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NÓS AQUI, FIZEMOS A MINI MARATONA.

corremos

E corremos até ao último metro. Como sabem foi uma estreia absoluta e todas as expectativas foram superadas. Conseguir ultrapassar os desafios e objetivos traz claramente um sabor de vitória, apesar de não fazer a mínima ideia em que lugar fiquei. Então tínhamos os seguintes desafios:

#1 – Correr junto com a multidão sem “medos” check*

#2 – Pisar com o meu próprio pé a pontecheck

#3 – Conseguir fazer os 7 km a corrercheck.

A experiência de admirar a vista, fazer aquele percurso pelo nosso próprio pé e conseguir não parar até ao final dá uma verdadeira sensação de missão cumprida. E depois há aqueles momentos que são irrepetíveis e que uma multidão pode proporcionar. Foi curioso que na partida estava junto de um casal a quem tirei uma foto. Nunca mais nos cruzámos até que na meta, lá estavam eles à minha frente. E, acabaram por ser eles a tirar a minha foto para registar a chegada.

Captura de ecrã 2016-03-21, às 09.55.58

As pessoas escolheram participar, por isso torna-se um ambiente de boa disposição. Já na Av. Da Índia, os participantes da mini-maratona correm ao lado dos participantes da meia-maratona, separados por grades. As palavras de motivação são dadas de parte a parte e destaco um participante da meia que com uma voz pujante diz para nós (os da mini):

Vá lá, já só faltam 15 km…para nós! Arrancou-me logo um sorriso de orelha a orelha e foi com esta boa disposição que segui rumo à meta. É incrível como a envolvência e ambiente ajudam imenso na motivação e a não dar qualquer confiança ao mínimo sinal de querer parar.

Mas não foram só facilidades. Para quem quer fazer a prova a correr, tem de fazer muito mais que isso. É uma prova de corrida com contorno de obstáculos. Acabamos por fazer mais uns metros com tantos zig-zags. Há muitos participantes que vão só fazer caminhada e param para tirar “mil e uma” fotografias. É compreensível, porque a vista e a experiência assim o exigem, mas não facilita quem quer correr. A única solução é contornar e avançar.

Os meus parabéns à organização, porque um evento com esta dimensão e responsabilidade é muito exigente e da parte que assisti, achei que estiveram reunidas todas as condições. No final somos brindados com um merecido snack que muito apreciei, mas depois de prova superada e conquistas alcançadas, eu merecia mais. Em Belém tem de se comer um pastel de Belém. Vá um não, dois. Dois pareceu-me mais justo, face às calorias que tinha despendido. E, ainda deu para trazer para casa e mais um para o caminho.

Regressar à Lisbon South Bay também foi muito fácil, porque a organização dos transportes está bem preparada para isso.

Foi sem dúvida uma manhã emocionante e fiquei cheia de vontade de fazer mais. Gostava muito de arriscar na meia-maratona, mas acho too much**. Devia haver um meio termo. É que passar de 7 km para 21 pode ser um passo maior que a perna, ou neste caso, vários!

Já dizia o anúncio – “Há coisas fantásticas, não há?” Esta foi uma delas.

Para o ano voltamos. A mini é certa. 19 de março de 2017. Vamos trabalhar para isso.

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Nós aqui fomos à mini maratona.
Nós aqui temos isto.

 

*check – verificado
** too much – muito

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