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Alcoolemia

FESTAS DA AMORA SÃO COM ALCOOLÉMIA. 13 agosto.

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Os Alcoolémia podem não saber se merecem, mas nós sabemos que sim. A banda rock da Margem Sul faz XXV anos no próximo dia 13 Agosto, o que aqui para nós é uma obra daquelas. Mercem tudo, tudo de bom! E nada melhor do que celebrar num grande evento aqui desta “banda”. E o dia de celebração vai ser nada mais, nada menos – Festas Populares da Amora.

E a celebração não se faz sozinha, para além de estarmos todos convidados a estar presentes, a banda vai dar um concerto especial onde também convidou mais nomes de peso: Carlos Tavares (Grupo de Baile), Nuno Norte, Orlando Cohen (Censurados), Tiago Estrela (Rock em Stock), Diamantina Rodrigues (Fadista), Vasco Duarte (Ossos do Ofício), Maria João Matos, Zé Miguel Zambujo (Saxofone).

Na 1ª parte do espetáculo actuam os União das Tribos a partir das 21.30 horas.
Se precisam de mais algum argumento para não ficarem em casa, pronto, venham lá também beber um copo.

Parabéns aos Alcoolémia. Venham mais 25 com ainda mais sucessos.

Nós aqui temos as Festas da Amora.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

BrunoCaires

BRUNO CAIRES A ERGUER O AMORA

Nada como abrir ler as notícias e ver notícias do nosso filho da terra com um artigo digno de campeão, como é o nosso Bruno Caires. Como de costume, partilhamos o que é mesmo bom e por isso aqui vai o artigo do DN para quem ainda não leu ou para reler, porque vale mesmo a pena.

“É coordenador do futebol juvenil do clube do concelho do Seixal, onde deu os primeiros passos na modalidade. Comparado a Paulo Sousa, passou pelo Benfica e pelo Sporting

Como diz o ditado, o bom filho à casa torna. É esta a história de Bruno Caires, antigo médio defensivo que deu os primeiros passos no Amora, precisamente o clube para o qual voltou quase duas décadas depois, há quatro anos, para assumir a coordenação da formação.

“É com grande gratidão e apreço que estou no Amora. Grande parte da minha família é daqui e é onde me sinto bem”, começou por dizer ao DN. “Juntamente com outras pessoas ligadas ao futebol e não só, criámos uma empresa chamada Friends & Company, em 2009, que gere o Leão Altivo e, de há quatro anos para cá, o futebol juvenil do Amora. O Leão Altivo tem tido resultados bastantes bons no futebol 7 do distrito de Setúbal e tem dado atletas a Sporting e Benfica. O Amora também tem tido resultados excelentes, uma vez que já colocámos os juvenis e os juniores nos campeonatos nacionais”, explicou o campeão europeu de sub-18 em 1994, que chegou a treinar equipas jovens nos dois clubes do concelho do Seixal.

“O meu dia-a-dia é dedicado a 120% à Academia do Amora. E não estando diariamente no Leão Altivo, tudo temos tentado para que possa evoluir. A exigência é cada vez maior, fruto dos resultados em crescendo”, contou, ainda que temendo uma estagnação. “Temos muitas equipas para treinar das 18.30 às 23.00 e os campos estão ocupados. Temos feito um grande esforço, mas precisamos de mais horas de treino. Com o projeto da renovação do Estádio da Medideira, esperamos poder contar com mais campos”, disse o ex-futebolista, que também é vice-presidente do Amora, emblema “em franco crescimento” e que “por manifesta infelicidade não está no Campeonato de Portugal”. “Queremos aproximar-nos do patamar do Vitória de Setúbal”, vaticinou, ambicioso.

Memórias de “títulos e troféus”

Questionado sobre as melhores memórias da carreira, Bruno Caires fala dos “títulos e troféus” ganhos, todos eles enquanto ainda era bastante jovem. “Toda a minha juventude na formação do Benfica foi fantástica. E pela seleção nacional fui campeão europeu sub-18 (1994), 3.º classificado no Mundial sub-20 (1995) e 4.º no Europeu sub-16 (1992). Essa geração lutou pelos primeiros lugares em todas as competições. E estar numa equipa como o Benfica e vencer a Taça de Portugal (1995-96) foi ótimo”, confessou o antigo centrocampista, que teve um grande desempenho e fez uma assistência na conquista do Jamor, frente ao Sporting, naquela que para muitos foi a melhor exibição da sua carreira. “Não. Foi uma de muitas. Tinha 20 aninhos e ficou na retina das pessoas, devido ao mediatismo do jogo. O favorito era o Sporting, mas fizemos um grande jogo”, recordou.

Por se destacar no Benfica e na posição mais recuada do meio-campo, o antigo jogador era muitas vezes comparado a Paulo Sousa. “Era normal, jogávamos na mesma posição. O Paulo Sousa era um dos melhores a nível mundial e ser comparado a ele era sinal de que estava a fazer um bom trabalho”, disse.

Após duas boas temporadas de águia ao peito, rumou ao Celta de Vigo, num negócio que rendeu 3,5 milhões de euros aos encarnados. Na Galiza, contudo, teve um revés, quando sofreu uma lesão gravíssima, uma rutura de ligamentos cruzados no joelho direito. “São sempre situações difíceis. Afetou a minha maneira de jogar, porque precisava de jogar muito para estar a um bom nível. Entretanto, o futebol evoluiu e hoje um jogador não precisa de estar sempre a jogar para estar num bom nível”, lamentou, admitindo que “não foi por isso” que não foi mais além na carreira.

Com o intuito de jogar para recuperar o nível de outrora, voltou a Portugal pela porta do Sporting, em 2000. “As oportunidades não surgiram e não me consegui mostrar”, lembrou o antigo médio, que esteve vinculado ao emblema de Alvalade durante quatro anos mas apenas por duas vezes jogou pela equipa principal dos leões, tendo alinhado em 42 partidas pelos bês verde e brancos, na antiga II Divisão B – pelo meio, representou ainda o Maia e o Sporting da Covilhã por empréstimo. Depois de uma temporada ao serviço do Louletano, em 2004-05, encerrou a carreira.

Apesar de não ter sido feliz de leão ao peito, diz que ficou “a gostar do Sporting, uma grande casa”, pela qual tem muito “carinho”. Ainda assim, é pelo Benfica que o coração bate mais forte. “Foram muitos anos lá, é normal. O meu pai [Eurico Caires] também jogou no Benfica [durante a formação e em 1971-72 enquanto sénior] e parte da minha família é benfiquista”, confessou.

Agora que já passaram 12 anos desde que pendurou as botas, Bruno Caires faz um balanço positivo da carreira. “Só tenho de louvar fazer aquilo de que gostava. Os meus pais sempre me apoiaram e nunca fizeram qualquer tipo de pressão. Não me arrependo de nada. O treinador pode decidir a meu favor ou de um colega, é normal. Só tenho a agradecer a quem confiou em mim”, disse, agora com menos preocupações.

“Quando jogávamos tínhamos outras preocupações, como a nível do descanso. Agora não há tanto rigor na comida e nas horas de sono. Foram muitos anos de estágios”, feliz por ser coordenador do futebol juvenil do Amora, uma função que se “encaixa” na sua “ideia de vida”.

Nada como ver ou rever a nossa conversa com este jogador.

Nós aqui temos o Bruno Caires.
Nós aqui temos isto.

Fotografia e realização de vídeo: Joel Reis
Texto: David Pereira in DN

FeiraFumeiro

FEIRA DO FUMEIRO NA AMORA. 7, 8 e 9 de abril.

degustamos

É já amanhã a 3ª edição da Feira do Fumeiro da Amora e vai ser como alguns casamentos que duram 3 dias, porque a festa é boa demais para fazer a coisa por menos. Como já revelei aqui sou uma fanática por estas iguarias e a juntar a estes os enchidos de fumeiro são só coisas boas, mesmo boas. Tão boas que perdoo o mal que fazem pelo bem que sabem. Nada como comer com moderação.

São 3 dias de pura animação e degustação. O Jardim do Fogueteiro vai ser palco deste grande evento e o entusiasmo só de ver o cartaz já me faz começar a salivar. Mas eu aguento, e consigo esperar por amanhã…

FeiraFumeiroAmora

Cartaz

…ou então não, e aproveito para dar já uma trinca num paiozito daqueles que anda cá por casa. Nada como ir ao treinos antes da grande prova.

