP Meia Maratona de Lisboa, ah, pois é. 

Para mim não vai ser uma estreia e estou um pouco ansiosa para ver como me vou sair desta. Não estou na melhor forma de sempre, apesar de ter começado uma nova vida de atividade física, como já vos contei aqui, ainda assim, não tenho corrido – por isso RESPECT.

Nós aqui temos via pedestre na Ponte 25 de abril.

Nós aqui temos isto.

 Texto: Marlene Gaspar

Foto: Meia maratona

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FIZ AS PAZES COM O GINÁSIO. 5 RAZÕES PARA ISSO. Por Marlene Gaspar

gostamos

Antes de tudo o que possa aqui dizer, há que fazer um esclarecimento importante – eu odeio o conceito ginásio. Ir ao ginásio para mim é um sacrifício, dói-me até às entranhas, tudo é feito com esforço. Eu sei, que essa é a ideia, esforço, mas para mim vai para além do físico. Ou então não, mas eu sinto que me esforça até a alma.

E o que é que eu não gosto no ginásio? Não posso dizer tudo, porque seria demasiado generalista, mas anda lá muito perto. Na verdade eu não gosto de fazer exercício físico em espaços fechados. Há que ser honesta, não gosto de exercício físico. Mas, e como já partilhei convosco, tolero correr (e até me dá prazer e faz-me sentir bem) e grandes caminhadas (como já vos relatei as minhas idas a Fátima), lá está, em contacto com a natureza, dá ali uma aliviada. Não gosto do cheiro do ginásio, não gosto do meu próprio cheiro no ginásio, não gosto dos “grunhires” (leia-se o som emitido pela malta que levanta pesos, incluindo os meus), não retiro qualquer prazer no esforço, chateia-me a logística do despe, veste, toma banho (até porque me esqueço quase sempre de alguma coisa importante – mas quem nunca?), não gosto de fazer conversa no ginásio, porque não estou ali para fazer amigos, não porque sou antipática, mas porque não estou ali propriamente de livre vontade, estou ligeiramente contrariada. Ah, também não gosto de pagar a mensalidade no ginásio. E em traços gerais é isto. O que eu gosto mesmo do ginásio é sair dele. Aí sim, sinto-me melhor, mais ágil, energética, o que me motiva para voltar à vez seguinte. Ainda assim, até à data nunca consegui sentir-me “sarada”, mas há que ter fé.

E feita esta minha nota prévia, posso contar que no início do ano decidi voltar ao ginásio. Eu sei que depois da introdução pareço um pouco esquizofrénica (quiçá não seja um bocadinho com esta decisão!), mas ano novo, vida nova. A lei da gravidade fez-me tomar essa resolução e não é assim no primeiro ou no segundo mês que vou mandar a toalha ao chão. Não, desta vez é para ir mesmo ao tapete.

Já há mais de uma década que não andava no ginásio, mas antes disso frequentei vários, onde se foi desenhando uma morte lenta. E, deixando o discurso de looser, o que é que me fez voltar e o que é que eu acho que fez a diferença para continuar?

1# Localização – é a primeira vez que estou num ginásio da Margem Sul. Eu sei que parece forçado, dado o intuito do blog, mas em termos práticos e logísticos facilita muito. Já andei em Lisboa, e chegava muitas vezes atrasada às aulas, não podia entrar porque saltei o aquecimento e pimba – ia recambiada para o ginásio mesmo e voltava a recordar tudo aquilo que eu não gosto do ginásio.

2# Idade – quando se começa a ser uma senhora de idade, percebe-se que a lei da gravidade já não vai lá com um cremes, com bebidas detox, ou alimentação saudável – (como se alguma vez fosse uma aluna exemplar com estas), e toma-se consciência que ou contrarias ou a tendência é piorar. E eu não vou voltar a um dos meus maiores prazeres desta vida, que é ir à praia, no estado em que estou. Não vou ter o corpaço de uma brasileira pronta a desfilar no sambódromo, com muita pena minha, mas também não vou estar como estou. E por isso, há que mudar hábitos, porque só em equipa vencedora é que não se mexe. E como, cada ano que passa, estou no fundo da tabela da 3ª divisão, há que trabalhar para não ser despromovida para a distrital. Com fé, com o @CelsoMartins e com o meu esforço poderei voltar ao à primeira liga (se é para sonhar é para ser em grande). O problema vai ser o meu esforço, porque a fé e o@CelsoMartins vão dar o seu melhor.

