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FESTIVAL DO QUEIJO, PÃO E VINHO.

degustamos

Ora se há festival que anima e chama a nossa atenção é um festival com queijo, pão e vinho. Eu diria que é (quase) tudo o que se precisa para se ser feliz. Analisemos um a um:

# queijo – adoro. Adoro. Adoro. Não sou a mais versátil degustadora de queijo, porque nem todos me passam pelo estreito, mas se há coisa que chama a minha atenção é uma boa mesa de queijos. Ponham-na e aí vou eu lançada. Só tremo com alguns mais potentes de aspeto e de cheiro. Os queijos de Azeitão são daqueles aos quais me lanço, sem medos e sem pensar no “estrago” calórico. Isso são outras preocupações que para agora não interessam nada.

Continuemos, que aqui há pano para mangas, que é como quem diz também há:

# pão – ai senhores, como eu gosto de pão. Não entendo aquela máxima: ” não só de pão vive o Homem”, porque eu sobrevivia só com pão e o meu estômago estava sempre a bater palminhas de contente. Bom, claro que gosto do pão acompanhado com qualquer coisa, mas não me tirem o pão. Eu não gosto de pão eu amo pão. E aqui não sou esquisita – branco, escuro, com sementes ou sem elas. Torrado, fresco, acabado de sair. Bolas, saloio, you name it.

# vinho – ui, que bom! Quem conhece os meus gostos sabe que me rendo ao tinto aqui da zona sul. E quando acompanhado dos dois ingredientes anteriores é ficar com as papilas gustativas a erguer as mãozinhas para o céu.

Ou seja, estão reunidas todas as condições para fazer uma visita ao Festival do Queijo, Pão e Vinho. Mas se ainda tens dúvidas, há também doçaria, fruta, mel e artesanato na 23.ª edição do festival dedicado à produção da região da Arrábida. O programa inclui degustações, harmonizações, demonstrações de tosquia e ordenha, espectáculos, passeios e actividades para crianças.

E quando é? É já este fim de semana na Quinta do Anjo em Palmela. De 31 de março a 02 de abril. Sexta das 15h00 às 24h00; Sábado das 10h00 às 24h00; Domingo das 10h00 às 21h00. A entrada custa 1€.

Nós aqui temos o Festival do Queijo, Pão e Vinho.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar