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CORES – UMA PALETA DE ENERGIA!

RITA

Temos falado em energia – a que vem do sol, das mãos, dos elementos da natureza, etc. Já sabemos que todas as coisas são feitas de energia e com as cores, sim, as cores, acontece o mesmo.

As cores têm em si uma energia que se relaciona com a nossa aura, com os vórtices energéticos (os nossos chacras) e até com a forma como agimos. Elas são por isso mutáveis, uma vez que o desequilíbrio interior ou, pondo as coisas de forma mais prática, as nossas necessidades de mudança comportamental afectam a “paleta” de cores que compõem cada um de nós.

Vamos por partes:

Imaginemos que, seja por que razão for, somos obrigados ou percebemos que temos que mudar a nossa atitude e/ou comportamento perante determinada situação. Este processo de alteração exige tempo e ocorre com base em três pilares fundamentais: o foco, a disciplina e a permanência. O primeiro faz com que não se perca de vista o objetivo, o que, consequentemente exige disciplina; o último possibilita a interiorização e a maturação das alterações desejadas. Isto é o que acontece “por fora”, chamemos-lhe assim. Do ponto de vista energético, “por dentro”, o que acontece é que essas mudanças alteram (e idealmente equilibram), gradualmente, o “degradê” de cores que compõem os nossos chacras.

Conclusão: Torna-se assim muito fácil entender que papel têm as cores, enquanto pontos de equilíbrio, em cada um de nós, já que estão intrinsecamente ligadas à nossa estrutura.

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As cores nos elementos da natureza, nos sete chacras e no Tarot:

Vermelho: elemento Terra, corresponde ao nosso primeiro chacra (localizado na base da coluna) e relaciona-se com as cartas do Diabo e do Imperador. A vibração desta cor está relacionada com a necessidade de segurança e estrutura material e quando isto é colocado em causa surgem medos, receios.

Laranja: elemento Água, corresponde ao segundo chacra (localizado na zona do umbigo); as cartas da Papisa e dos Amantes ilustram a importância da forma como nos relacionamos connosco próprios no que diz respeito à auto-estima e auto-confiança, assim como nos relacionamos com os outros, principalmente as pessoas com as quais estabelecemos relações mais intrínsecas ou umbilicais. Traduz a necessidade de olhar para dentro de nós para compreender que a relação com o outro é fundamental.

Amarelo: elemento Fogo, corresponde ao terceiro chacra (localizado na zona do estômago) e as cartas da Força e o Carro expressam a forma como utilizamos o nosso poder pessoal e a gestão das nossas emoções.

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Verde: elemento Ar, quarto chacra (localizado na zona do peito) e as cartas da Imperatriz e do Mundo remetem-nos para o amor incondicional e compaixão, para o bem-estar e gosto pela vida.

Azul turquesa: elemento Éter, corresponde ao quinto chacra (localizado na zona da garganta) e é representado pela carta do Papa, uma vez que diz respeito à forma como comunicamos, ou seja, a nossa comunicação deverá ser feita de forma consciente e construtiva. A palavra existe para transmitir conhecimento.

Azul índigo: não tem elemento associado e corresponde ao sexto chacra (localizado no centro da testa) e o Mago é uma carta que ilustra bem esta energia, pois remete para a nossa terceira visão, para o que existe além do que é visível, a nossa intuição.

Branco, lilás e dourado: à semelhança do azul índigo não tem elemento associado e corresponde ao sétimo chacra (localizado no topo da cabeça) e a carta Estrela transmite a necessidade de nos ligarmos à natureza, à energia da vida em que as práticas de meditação ou a necessidade de parar estão muito presentes.

As cores que estão presentes no nosso dia-a-dia, seja em casa, nas roupas, etc., são também um reflexo, ainda que inconsciente, do “estado” dos nossos centros energéticos.

A energia da cor é trabalhada e potenciada através de terapias holísticas como é o caso do Reiki. O equilíbrio que se cria através desta terapia permite definir a “paleta de cores” certa em cada um de nós! Como será que está a sua?

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4 ELEMENTOS

NA ENERGIA DOS QUATRO ELEMENTOS: TERRA, ÁGUA, FOGO E AR.

RITA

É inquestionável a ligação que temos aos quatro elementos da natureza. A forma como participam e influenciam as nossas vidas surge de forma tão natural que nem nos apercebemos da importância que têm e quão próxima é esta nossa relação.

Os quatro elementos são uma referência em várias obras de expressão literária, plástica e filosófica em muitas culturas e desde há muito tempo. As escrituras sagradas da Índia e a medicina Ayurveda, bem como a medicina tradicional Chinesa são exemplos disso – todas elas defendem que o equilíbrio entre os vários elementos assegura o nosso bem-estar e a nossa boa saúde.

