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APP Fertagus

JÁ CONHECE A NOSSA APP DA FERTAGUS? Por Catarina Laborinho

TEMOS ISTO 1

sim… já sabemos que hoje em dia há APP para tudo, são APP’s para ouvir música, APP’s para gerir as contas bancárias, para ajudar os nossos filhos a levantarem dinheiro sem terem necessidade de ter cartão MB, para controlar o trânsito e agora há a nova  APP da Fertagus.

Pois é, no mês passado a Fertagus lançou a nova APP que permite controlar os horários do comboios, a localização das estações, os tarifários bem como horários e percursos da Sulfertagus.

APP Fertagus

Para quem vai de comboio para Lisboa e apanha sempre na mesma estação e vice versa, vai já dizer que esta APP não traz qualquer valor acrescentdo, mas, para quem como eu, que nem sempre apanha o comboio da memsa estação vai dar uma jeitaça. Visto andar sempre a trocar de “comboio” passo a vida perdida com os horários e afins. Já para não falar quando dou por mim e estou na plataforma do lado oposto 😀 Com a nova APP, em menos de nada sei qual vai ser o próximo comboio, como qual a estação mais perto de mim naquele exato momento.

O mesmo se passa para quem usufruiu da Sulfertagus. Na APP consegue ver todas as carreiras que partem ou chegam às várias estações bem como o horário e tempo dispensado em cada viagem.

A faltar mesmo fica só a possibilidde de comprar o bilhetes online, já que o passe já é possível comprar on-line através do portal vival, mas contamos com isso para breve.

Pode ser Fertagus?!

Nós aqui temos uma APP
Nós aqui temos tudo

Texto: Catarina Laborinho

FERTAGUS, LSBblog

Rock-in-Rio

VAMOS AO ROCK IN RIO? Por Catarina Laborinho

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Os mais aficionados da margem sul vão já colocar em causa este artigo, “Mas que raio o Rock In Rio tem a ver com a Margem Sul?” Tem tudo, e quando digo tudo, é tudo mesmo, e sabem porque? Eu explico: NÃO VOU ANDAR A STRESSAR COM O CARRO, PORQUE ESSE FICA NO LADO CERTO! Estou a gritar? Nada disso, estou apenas a fazer-me ouvir 😉

Malta, este ano a Fertagus tem um serviço especial para o Rock in Rio, para quem vai da Margem Sul até à estação Roma-Areeiro. Por aqui já estamos em contagem decrescente para o evento mais esperado do ano. O segundo maior, já que o 1º já anda ao rubro, o Mundial da Rússia.

A pensar em todos os festivaleiros, a Fertagus vai ter um comboio suplementar para os dias do evento, às 1:45h nos dias 23, 24 e 30 de junho. No dia 29 de junho, apenas será efetuada a extensão do último comboio das 01h28 até Setúbal.
A distância da estação Roma-Areeiro até ao recinto são uns meros 20 mints a pé. Sim, nós sabemos  que para quem não está habituado a andar é dose, mas lembrem-se que os acessos estão sempre condicionados logo a seguir à bomba de gasolina 😉

Mas, e como em tudo na vida há sempre um mas, estas não são as únicas apostas da Fertagus para o Rock In Rio. Irá decorrer igualmente uma campanha com a oferta do parque de estacionamento a quem adquirir dois bilhetes (ida e a volta) nos dias dos espetáculos. Se não é cliente assíduo do comboio da ponte está é sem dúvida uma ótima oportunidade de passar a ponte num tabuleiro abaixo, e sentir o conforto deste “gigante”, já para não falar na comodidade em não ter que se preocupar com o carro :)

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Nós aqui vamos a isto
Nós aqui vamos com a Fertagus

Texto: Catarina Laborinho

FERTAGUS, LSBblog

 

SAM_3134

UM SONHO QUE VIROU SORRISO. Por Catarina Laborinho

visitamos

Imaginem um mix, um Consultor Financeiro de uma prestigiada multinacional e uma Educadora de Infância que alimentava este sonho desde criança. Dá-se o clique, e o Sonho virou Sorriso, e foi assim que há 12 anos nasceu o Parque dos Sorrisos.

Tanto a Laura como o Luís tinham o mote bem definido, “o futuro começa aqui!”. E foi aqui que começou esta jornada.

Para quem anda no comboio da Fertagus, Estação dos Foros de Amora e agora também no Pragal, já reparou certamente no Parque dos Sorrisos, por outro lado pode ainda não ter reparado na dimensão do mesmo, mas garanto-vos que é de ficar impressionado.

Tive o prazer de conhecer os 2 espaços preparados para os mais pequenos, e, se anda à procura de um colégio para o seu filho, passe num dos dois porque vale a visita.

