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QUEM “ANDA” DO LADO DE LÁ? Por Catarina Laborinho

visitamos

Nunca se questionou quem “anda do lado de lá” de alguma coisa? Infelizmente há miúdos em alguma partes Mundo que acham que o Leite nasce nas prateleiras do supermercado, não relacionam os animais à carne que comem… enfim… quando me deparo com esta realidade confesso que me assusta, por isso mesmo tento ao máximo que os meus filhos tenham a plena consciência de onde nascem as coisas e como lhes chegam até casa, sejam eles os vegetais que comem como o nascimento de cogumelos dentro de pinhas, tal como nos aconteceu a semana passada…

Posto isto, foi esta mesmo a questão que coloquei à Fertagus. Mas quem “ANDA DO LADO DE LÁ?” O LSBblog  já vos apresentou o João Teófilo (chefe de maquinistas) e o Eng.º João Duarte (responsável de manutenção), mas e quem é a restante equipa? Como é de conhecimento geral, a Fertagus é de facto uma empresa ENORME, para além da multidão de funcionários que trabalham em turnos e onde garantem o serviço 24H, é uma empresa que transporta aproximadamente 70.000 pessoas por dia. UAU!!!

Nós aqui fomos conhecer as caras que “vivem” do lado de lá e quais são os procedimentos da Fertagus em BackOffice!

Quando entrámos deparamo-nos com um mundo de monitores, interligados entre si e que nos dão a leitura geral de todos os comboios que circulam na grande Lisboa.
Através destes monitores conseguimos ver os “nossos” Fertagus e todos os outros, bem como o tempo de atraso de toda a circulação. Focámo-nos, como é obvio, apenas nos da Fertagus que estavam com um atraso de 3 min em Sete Rios.

Como cliente assídua, perguntei porque razão os Fertagus da tarde se atrasam quase sempre, ao contrário da manhã que são de pontualidade inglesa? A resposta foi simples “em Lisboa, andam outros comboios na linha e por vezes têm que se dar preferência aos regionais que vão para sul e não têm que andar atrás de nós!”. Eh lecas, de facto tem toda a lógica, um comboio que vai para Évora não tem que parar nas “capelinhas” todas até a Setúbal :)
É pena que a informação que é gerida nas plataformas não é da responsabilidade de cada operadora, ou seja, quando um Fertagus se atrasa, a menina que “fala” connosco apenas diz que está com atraso e não nos informa mais nada… Oh Fertagus, não dá para meter a cunha para esta gestão passar a ser da vossa responsabilidade?

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Mais à frente temos a equipa responsável pela boa gestão dos equipamentos de venda, máquinas, bilheteira entre outros. Aqui a Permanência Comercial tem acesso a toda a informação de cada máquina, desde trocos, falta de papel, avarias, etc etc. O mais curioso ainda é que esta equipa consegue ajudar quem está do outro lado na máquina a tentar tirar um bilhete. Nem todas somos iguais, e se há quem já renove passe de olhos fechados, há quem olhe para “aquilo” como um “Burro a olhar para um palácio” (sem querer ofender ninguém), mas a verdade é que acontece e sempre que tocar no botão de pedido de informação, do lado de lá aparece sempre alguém que ajuda.
A ajuda não é só explicar como se faz, a ajuda é mais valiosa do que isso, é conseguir fazer todo o processo onde o viajante só tem que efetivar o pagamento. Temos que admitir que dá muito jeito, para todos aqueles que tem dificuldades em autonomamente, o conseguirem fazer. Bem-haja Fertagus, não fazia ideia e fiquei impressionada…

Esta equipa tem uma vasta panóplia de outros serviços internos, um deles passa pela gestão das redes sociais, onde em dias mais complicados é atualmente um dos canais mais procurados, e onde é fundamental ter alguém “fisicamente” a ajudar no que for preciso. Eu já experimentei e funciona :)

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Ainda na mesma sala, temos o controlo do acesso de viaturas nos parques de estacionamento. Aqui, há um segurança 24h a controlar todas as saídas e entradas dos vários parques da Fertagus. Como em todas as profissões, há horários com maior fluxo e sempre que precisamos de tocar no botão de informação, a “chamada” pode estar em espera, mas ele acaba sempre por nos atender.
Ao passar o passe na cancela, aparece todo o registo daquele passe, é impressionante a quantidade de informação…
Informação essa que é fundamental no caso de a cancela não abrir. O nosso passe ou ticket dispõe do mais variado tipo de informação, desde a sua validade, pagamento se foi feito com sucesso, em que máquina, a que horas… é uma imensidão de informação para gerir.

Do lado de lá, está sem dúvida uma equipa multidisciplinar que diariamente dá um apoio “não visível” a todos nós, utilizadores deste meio de transporte.

