Seixal

PROGRAMA DAS FESTAS PARA FIM DE SEMANA PÁSCOA NO SEIXAL. Por Marlene Gaspar

celebramos 1

Está meio mundo de férias e tu fazes parte do mundo que não está e ainda não tens planos para o fim de semana grande? Não foste à neve, pr’o calor ou conhecer uma cidade histórica? Não te apoquentes, temos um programão para ti e para os teus.

No Seixal, o fim de semana da Páscoa está cheio de atividades e animação com um mercado de rua, street food, artesanato, atividades para crianças, música e até uma banda itinerante de dixieland – what ever that means! Ok, ok. É foleiro anunciar o que não se sabe, mas para aqueles mais desatentos como eu, a wikipedia explica: o dixieland é um subgénero de jazz criado em 1910, em Nova Orleans! Irra, que sou mesmo lerda nesta matéria. Então desde 1910 e eu não tinha reparado. O dixieland ou jazz tradicional foi o último estilo que surgiu da mistura da música africana e europeia depois de 1900.

Mas para conhecer mais sobre o dixieland, aparece no Seixal, porque a Xaral’s Dixie, uma banda itinerante de jazz tradicional, atua sábado, das 11.30 às 12.30 e das 15 às 16 horas, trazendo às ruas do Seixal um ambiente único e muito festivo. O programa de animação começa na sexta-feira à noite, dia 30 de março, a partir das 23 horas, com os Living Statues DJ a dar música ao Largo Luís de Camões.

No sábado, dia 31, das 10 às 18 horas temos o Mundet Mercadito na Baía. No renovado passeio ribeirinho estarão instaladas carrinhas de street food, artesanato, produtos biológicos, atividades de animação para crianças e até uma aula de ioga para crianças e pais.

MercadoMundet

Sábado, das 10 às 18 horas

Das 10 às 13 e das 14 às 18 horas
ANIMAGEST
 – performances com vários animadores e mascotes, sob a temática da Páscoa.

  • Páscoa na Baía do Seixal – É para Recordar (fotografia de casal de coelhos com público)
  • Caça aos Ovos da Páscoa
  • Casal de Coelhos com cestinho e docinhos (interação e oferta de amêndoas ao público)

16 horas
Aula de ioga para crianças e pais.

E domingo é dia da família, por isso resta-me desejar-vos um dia feliz, sentado à mesa e com quem nos é verdadeiramente importante – os (n)vossos. Boa Páscoa.

Nós aqui temos programa de Páscoa.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Foto: Nauticapress
Fonte: CMS

SeixalCultural

PARABÉNS SEIXAL. PARABÉNS MARGEM SUL. Por Marlene Gaspar

parabenizamos ISTO desporto 1

…e o prémio da melhor programação cultural do país vai para..(tan tan tan)…

…a Câmara Municipal do Seixal. Pow! Pow! Pow.

Esta 3ªf a Câmara Municipal do Seixal recebeu o prémio de Melhor Programação Cultural Autárquica de 2017, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores, numa cerimónia realizada no Centro Cultural de Belém.

A autarquia foi reconhecida pelo trabalho de excelência na promoção cultural, desenvolvido pelos trabalhadores da Câmara e também pelo movimento associativo popular e agentes culturais do concelho. Eu não sou de intrigas, mas tenho para mim que ter aqui o Caixa Futebol Campus influenciou bastante para se ganhar este caneco, ou não concordam comigo? Quem não concorda é um ovo podre, ok? (pronto, pronto, foi só uma provocaçãozinha, foleira, infantil e despropositada) toda a gente sabe que não é por isso! (Estou a dar o corpo às balas para me meter numa alhada, chiça!)

Muito bem, vamos dar o mérito a quem merece, e cá estamos para promover e desbundar destes eventos que o meu concelho (desculpem os clubismos, mas é aqui que eu pertenço) proporciona a quem o visita. Os meus parabéns a todos os que contribuíram para este prémio e votos de continuação de um bom trabalho.

Nós aqui temos o Prémio da Melhor Programação cultural do país.
Nós aqui temos isto.

Texto e Foto: Marlene Gaspar
Fonte: Diário da Região

OndaParqueLSBB

DIZ QUE O ONDA PARQUE PODE VOLTAR A ABRIR! Por Marlene Gaspar

gostamos

Wow. Calma aí. Vocês tenham cuidado com estas coisas, que o coração não é de ferro e não aguenta tamanhas novidades! Uma pessoa já caminha para uma certa idade e há maldades que não se devem cometer, sob pena de criar falsas expectativas, que isso é como dar um chupa a uma criança e tirar-lho à primeira lambidela!