O espaço localizado na estação dos Foros de Amora, com estacionamento privativo para a tomada e largada das “mercadorias” mais delicadas, os nossos filhos, encontra-se inserido num espaço equivalente a 10 lojas. Isto disto assim não diz lá muito, mas converter em m2 estamos a falar em 700m2 de área coberta. “Caneco” a sério?!?!? É verdade, quem por ali passa nem dá por isso, já que só tem acesso ao espaço exterior, e esse tem aproximadamente 330m2 – também já é considerável – já dá para fazer altas corridas de triciclos :) Espaço há, e os triciclos também!

Na estação dos Foros de Amora, o colégio tem uma particularidade interessante, foi adaptado e pensado para ser “desmontado”, ou seja, sempre que há necessidade as paredes são recolhidas ficando quase todo ele em open space, permitindo uma maior interação nas típicas festas temáticas que todos nós temos durante o ano letivo. Vantagens? Muitas! Custos? Elevadíssimos! Mas se é para “fazer de raiz que seja bem feito” diz o gestor.

A interação em ambos os espaços tem a mãozinha do “mecânico”, “carpinteiro”, o homem dos 7 ofícios lá de casa, ou seja, o “Avô” do Parque dos Sorrisos, o Pai do Luís. É preciso fazer um barco em esferovite, o “avô” faz! Parece o meu Pai! É Sr. faz tudo! Qual é o avô que não quer participar nas atividades dos netos? Os “netos” que por ali andam não são todos dele, mas é como se fossem, o ambiente familiar em que se vive é tão reconfortante que nós mães, gostamos sempre mais, não é verdade?

Já na estação da Fertagus do Pragal o cenário é completamente novo. Numa primeira fase o Parque dos Sorrisos esteve igualmente num espaço de galerias, mas “não nos identificávamos com o mesmo” comentou o Luis, e há um mês foram de malas e bagagens para um edifício novo mesmo em frente à estação (do lado do estacionamento). É impossível não reparar nele, é verde água e são mais 400 m2 área coberta e 250m2 de exterior. Mesmo novo já está “forrado” com marcas dos mais pequenos, desenhos, trabalhos e afins, o cenário típico de um colégio em plena ebulição. Barulho? Claro que há, mas qual é o colégio onde não se encontram crianças a correr a saltar e a  brincar de alegria?! Qualquer um que se preze esta é uma constante, e aqui não é exceção.

É notória a felicidade dos mais pequenos, o que para nós Mães é um descanso quando sabemos que os nossos mais que tudo ficam bem entregues.

Parque dos Sorrisos

Há 12 anos, quando a Laura e o Luís passaram para 3D este projeto, o principal objetivo era proporcionar um espaço que fosse prático, ou seja, tendo em conta que o nosso dia-a-dia é uma constante loucura, onde num qualquer pit stop não demoramos menos de 20’, a ideia seria deixarmos os mais pequenos já a caminho do trabalho e sem grandes desvios. Foi exatamente isso que há 12 anos os levou a abrir o 1º colégio na estação da Fertagus.

Atualmente, na estação dos Foros de Amora, o horário de funcionamento é das 7 às 20h. Na estação do Pragal, o horário é mais reduzido, “mas porque ainda não houve necessidade de o alargar” – é das 7 às 19.30h.

Quanto aos adereços dos mais pequenos, esqueça tudo, é aqui que nós sorrimos :) O Parque dos Sorrisos trata de tudo, ou seja, só temos mesmo de deixar os rebentos. Fraldas, pomadas, toalhitas, lençóis, e outras tantas panóplias de coisas e coisinhas com que nos temos que preocupar quando eles ainda são de berço, aqui, não é preciso! E se é mãe sabe bem a jeitaça que isto dá :)

Se anda à procura de um colégio para o seu filho, se apanha o comboio numa destas estações – Foros de Amora ou Pragal – e não só claro, aproveite para visitar o Parque dos Sorrisos. Vale cada minuto. Vá por mim. AH, mas se vem de longe, não se esqueça que pode igualmente fazer ali um pit stop de 10’, em vez dos típicos 20 ou 30’, já que o comboio da Fertagus é de pontualidade britânica, já uma amiga da minha mãe dizia!

Nós aqui gostámos d’Isto
Nós aqui temos Parque dos Sorrisos

Texto: Catarina Laborinho
Fotos: Parque dos sorrisos

FERTAGUS, LSBblog

 

fertagus

3 BOAS RAZÕES PARA QUEM APANHA O QUIM EM CORROIOS?! Por Catarina Laborinho

aplaudimos

Se apanha o Comboio da ponte em Corroios, mais conhecido por quim este artigo é para si!

A Fertagus em parceria com a CMS está a “oferecer” 3 boas razões para optar em estacionar no parque de corroios.

