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FERTAGUS PROMOVE O SEIXAL ATRAVÉS DE NOVAS CARRUAGENS. Por Catarina Laborinho

APOIAMOS 1

Quando falamos no Seixal, os nossos olhos brilham, do Seixal e não só, claro, de toda a Margem Sul.

Enquadrado na semana Europeia da Mobilidade #mobilityweek, a Fertagus e a Câmara Municipal do Seixal apresentaram na passada segunda feira a carruagem decorada com imagens da “Baía no Coração do Tejo”, com o objetivo de promover turisticamente este destino da nossa Margem.

Na assinatura do protocolo, na Estação do Fogueteio, estiveram presentes a Sra. Dr.ª Cristina Dourado e o Sr. Engº Joaquim Santos, como não podia deixar de ser, há que manter as nossas tradições onde se troca champagne por moscatel e os canapés pelo pastel da Fidalga também típico da região.

A campanha, inspirada na obra do escritor e dramaturgo romântico Almeida Garrett, “Viagens na minha Terra” que consistiu na disponibilização de um comboio a cada um dos municípios que os comboios da Fertagus percorrem, para efetuarem a decoração do mesmo com o intuito da promoção turística de cada município.

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Engº Joaquim Santos, Presidente da Câmara Municipal do Seixal e Dr.ª Cristina Dourado, Administradora-delegada da Fertagus

Com a decoração da carruagem, a Câmara Municipal do Seixal, promove a fantástica “Baia no Coração do Tejo” com lindíssimas imagens que enchem os olhos aos utilizadores dos comboios da Fertagus nas suas deslocações entre a Margem Sul e a nossa Capital. Quem já conhece vai gostar de ver a “sua” região espelhada,   quem ainda não conhece esta pérola em pleno Seixal, passará a conhecer suscitando a vontade de fazer um tour pela região.

Esta é uma brilhante campanha que uma vez mais da a conhecer o que temos de melhor.

Ainda esta semana a Fertagus irá igualmente inaugurar o comboio de Setúbal, com uma viagem a partir de Lisboa. Estamos em pulgas para ver este gigante nos carris ou na “estrada” :)

Nós aqui apoiamos a promoção da Margem Sul
Nós aqui gostamos dísto

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Texto: Catarina Laborinho | Fotos: Fertagus

FERTAGUS, LSBblog

Pt25abril

UM DIA A PONTE 25 DE ABRIL VAI ABAIXO? Por Marlene Gaspar

andamos nisto

Muito se tem falado desta questão e independentemente do meio de transporte que se escolhe para passar a ponte – o carro, o autocarro, a mota ou o comboio é assustador quando nos questionamos se aquele tabuleiro mágico dá de si e se arranja ali uma brincadeira com um desfecho dantesco.

Às vezes, quando passo e tenho de parar no tabuleiro, e aquilo estremece um bocadinho começo a pensar nestas coisas, mas a maioria das vezes desfruto da passagem que para mim é sempre uma travessia mágica (bom, não exageremos, que quando há um acidente e demoro mais tempo que o normal, a magia desvanece e dá lugar ao desabafo menos elegante, mas que felizmente fica entre 4 portas e num habitáculo reduzido).

Por isso, ao saber que a Ponte 25 de Abril tem risco do que se pode chamar de pequenos colapsos, mas não de um colapso geral, fiquei muito mais descansada. Not! Estou mesmo a ser irónica. O relatório do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), explicado esta quarta-feira no Parlamento, garante que a estrutura não está em risco de ruir, mas precisa de obras num curto prazo ou então de reduzir urgentemente o tráfego ferroviário, para que a situação não piore.

Oi? O que é que isto quer dizer? Ao que parece de uma maneira ou de outra vai ter de ser feito alguma coisa. Um colapso para mim, é uma cena grave. Ou estão-me a dizer que não é um colapso, mas um colpasito? Definam colapso para acalmar aqui esta senhora que com a idade começa a ficar hipocondríaca com estas coisas. E então o relatório usa e abusa da palavra colapso. O que não sei se é boa idea.