Quem o diz é o artigo da Magg e isto transporta-me para a minha infância onde fui verdadeiramente feliz no Onda Parque. Era curtir que nem uma maluca escada acima, escorrega abaixo, sem medos, sem freios e com muita alegria. O espaço era magnífico, foi o primeiro parque aquático que frequentei e a diversão era uma cena inexplicável. Claro que hoje dá para tirar uma lasquinha nos parques no Algarve, mas a mística, o envolvimento do Onda Parque, essa não tem réplica.

Por isso ao ler esta notícia ou a eventual abertura do Onda Parque até me faz eriçar os pêlos (os que ainda não dei cabo deles com o laser, porque esses meus amores, ai deles que voltem que eu dou-lhes uma assadura que nunca mais veem a luz do dia. Ámen, praga insolente!), mas voltemos ao que nos trouxe aqui – a emoção de poder voltar ao Onda Parque está-me a deixar azambuada. Não que eu me vá atirar à doida, porque a idade além da gravidade, também me deixou menos atrevida ao nível da experimentação com impacto físico e, vendo bem já lá vão 22 anos e aqui a boneca, tem menos poder de encaixe para algumas nódoas negras.

Mas estou aqui, afoita de vos poder dizer que abriu, que vamos aí entrar na Onda, mas vamos ter de esperar por mais novidades, mas até lá fica a boa lembrança e se alguém tiver uma boa história para contar, é avançar, sem medos. Eu tenho uma triste de rasgar um biquini no escorrega, mas tem pouco interesse relembrar, porque tudo o que uma teenager precisa é de ficar sem parte de baixo num espaço público e não ter um buraco onde se enfiar, certo?

Nós aqui podemos vir a ter o Onda Parque.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

Foto: Pinterest

Fonte: Magg

GinjalTerrasse

AINDA SOBRE O GINJAL…FESTA DOS ANOS 90. ALINHAS? 30 de março. Por Marlene Gaspar

gostamos

Preciso de algum ânimo, porque estou furiosa com a greve da função pública amanhã que me vai transtornar a vida, mas é para isso que uma greve serve – para transtornar a vida às pessoas, certo? Desculpem se ofendi alguma suscetibilidade, mas estou sem filtro, não estou para amar, e por isso valha-me a notícia de um grande festão, para me dar algum alento, neste momento cinzento.

Posto isto, vamos ao que interessa – ao forrobodó que vai ser uma festa dedicada aos êxitos dos anos 90 no Cais do Ginjal (mais propriamente no Ginjal Terrasse), em Cacilhas, a 30 de março, sexta-feira.

São êxitos dos anos 90, ou seja, estes eu devo conseguir trautear a maior parte das músicas e apesar da festa só arrancar às 23 horas, hora que começo a bocejar, mas que aguento até vá lá para as 00:00h, ou 00:15h, mais coisa menos coisa, mas para quem é valente a cena vai durar até às 5h da manhã. O que é muito oportuno para quem vem da big city, porque o primeiro barco do dia em direção a Lisboa parte às 5h20. Sem stress de conduzir com álcool é só mesmo a cena de aguentar o enjoo, afinal “cacilhar” é isso mesmo. Mas vocês são fortes, não é malta? Afinal a entrada  entrada é livre e a malta precisa de diversão. Quem alinha?

Nós aqui temos festa dos anos 90.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fonte: NiT

Correrchuva

PLANO B PARA O FIM DE SEMANA NA MARGEM SUL. Por Marlene Gaspar

corremos

Os planos que eu tinha para o fim de semana parecem-me estar arruinados pela pluviosidade que se fez anunciar e que se prevê encharcar tudo e todos para além do próximo domingo. O país agradece, e eu estou na primeira fila a erguer as mãozinhas para o céu por isso. Só lamento não ter um comando com as funções “start” e “stop” para a chuva para poder escapar ao caos que é provocado no trânsito por causa deste fenómeno e para conseguir cumprir o que estava programado ao ar livre – a sessão de Surf Paddle e a mini maratona! Mas não, a chuva é temperamental, é quando lhe dá na telha e está nem aí para quando é que me dá jeito.

mapafimdesemana

Para ser totalmente honesta estou a atravessar uma espécie de mix feelings com isto. Por um lado sou atravessada pela frustração e a sensação de objetivo não cumprido, por outro, e a sensação de alívio por não ter que lidar com os meus receios e esforço para cumprir as metas que defini. Pronto, assumo. Não tenho essa bola toda. Gostava. Mas, há que encarar as coisas com frontalidade.

Já sei que estão a pensar: és uma flor de estufa e não aguentas uns choviscos numa corrida nem te aguentas firma e hirta numa prancha no rio! E estão a pensar bem. Sou um bocadinho de cristal, e fisicamente tenho algumas fragilidades. Sim, começo a pensar no percurso da ponte a levar com pingos durante 7 km e a regressar nos transportes com a roupa colada até ao corpo e a entrar-me pelas entranhas a dentro e pow. Direitinha à cama. Em relação ao Surf Paddle, o alívio é só temporário que a Rossana já me disse que a sessão que aqui anunciei vai ser adiada, porque o mau tempo não dá garantias de segurança (afinal não sou só eu a piegas). Quanto à travessia da ponte, se não for desta, para o ano há mais. Ainda bem que já tive a experiência.

Calma, não estou a deitar a toalha ao chão, mas há que assumir as coisas com frontalidade e deixar-me de fufus e gaitinhas. Se não houver jogging ou surfing, há “mapling” que é basicamente uma maratona de sofá (aka maple), com visionamento de filmes (ui e há tantos na fila), com uma boa dose de gordices a acompanhar. Eu sei que isto é radical e é o extremo oposto do programa saudável e desportivo que estava planeado. Mas, a culpa é de quem? Do S.Pedro. Minha é que não é!

Nós aqui temos planos B.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

thumbs.web.sapo.io

VAMOS À MEIA MARATONA COM A FERTAGUS. Por Catarina Laborinho

Vamos a isto

…ou vamos tentar 😀

Na realidade não vamos à Meia Maratona de Lisboa de comboio, isso vai ser o que vou dizer quando chegar ao fim e disser: “mas porque não vim de Fertagus?!?!”. Uma coisa é certa, vou lá chegar de comboio e você devia fazer o mesmo.

Estes dias de grande afluência são sempre mais complicados, mas a Fertagus, à semelhança dos anos anteriores, vai oferecer a viagem a todos os atleta que sejam portadores do dorsal oficial da prova e vai ter um horário especial para a deslocação “da malta”.

 

maratona fertagus

Para quem chega à estação do Pragal da Fertagus pela Margem Sul ou por Lisboa é preciso que tenha em consideração os #10 fatores abaixo:
#1 A estação é a do Pragal. Se vier de Lisboa é a 1ª depois da Ponte. Se vier deste lado, é aquela onde certamente irão sair MUTOS atletas :D;
#2 Apanhe o comboio o mais cedo possível (não seja o comum Tuga que chega à hora da partida);
#3 Respeite as sinalizações de segurança, não ultrapasse a linha amarela e tenha cuidado com a distância entre a plataforma e o comboio;
#4 As portas não se abrem sozinhas. Tem que tocar no botão da porta quando este ficar verde;
#5 Não entre em nenhum comboio que não seja da Fertagus (passam outros na mesma linha mas estes não são à borlix);
#6 A organização da Meia Maratona de Lisboa não permite animais ou bicicletas durante a prova, e a Fertagus também não;
#7 À chegada ao Pragal, siga o trajeto previamente assinalado em direção à prova;
#8 Se quiser ir à casa de banho, para além das existentes na estação, a Fertagus vai ter à disposição WC’s portáteis no exterior a caminho do ponto de partida;
#9 Ah, e mais importante ainda, lembre-se que de barriga vazia não vai longe. A estação do Pragal tem vários pontos de restauração e não só, que o(a) podem auxiliar num dia diferente como este;
#10 Nós aqui vamos querer a medalha :)

Se é cliente assíduo do comboio da ponte e no próximo domingo vai passear ou trabalhar à outra margem do Rio, tenha paciência com os atletas, é só uma vez por ano e a maior confusão vai ser entre as 8:00 e as 10:00H.

Nós aqui prometemos que vamos tentar chegar ao fim 😉
Nós aqui temos a Fertagus a apoiar a Meia Maratona de Lisboa

Texto: Catarina Laborinho
Fotos: D.R

FERTAGUS, LSBblog

 

BungeeJumping

CENA PARA FAZER NA MARGEM SUL PARA QUEM OS TEM NO SÍTIO. 10 março. Por Marlene Gaspar

gostamos 1

Gostas de te armar aos cágados e tens uma grande taxa de bazófia ou és daquele que o medo a ti é uma cena que não te assiste? Eu, por muito que me custe não pertenço a este último grupo, e a aventura para mim tem demasiados limites. Sou um bocadinho mariquinhas com cenas dadas ao radical, mas lá por eu ter miaufa, não significa que vocês aí desse lado sejam deste calibre.

