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IE, IE, IE, O SOL DA CAPARICA É QUE É. Por Marlene Gaspar

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O Sol quando nasce é para todos e o Sol da Caparica não é exceção. A 5ª edição do Festival Sol da Caparica começou ontem e como não podia deixar de ser, nós aqui estivemos lá. Desde há 3 anos, que acompanho a evolução deste grande evento na margem sul e cada vez mais orgulhosa do seu percurso.

Ontem tive o prazer de vir desbundar o festival com malta da margem norte, que provavelmente sem grande expectativa, mas atraídos pelo cartaz lusófono, quis tirar teimas sobre o Festival. E tirou. Conquistámos mais uns fãs que se renderam ao som, mas também ao recinto, ao espaço, ao ambiente, ao convívio, porque o Sol da Caparica é muito mais do que uma letra, um bom dia de praia. É uma forma de estar e “tá-se bem”. Está-se mesmo muito bem.

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Foi fazer a cobertura do evento de forma real – como um verdadeiro festivaleiro e ainda houve espaço para encontrar amigos.

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A evolução da organização também se nota pelos espaços, atividades e oferta para além dos concertos, pela presença de grandes marcas que estão presentes e que são muito úteis. O meu muito obrigada ao MBWay que me salvou a noite. Eu deixei a minha carteira onde passei férias (o que são a uma centenas de quilómetros da Costa da Caparica) e estava sem cartões. Um drama, cuja primeira reação é pânico. Como é que vou pagar as minhas cenas? Pára tudo. E eis que com este dilema para resolver “tropeço” no postos da MBWay e consigo levantar dinheiro sem cartão. E ainda consigo ir comer e pagar com MBWay sem usar o cartão. Não era a única a estar feliz por isso.

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Pimba, fez-se magia.Muito obrigada MBWay, tu é que sabes d’isto. Quem pode, pode e aqui pode-se pagar sem cartão. Tenho dito, mas vou saber mais sobre isto, que esta cena é muito à frente. Ah, e esta “magia” pode ser usada em qualquer lugar, não é só na margem sul.

É que o festival está carregado de atrações que obrigam a usar a carteira, perdão o telemóvel. Eles são as tendinhas com bijuteria, vestidinhos e acessórios de perder a cabeça, o material de surf, do qual não sou praticante, pois com muita pena, nunca me aventurei nessa lide, mas que não me impede de usar roupas e acessórios respetivos. Afinal, posso ser uma surfista da banheira com muita pinta. A juntar a isto, as noites de verão estão aí, por isso o que mais se pode pedir a este Festival?

Lisbon South Bay blog, no Sol da Caparica.

Nós aqui temos o Sol da Caparica.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

Foto: Ricardo Madeira

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