Pois se pensam que me acalmam com: “na Ponte 25 de Abril já se verificou o colapso nas zonas que têm as fissuras. Pontualmente, nas zonas onde tem fissuras, já entrou em colapso. Aquilo que é referenciado neste relatório é que, além da situação pontual, pode ocorrer o colapso de algum elemento estrutural: um conjunto de pontos, uma chapa de aço que está colocada em cima de uma viga. É esse o colapso que está referenciado naquele parágrafo, onde é utilizada esta palavra”, explicam.

Diz que vão ter ser tomadas medidas e eu o que peço é que se faça tudo o que é necessário, vá não adiem a cena. O LNEC adianta que a passagem diária de comboios tem representado um esforço. Caso as obras não se iniciem num “curto prazo”, terão de ser adotadas “medidas de mitigação, como a redução do tráfego ferroviário”. Então vá, adoptem medidas já, que nós aqui, não queremos nenhum desgosto.

Nós aqui temos a Ponte 25 de abril.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fonte: Diário da Região

FERTAGUS

FERTAGUS, SEGURANÇA EM PRIMEIRO LUGAR! Por Catarina Laborinho

andamos nisto

Andar nos comboio da Fertagus, para mim é uma constante, todos os dias o apanho até à capital para chegar ao trabalho em segurança e longe das filas de trânsito que volta e meia se sentem. Mas andar no comboio na cabine do maquinista é que foi a EXPERIÊNCIA.

Pois é, nós aqui fomos e adorámos. Não adorámos apenas a experiência em si, adorámos também conhecer o chefe de maquinistas João Teófilo, mais um verdadeiro aficcionado pela nossa margem sul.

O João Teófilo, mais conhecido por Teófilo, entrou no mundo dos comboios por mero acaso, aqueles acasos que se tornam paixão e já lá vão largos anos. Antes de chegar à Fertagus a sua carreira começou na CP e ainda miúdo, com os seus 25 anos, chega ao Porto aos comandos daquela máquina e os colegas mais velhos, habituados a ver os miúdos apenas como estagiários, perguntam-lhe “és de Lisboa não és?” o Teófilo, o miúdo espigadote que já ia sozinho até ao Porto, enche o peito e diz, “não pá!! eu, sou da Margem Sul!” – gargalhada como não podia deixar de ser. O verdadeiro quebra-gelo para uma manhã onde o Teófilo nos ia explicar como funcionam aquelas 300 toneladas de ferro e tecnologia.

Ainda no escritório o Teófilo explicou-nos como funcionava toda a mecânica de horários e afins. Escalas, traços e mais traços onde todos eles tinham uma razão ou explicação onde fez questão de nos explicar um a um. Ficámos a saber que todos os dias há um chefe de maquinistas de serviço, ou seja, disponível 24h/dia. No meio da explicação, falei-lhe num “comboio” ui… o que lhe fui dizer :) “o comboio, apenas é comboio quando tem um horário a cumprir” caso contrário para eles, e agora para mim é apenas e só, material circulante. Claro que a meio da conversa ele já falava em Comboio como nós, “material circulante” é estranho. :)

Eram 11:20 e lá fomos nós com destino a Lisboa. Entrámos num comboio que vinha de Setúbal, onde se deu uma troca rápida de maquinista, a partir daquele momento o Teófilo “agarrou” os comandos da operação.

FERTAGUS

Explicou-nos tudo, mas quando digo tudo, é TUDO mesmo. Ficámos a saber para o que serve cada botão ou pedal e o que “aquela” máquina era capaz de fazer quase que sozinha.

Durante todo o percurso reforçou que a segurança dos passageiros estava sempre em primeiro lugar. A Fertagus tem como prioridade o bem estar dos seus passageiros e o cumprimento dos horários como disse o Teófilo. Confesso que gostei de ouvir, acabamos sempre por nos sentir confortáveis por saber que quem está do outro lado pensa em nós e em todos aqueles que mês após mês compram o seu passe, tal como eu.