3# Aulas – tem de ter aulas. Todo o tempo que eu passo sozinha no ginásio, estou sempre a pensar que estou no ginásio. Ora, é algo que tem de me fugir do pensamento, por isso as aulas são uma ótima forma de estar com um profissional e de me obrigar a estar mais atenta aos exercícios do que ao redor. Os horários são importantes e aqui tenho as aulas que gosto antes de me lançar ao trabalho. O que é muito bom.

4# Ginásio – como já referi, já andei em vários ginásios e já apanhei de tudo. Se a minha relação com o ginásio é o que é, tenho mesmo de ter todas as condições para contrariar a minha insatisfação. Tem de ser o melhor, o mais completo, o que me faça sentir menos mal. E, encontrei o que me enche as medidas e cumpre os requisitos anteriores.

5# O mais importante, as Pessoas – até hoje nunca foi motivo para sair de um ginásio e reparem que foi algo que nunca apontei como queixa. Sempre apanhei bons professores e restantes profissionais. Mas aqui, estou mais bem acompanhada. Até porque, ainda não contei isto, mas para combater todas as cenas que eu não gosto no ginásio, tive de ir com tudo, foi pôr toda a carne no assador. E, por isso, tenho essa coisa chiquérrima que é um personal trainer. E não é um personal trainer qualquer (sem desprimor para todos os outros, até porque não conheço mais nenhum), mas eu tenho o Celso Martins. Já conheço o Celso &  família há alguns anos e talvez por invejar aquelas silhuetas altas e espadaúdas, pensei – se calhar se usar alguns truques que esta malta usa, posso ficar um pouco mais espadaúda (sim, porque alta, sabemos de antemão que não vai dar. Também temos pena – es lo que es). Falei com o Celso e boto 98% de fé no seu profissionalismo e 2% no meu esforço físico e acreditem que devem ser mais suados os meus 2% do que os 98% dele. Ou então, não, porque até o Celso fica com aquele ar de “ai Meu Deus, como é que eu me meti nisto!” E já soltou o desabafo: “ai, ai, vais-me dar tanto trabalho”. O que incentiva, porque eu achava que o trabalho era só meu, mas não! Ele também sua um bocadinho, nem que seja, dos nervos que eu lhe causo, mas cada um tem o que merece.

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E posto isto, encontrei o ginásio que fez check a todas estas minhas exigências e posso dizer já lá estou há 1 mês e 1 semana e ainda não desisti (não desprezar que isto para mim é uma conquista).

Quanto a resultados, bom, contarei num outro desabafo, que já estou a suar por ter exteriorizado todo o meu sentimento relativamente ao ginásio, mas posso dizer que a nossa relação neste momento está bem, está estável e se de parte a parte houver interesse, podemos aguentarmo-nos mais uns 2 ou 3 meses, vá. Vamos ver. Sem pressão!

Nós aqui voltamos ao ginásio.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

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GENTE BOA NA MARGEM SUL. Por Marlene Gaspar

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E o fim de semana passado foi assim…vida. Temperaturas despropositadas para a época que fez com que todos fossem a correr para as praias. E quando digo todos, foi mesmo todos, porque fui para ir almoçar à praia, como é muito hábito ao fim de semana e tive de dar meia volta ao cavalo, pois habilitava-me a esperar 3 horas para uma refeição. Sou cada vez mais uma senhora de idade e com 2 filhas pequenas e esse tempo não é razoável.

Felizmente moro aqui ao lado e a volta não foi grande e conseguimos almoçar numa esplanada em tempo útil e aceitável para os nossos estômagos. Mas quando dizemos às miúdas que vamos à praia temos mesmo de ir à praia, porque não somos políticos e promessas são para cumprir sob pena de sermos uma fraude como pais. Não queremos isso, já bem basta aquelas coisas que não veem no manual de instruções e que nem sempre sabemos de antemão como lidar.