 

Obrigada mais uma vez Fertagus por nos abrirem as portas da “vossa casa”.
Nós aqui fomos “ao lado de lá”
Nós aqui visitámos isto

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Texto: Catarina Laborinho | Fotos: Fertagus

FERTAGUS, LSBblog

Rock-in-Rio

VAMOS AO ROCK IN RIO? Por Catarina Laborinho

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Os mais aficionados da margem sul vão já colocar em causa este artigo, “Mas que raio o Rock In Rio tem a ver com a Margem Sul?” Tem tudo, e quando digo tudo, é tudo mesmo, e sabem porque? Eu explico: NÃO VOU ANDAR A STRESSAR COM O CARRO, PORQUE ESSE FICA NO LADO CERTO! Estou a gritar? Nada disso, estou apenas a fazer-me ouvir 😉

Malta, este ano a Fertagus tem um serviço especial para o Rock in Rio, para quem vai da Margem Sul até à estação Roma-Areeiro. Por aqui já estamos em contagem decrescente para o evento mais esperado do ano. O segundo maior, já que o 1º já anda ao rubro, o Mundial da Rússia.

A pensar em todos os festivaleiros, a Fertagus vai ter um comboio suplementar para os dias do evento, às 1:45h nos dias 23, 24 e 30 de junho. No dia 29 de junho, apenas será efetuada a extensão do último comboio das 01h28 até Setúbal.
A distância da estação Roma-Areeiro até ao recinto são uns meros 20 mints a pé. Sim, nós sabemos  que para quem não está habituado a andar é dose, mas lembrem-se que os acessos estão sempre condicionados logo a seguir à bomba de gasolina 😉

Mas, e como em tudo na vida há sempre um mas, estas não são as únicas apostas da Fertagus para o Rock In Rio. Irá decorrer igualmente uma campanha com a oferta do parque de estacionamento a quem adquirir dois bilhetes (ida e a volta) nos dias dos espetáculos. Se não é cliente assíduo do comboio da ponte está é sem dúvida uma ótima oportunidade de passar a ponte num tabuleiro abaixo, e sentir o conforto deste “gigante”, já para não falar na comodidade em não ter que se preocupar com o carro :)

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Nós aqui vamos a isto
Nós aqui vamos com a Fertagus

Texto: Catarina Laborinho

FERTAGUS, LSBblog

 

fertagus

3 BOAS RAZÕES PARA QUEM APANHA O QUIM EM CORROIOS?! Por Catarina Laborinho

aplaudimos

Se apanha o Comboio da ponte em Corroios, mais conhecido por quim este artigo é para si!

A Fertagus em parceria com a CMS está a “oferecer” 3 boas razões para optar em estacionar no parque de corroios.

#1 – 5 euros de desconto na assinatura do parque de estacionamento;
#2 – 1,40€/Dia na compra de 5 entradas de parque;
#3 – OFERTA dos primeiros 90 mint para qualquer cliente do parque.

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Com a procura excessiva de lugares e com a vizinhança a ficar aborrecida por não ter espaço para o próprio carro, a Fertagus disponibilizou-se para ajudar. E que ajuda…

Sejamos práticos e não comecem já a pensar que 5 euros não dá para nada. WRONG!!!
5 euros?!?! perguntam vocês?! Isso ao final do mês é o equivalente a 4 lts de gasolina ou 5 cafés!!!

Sim, até aí é verdade, mas pensam para a frente. 5 euros por ano são 60€, neste caso vão ser só 40 porque a campanha só é válida até dezembro, mas não vamos assumir que acaba em Dezembro… voltando às contas, 40€ são 23% do valor do passe Corroios- Lisboa. Não fiquem baralhados… façam as contas e vão ver que tenho razão.

Mas ainda há mais… 1,40€/Dia é bestial. Se vão até Lisboa de carro, esta é agora uma nova solução, mais económica e amiga do ambiente. Ao contrário dos 1,75€ de portagem (já nem sei se é mesmo este valor, andar de comboio tem destas coisas) poupa 0,35€. Ah e tal, mas ainda tenho que pagar o bilhete. VERDADE, mas o bilhete são apenas 2,20€ VS o gasóleo até Lisboa e o estacionamento que é FOGO.

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Contudo, e como era de esperar, a Fertagus pensou em todos: nos que andam regularmente, nos que andam às vezes e nos que não andam mas gostam de andar por ali… ou seja, se é daqueles que gosta de ir àquele café que só há na estação (já estou com a barriga a bater palmilhas de contente só de pensar naquelas bolas de queijo que se vendem na estação) ou ir ao outro lado da rua até à piscina Municipal, tem 90 mint (bem 90 mint é 1h30, dá para ir a Lisboa 2 vezes)…

Ah pois é, aposto que pelo menos 1 das razões vai levar-vos a repensar…

A mim já levou!

E como fazer? Simples. Se compram o passe na máquina tal como eu, basta seleccionar a opção “Campanha Parque”. E Voilá. Encaixei mais 5€!