O percurso mais extenso, Foros de Amora, Corroios foi feito a 120km, UAU, impressionante, a rapidez daquela máquina, curiosamente, e se achavam que tinham liberdade para acelerar no carril desenganem-se, ele tem que controlar a velocidade e se não cumprir, o comboio tem a capacidade de reduzir autonomamente. Tem igualmente um botão de HM (Homem Morto) que volta e meia apita, caso o maquinista não responda, com o toque de botão ou pedal, o comboio tem a capacidade de parar a marcha sozinho. Segurança em primeiro lugar!

FERTAGUS

Finalmente chegámos ao Pragal. Aqui entra um novo elemento da equipa Fertagus, como já devem ter reparado é quem acaba sempre por promover o fecho de portas. Mais uma vez, por questões de segurança, este elemento entra para dar apoio em caso de emergência na ponte.

Todos os comboios têm umas pranchas que caso seja necessário abortar a viagem em cima da ponte, este elemento usando as referidas pranchas ajuda o maquinista a trocar os passageiros de comboio.

Mas voltando ao Pragal… Pragal = última estação. Ponte aí vamos nós.

Chegámos à ponte. Infelizmente não nos foi possível filmar, mas posso-vos garantir que a sensação é impressionante, entrar na ponte, vê-la de frente, é de cortar a respiração. O Teófilo confessou-nos que a ponte é dos lugares mais seguros, cheio de câmaras de vigilância e caso seja visualizado algum elemento estranho na mesma ou em qualquer parte da viagem eles são obrigados a comunicar, tal como nos aconteceu quando chegámos a Sete Rios que encontramos uma pessoa a passear na linha…

FERTAGUS

Mas, antes de chegarmos a Sete Rios o comboio desligou-se, como certamente já reparou… Entre os Foros de Amora e Roma Areeiro ele desliga-se pelo menos umas 3 vezes. Algo que sempre me intrigou. Porque?! A explicação foi simples e claro que fez todo o sentido. Como sabemos o comboio é elétrico, e em todo o percurso ele é alimentado por cabos elétricos iguais (quase iguais) aos que chegam até à nossa casa. Mas estando ele em movimento, o comboio vai buscar energia ao fornecedor da mesma, ou seja, imaginem que quem fornece energia até Corroios é o posto de transformação do Seixal e na chegada ao Pragal já é o posto de transformação de Almada. O fornecedor é outro, logo, o maquinista como sabe, apanha um pequeno balanço, para que quando troca de “fornecedor” não deixa de andar e rapidamente voltar-se a ligar com novo fornecedor. Achei muito curioso, sempre achei que se desligava por falha, mas não, desliga-se de propósito, porque não tem outra hipótese. Até Roma Areeiro desligou-se mais uma vez. É normal, nós passageiros é que não sabemos a razão, mas agora já sabem :) não é defeito, é feitio.

FERTAGUS

Chegámos a Roma Areeiro. O maquinista tem 7 minutos para fazer a mudança de cabine, e olhem que não é fácil fazê-lo em 7 minutos. Todos os comboios têm 2 cabines, a de condução principal e a secundária. Estas nunca deixam de o ser, o maquinista pode é estar a conduzir o comboio em qualquer uma delas.

Quando o comboio é duplo o caso é diferente pois passamos a ter 2 principais e 2 secundárias, ou seja, o maquinista irá conduzir na cabine da frente e esta por sua vez irá  “informar” o “comboio de trás” que deverá repetir as mesmas instruções.

Garanto-vos que 7 minutos é muito pouco tempo para fazerem esta alteração, sem nunca penalizar todos aqueles que estão à espera na plataforma para ir para casa ou trabalhar…

Saímos, mudámos de cabine e voilà a caminho novamente da Margem Sul.