Para os corajosos, que gostam de curtir grandes emoções e sentir a adrenalina a subir-vos pela espinha, tenho a sugestão perfeita para um programa na margem sul – uma sessão de Bungee jumping. É isso mesmo, mandares-te de cabeça a partir do Elevador Panorâmico Boca do Vento, em Almada, com uma vista do caraças para o Cristo Rei, a Ponte 25 de Abril e Lisboa.

O dia para te atirares é o 10 março, entre as 10 e as 17 horas. Custam 50€ por pessoa. Deves inscrever-te através do email luispinto.extremos@gmail.com e podes saber mais aqui. Ah, esta cena do medo não era para intimidar. Isto é tudo muito seguro, eu é que sou assim, pr’ó dramático. Tu saltas bem, sem medos.

Nós aqui temos Bungee jumping.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

maratona

mini MARATONA NA 25 DE ABRIL TEM MAIS UMA ATLETA. 11 de março. Por Marlene Gaspar

corremos

Acabei de me inscrever na mini maratona da Ponte 25 de Abril para o dia 11 de março. Pow, sem medos, sem dúvidas ou hesitações e pensei, vou já divulgar este evento ao mundo, porque quem ainda não passou a ponte pelo seu próprio pé não merece o chão que pisa. Ok, não preciso ser tão dramática, mas é só porque acho que é uma experiência que tem de se fazer. E se não metem pé ao caminho para isso, a responsabilidade é inteiramente vossa. Depois não digam que não avisei. São uns meninos!

Foi o ter começado este blog que me obrigou em 2016 fazer esta experiência, o que repeti no ano seguinte, e cá estou eu “linda, livre, leve e solta, pronta para deitar os bofes pela boca”. Mais uma vez, estou a ser dada aos exageros, mas já me conhecem. Sim, todos estes adjetivos são uma hipérbole assumida, para me dar alento a mais uma prova, que pretendo superada.

Este entusiasmo caiu por terra quando fui ver o que vos escrevi o ano passado, que resumindo estava triste por não ter cabedal para me atirar à meia maratona e em baixo de forma. E um ano depois, não só a situação se mantém, como piorou, porque claramente não tenho ido aos treinos. Mas isso não me abala, minha gente.

Porque o que eu sei é que não estou sozinha nisto, e por isso quem é que me acompanha nesta aventura? Dia 11 de março temos a mini maratona (7 km) e a meia (21 km) para os mais corajosos. Podes fazer a inscrição aqui, e se posso dizer que há alguma coisa onde não fui dada a exageros nesta conversa é a experiência inesquecível de passar a ponte pelo nosso próprio pé. É do cara#%&$%/ças.

Nós aqui passamos a Ponte 25 de abril.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

DiadosNamoradosLSBb

DIA DOS NAMORADOS. WTF! Por Marlene Gaspar

Lamento decepcionar todos os pombinhos da margem sul e arredores, mas para mim o Dia dos Namorados é só estúpido. Pronto, já disse alto e pior já escrevi. Podem mandar vir a cavalaria e apedrejarem-me por enunciar tamanha heresia. Mas, há que encarar as coisas como elas são e a seta do romantismo para este dia passou-me ao lado.

Acho um bocadinho ridículo instituirem um dia para se celebrar o namoro. Para mim este celebra-se todos os dias, quando é caso disso. Sou muito mais adepta de celebrar o dia em que um casal comemora o aniversário do relacionamento (quando têm a sorte de saber quando é que isso calha!) do que o Dia de S. Valentim.

Estou a fazer um curso e temos um prova para fazer neste dia, e dou por mim a dar nota do seguinte comentário para quem está a leccionar: “Vocês não gostam do Dia dos Namorados para marcarem para esta data”! (tom de alguma indignação). Fiquei estupefacta com a questão, pois a mim não me passava pelo penteado a imediata associação, mas fico fascinada com este empolgamento. E não pensem que estou a ser irónica, fico mesmo surpreendida e acho que cada um deve celebrar à sua maneira. Gosto de ver esta predisposição, embora não a compreenda, mas se é celebrada em todo o mundo, é porque a alien aqui sou eu.