Nós aqui temos Feira do Fumeiro.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

Chocolate-City

FEIRA DO #CHOCOLATE NA AMORA. “CHOCOLATEI-SE”! 25 a 27 de novembro.

degustamos

Já aqui manifestámos o nosso agrado, perdão o nosso agrado não! O nosso total amor pelo chocolate. A nossa total devoção por esse “ser mágico” que tanto prazer proporciona nestas alminhas sedentas e necessitadas de tamanha iguaria, capaz de passar do estado depressivo ao de felicidade numa espécie de 6,7 segundos dos 0 aos 100 km/hora! Bom, acho que deu para perceber a ideia!

Da primeira vez que anunciámos aqui uma Feira de Chocolate, criei a palavra “Chocolatear”, que não existe no dicionário comum, mas existe no meu – pretende dizer “prova organoléptica de chocolate”! E é isso que eu vou fazer de 25 a 27 de novembro na Amora, mais precisamente no Jardim do Fogueteiro. Vou “chocolatear-me” até mais não. Porque eu quero, porque eu gosto e porque eu (ainda) posso! Sim, porque quando chegar ao Natal parou! Não vai dar para tudo. Vamos dar espaço a outras doçarias natalícias que também têm um lugar muito especial no meu coração! E vá, o chocolate leva só uma dentadinha…ou duas…

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A entrada é livre por isso, apareçam. E já agora “chocolateem-se” também!

Nós aqui temos a Feira do Chocolate.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

Cavalos a solta

231 CAVALOS À SOLTA NA MARGEM SUL. CONSEGUES AGARRÁ-LOS? até 2 novembro.

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Não é segredo para ninguém a minha paixão pelos MINI. E saber que o MINI mais potente de sempre – o John Cooper Works está na margem sul prontinho para ser experimentado, pôs-me em Redline para sentir a verdadeira adrenalina.

Como também já não é segredo a AMG Car Seixal tem 10 MINI John Cooper Works para serem experimentados até ao dia 2 de novembro e como não podia deixar de ser pus-me “primeiras” da fila!

A decisão não foi difícil com este “verão de outono” que se faz sentir, o Cabrio “encheu-me as medidas”. Assim que liguei “o animal” o ronco deste foi música para os meus ouvidos. Com o MINI John Cooper Works estamos a falar de outra liga. Estamos na Champions! Estamos a falar de um “menino” com 231 cavalos de potência e de 6,3 segundos dos 0 aos 100km/hora. Um “menino que literalmente queremos ter nos braços.”, mas atenção que ele é “nervosinho”, dá luta. Poder “passeá-lo” na margem sul é um sonho tornado realidade.

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Sabem o que são 231 cavalos? Eu não sei, ou melhor não sabia. É muita potência e não vais querer outra coisa. Se um cavalo pode muito, 231 cavalos podem muito mais. E fomos com o John Cooper Works “visitar” os cavalos da Associação Equestre aqui na margem sul. E o que é que os John Cooper Works tem em comum com o “Firme”, o cavalo que nos recebeu? Além da beleza rara, não há obstáculos para eles.

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Se não há para eles, não vai haver para ti. Aparece a partir de hoje e até ao dia 2 de novembro no concessionário MINI AMG Car no Seixal e agarra um John Cooper Works. É muita adrenalina.

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Nós aqui temos MINI John Cooper Works para experimentar.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fotografia: Joaquim Rodrigues
Agradecimentos: AMG Car Seixal e Associação Equestre Portugal na Amora

 

 

corridaAvanteSeixal

FOI DURA A CORRIDA DO AVANTE!

corremos

Pelo menos para mim. Este ano a minha participação na Festa do Avante! alargou-se ao campo desportivo e participei na 29º corrida com um percurso de 10,200 km com quase 3 mil participantes que teve início na Baía do Seixal, percorrendo toda a Marginal com partida da Amora até ao Seixal e voltando pelo mesmo percurso até à Festa do «Avante!». E, há que dizê-lo com toda a frontalidade: a minha participação foi fraca, fraquinha. Ok, há que assumir e enfrentar o toiro pelos cornos. Foi medíocre!

participação corrida avante

Número de participante

Em nada se deveu à organização ou à prova, que em abono da verdade foi muito positiva. O percurso foi extraordinário (exceto a subida que me “matou”), a vista é excecional e a boa onda dos participantes foi contagiante. Deveu-se sim, à minha organização, ou melhor à falta dela.

