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VAMOS À MEIA MARATONA COM A FERTAGUS. Por Catarina Laborinho

Vamos a isto

…ou vamos tentar 😀

Na realidade não vamos à Meia Maratona de Lisboa de comboio, isso vai ser o que vou dizer quando chegar ao fim e disser: “mas porque não vim de Fertagus?!?!”. Uma coisa é certa, vou lá chegar de comboio e você devia fazer o mesmo.

Estes dias de grande afluência são sempre mais complicados, mas a Fertagus, à semelhança dos anos anteriores, vai oferecer a viagem a todos os atleta que sejam portadores do dorsal oficial da prova e vai ter um horário especial para a deslocação “da malta”.

 

maratona fertagus

Para quem chega à estação do Pragal da Fertagus pela Margem Sul ou por Lisboa é preciso que tenha em consideração os #10 fatores abaixo:
#1 A estação é a do Pragal. Se vier de Lisboa é a 1ª depois da Ponte. Se vier deste lado, é aquela onde certamente irão sair MUTOS atletas :D;
#2 Apanhe o comboio o mais cedo possível (não seja o comum Tuga que chega à hora da partida);
#3 Respeite as sinalizações de segurança, não ultrapasse a linha amarela e tenha cuidado com a distância entre a plataforma e o comboio;
#4 As portas não se abrem sozinhas. Tem que tocar no botão da porta quando este ficar verde;
#5 Não entre em nenhum comboio que não seja da Fertagus (passam outros na mesma linha mas estes não são à borlix);
#6 A organização da Meia Maratona de Lisboa não permite animais ou bicicletas durante a prova, e a Fertagus também não;
#7 À chegada ao Pragal, siga o trajeto previamente assinalado em direção à prova;
#8 Se quiser ir à casa de banho, para além das existentes na estação, a Fertagus vai ter à disposição WC’s portáteis no exterior a caminho do ponto de partida;
#9 Ah, e mais importante ainda, lembre-se que de barriga vazia não vai longe. A estação do Pragal tem vários pontos de restauração e não só, que o(a) podem auxiliar num dia diferente como este;
#10 Nós aqui vamos querer a medalha :)

Se é cliente assíduo do comboio da ponte e no próximo domingo vai passear ou trabalhar à outra margem do Rio, tenha paciência com os atletas, é só uma vez por ano e a maior confusão vai ser entre as 8:00 e as 10:00H.

Nós aqui prometemos que vamos tentar chegar ao fim 😉
Nós aqui temos a Fertagus a apoiar a Meia Maratona de Lisboa

Texto: Catarina Laborinho
Fotos: D.R

FERTAGUS, LSBblog

 

BungeeJumping

CENA PARA FAZER NA MARGEM SUL PARA QUEM OS TEM NO SÍTIO. 10 março. Por Marlene Gaspar

gostamos 1

Gostas de te armar aos cágados e tens uma grande taxa de bazófia ou és daquele que o medo a ti é uma cena que não te assiste? Eu, por muito que me custe não pertenço a este último grupo, e a aventura para mim tem demasiados limites. Sou um bocadinho mariquinhas com cenas dadas ao radical, mas lá por eu ter miaufa, não significa que vocês aí desse lado sejam deste calibre.

Para os corajosos, que gostam de curtir grandes emoções e sentir a adrenalina a subir-vos pela espinha, tenho a sugestão perfeita para um programa na margem sul – uma sessão de Bungee jumping. É isso mesmo, mandares-te de cabeça a partir do Elevador Panorâmico Boca do Vento, em Almada, com uma vista do caraças para o Cristo Rei, a Ponte 25 de Abril e Lisboa.

O dia para te atirares é o 10 março, entre as 10 e as 17 horas. Custam 50€ por pessoa. Deves inscrever-te através do email luispinto.extremos@gmail.com e podes saber mais aqui. Ah, esta cena do medo não era para intimidar. Isto é tudo muito seguro, eu é que sou assim, pr’ó dramático. Tu saltas bem, sem medos.

Nós aqui temos Bungee jumping.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

maratona

mini MARATONA NA 25 DE ABRIL TEM MAIS UMA ATLETA. 11 de março. Por Marlene Gaspar

corremos

Acabei de me inscrever na mini maratona da Ponte 25 de Abril para o dia 11 de março. Pow, sem medos, sem dúvidas ou hesitações e pensei, vou já divulgar este evento ao mundo, porque quem ainda não passou a ponte pelo seu próprio pé não merece o chão que pisa. Ok, não preciso ser tão dramática, mas é só porque acho que é uma experiência que tem de se fazer. E se não metem pé ao caminho para isso, a responsabilidade é inteiramente vossa. Depois não digam que não avisei. São uns meninos!