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Terra | Água | Fogo | Ar

O elemento Terra representa a estrutura, a matéria, o corpo físico. A Terra constitui a base que integra todos os elementos pelo que é a fonte de prazer, de suporte. No Tarot é representado pelo naipe de Ouros e é indicativo de alegria, de vontade de viver e experienciar. Quando dizemos que vamos fazer algo “com os pés assentes na terra” estamos a referir-nos a esta energia, a esta estrutura. O contacto com a natureza é por isso fundamental, seja numa ida à praia ou numa caminhada em que nos colocamos em contacto directo com esta fonte de força e bem-estar que é a natureza e, neste caso, o elemento Terra.

O elemento Água está relacionado com as emoções, os sentimentos, a partilha de afectos, o poder de regenerar e reproduzir. No Tarot, é representado pelo Naipe de Copas e diz respeito à forma como vivemos e gerimos as emoções, o lado sensível, connosco e com os outros, as relações assumem um papel determinante.

“Deixa fluir…” um conselho tantas vezes transmitido e recebido em situações emocionais, ilustra bem a necessidade de permitir sentir, pois, tal como o curso da água, a emoção é algo que não conseguimos travar mas apenas compreender, para podermos deixar que estes processos contribuam para o nosso crescimento.

elemento Fogo relaciona-se com a energia que move, a vontade, a conquista e intuição. No Tarot é retratado pelo naipe de Paus, energia que permite transformar e transmutar, determinante para conquistar algo, energia de movimento e expansão. Ao identificarmos o elemento fogo de forma muito marcada em determinadas pessoas utilizamos a expressão “é um(a) guerreiro(a), ou alguém com muita força”. Praticar actividades no dia a dia que nos dêem prazer, dá-nos vitalidade e energia.

O elemento Ar representa a mente, responsável pelo plano mental, pelos nossos pensamentos e conhecimento. No Tarot é representado pelas Espadas. “ Vai arejar a cabeça”, quem já não ouviu esta expressão? O ar é responsável pelo movimento de renovação e quanto mais renovado, maior capacidade funcional tem o plano mental (ideias, criatividade, imaginação). Permitir aceitar novas formas de pensar, ser e estar é fundamental para nos libertarmos do antigo e do que já não nos faz falta.

Apaziguar a mente e “desligar”, ou seja, travar os pensamentos repetidos que não são construtivos é crucial para ter clareza e clarividência.

Estes quatro elementos estão sempre presentes no nosso dia-a-dia, sendo que há momentos e fases da vida que temos que prestar mais atenção a um determinado elemento, pois estará em maior desequilíbrio.

As terapias de Reiki, Numerologia e Leitura de Cartas, cada uma com diferentes métodos, permitem identificar a fase que estamos a ultrapassar e energizar e equilíbrar os elementos necessários essenciais ao nosso bem-estar. Até lá, vamos prestar muita atenção à natureza e à ligação que os quatro elementos têm connosco!

Nós aqui temos energia.
Nós aqui temos isto e muito mais!

Rita Deus

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REIKI

RITA

Não é por acaso que é uma terapia milenar.
E também não é por acaso que o Reiki é uma das terapias que integra os serviços do OmYou – Gabinete Holístico de Bem-estar.
Falar sobre Reiki é sempre um desafio, principalmente porque existe um conjunto de ideias pré-concebidas e bastante erradas acerca do assunto.

Vamos então por partes:
Antes de mais é fundamental desmistificar o conceito das “terapias alternativas”, que são, na sua essência, integrativas e complementares, uma vez que na nossa sociedade não crescemos a ouvir falar de energia de forma estruturada e explicada como acontece noutra áreas. Assim, é comum que não se entenda exatamente o que é e no que consiste a terapia de Reiki, tornando-se algo abstracto e pouco “palpável”.

É quase certo que o contacto com a palavra “energia” surge muitas vezes associada a algo “alternativo” e vêm-nos à memória histórias que experienciámos ou alguém vivenciou “fora da realidade”, ou da nossa capacidade de percepção associada à tão célebre expressão:  “No creo en brujas pero que las hay, las hay”.

Muitas destas histórias remetem-nos para a ideia de que vivemos uma vida concreta e tudo o que é alternativo ou energético é algo que acontece apenas em momentos específicos da nossa vida, como que desvinculado de nós: “aconteceu, foi estranho, não percebi e já passou. Ufa!”, correndo o risco de algumas destas experiências surtirem o efeito de curiosidade, querer perceber mais, ou do desapontamento da “charlatanice”.

Este cenário poderá não terá sido vivido por todos nós e, garantidamente, algumas pessoas que estão a ler este texto têm outra consciência e conhecimento do Reiki, mas como foi referido inicialmente, o objectivo é desmistificar esta terapia para quem não está familiarizada ou tem ideias erradas sobre ela.

Passemos então à fase seguinte: O que é então isso de “energia”, Reiki e afins..?!E o que é que acontece quando fazemos uma terapia?