Por isso o regresso à praia foi inevitável. A Fonte da Telha estava cravejada de gente, pelo menos a dirigir-se para lá, por isso fomos rumo à vizinhança e não ficámos nada mal servidos. Ainda deu para abancar numa espreguiçadeira até encontrar coragem para molhar o pezito (branquela de todo, mas é o que é nesta altura do ano!). A tarefa foi mais fácil do que o previsto, porque se a temperatura cá fora tinha levado aquela gente toda para ali, a da água estava ainda mais convidativa. Foi pezinho, joelho e uma onda mais atrevida foi subindo e criando vontade daquele mergulho. Se eu não me pude dar a esses luxos, porque não levei nada para o efeito (leia-se a porra do fato de banho) a minha filha mai nova mandou tudo para água e depois foi a própria. Sem roupa em condições, sem muda ou toalha, estava ali um bico de obra para qualquer pai/mãe, mas se estamos sempre a criticar gente que não sabe estar, tivemos uma mãe, que desconhecia e veio ter connosco oferecer uma toalha e uma muda de roupa. Envergonhados, mas agradecidos, aceitámos a toalha enquanto fomos ao carro buscar um casaco que podia cobrir o corpo da aventureira Alice (e a inveja que eu estava daquele mergulho dela e de poder mandar tudo para o alto e refrescar-me). Comentámos que, provavelmente não nos lembraríamos de fazer o que aquela mãe fez, mas ficámos contentes por aquele exemplo. Seguramente, se vir alguém no papel que eu fiz, vou querer ser como a mãe da Carolina, do Henrique e de outra filha que à semelhança da mãe não fixei o nome! (mais uma vez, menos uns pontos para moi meme!)

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A mim e à Alice restou-nos retribuir com bolachas (porque pode-nos faltar roupa, toalha e chinelos, mas se há coisa que não falta é comidinha, que quem vai para o mar avia-se em terra – estou a ser irónica comigo mesma, relativo à indumentária).

Depois deste fim de semana maravilhoso, o S. Pedro mostrou que ele não se deixa levar por entusiasmos e por isso vai-nos deixar com um Carnaval assim-assim. Já os houve com melhores temperaturas, também já os houve com piores. Não sendo na praia, já sabem onde vão desfilar e sambar esse corpinho?

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Nós aqui encontramos gente boa na margem sul.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Foto: Rui Tomás

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A VELHA FÁBRICA MUNDET VAI ABRIR COMO O NOVO HOTEL MUNDET. Por Marlene Gaspar

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A notícia é do Vítor Andrade no Expresso e dá conta da adjudicação da autarquia do Seixal para a construção de um hotel de luxo. O investimento rondará os oito milhões de euros.

A fábrica da Mundet encerrou há 30 anos, mas vai agora dar lugar a um luxuoso hotel de quatro ou cinco estrelas, onde o elemento ‘cortiça’ continuará presente, numa zona priveligiada e com uma das melhores vistas para Lisboa.

Mostramos alguns dos 3D e podes ler o artigo do Expresso na íntegra aqui.

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Não sei o que acham disso, mas já me estou a ver a desbundar desta pequena maravilha, porque como já deve ter dado para reparar é uma zona que gosto muito. Muita passeata já fiz ali em frente (e até já entrei numa corrida, onde consegui o prémio de carro vassoura, porque alguém tinha que ser e sou boa nisso. Cada um é para o que nasce.)

Nós aqui vamos ter o Hotel Mundet.
Nós aqui temos isto.

Texto introdutório: Marlene Gaspar
Fonte (texto e fotos): Vítor Andrade, Expresso

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AFINAL O PAÍS DA ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS ESTÁ NA MARGEM SUL, MAIS PRECISAMENTE NO SEIXAL. Por Marlene Gaspar

degustamos

Quem me conhece sabe que a comida para mim é um assunto sério. De entre alguns nick names que me atribuem “a cheia da fome” é talvez o que melhor se encaixe na minha pessoa, pois como já diz o anúncio “Tu não és tu quando tens fome”. Admito aqui, o estar saciada é altamente responsável pelo meu estado de espírito (um pouco como o tempo, mas ainda com mais preponderância).

E é por isso que os meus olhinhos bateram palminhas de contente quando vi a notícia de que a Mundet Factory no Seixal tem uma carta de sobremesas inspirada no País das Maravilhas. Ainda não lhes deitei a mão, mas já estou a salivar com o poder juntar o melhor dos 2 mundos. É que eu vivo, literalmente com a Alice no País das Maravilhas! Sim, a minha filha Alice, acredita que se chama Alice no País das Maravilhas. Afirma isso na escola, quando vai ao  médico e a quem quer que lhe pergunte. Vive no seu mundo encantando, cheio de fantasias e princesas como ela. Vê a vida como um conto de fadas e que tem sempre um final feliz. E mal posso esperar para a levar (ok, e eu também estou tentada) a degustar maravilhas como o Chapeleiro Louco ou a Rainha de Copas em forma de sobremesa. É que vai ser um sonho, uma fantasia tornada em realidade e eu vou ser a melhor mãe do mundo (já sou, modéstia à parte e sem contar com a minha mãe, mas imaginem agora, que vou ter o poder mágico de tangibilizar este sonho). Pow. 10 pontos para esta mãe.