Foi o ter começado este blog que me obrigou em 2016 fazer esta experiência, o que repeti no ano seguinte, e cá estou eu “linda, livre, leve e solta, pronta para deitar os bofes pela boca”. Mais uma vez, estou a ser dada aos exageros, mas já me conhecem. Sim, todos estes adjetivos são uma hipérbole assumida, para me dar alento a mais uma prova, que pretendo superada.

Este entusiasmo caiu por terra quando fui ver o que vos escrevi o ano passado, que resumindo estava triste por não ter cabedal para me atirar à meia maratona e em baixo de forma. E um ano depois, não só a situação se mantém, como piorou, porque claramente não tenho ido aos treinos. Mas isso não me abala, minha gente.

Porque o que eu sei é que não estou sozinha nisto, e por isso quem é que me acompanha nesta aventura? Dia 11 de março temos a mini maratona (7 km) e a meia (21 km) para os mais corajosos. Podes fazer a inscrição aqui, e se posso dizer que há alguma coisa onde não fui dada a exageros nesta conversa é a experiência inesquecível de passar a ponte pelo nosso próprio pé. É do cara#%&$%/ças.

Nós aqui passamos a Ponte 25 de abril.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

DiadosNamoradosLSBb

DIA DOS NAMORADOS. WTF! Por Marlene Gaspar

Lamento decepcionar todos os pombinhos da margem sul e arredores, mas para mim o Dia dos Namorados é só estúpido. Pronto, já disse alto e pior já escrevi. Podem mandar vir a cavalaria e apedrejarem-me por enunciar tamanha heresia. Mas, há que encarar as coisas como elas são e a seta do romantismo para este dia passou-me ao lado.

Acho um bocadinho ridículo instituirem um dia para se celebrar o namoro. Para mim este celebra-se todos os dias, quando é caso disso. Sou muito mais adepta de celebrar o dia em que um casal comemora o aniversário do relacionamento (quando têm a sorte de saber quando é que isso calha!) do que o Dia de S. Valentim.

Estou a fazer um curso e temos um prova para fazer neste dia, e dou por mim a dar nota do seguinte comentário para quem está a leccionar: “Vocês não gostam do Dia dos Namorados para marcarem para esta data”! (tom de alguma indignação). Fiquei estupefacta com a questão, pois a mim não me passava pelo penteado a imediata associação, mas fico fascinada com este empolgamento. E não pensem que estou a ser irónica, fico mesmo surpreendida e acho que cada um deve celebrar à sua maneira. Gosto de ver esta predisposição, embora não a compreenda, mas se é celebrada em todo o mundo, é porque a alien aqui sou eu.

Por isso apesar de não estar nem aí para essa data, deixo aqui sugestões que eu gostava muito que me acontecessem, para celebrar a data de um início de um relacionamento, por exemplo (mais uma vez para quem sabe – não sei se já perceberam que há quem não consiga recordar tal facto), ou para qualquer outro motivo. Fica(m) a(s) nota(s):

# viagem para qualquer lugar – este é o meu presente preferido de sempre, qualquer que seja o motivo. Há que escolher um destino que seja uma descoberta, mas também é válido voltar ao lugar onde já se foi feliz. E por aqui, pela margem sul, há desses lugares a potes. A Costa da Caparica é sempre um local inspirador e resulta bem em qualquer altura do ano, a Fonte da Telha é sempre bom e ambiciono passar um fim de semana numa autocaravana. Almada Velha também permite visitas históricas com diferente gastronomia e sempre a surpreender. Sesimbra, Meco, Setúbal, Tróia, Azeitão – you name it. Dá sempre para surpreender a cara metade e fazer um brilharete. Mas o topo dos topos foi uma que eu assisti a uma colega do escritório (e não, não fui eu, sou só uma “invejosa” a falar) – que é o nosso “partner” falar com o nosso chefe, pedir o dia (ou mais) e fazer-nos as malas. E uma hora antes de arrancarmos percebermos o que está a acontecer. Estão a ver a ideia? É que nem precisas de te preocupar com as malas).