Na verdade nós “somos energia”, energia que está presente e é manifestada em todos os momentos da nossa vida, de forma mais ou menos consciente.

Ao longo da nossa coluna vertebral, que é o nosso centro, temos sete “chacras”, a palavra chacra vem do sânscrito e significa “roda”, “disco”. São sete os principais chacras, dispostos desde a base da coluna vertebral até ao topo da cabeça e cada um está em correspondência com funções físicas, mentais e emocionais.

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O objectivo é que todos estes vórtices girem a uma velocidade permitindo que a energia flua, mas se um desses centros começa a diminuir a velocidade de rotação, o fluxo de energia fica inibido ou bloqueado trazendo consequências emocionais e físicas.

O Reiki identifica o estado em que se encontra cada um dos chacras e relaciona com as problemáticas, desafios de vida da pessoa e estado emocional e físico, pois cada um destes chacras tem “informação” acerca destes aspectos.

O Reiki explica de forma organizada como é que esta informação é lida e que significado tem na nossa vida de forma muito prática e concreta, sem ter a” tónica esóterica”.

Mas como é que isso se faz?

Simples: marca-se uma sessão, diz-se o nome e mais nada… e este “mais nada” é fundamental para que não exista a sensação de que o terapeuta de Reiki “deduziu alguma coisa” por consequência de questões colocadas ou do que poderá ter sido dito antes do início da terapia.

Na prática, numa sessão de Reiki a pessoa tem apenas que se deitar, para que fique mais confortável. No entanto,o Reiki pode também ser aplicado com a pessoa sentada. Em qualquer das situações, só tem que fechar os olhos e respirar! Não é preciso tirar a roupa, não custa nada e é indolor.

Esta terapia é realizada através da colocação das mãos do terapeuta (a uma curta distância ou com toques suaves) sobre a pessoa nos pontos específicos correspondentes aos chacras. No final da sessão existe uma conversa com o intuito de explicar à pessoa o que foi percebido na sessão e articulado com a sua realidade/vida.

Mas como é que se lê? As nossas mãos adivinham, falam connosco?!

As mãos têm pontos energéticos que são capazes de emanar e receber energia e fazer a leitura destes pontos energéticos, os tais “chacras”.

As mãos lêem energia?
Sim, exatamente…é isso mesmo…Olhemos para nós para perceber um pouco melhor…

No nosso dia-a-dia e ao longo da nossa vida sentimos as alterações energéticas em nós e nos outros, no entanto explicamos as mesmas com expressões relacionadas às emoções, como por exemplo: “hoje estás tristonho, estás em baixo..ou estás com uma alegria, que disposição…que dia esquisito, parece que tudo corre mal…a tão conhecida expressão: que fase da vida complicada, tudo acontece…”.

A nossa energia “fala”e até “grita”em determinados momentos, só precisamos de aprender a sua linguagem.

Quem de nós nunca viveu situções em que estamos com outras pesoas e, mesmo sem existirem palavras, conseguimos sentir a pessoa, se está bem ou não, a sensação de “não gostar” de alguém num primeiro encontro ou de simpatizar com alguém, e/ou “paixão” à primeira vista, em que sentimos que somos “empurrados” para ir ter com determinada pessoa…

Sim, o Reiki é de uma sensibilidade extrema e permite-nos a tomada de consciência da nossa energia e como ela se manifesta na nossa vida em situações muito concretas, pálpaveis e não apenas como experiências esotéricas “fora da realidade”.

Hummm…ficou um pouco vaga a explicação?!

Porque não experimentar fechar os olhos e sentir, feche os olhos por dois minutos e sinta a respiração, a agitação interior, sem pensar, dois minutos apenas e “sinta-se” em vez de pensar.

Ok…então e porquê fazer uma sessão de reiki? Basta fechar o olhos e sentir-me certo?!

A necessidade do Reiki surge, mais uma vez, no sentido de aprendermos a ler a nossa energia e a interpretá-la, pois na verdade não estamos habituados a sentir a energia de forma consciente. Como tal, o terapeuta surge no sentido de trazer “terra” a esta experiência, de a tornar pálpavel, concreta, fazendo a ligação entre o que sentiu na energia da pessoa ao longo da sessão para depois a ligar a exemplos práticos, sem que a pessoa tenha que dizer nada, até para que a própria possa validar a experiência e o que daí resultou.

O terapeuta de Reiki não é um “bruxo” mas sim um tradutor de energia. É alguém que estudou e praticou muito para que a leitura destas energia resulte numa terapia que ajuda qualquer pessoa, que traz orientações.

Estranho?! Talvez, mas desafiante não?! Arrisque, arrisque-se.
Na OmYou temos terapia.
Temos energia.
Temos isto e muito mais!

Nós aqui temos energia.
Nós aqui temos isto e muito mais!

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