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João Macedo, guarda aí um lugarzinho e o docinho para nós que essas sobremesas têm que me passar pelo estreito, porque os olhos também comem, mas não são esses que alimentam esse corpinho.

Nós aqui temos a Alice e o País das Maravilhas.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fonte e foto: NiT

Feira Chocolate Corroios

IV FEIRA DO CHOCOLATE EM CORROIOS. 17 a 20 jan. Por Marlene Gaspar

degustamos

Sei que venho tarde e a más horas, mas se há mês em que o chocolate é preciso como pão para a boca é o mês de janeiro. O mês é interminável, o frio entranha-se em todos os ossos, estamosou em deprê pelos excessos cometidos dos inúmeros jantares de Natal (ou se calhar com o entusiasmo, desde a Black Friday) até aos Reis (e é quando não é por aí adiante). Também não se chegou a tempo de encontrar aquelas peças que são a nossa cara nos saldos (e que seja o nosso número), etc, etc, etc. Torna-se imprescindível medidas drásticas e compensatórias. É preciso algo, algo que tenha a capacidade de compensar e virar o bico ao prego. E esse algo é…o chocolate.

O chocolate é alma, é vida, é aquela coisa. E Corroios sabe disso e mantém acesa a tradição da Feira de Chocolate com tudo e tudo a que se tem direito. Gosto disso. E já está aí. Começa hoje vai até domingo. O programa está abaixo, mas não queria deixar de destacar a Pista de Gelo! Já contei aqui o sucesso das pistas que foi a Aldeia de Natal do Seixal, o Ice Park da Sobreda e agora temos a da Feira de Chocolate em Corroios. Pow.

feirachocolate

17 de Janeiro (5ª feira)

18h00 Abertura da Feira
18h00 Andas e Malabares
18h00 Estátuas do Chocolate
18h00 Palhaços
23h00 Encerramento da Feira

18 de Janeiro (6ª feira)

12h00 Abertura da Feira
15h00 Andas e Malabares
15h00 Palhaços
21h00 Ricardo Silva
24h00 Encerramento da Feira

19 de Janeiro (sábado)

12h00 Abertura da Feira
15h00 Animação de rua com Tiago Garnacho
15h00 Palhaços
15h00 Andas e Malabares
16h00 Estátuas do Chocolate
21h00 Fernando Showman
24h00 Encerramento da Feira

20 Janeiro (domingo)

12h00 Abertura da Feira
15h00 Animação de rua com Tiago Garnacho
15h00 Andas e Malabares
15h00 Estátuas do Chocolate
15h30 Palhaços
21h00 Encerramento da Feira

A acontecer durante todo o evento:

Mascotes
Pinturas Faciais e Modelagem de Balões

Nós aqui temos a Feira de Chocolate (Graças a Deus!)
Nós aqui temos isto.

Texto: A Chocolateira, aka, Marlene Gaspar

Aventura de Natal

A AVENTURA DO NATAL. Por Victória Gaspar Tomás

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Esta semana a Victória teve vários testes, como deve ter sido em todas as escolas da margem sul e não só. A estudarmos para o de português vimos que iria ser-lhe pedido um texto com 80 palavras. Decidimos fazer um texto livre e o resultado está aqui e partilho abaixo (e este deu-me autorização de publicar, por isso, aqui está ele. 127 palavras.

A Aventura de Natal

No Natal toda a gente recebe presentes, menos o Pai Natal.

E eu disse:

– É melhor comprarmos presentes também para o Pai Natal. Que acham? – perguntei.

A Patrícia, a Mariana, a Ema e o Duarte responderam:

– OK! Pode ser.

Então às escondidas fomos à casa do Pai Natal. Quando chegamos lá, vimos o Pai Natal e escondemo-nos, depois fomos ter com ele e dissemos:

– Olá! Senhor Pai Natal. Só viemos aqui, porque queríamos dar-te este presente e também queríamos andar no seu trenó.

E o Pai Natal perguntou:

– Qual é esse presente?

E nós respondemos:

– É um bolo para celebrares o Natal.

E o Pai Natal disse:

Como recompensa podem vir comigo no trenó entregar presentes.

E nós respondemos:

-Yes!

No final voamos todos entusiasmados no trenó.

Nós aqui temos a aventura do Natal contada pela Victória.

Nós aqui temos isto.