# jantar surpresa – qualquer restaurante na margem sul vai conseguir cumprir a função da celebração, mas bom, bom, bom é ter o “nosso chef” a fazer todas aquelas coisinhas (ou tratar de alguém que faça isso, não sou fundamentalista) que nos despertam o palato, porque a indulgência funciona sempre bem, acompanhada de um bom vinho no sossego do lar. Porque o sossego fica-se por aí. Depois de uma surpresa destas não há como não partir a loiça toda.

# álbum de fotos – online, físico (para mim este é o melhor) com mensagens manuscritas, vale tudo. O importante é poder recordar momentos em que nos aturamos um a outro e que continuamos a cá, para muitos mais momentos. Daqueles em que percebemos que tínhamos uns cortes de cabelo que não lembram ao diabo (mas pelo menos não haviam brancos), que a barriga estava lisa e a tender para dentro – quando é que esta brincadeira foi?!), e a força da gravidade estava longe de manifestar-se, mas também nada perto do charme que se apoderou de nós nos dias de hoje. Calma, também funciona com amigos e relações recentes, neste último, só não se apontam os mesmos comentários.

E fiquemo-nos por aqui, que isto, porque agora é o que me ocorre. Eu também vou celebrar o dia, à minha maneira, porque gratidão por quem nos acompanha é algo que devemos comemorar todos os dias e não só no dia 14 de fevereiro.

Feliz Dia de S. Valentim.

Nós aqui temos o Dia dos Namorados.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

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OUTROS CARNAVAIS NA MARGEM SUL. Por Marlene Gaspar

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Ele está aí, não há como negar e nem fingir que não vai acontecer. É Carnaval, é tempo de rambóia e é tempo de folia. A pedido de algumas famílias (e não a minha, que aqui a matriarca, dispensa esta festividade, mas admira muito quem a aprecia), vou partilhar alguns programas de Carnaval para miúdos e graúdos, que o Carnaval não escolhe idades.

A palhaça aqui de serviço, já falou do Carnaval Trapalhão no Seixal e da Corrida de Saltos Altos, mas há mais festividades para este momento. Isto funciona como a máscara, só tem de se escolher qual a que não queremos usar.

# Matiné do Seixal para os mais pequenotes, que é como quem diz dos 3 aos 12 anos. Sim, e os familiares também contam. Vai-se celebrar o Carnaval de princesa, super-herói ou aquilo que a tua imaginação decidir. É no dia 1o, sábado, das 15.30 às 16.30 horas na Biblioteca Municipal do Seixal, mas podes saber mais coisas por aqui. Ah, e a participação gratuita.

# Carnaval de Sesimbra – ora aqui sim, há uma verdadeira tradição de Carnaval. É o Carnaval da Margem Sul por excelência, e é uma das tradições mais enraizadas na comunidade sesimbrense, que trabalha, ano após ano, num dos mais populares e belos carnavais do país. O Carnaval em Sesimbra atrai milhares de turistas e o programa é uma cena muita profissional, por isso descobre todo o programa das festas aqui. Ele é fantasias, decoração de viaturas, a Escolas de Samba, os grupos de Axé, as Cegadas, o Enterro do Bacalhau, o corso de palhaços, na segunda-feira, que já foi considerado o maior do mundo, e já chegou a juntar perto de 3 mil mascarados, o Desfile Trapalhão (que não é só no Seixal) já para não falar dos bailes das coletividades. Ufa, até estou cansada. Ie, ie, ie, Sesimbra é que é.

MascaraCarnaval

Já nós aqui estamos a pensar num programa mais caseiro, que não vai deixar de ser um ganda Carnaval, ah se vai. Vai sacudir, vai abalar, quando o meu amor passar…

Nós aqui temos Carnaval.

Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

Fonte: CMSeixal, CMSesimbra

Imagem: Direitos reservados

CarnavalSeixal

OFICIALMENTE ABERTA A ÉPOCA DO CARNAVAL. COMECEMOS PELO SEIXAL. Por Marlene Gaspar

gostamos

Está aí, já começou e já está a deixar-me nervosa. Não sou fã do Carnaval, admito, e antes queria levar com um pau nas costas (talvez aqui tenho um grau de exagero considerável!) do que ter de andar à procura dos fatos que me “encomendaram” cá em casa – Elena de Avalor e de Elsa. Mas quem raio sem estas gajas?

No meu tempo escolhia-se a Abelha Maia, a Branca de Neve ou a Cinderela e havia fatos disto em todo o lado. Agora a Elsa? Oi? Tive de aprofundar, porque o meu desconhecimento nesta matéria não cumpre os mínimos olímpicos e então percebi que é um personagem da Frozen! OMG. Alguém me diz onde é que isto se arranja na margem sul?