Não me preparei minimamente e os meses de férias fizeram apoderar-se sobre mim uma “preguicite aguda” para as corridas que ia “justificando” com a minha parca tolerância ao calor. Este faz chegar a mim as quebras de tensão e as corridas foram substituídas por passeios de bicicletas e caminhadas. Que podia ser a mesma coisa, mas não é.

Ainda assim, lancei-me “à maluca” e se tivesse que desistir, assim o faria. Sem problemas (bem, com alguns, porque não gosto de atos falhados) estipulei 3 objetivos:

1#terminar a prova
2#fazer o percurso todo a correr
3#divertir-me

Ou seja, não fui correr pela viagem à Madeira, o 1º Prémio da prova, óbvio. Mas, ainda assim a taxa de sucesso foi medíocre porque destes objetivos pode-se dizer que a média foi 1,5. O primeiro foi alcançado o segundo não, e tendo em conta a falta de preparação também já tive provas mais divertidas. De qualquer forma, se formos atribuir ponderações aos objetivos foi uma aposta ganha.

A dor de burro que se fez sentir nos primeiros quilómetros antevia uma prova dura. A subida ia sendo responsável pela desistência, mas uma voz do público ecoou perante os “meus bafos de fora”:

– Essa camisola tem de ser honrada! – a camisola da 11ª Corrida do Benfica, que levei para não me fazer esquecer que eu já tinha conseguido alcançar aquele feito. O meu pensamento foi: “oh senhor, não me ponha mais pressão!”, senão deito já a camisola ao chão. Mas, esbocei um sorriso como pude e continuei a subir, também como pude.

Nunca tinha feito parte da “Liga dos Últimos”, mas apesar de não gostar de perder nem a feijões, o ímpeto de ter de terminar levou a sua “Avante” e para a frente é que foi o caminho. Cheguei, com dificuldade, mas cheguei.

Parabéns aos vencedores, a todos os participantes e à organização. As atividades desportivas são muito importantes e uma prova destas gratuita é uma excelente iniciativa. Contem comigo para a as próximas e estarei mais bem preparada (espero). Obrigada, camaradas.

Nós aqui temos corrida do Avante.
Nós aqui temos isto.

Tags: Corrida Avante | Baía do Seixal | Amora | desporto

Texto: Marlene Gaspar
Fotografias: Lisbon South Bay blog

amora

ENTREVISTA COM #BRUNO CAIRES.

#NOSAQUI 1B

com BRUNO CAIRES

O Lisbon South Bay Blog foi ao seu encontro, no Campo do Amora, onde é um dos responsáveis pela formação de novos jogadores e com ele trocamos umas bolas neste blog.
Vamos então jogar a… isto!

Bruno Caires, 39 anos, casado e pai de dois filhos, o Nelson e a Maura.
Nascido e criado na “Margem Sul” viveu na Amora durante a infância e adolescência.

Bruno sempre teve uma estreita relação com o Mundo do Futebol começando pela “herança” do seu pai, o também futebolista Eurico Caires, e cedo se integrou nas escolas de formação do Clube da Luz. Aos 18 anos já jogava na primeira divisão.

Foi uma grande estrela do futebol português (médio defensivo) onde jogou nos 3 grandes da capital: o Belenenes, o Benfica e o Sporting. Mas o seu sucesso foi além fronteiras e também deu cartas a nível internacional jogando em Espanha no Celta de Vigo e no Tenerife. Na seleção nacional de sub-20 também nos encheu de orgulho onde fez parte do plantel que conquistou o honroso 3º lugar contra a Espanha, no Mundial no Qatar em 95, participando no ano seguinte nos Jogos Olímpicos.

O Lisbon South Bay Blog foi ao seu encontro, no Campo do Amora, onde é um dos responsáveis pela formação de novos jogadores e com ele trocamos umas bolas neste blog. Vamos então jogar a… isto!

Nós aqui estivemos com o Bruno:

Fotografia: Joel Reis
O Lisbon South Bay Blog agradece a Academia Amora F.C.:

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