Não deixem esta oportunidade de lado!
Nós aqui andamos à caça aos descontos.
Nós aqui aplaudimos isto.

Texto e Fotos: Catarina Laborinho
FERTAGUS, LSBblog

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VAMOS À MEIA MARATONA COM A FERTAGUS. Por Catarina Laborinho

Vamos a isto

…ou vamos tentar 😀

Na realidade não vamos à Meia Maratona de Lisboa de comboio, isso vai ser o que vou dizer quando chegar ao fim e disser: “mas porque não vim de Fertagus?!?!”. Uma coisa é certa, vou lá chegar de comboio e você devia fazer o mesmo.

Estes dias de grande afluência são sempre mais complicados, mas a Fertagus, à semelhança dos anos anteriores, vai oferecer a viagem a todos os atleta que sejam portadores do dorsal oficial da prova e vai ter um horário especial para a deslocação “da malta”.

 

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Para quem chega à estação do Pragal da Fertagus pela Margem Sul ou por Lisboa é preciso que tenha em consideração os #10 fatores abaixo:
#1 A estação é a do Pragal. Se vier de Lisboa é a 1ª depois da Ponte. Se vier deste lado, é aquela onde certamente irão sair MUTOS atletas :D;
#2 Apanhe o comboio o mais cedo possível (não seja o comum Tuga que chega à hora da partida);
#3 Respeite as sinalizações de segurança, não ultrapasse a linha amarela e tenha cuidado com a distância entre a plataforma e o comboio;
#4 As portas não se abrem sozinhas. Tem que tocar no botão da porta quando este ficar verde;
#5 Não entre em nenhum comboio que não seja da Fertagus (passam outros na mesma linha mas estes não são à borlix);
#6 A organização da Meia Maratona de Lisboa não permite animais ou bicicletas durante a prova, e a Fertagus também não;
#7 À chegada ao Pragal, siga o trajeto previamente assinalado em direção à prova;
#8 Se quiser ir à casa de banho, para além das existentes na estação, a Fertagus vai ter à disposição WC’s portáteis no exterior a caminho do ponto de partida;
#9 Ah, e mais importante ainda, lembre-se que de barriga vazia não vai longe. A estação do Pragal tem vários pontos de restauração e não só, que o(a) podem auxiliar num dia diferente como este;
#10 Nós aqui vamos querer a medalha :)

Se é cliente assíduo do comboio da ponte e no próximo domingo vai passear ou trabalhar à outra margem do Rio, tenha paciência com os atletas, é só uma vez por ano e a maior confusão vai ser entre as 8:00 e as 10:00H.

Nós aqui prometemos que vamos tentar chegar ao fim 😉
Nós aqui temos a Fertagus a apoiar a Meia Maratona de Lisboa

Texto: Catarina Laborinho
Fotos: D.R

FERTAGUS, LSBblog

 

FERTAGUS

FOMOS ÀS BOXES DA FERTAGUS. Por Catarina Laborinho

visitamos

Se em Dezembro fomos ver como era a segurança lá em cima (reveja aqui o artigo) agora fomos ver como é por aqui, nas boxes da Fertagus.

Pois é, mais uma vez foi um dia de tirar o chapéu, desta vez quem nos acompanhou foi o Eng.º João Duarte e o João Rodrigues. O João Duarte, à semelhança de toda a equipa com quem nos temos cruzado na Fertagus, tem um percurso bastante interessante.

Começou como eletricista estagiário e passado algum tempo concorreu para maquinista. Concorreu e entrou ou não estivéssemos a falar de mais um elemento vencedor, não satisfeito, estudou arduamente durante 5 anos, no pouco tempo que lhe sobrava, e concluiu o curso de Engenharia Eletrotécnica. Hoje, 18 anos depois faz parte da equipa responsável pela manutenção destes gigantes de ferro e foi o anfitrião do LSBblog em mais uma enriquecedora visita guiada.

O dia da visita foi durante o fim-de-semana, quando chegámos apanhámos uma equipa externa a decorar um comboio. Desculpe Teófilo, “material circulante” :D, no chão, eram rolos e rolos de vinis mas posso-vos garantir que os nossos comboios ficaram lindos com Lisboa a vista 😉 (não me diga que ainda não os viu?!)

FERTAGUS

Este tipo de trabalho só pode ser realizado ao fim de semana, atualmente a Fertagus tem 18 comboios onde 17 estão em constante circulação. Todos os dias todos os comboios fazem rotinas de verificação e manutenção preventiva para além das limpezas, todas estas tarefas requerem uma articulação engenhosa de staff e equipamentos, imaginem que comboios são limpos diariamente à noite, chão vidros, painéis laterais, tecto e portas. Trimestralmente, sofrem uma limpeza interior exaustiva (plásticos, grelhas de ventilação, bancos, etc…), o que demora uma semana mesmo sendo feito por duas pessoas.