Por isso apesar de não estar nem aí para essa data, deixo aqui sugestões que eu gostava muito que me acontecessem, para celebrar a data de um início de um relacionamento, por exemplo (mais uma vez para quem sabe – não sei se já perceberam que há quem não consiga recordar tal facto), ou para qualquer outro motivo. Fica(m) a(s) nota(s):

# viagem para qualquer lugar – este é o meu presente preferido de sempre, qualquer que seja o motivo. Há que escolher um destino que seja uma descoberta, mas também é válido voltar ao lugar onde já se foi feliz. E por aqui, pela margem sul, há desses lugares a potes. A Costa da Caparica é sempre um local inspirador e resulta bem em qualquer altura do ano, a Fonte da Telha é sempre bom e ambiciono passar um fim de semana numa autocaravana. Almada Velha também permite visitas históricas com diferente gastronomia e sempre a surpreender. Sesimbra, Meco, Setúbal, Tróia, Azeitão – you name it. Dá sempre para surpreender a cara metade e fazer um brilharete. Mas o topo dos topos foi uma que eu assisti a uma colega do escritório (e não, não fui eu, sou só uma “invejosa” a falar) – que é o nosso “partner” falar com o nosso chefe, pedir o dia (ou mais) e fazer-nos as malas. E uma hora antes de arrancarmos percebermos o que está a acontecer. Estão a ver a ideia? É que nem precisas de te preocupar com as malas).

# jantar surpresa – qualquer restaurante na margem sul vai conseguir cumprir a função da celebração, mas bom, bom, bom é ter o “nosso chef” a fazer todas aquelas coisinhas (ou tratar de alguém que faça isso, não sou fundamentalista) que nos despertam o palato, porque a indulgência funciona sempre bem, acompanhada de um bom vinho no sossego do lar. Porque o sossego fica-se por aí. Depois de uma surpresa destas não há como não partir a loiça toda.

# álbum de fotos – online, físico (para mim este é o melhor) com mensagens manuscritas, vale tudo. O importante é poder recordar momentos em que nos aturamos um a outro e que continuamos a cá, para muitos mais momentos. Daqueles em que percebemos que tínhamos uns cortes de cabelo que não lembram ao diabo (mas pelo menos não haviam brancos), que a barriga estava lisa e a tender para dentro – quando é que esta brincadeira foi?!), e a força da gravidade estava longe de manifestar-se, mas também nada perto do charme que se apoderou de nós nos dias de hoje. Calma, também funciona com amigos e relações recentes, neste último, só não se apontam os mesmos comentários.

E fiquemo-nos por aqui, que isto, porque agora é o que me ocorre. Eu também vou celebrar o dia, à minha maneira, porque gratidão por quem nos acompanha é algo que devemos comemorar todos os dias e não só no dia 14 de fevereiro.

Feliz Dia de S. Valentim.

Nós aqui temos o Dia dos Namorados.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

CarnavalMargemSul

OUTROS CARNAVAIS NA MARGEM SUL. Por Marlene Gaspar

celebramos 1

Ele está aí, não há como negar e nem fingir que não vai acontecer. É Carnaval, é tempo de rambóia e é tempo de folia. A pedido de algumas famílias (e não a minha, que aqui a matriarca, dispensa esta festividade, mas admira muito quem a aprecia), vou partilhar alguns programas de Carnaval para miúdos e graúdos, que o Carnaval não escolhe idades.

A palhaça aqui de serviço, já falou do Carnaval Trapalhão no Seixal e da Corrida de Saltos Altos, mas há mais festividades para este momento. Isto funciona como a máscara, só tem de se escolher qual a que não queremos usar.

# Matiné do Seixal para os mais pequenotes, que é como quem diz dos 3 aos 12 anos. Sim, e os familiares também contam. Vai-se celebrar o Carnaval de princesa, super-herói ou aquilo que a tua imaginação decidir. É no dia 1o, sábado, das 15.30 às 16.30 horas na Biblioteca Municipal do Seixal, mas podes saber mais coisas por aqui. Ah, e a participação gratuita.

# Carnaval de Sesimbra – ora aqui sim, há uma verdadeira tradição de Carnaval. É o Carnaval da Margem Sul por excelência, e é uma das tradições mais enraizadas na comunidade sesimbrense, que trabalha, ano após ano, num dos mais populares e belos carnavais do país. O Carnaval em Sesimbra atrai milhares de turistas e o programa é uma cena muita profissional, por isso descobre todo o programa das festas aqui. Ele é fantasias, decoração de viaturas, a Escolas de Samba, os grupos de Axé, as Cegadas, o Enterro do Bacalhau, o corso de palhaços, na segunda-feira, que já foi considerado o maior do mundo, e já chegou a juntar perto de 3 mil mascarados, o Desfile Trapalhão (que não é só no Seixal) já para não falar dos bailes das coletividades. Ufa, até estou cansada. Ie, ie, ie, Sesimbra é que é.

MascaraCarnaval

Já nós aqui estamos a pensar num programa mais caseiro, que não vai deixar de ser um ganda Carnaval, ah se vai. Vai sacudir, vai abalar, quando o meu amor passar…

Nós aqui temos Carnaval.

Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

Fonte: CMSeixal, CMSesimbra

Imagem: Direitos reservados