Depois deste desabafo de mãe desesperada, estou aqui para partilhar o Carnaval Trapalhão, que não tem o nome sedutor, para quem gosta de ver desfilar as meninas de corpinho bem-feito, mas com o barbeiro que se faz sentir nestes dias, meus caros é mais prudente. É muito mais prudente. Nada contra os corpinhos bem feitos (quisera eu), mas não se constipem, que como disse aqui ontem, o Hospital de Seixal, está no bom caminho, mas não fica a tempo de tomar conta de vocês se forem ao tapete.

Então o desfile Trapalhão é no dia 12 de fevereiro, segunda-feira, a partir das 22 horas, na Praça 1.º de Maio, em frente à Mundet, no Seixal. E basta ser criativo na máscara e juntar-se à festa. É Carnaval, ninguém leva a mal.

Nós aqui temos o Desfile Trapalhão.
Nós aqui temos isto.

Foto: CMS.

hospitalseixal

LUZ VERDE NA CONSTRUÇÃO DO HOSPITAL DO SEIXAL. Por Marlene Gaspar

gostamos

Não é novidade, mas eu tenho andado ao ralenti, e só agora me apercebi, mas tendo em conta a importância da notícia não quis deixar de partilhar. Finalmente, foi publicada em Diário da República a portaria que dá luz verde à construção do hospital no concelho do Seixal, que tendo em causa o estado de saúde da nação (e basta-me olhar aqui para casa) é uma boa nova digna de celebração.

Por tudo o que possa pedir e/ou desejar (que eu sou do bem, e gosto é de ver toda a gente feliz e contente), a saúde encabeça todas as listas. É uma cena que vem com a idade. Quando somos teenagers inconscientes desejar saúde a alguém é uma cena dos cotas, ou uma forma, de dizer “santinha” quando alguém espirra, mas à medida que a idade vai passando, torna-se um bem essencial. Com saúde tudo de consegue.

Por isso, é de felicitar notícias destas, ainda que com algum atraso (e mea culpa que ando desatenta, de alguma forma intencional), porque é importante para a malta da margem sul e para os que precisam quando cá estão (que pelo trânsito que também causam na ponte, gostam muito de vir dar um pulinho a este lado, não é mesmo?).

A portaria publicada  em Diário da República autoriza a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) a assumir um encargo no valor de 1 milhão e 230 mil euros, repartido por 2018 e 2019, para o concurso do projecto do hospital de proximidade do Seixal. O Hospital do Seixal representa um investimento total de 60 milhões de euros e vai permitir descongestionar o Hospital Garcia de Orta.

Guita, meus senhores, muita guita. Mas a saúde, não tem preço.

Nós aqui vamos ter o Hospital do Seixal.
Nós aqui vamos ter isto.

Texto: Marlene Gaspar

CaisGinjalLSB

O QUE É QUE ESTÁ PLANEADO PARA O CAIS DO GINJAL? Por Marlene Gaspar

gostamos 1

Perguntam bem, mas não a quem! Pois é, quem vai poder responder a esta pergunta (e outras que surgirem entretanto) não vou ser eu, mas sim o arquiteto Samuel Torres de Carvalho, autor do plano de pormenor da frente ribeirinha do Cais do Ginjal. E não pensem que vai ser preciso esperar muito, porque é já amanhã, às 18h, no átrio do Fórum Municipal Romeu Correia, em Almada que vai ser a inauguração da exposição: Plano de Pormenor sobre o Cais do Ginjal, esta frente ribeirinha única, situada entre o Jardim do Rio e o terminal fluvial de Cacilhas.

Esta acontecimento vai acontecer no âmbito do período de discussão pública do plano de pormenor do Cais do Ginjal, que decorre até 19 de fevereiro. Sim, porque todos temos uma opinião e se há altura que é oportuno é agora. Por isso, se queres fazer valer a tua opinião é agora o momento certo, ou melhor, amanhã, dia 6/2 às 18h.CaisGinjal

Participa, dá o teu contributo e ajuda a tornar o Cais do Ginjal em mais uma referência inegualável da nossa margem sul.

Nós aqui temos o Cais do Ginjal.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fonte e foto: CMA

saltosaltos

CORRIDA DE SALTOS ALTOS, NA MARGEM SUL. 11/2 Por Marlene Gaspar

Como já vos partilhei adoro correr e tem um efeito terapêutico e criativo sobre mim. Na verdade não sou amante fervorosa de desporto, com muita pena minha, mas gosto de atividade que me dê prazer. E correr dá-me algum sofrimento, admito, mas é superado pelo gozo que me dá.

Por isso ando sempre à cata de corridas por locais inspiradores e que me façam sentir bem, que me façam sentir feliz e deparei-me com uma corrida que tem tudo para ser um ótimo programa. É na Moita, na Avenida Humberto Delgado, em Alhos Vedros, dia 11/2. Só que há algo que a mim não me vai convencer, mas quero ver se há desse lado destemidos e resilientes e não fraquinhos e amedrontados como eu!

É que esta corrida é uma prova de 1 km (até aqui tudo bem, eu dou conta disso), mas tem de se correr de salto alto. E aí é que está. Não vai dar. É com muita pena minha que não aguento um salto alto um dia inteiro e às vezes quero dar um up, subir na vida e mostrar que super elegante, mas fico-me por aí. Pelo querer. Aguento meia horinha, sentada e com uns ténis na bagageira pronta a trocar. Sim, sou fraquinha ao nível do desfile, até gostava de não ser, que se fica sempre com mais meio palmo, o que no meu caso é extremamente necessário e é a única coisa que combate a lei da gravidade, mas não dá para dar mais do que 10 passos.

Então porque é que esta gente se lembra destas coisas? Porque na Moita querem celebrar o Carnaval de forma diferente. O grande desafio vai ser não sair do salto e não cair! Com tanta forma boa para celebrar, vão-se lembrar de uma coisa destas?

Mas, pronto, lá por eu não servir para este campeonato, não quer dizer que vocês não encaixem aqui na perfeição. Só tens de escolher a máscara e os saltos altos favoritos – sim, sal-tos al-tos. E ambos os sexos podem participar, que nós aqui não descriminamos ninguém.

Os dois primeiros lugares masculinos e femininos têm prémios (e merecidos meus caros, da parte que me toca, têm direito a tudo!), mas pronto contentem-se com um carrinho com produtos no valor de 50€ e o segundo de 25€.

É uma corrida aberta a todas as pessoas. Para participar basta pedir a ficha de inscrição no supermercado Coviran que fica no número 56 da Avenida Humberto Delgado, em Alhos Vedros. Olhem, e não se partam todos!

Nós aqui temos corrida de saltos altos.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fonte: NiT
Foto: G1

Aves

PÔR A VISTA EM CIMA DAS AVES NA BAÍA DO SEIXAL. 3 e 4 fevereiro. Por Marlene Gaspar

gostamos 1

Ora bem, já muito se falou do que se pode fazer na Baía do Seixal e este local não pára de surpreender. A fauna e a flora deste espaço é extensa, vasta e única e agora podes botar-lhe a vista em cima de uma forma mais profissional. Sim, aqui podem ver-se aves, pertencentes a mais de 100 espécies diferentes. Muitas ocupam vastas extensões situadas na faixa de sedimentos entre marés, enquanto outras repartem-se pelos terrenos da margem, de acordo com as suas preferências de habitat.

Se gostas destas coisas ou se não sabes sequer se gostas, porque nunca deste uma espreitadela nestas aves raras, tens aqui uma excelente oportunidade.

No dia 3, sábado, entre as 10 e as 12.30 horas, no Núcleo do Moinho de Maré de Corroios, celebra-se o Dia Internacional das Zonas Húmidas (whatever that means!), que na realidade é dia 2 de fevereiro. A celebração no Seixal faz-se uma Oficina de Observação de Aves. A oficina realça a biodiversidade que o sapal conserva e a relação estabelecida com o património edificado aí existente, mais propriamente o Moinho de Maré de Corroios, através da realização de uma visita guiada a esse monumento.

As inscrições são gratuitas, mas obrigatórias através do contacto 210 976 112 ou pelo aqui.

Também grátis e no dia seguinte, ou seja, no dia 4 de fevereiro, das 14:30h às 17h, junto ao Moinho de Maré de Corroios (Ponto de encontro), a observação continua. A menos que o S. Pedro resolva fazer das suas e que o tempo impossibilite este acontecimento.

Mas, vamos crer que isso não vai acontecer. É um bom programa, almocinho pela zona e depois ires ver as vistas. Mas, para estares a par de tudo, informa-te aqui e inscreve-te.

Nós aqui temos observação da fauna e flora.
Nós aqui temos isto.
Texto: Marlene Gaspar
Fonte e foto: CMSeixal