No regresso, e a sair da Ponte, o Teófilo contou-nos uma curiosidade sobre o Túnel da Ponte, este já tinha sido construído pelo Salazar, mas aquando a construção da linha, deu-se a necessidade de construir a parte em falta do túnel do Pragal, só metade estava construido. Entre outras tantas curiosidades surgiu a duvida: “E o comboio não derrapa com chuva?” Claro que derrapa! Mas estes materiais circulantes estão preparados para libertar areia de modo a evitar que ele derrape. Curioso, muito curioso aliás, gentilmente o Teófilo, já parados, mostrou-nos como funcionava.

O nosso destino final foi Coina e como não podia deixar de ser, a nossa viagem correu calma e serenamente, como acontece todos os dias, ligando e desligando (mas agora já sabem a razão), Ponte, Pragal, Corroios, Foros de Amora e Coina. Chegámos a casa. É em Coina que se situa o “dormitório” deste pequenos grandes gigantes. Não o fomos arrumar, ele ia continuar a trabalhar e nós aqui íamos embora.

Mais uma vez, a experiência foi fabulosa, ao Teófilo, um verdadeiro anfitrião, um exemplo de competência, rigor e simpatia o nosso muito obrigado.

Nós aqui conhecemos o Teófilo
Nós aqui andámos nos “comandos” de 300 toneladas de ferro.

Obrigada Fertagus por esta viagem tão diferente.
Texto: Catarina Laborinho

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VIAJAR COM A FERTAGUS AGORA É MAIS FÁCIL. Por Catarina Laborinho

METEMO-NOS

Quem segue o nosso Instagram já reparou  que desde terça feira está disponível uma nova APP para quem anda no comboio da ponte. Eu, utilizadora assídua deste meio de transporte não podia deixar de reparar, tanto na publicidade como nas meninas simpáticas que nos explicavam como funcionava a aplicação.

APP Via Verde Transportes

Simples, tão simples que já aderi ao serviço.
E como funcionam perguntam vocês?

Primeiro temos que ter a APP Via Verde Transportes descarregada no nosso smartphone (Descarregue a APP na Apple store ou na Play Store) o leitor de  QRCode já está disponível na própria aplicação.

Depois de efetuar o registo na Via Verde Mobile em simples 3 passos, consegui comprar o meu passe da Fertagus.  Como deixo a renovação sempre para a última, com a nova APP Via Verde Transportes e com a possibilidade de renovação automática, já não tenho que me preocupar com filas que todos nós conhecemos tão bem :) assim sobra mais algum tempo para nós e menos stress. Só vantagens!!

APP Via Verde Transportes

O serviço combinado com o Parque de estacionamento ainda não está disponível (ouvi dizer que até ao final do ano vai ser um 2 em 1) mas com a ajuda de um colaborador Fertagus acabei por renovar o mesmo na máquina. Simples, muito simples.

Para os utilizadores pontuais deixam de ser necessários os típicos cartõezinhos verdes que temos aos pares na carteira e que só ocupam espaço e volume. UFA, menos uns! Com a APP basta iniciar e terminar a viagem e ela calcula automaticamente o melhor preço e ainda nos dá a possibilidade de ter descontos.

APP Via Verde Transportes

Importante, importante é saberem que temos que ter sempre o GPS ligado no nosso telemóvel para que a APP saiba onde estamos e ter atenção em “terminar” para calcular o valor da mesma. A viagem será descontada na nossa conta da Via Verde. Caso tenhamos um encontro imediato com aqueles senhores vestidos de azul, o chamado Fiscal, também é fácil, basta dar-lhe a ler o código QRcode e voilà!! TOP!!.

A APP também está disponível para os clientes dos autocarros Sulfertagus.

No início pode parecer “estranho” mas que nos vem facilitar a vida, lá isso vem e de que maneira. Cada vez mais o nosso smartphone é uma ferramenta essencial do nosso dia-a-dia, e esta APP vem sem sombra de dúvidas facilitar a vida aos mais distraídos com as datas, EU :)

Nós aqui já temos a nova APP Via Verde Transportes
Nós aqui temos isto.

Texto: Catarina Laborinho
O Lisbon South Bay Blog agradece à Fertagus

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