Já a limpeza exterior é assegurada diariamente por uma equipa de dois elementos que tratam dos gigantes durante seis horas, como? À mão. Sim nada como o tradicional “banho” para deixar 100 metros de comboio a brilhar.

FERTAGUS

Voltando às boxes…
Acompanhados pelo João visitámos um comboio por baixo, entre o emaranhado de ligações elétricas e pneumáticas o João ia-nos explicando o funcionamento dos equipamentos enquanto se desfazia em avisos de segurança, “cuidado que isso é baixinho, não se magoe”. Conseguimos ver os motores de tração, o compressor que alimenta a parte pneumática, o sistema de travagem e os bogies, (O bogie é a estrutura onde assenta a carruagem e que é composta pelos eixos (rodas), motores de tracção, cilindros freio, amortecedores e molas). De facto, o espaço lá em baixo é curto, mas se não tivéssemos ido por baixo do comboio não tínhamos percebido nem metade. Curiosamente esta é a altura da revisão de “meia vida” destas 300 toneladas, já rolaram 1.800.000 km, é dose… quando chega a esta quilometragem eles têm que fazer, para além das “visitas” de ação preventiva, têm intervenções mais abrangentes e completas, como é o caso da R1, que ocorre aos 1.800.000 km. Mas a cada 600.000 km realiza-se uma R3, e a cada 1.200.000 km uma R2. Os trabalhos efetuados em cada uma delas são diferentes, mas a R1 é a mais completa visto que engloba os trabalhos de R2 e R3, assim com a R2 engloba os trabalhos de R3.

FERTAGUS

Saímos de baixo do comboio e continuámos a nossa visita já de costas direitas, passamos pela área de montagem dos equipamentos que compõem o bogie, o tamanho de todo o material é algo impressionante de tão grande que é.

No exterior das oficinas principais visitámos uma pequena área (chamada de Torno de Fosso) onde são reparadas as rodas do comboio, incrível como as rodas de aço não têm que ser desmontadas para serem “retificadas”, neste espaço existem uns macacos hidráulicos que suspendem a carruagem e uma máquina que faz a retificação das rodas, permitindo assim ao operador realizar os serviços necessários no menor tempo possível, está tudo pensado para que os 18 comboios se mantenham em perfeito estado de funcionamento sem que isso afete os horários a cumprir.

FERTAGUS

Aqui cumprem-se os planos de manutenção, mal comparado funciona um pouco como quando vamos com o nosso carro à revisão, das “rodas” ao funcionamento de portas tudo tem o seu timing para ser verificado, um dos gigantes está já com 1.800.000 Km, isto não é o prémio do euromilhões, (antes fosse) é meia vida do comboio. Neste caso a “revisão” é um pouco mais complexa, esta implica desmontar o comboio praticamente todo.

Depois virá outro e outro, já que quando foram adquiridos vieram praticamente todos ao mesmo tempo.

Todo este trabalho é desenvolvido durante o dia, sem que algum momento implique o bom funcionamento e o cumprimento dos horários. Posso-vos dizer que é dose, é como costume dizer, é “non stop”.

E são assim as boxes, da Fertagus 😉

A experiência foi, mais uma vez, enriquecedora, perceber, ou tentar perceber, como funcionam estas toneladas é algo que confesso que me fascina.

Nós aqui fomos às boxes
Nós aqui dizemos obrigada à Fertagus

Texto e Fotos: Catarina Laborinho

FERTAGUS, LSBblog

Bombeiros Voluntários Cacilhas

PROJETO SOLIDÁRIO BY FERTAGUS. Por Catarina Laborinho

aplaudimos

Para quem é cliente assíduo do comboio da ponte já reparou certamente que todos os anos as “nossas” estações estão decoradas com bonitas árvores de Natal. Em 2014 (ainda este blog não tinha nascido) a Fertagus lançou o Projeto Arte Solidária, que consiste no donativo de 1.000€ por árvore por estação.

Sim, nós sabemos que o Natal já lá vai, eu pelo menos já estou a pensar na praia e no verão. Aí Verão Verão, já me estou a imaginar de chinelo no pé, na nossa querida fonte da telha, de barriga ao léu e ao sol que nem um lagarto… que saudades… mas quanto ao verão iremos ter novidades mas a seu tempo, agora voltando a dezembro e às árvores, este ano não foi diferente.

Em sequência de um verão tão penoso, a Fertagus decidiu atribuir as verbas disponíveis para este fim, às corporações de Bombeiros Voluntários locais. Assim, a decoração este ano esteve a cargo dos Bombeiros Voluntários que acabam por “pedir ajuda” aos mais pequenos, ou seja, ao Infantário Parque dos Sorrisos. As 5 árvores que estiveram em exposição nas 5 estações da Fertagus acabarma por ser “construídas” por estes pequenos grandes conquistadores.

árvores de Natal

Árvore de Corroios | Pragal | Foros de Amora

Ao todo, o donativo relativo às Estações foi atribuído à Associação Humanitária de Bombeiros Mistos da Amora, no valor de 1.000€ (estação de Foros de Amora), à Associação Humanitária de Bombeiros Mistos do Seixal no valor de 3.000€ (estação de Corroios, Fogueteiro e Coina) e à Associação de Bombeiros Voluntários de Cacilhas no valor de 1.000€ (estação do Pragal).

Assim é tão mais fácil…

Os Bombeiros precisam, a Fertagus ajuda, e os mais pequenos adoraram decorar as estações.

Nós aqui aplaudimos isto
Nós aqui gostamos de projetos como este!

Obrigada Fertagus
Texto: Catarina Laborinho
Fotos: Fertagus

FERTAGUS, LSBblog

FERTAGUS

FERTAGUS, SEGURANÇA EM PRIMEIRO LUGAR! Por Catarina Laborinho

andamos nisto

Andar nos comboio da Fertagus, para mim é uma constante, todos os dias o apanho até à capital para chegar ao trabalho em segurança e longe das filas de trânsito que volta e meia se sentem. Mas andar no comboio na cabine do maquinista é que foi a EXPERIÊNCIA.

Pois é, nós aqui fomos e adorámos. Não adorámos apenas a experiência em si, adorámos também conhecer o chefe de maquinistas João Teófilo, mais um verdadeiro aficcionado pela nossa margem sul.

O João Teófilo, mais conhecido por Teófilo, entrou no mundo dos comboios por mero acaso, aqueles acasos que se tornam paixão e já lá vão largos anos. Antes de chegar à Fertagus a sua carreira começou na CP e ainda miúdo, com os seus 25 anos, chega ao Porto aos comandos daquela máquina e os colegas mais velhos, habituados a ver os miúdos apenas como estagiários, perguntam-lhe “és de Lisboa não és?” o Teófilo, o miúdo espigadote que já ia sozinho até ao Porto, enche o peito e diz, “não pá!! eu, sou da Margem Sul!” – gargalhada como não podia deixar de ser. O verdadeiro quebra-gelo para uma manhã onde o Teófilo nos ia explicar como funcionam aquelas 300 toneladas de ferro e tecnologia.

Ainda no escritório o Teófilo explicou-nos como funcionava toda a mecânica de horários e afins. Escalas, traços e mais traços onde todos eles tinham uma razão ou explicação onde fez questão de nos explicar um a um. Ficámos a saber que todos os dias há um chefe de maquinistas de serviço, ou seja, disponível 24h/dia. No meio da explicação, falei-lhe num “comboio” ui… o que lhe fui dizer :) “o comboio, apenas é comboio quando tem um horário a cumprir” caso contrário para eles, e agora para mim é apenas e só, material circulante. Claro que a meio da conversa ele já falava em Comboio como nós, “material circulante” é estranho. :)

Eram 11:20 e lá fomos nós com destino a Lisboa. Entrámos num comboio que vinha de Setúbal, onde se deu uma troca rápida de maquinista, a partir daquele momento o Teófilo “agarrou” os comandos da operação.

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Explicou-nos tudo, mas quando digo tudo, é TUDO mesmo. Ficámos a saber para o que serve cada botão ou pedal e o que “aquela” máquina era capaz de fazer quase que sozinha.

Durante todo o percurso reforçou que a segurança dos passageiros estava sempre em primeiro lugar. A Fertagus tem como prioridade o bem estar dos seus passageiros e o cumprimento dos horários como disse o Teófilo. Confesso que gostei de ouvir, acabamos sempre por nos sentir confortáveis por saber que quem está do outro lado pensa em nós e em todos aqueles que mês após mês compram o seu passe, tal como eu.

O percurso mais extenso, Foros de Amora, Corroios foi feito a 120km, UAU, impressionante, a rapidez daquela máquina, curiosamente, e se achavam que tinham liberdade para acelerar no carril desenganem-se, ele tem que controlar a velocidade e se não cumprir, o comboio tem a capacidade de reduzir autonomamente. Tem igualmente um botão de HM (Homem Morto) que volta e meia apita, caso o maquinista não responda, com o toque de botão ou pedal, o comboio tem a capacidade de parar a marcha sozinho. Segurança em primeiro lugar!

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Finalmente chegámos ao Pragal. Aqui entra um novo elemento da equipa Fertagus, como já devem ter reparado é quem acaba sempre por promover o fecho de portas. Mais uma vez, por questões de segurança, este elemento entra para dar apoio em caso de emergência na ponte.

Todos os comboios têm umas pranchas que caso seja necessário abortar a viagem em cima da ponte, este elemento usando as referidas pranchas ajuda o maquinista a trocar os passageiros de comboio.

Mas voltando ao Pragal… Pragal = última estação. Ponte aí vamos nós.

Chegámos à ponte. Infelizmente não nos foi possível filmar, mas posso-vos garantir que a sensação é impressionante, entrar na ponte, vê-la de frente, é de cortar a respiração. O Teófilo confessou-nos que a ponte é dos lugares mais seguros, cheio de câmaras de vigilância e caso seja visualizado algum elemento estranho na mesma ou em qualquer parte da viagem eles são obrigados a comunicar, tal como nos aconteceu quando chegámos a Sete Rios que encontramos uma pessoa a passear na linha…

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Mas, antes de chegarmos a Sete Rios o comboio desligou-se, como certamente já reparou… Entre os Foros de Amora e Roma Areeiro ele desliga-se pelo menos umas 3 vezes. Algo que sempre me intrigou. Porque?! A explicação foi simples e claro que fez todo o sentido. Como sabemos o comboio é elétrico, e em todo o percurso ele é alimentado por cabos elétricos iguais (quase iguais) aos que chegam até à nossa casa. Mas estando ele em movimento, o comboio vai buscar energia ao fornecedor da mesma, ou seja, imaginem que quem fornece energia até Corroios é o posto de transformação do Seixal e na chegada ao Pragal já é o posto de transformação de Almada. O fornecedor é outro, logo, o maquinista como sabe, apanha um pequeno balanço, para que quando troca de “fornecedor” não deixa de andar e rapidamente voltar-se a ligar com novo fornecedor. Achei muito curioso, sempre achei que se desligava por falha, mas não, desliga-se de propósito, porque não tem outra hipótese. Até Roma Areeiro desligou-se mais uma vez. É normal, nós passageiros é que não sabemos a razão, mas agora já sabem :) não é defeito, é feitio.

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Chegámos a Roma Areeiro. O maquinista tem 7 minutos para fazer a mudança de cabine, e olhem que não é fácil fazê-lo em 7 minutos. Todos os comboios têm 2 cabines, a de condução principal e a secundária. Estas nunca deixam de o ser, o maquinista pode é estar a conduzir o comboio em qualquer uma delas.

Quando o comboio é duplo o caso é diferente pois passamos a ter 2 principais e 2 secundárias, ou seja, o maquinista irá conduzir na cabine da frente e esta por sua vez irá  “informar” o “comboio de trás” que deverá repetir as mesmas instruções.

Garanto-vos que 7 minutos é muito pouco tempo para fazerem esta alteração, sem nunca penalizar todos aqueles que estão à espera na plataforma para ir para casa ou trabalhar…

Saímos, mudámos de cabine e voilà a caminho novamente da Margem Sul.

No regresso, e a sair da Ponte, o Teófilo contou-nos uma curiosidade sobre o Túnel da Ponte, este já tinha sido construído pelo Salazar, mas aquando a construção da linha, deu-se a necessidade de construir a parte em falta do túnel do Pragal, só metade estava construido. Entre outras tantas curiosidades surgiu a duvida: “E o comboio não derrapa com chuva?” Claro que derrapa! Mas estes materiais circulantes estão preparados para libertar areia de modo a evitar que ele derrape. Curioso, muito curioso aliás, gentilmente o Teófilo, já parados, mostrou-nos como funcionava.

O nosso destino final foi Coina e como não podia deixar de ser, a nossa viagem correu calma e serenamente, como acontece todos os dias, ligando e desligando (mas agora já sabem a razão), Ponte, Pragal, Corroios, Foros de Amora e Coina. Chegámos a casa. É em Coina que se situa o “dormitório” deste pequenos grandes gigantes. Não o fomos arrumar, ele ia continuar a trabalhar e nós aqui íamos embora.

Mais uma vez, a experiência foi fabulosa, ao Teófilo, um verdadeiro anfitrião, um exemplo de competência, rigor e simpatia o nosso muito obrigado.

Nós aqui conhecemos o Teófilo
Nós aqui andámos nos “comandos” de 300 toneladas de ferro.

Obrigada Fertagus por esta viagem tão diferente.
Texto: Catarina Laborinho

FERTAGUS, LSBblog

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS. Por Catarina Laborinho

aderimos

Começou ontem a Semana Europeia da Mobilidade, a #mobilityweek, e nós aqui aderimos a isto. Com o apoio da Fertagus viemos para Lisboa de bicicleta. Uau!! foi A EXPERIÊNCIA. Sair de casa e colocar a bicla no carro é algo que faço muito raramente já que quando vamos andar já saímos a pedalar. Mas hoje era impossível ir até à estação, entre deixar crianças na escola e chegar ao comboio, só daria se a Fertagus me deixasse utilizar os seus balneários, porque ia chegar a pingar de suor 😉

Ontem e na próxima sexta-feira (dia 22) quem levar a bicicleta não paga bilhete, são os dias free da #mobilityweek para os adeptos de 2 rodas, com o apoio especial da Fertagus.

