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O QUE FAZER DO NATAL À PASSAGEM DE ANO? Por Marlene Gaspar

degustamos

Olá minhas bolinhas de Natal? Sobreviveram às várias rondas de almoços e jantares? Nós aqui, e falando da parte que me toca, sim! Com tudo o que se tem direito e mais um pouco. Aqui me confesso que me descontrolei um bocadinho e hoje elejo o rebolar como o melhor meio de transporte para a minha pessoa. Respondendo à pergunta que aqui me trouxe, e sabendo que o plano das festas aqui na zona é daqueles bons, mesmo bons, a mim resta-me um resposta curta – fechar a boquinha!

Olhem que eu não sou “ssoa” destas coisas, até porque muita comida de fácil acesso, como buffets, costuma ter um efeito contrário em mim – ao querer tudo, parece que não me apetece nada. E, desta vez, não sei o que me aconteceu, mas parecia que o meu estômago estava um poço sem fundo (já o mesmo não posso dizer da minha conta bancária, que aqui também houve algum descontrole. Mas aqui, os efeitos secundários são mais positivos, deixar os outros felizes e contentes tem o efeito a dobrar sobre quem dá). Sabem aquela coisa de pensar que um dia não são dias e amanhã nem se nota. Devo ter levado isto demasiado à letra, porque no dia a seguir isso não passou ao lado da balança. E se pensam que está bem distribuído, desenganem-se, que eu sei muito bem que parte do meu corpo ficou mais maltratada. Adiante.

Olhando para os últimos dias, o prazer compensou estes incómodos – pelo menos alguns. Seguramente, e como pedi, os presentes embrulhados não foram os Reis da Festa – calma – adorei tudo e não vou passar nem um minuto a trocar nada, o que é um grande feito. Ou então, já sou mesmo um livro aberto! A companhia é que foi sem dúvida a estrela da companhia. O Natal foi passado aqui, na minha querida margem sul com os meus e os nossos, e o Pai Natal, cumpriu todas as “exigências”, ou quase todas, que como mãe, há que fazer escolhas.

Ainda não estou preparada para a Passagem de Ano e para todas as tentações que esta provoca – estou a falar das gustativas, ok? Por isso resta-me até lá fechar a boquinha (vamos ignorar o dia de hoje, porque amanhã é que conta!), porque se o ritmo assim continuar, não sei onde vou parar. Só sei que não vai ser bonito. Esta regra não se aplica à converseta, porque podemos dar continuidade à quadra dos afetos e continuar a emanar e desejar energia positiva ao próximo. Eu começo:

Continuação de Boas Festas, e já agora, das visitas por aqui. Nós aqui, gostamos disso! Bem-hajam.

Nós aqui temos de fechar a boquinha.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

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