Texto: Victória Gaspar Tomás, 8 anos, 3º ano

Foto: Rui Tomás

Ferrero Rocher

III FEIRA DO CHOCOLATE NA AMORA. até 2 de dezembro. Por Marlene Gaspar

degustamos

Está oficialmente aberta a época do Ferrero Rocher, porque já vi a “senhora” a pedir algo ao Ambrósio e à semelhança dos últimos 349 mil Natais, esse algo é o famoso chocolate. Por isso, que tal aproveitar a Feira de Chocolate na Amora para dar aquele miminho ao estômago e aviar uma série de presentes de Natal? O Estudo de Natal 2018 da Delloite diz que chocolates e livros vão ser os presentes mais oferecidos (logo recebidos) este Natal. Se queres fazer parte desta estatística (e para mim acho que são sempre presentes infalíveis) podes experimentar algo diferente (lá está o “algo”) e aqui bem perto na margem sul.

FeiraChocolate

A dica está dada, a feira é até amanhã, por isso, dá-lhe com tudo. É no Jardim do Fogueteiro, a entrada é livre e há animação de rua.

Nós aqui temos a Feira do Chocolate.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fotos: Ferrero Rocher

mercadoromeira

IMAGINE MARKET NO MERCADO DA ROMEIRA. 25 novembro. Por Marlene Gaspar

METEMO-NOS

Sei que tenho andado ausente destas andanças, mas não perdia esta novidade por nada deste mundo. Ora não é que o Mercado da Romeira vai receber todos os últimos domingos de cada mês o Imagine Market? E começa já a partir do próximo, dia 25 de novembro.

E perguntam vocês, o que é isso do Imagine Market? Imagine-se um mercado de moda, música e arte a desfilar no Mercado da Romeira, que já por si tem umas iguarias para trincar que já justificam a deslocação, agora imaginem com mais isto. Imperdível, não é?

A Mónica do blog4her contou-me a novidade e vai lá estar com as suas maravilhosas peças e também só por isto já vale muito a pena. Mas há mais motivos para a visita, a macroprojectt, miamar, blahblahblah.lovebdebatatabangulemood, meninaemocatendencias_clotheslogikevidencecristinapaiss_sardaniscadrift_madebyhumannature também vão marcar presença. imagine marketAssim, só faltas tu para te juntares à festa. O convite está feito. Aparece.

Nós aqui temos o Imagine Market.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

Costa da Caparica

A MAIOR PRAIA DE LISBOA É COMPARADA A UM JARDIM DO ÉDEN COM A AREIA. Por El País

gostamos 1

E quem o diz é o El País. E como muitas vezes na nossa vida é primeiro preciso brilhar lá fora antes de resplandecer cá dentro. Não é o caso da nossa Costa da Caparica, porque “eles falam, falam, falam e eu não os vejo a não vir para aqui”. Vamos ouvir (ler) o que eles escreveram sobre a nossa praia.

“A praia é tão comprida e larga, que vai mudando de nome”, diz o El País.

Para o jornal espanhol, a Costa da Caparica é vista como uma única praia, já que as caraterísticas que tornam única esta zona de Lisboa são comuns a toda a extensão quinze quilómetros “ de areia fina e mar bravo”, como se lê na publicação.

Este é o mais recente exemplo dos muitos casos em que Portugal é falado ‘lá fora’, e é nos sempre interessante ver os recantos nacionais aos olhos de estrangeiros que nos visitam, mesmo que aconteça focarem-se nos pontos mais turísticos ou ignorarem aspetos que, para os portugueses, tornam certas zonas do país um pouco menos encantadas.

Costa da Caparica

Foto: iStock no artigo Notícias ao Minuto

Não é este o caso das praias da Costa da Caparica, sobre as quais o El País faz por apontar o moroso acesso feito pela ponte 25 de abril principalmente ao fim de semana. Ainda assim (e a maioria dos lisboetas irá concordar) vale a pena o esforço do caminho de carro, que é compensado por um dia de praia com sol e ambiente de excelência que faz deste local “o único éden que se pode encontrar em agosto próximo de uma metrópole”.

Haverá maior luxo do que uma extensa praia a ‘dois passos’ da confusão urbana e que se divide apenas por pontuais escolas de surf, cafés ou restaurantes vegetarianos, que em nada destoam a paisagem com vista digna de filme?

Nós aqui temos o Jardim do Éden com areia.
Nós aqui temos isto.

Texto: Mariana Botelho in Lifestyle Notícias ao Minuto
Foto: istock – usada no artigo do Notícias ao Minuto
Texto introdutório: Marlene Gaspar