Sair de casa com a bicla no carro e chegar à estação é sempre uma experiência diferente. Por momentos até parecia que estava de férias… Aí férias, férias… já tenho tantas saudades tuas…

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | A partida

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | A partida

A Fertagus diariamente tem à disposição 2 carruagens para o transporte de bicicletas (uma na proa e outra na popa) mas hoje, e como a semana é especial, pudemos entrar em qualquer uma. Nós aqui entrámos na proa e numa carruagem adaptada. Estas, tanto dão para bicicletas, como carrinhos de bebé ou cadeiras de rodas. Têm uma pequena rampa e um género de “cinto de segurança” para prender os veículos. E foi assim que a minha bicla foi até Lisboa.

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | A caminho do trabalho

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | A caminho do trabalho

A chegada à capital foi pacífica, consegui com facilidade descer as escadas com ela “ao colo” e chegar em menos de nada ao escritório.

O regresso para casa, esse foi semelhante… é giro ver que há mais pessoas como eu a aderirem a esta iniciativa nesta semana especial, a #mobilityweek. Infelizmente não consigo ir de bicicleta mais vezes para o trabalho mas sempre que posso dou uma ajudinha ao ambiente. A partilhar chegamos mais longe e com este tipo de ações ou outras igualmente importantes e impactantes o mundo ao nosso redor torna-se muito melhor.

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | O regresso

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | O regresso

PS. Não se esqueça que no dia 22, com a bicicleta, tem acesso direto à casa da partida no comboio da ponte.

Obrigada Fertagus pela borlix na #mobilityweek
Nós aqui temos isto.

Texto: Catarina Laborinho
O Lisbon South Bay Blog agradece à Fertagus

FERTAGUS, LSBblog

 

FERTAGUS

VAMOS ÀS FESTAS DE CORROIOS COM A FERTAGUS. Por Catarina Laborinho

METEMO-NOS

É já logo à noite, dia 18, que começam as tão esperadas festas de Corroios, vão ser 10 dias de espetáculos de encher as medidas, tanto para nós como para os mais pequenos.

A logistica lá em casa é complexa e como não pretendemos chegar atrasados a nenhum dia, vamos optar por ir de comboio com a Fertagus.

Vantagens? Há muitas!
#1  A emoção dos mais pequenos começa logo quando lhe dizemos que vamos de comboio Fertagus até Corroios (eles ADORAM andar no Tio Quim de dois andares!!)
#2  Sem complicações conseguimos deixar o carro no parque da estação e em segurança;
#3  Para chegar a horas ao concerto, basta escolher o comboio certo que em menos de 3 minutos nos deixa na estação Fertagus de Corroios;
#4  Ao chegar,  atravessamos a rua e voilà, em menos de nada estamos no Parque Urbano da Quinta da Marialva , o espaço do recinto;
#5  No meu caso como 2 delas vão acabar por adormecer (de certeza, não fosse hábito termos que andar sempre com elas “às costas” ) ter a estação do outro lado da rua e o carro mesmo à porta vai-nos ajudar, e muito, a carregar os rebentos.
#6  Para quem não está habituado a andar no comboio da Fertagus, mas que tenha conta na Via Verde, pode sempre optar por usufruir da  APP Via Verde (reveja aqui como funciona) as viagens vão ser muito mais confortáveis sem bilhetes e bilhetinhos :)
#7  Mas se quer mesmo, mesmo, mesmo ir de carro, a Fertagus vai ter o parque C5, junto à entrada das Festas ao lado das Piscinas com tarifa única diária de 1,50€ só para as Festas de Corroios.

FERTAGUS

Está a espera de quê  para fazer o mesmo que nós?
Fugir da típica confusão do estacionamento é optar por ir até às Festas de Comboio Fertagus.

Vêmo-nos por lá 😉

Nós aqui vamos às Festas de Corroios com a Fertagus
Nós aqui temos isto.

Texto: Catarina Laborinho
O Lisbon South Bay Blog agradece à Fertagus

FERTAGUS, LSBblog

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SOLIDARIEDADE 360º. Por Catarina Laborinho

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Quando falamos em ser solidário ou em solidariedade, quer queiramos quer não o assunto é sempre muito delicado. Seja que tipo de solidariedade for, ou a que estejamos a praticar com o nosso voluntariado, os nossos sentimentos, dedicações ou a típica “chapada sem mão” dói, e a mim dói-me sempre muito.

O assunto é delicado, mas aqui coube-me dar-vos a conhecer o que vi, o que vivi é algo bem maior e que todos nós podemos apoiar. O assunto são crianças e adolescentes! Sou Mãe de 2+2, por isso é sempre um assunto que “mexe” muito comigo.

No outro dia, através de uma amiga conheci o Padre Gonçalo, vou trata-lo apenas por Gonçalo porque aqui não quero destacar as suas crenças ou religião, mas sim dar relevância ao brilhante trabalho que desenvolve.

Se é daqui, da nossa margem Sul, já ouviu falar certamente do bairro cor de rosa, ou do bairro branco. Estes são aqueles bairros que ficam perto da estação do Pragal da Fertagus a caminho do hospital. E foi aqui que fui ter com o Gonçalo. O dia escolhido não foi ao acaso, foi no dia do meu aniversário, e a companhia foi escolhida a dedo, fui com a Maria (minha filha mais velha) e com o Tiago (a minha cara metade), 2 das minhas algumas muletas!

O ponto de encontro foi no Centro Juvenil Padre Amadeu Pinto. Quando chegámos encontrámos a turma da manhã que ia para a piscina do Inatel. A manhã estava feia, mas para eles a diversão é o principal ingrediente para mais um dia de férias, não fossem eles, como quaisquer outros, loucos por diversão entre amigos e é isso que diariamente o Gonçalo e a sua equipa de 40 voluntários semanais + 2 “funcionárias residentes” lhes proporcionam. Atualmente o centro apoia 90 crianças, e está situado em 4 apartamentos do r/c de um prédio, todos eles foram adaptados de modo a que as crianças entre os 6 e os 14 anos sintam ali o conforto e o acompanhamento, “criando vincos de amizade de modo a ganharem os devidos valores que tão importantes são para o seu futuro”, segundo o Gonçalo.

O Centro surgiu da visão dos padres Jesuítas que, dando aulas nas escolas dos bairros sociais do Monte de Caparica e Pragal foram-se apercebendo que muitas crianças ao saírem da escola ficavam totalmente entregues a si próprias e vulneráveis aos mais diversos perigos. Iniciaram assim um projecto de educação formal e informal através de actividades de apoio ao estudo. Em 2010 abriu as suas portas com instalações autónomas para actividades de estudo, lúdicas e artísticas, desenvolvendo a componente desportiva em conjunto com algumas associações e clubes desportivos.

Desde o início o centro “vive” apenas com o apoio de benfeitores, voluntários e mecenas.

Um conhecido colégio daqui da nossa margem é responsável por oferecer o pão para os lanches das crianças, o apoio ao estudo é dado voluntariamente por professores que leccionam em algumas escolas do nosso concelho, a Fertagus oferece os bilhetes para as pequenas viagens destes grandes guerreiros e ainda os passes das duas “funcionárias residentes” que diariamente se deslocam até ao centro. Segundo o Gonçalo, “se a Fertagus não nos oferecesse o passe seria impossível elas chegarem até aqui”.

Fertagus

Uma ida ao Jardim Zoológico promovida pela Fertagus

Por outro lado o Gonçalo, juntamente com uma escola de Surf, conseguiu promover esta atividade para as crianças. O contacto com o mar a natureza e o desporto são os principais pilares para todos nós (não fosse eu também adepta deste desporto). Curiosamente, e num momento de brincadeira, uma das crianças do centro fez uma espargata, assim sem mais nem menos e hoje, já tem no seu CV a medalha de campeã nacional de ginástica onde diariamente treina numa conceituada academia, aqui, na Margem Sul. Já para não falar na Telma Monteiro que não precisa de grandes apresentações.

Estes são apenas exemplos do apoio, carinho e dedicação que algumas empresas dão ao centro.

Mas aqui no centro também há espaço para brincar! O centro tem uma “gaRRagem” na rua de trás onde estão todas as brincadeiras disponíveis para cada idade. Para os mais velhos há bicicletas, algumas delas oferecidas pela Fertagus quando estas aparecem nos perdidos e achados (nesse dia alguém estava com a cabeça na Lua :), mas ainda bem), patins em linha, skates, jogos dos mais variados tipos, espaço para pinturas, bonecas… brinquedos que qualquer um de nós poderia oferecer.

Fertagus

O lema é “Fazer o Bem, Bem Feito” e é isso que diariamente o Gonçalo tenta fazer. Educar para a Sabedoria, Educar para a Sensibilidade, Educar para a Expressividade, estes são os 3 pilares para que no amanhã estas 90 crianças ao abrirem a janelas das suas casas vejam o brilhar do sol da mesma maneira que todos nós.

Obrigada por ter estado desse lado.
Obrigada Fertagus por nos ajudar a ter chegado até ao Padre Gonçalo Machado.
Obrigada Gonçalo pelo seu brilhante trabalho e por conseguir gerir uma equipa tão grande e sempre com um sorriso no rosto.

PS. e para acabar o dia ainda da melhor forma comprámos 6 t-shirts lá para casa (sim, lá em casa somos 6) assim, de uma forma tão simples, ajudámos o centro mais um bocadinho.

Se quiser ajudar o centro, está sempre aberto para vos receber.
+ informações
cjpamadeupinto@gmail.com
https://www.facebook.com/cjpamadeupinto/

Texto: Catarina Laborinho
O Lisbon South Bay Blog agradece ao Padre Gonçalo Machado e à Fertagus por nos ter deixado “viver” este grande momento .

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