#1 – 5 euros de desconto na assinatura do parque de estacionamento;
#2 – 1,40€/Dia na compra de 5 entradas de parque;
#3 – OFERTA dos primeiros 90 mint para qualquer cliente do parque.

fertagus

Com a procura excessiva de lugares e com a vizinhança a ficar aborrecida por não ter espaço para o próprio carro, a Fertagus disponibilizou-se para ajudar. E que ajuda…

Sejamos práticos e não comecem já a pensar que 5 euros não dá para nada. WRONG!!!
5 euros?!?! perguntam vocês?! Isso ao final do mês é o equivalente a 4 lts de gasolina ou 5 cafés!!!

Sim, até aí é verdade, mas pensam para a frente. 5 euros por ano são 60€, neste caso vão ser só 40 porque a campanha só é válida até dezembro, mas não vamos assumir que acaba em Dezembro… voltando às contas, 40€ são 23% do valor do passe Corroios- Lisboa. Não fiquem baralhados… façam as contas e vão ver que tenho razão.

Mas ainda há mais… 1,40€/Dia é bestial. Se vão até Lisboa de carro, esta é agora uma nova solução, mais económica e amiga do ambiente. Ao contrário dos 1,75€ de portagem (já nem sei se é mesmo este valor, andar de comboio tem destas coisas) poupa 0,35€. Ah e tal, mas ainda tenho que pagar o bilhete. VERDADE, mas o bilhete são apenas 2,20€ VS o gasóleo até Lisboa e o estacionamento que é FOGO.

fertagus

Contudo, e como era de esperar, a Fertagus pensou em todos: nos que andam regularmente, nos que andam às vezes e nos que não andam mas gostam de andar por ali… ou seja, se é daqueles que gosta de ir àquele café que só há na estação (já estou com a barriga a bater palmilhas de contente só de pensar naquelas bolas de queijo que se vendem na estação) ou ir ao outro lado da rua até à piscina Municipal, tem 90 mint (bem 90 mint é 1h30, dá para ir a Lisboa 2 vezes)…

Ah pois é, aposto que pelo menos 1 das razões vai levar-vos a repensar…

A mim já levou!

E como fazer? Simples. Se compram o passe na máquina tal como eu, basta seleccionar a opção “Campanha Parque”. E Voilá. Encaixei mais 5€!

Não deixem esta oportunidade de lado!
Nós aqui andamos à caça aos descontos.
Nós aqui aplaudimos isto.

Texto e Fotos: Catarina Laborinho
FERTAGUS, LSBblog

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VAMOS À MEIA MARATONA COM A FERTAGUS. Por Catarina Laborinho

Vamos a isto

…ou vamos tentar 😀

Na realidade não vamos à Meia Maratona de Lisboa de comboio, isso vai ser o que vou dizer quando chegar ao fim e disser: “mas porque não vim de Fertagus?!?!”. Uma coisa é certa, vou lá chegar de comboio e você devia fazer o mesmo.

Estes dias de grande afluência são sempre mais complicados, mas a Fertagus, à semelhança dos anos anteriores, vai oferecer a viagem a todos os atleta que sejam portadores do dorsal oficial da prova e vai ter um horário especial para a deslocação “da malta”.

 

maratona fertagus

Para quem chega à estação do Pragal da Fertagus pela Margem Sul ou por Lisboa é preciso que tenha em consideração os #10 fatores abaixo:
#1 A estação é a do Pragal. Se vier de Lisboa é a 1ª depois da Ponte. Se vier deste lado, é aquela onde certamente irão sair MUTOS atletas :D;
#2 Apanhe o comboio o mais cedo possível (não seja o comum Tuga que chega à hora da partida);
#3 Respeite as sinalizações de segurança, não ultrapasse a linha amarela e tenha cuidado com a distância entre a plataforma e o comboio;
#4 As portas não se abrem sozinhas. Tem que tocar no botão da porta quando este ficar verde;
#5 Não entre em nenhum comboio que não seja da Fertagus (passam outros na mesma linha mas estes não são à borlix);
#6 A organização da Meia Maratona de Lisboa não permite animais ou bicicletas durante a prova, e a Fertagus também não;
#7 À chegada ao Pragal, siga o trajeto previamente assinalado em direção à prova;
#8 Se quiser ir à casa de banho, para além das existentes na estação, a Fertagus vai ter à disposição WC’s portáteis no exterior a caminho do ponto de partida;
#9 Ah, e mais importante ainda, lembre-se que de barriga vazia não vai longe. A estação do Pragal tem vários pontos de restauração e não só, que o(a) podem auxiliar num dia diferente como este;
#10 Nós aqui vamos querer a medalha :)

Se é cliente assíduo do comboio da ponte e no próximo domingo vai passear ou trabalhar à outra margem do Rio, tenha paciência com os atletas, é só uma vez por ano e a maior confusão vai ser entre as 8:00 e as 10:00H.

Nós aqui prometemos que vamos tentar chegar ao fim 😉
Nós aqui temos a Fertagus a apoiar a Meia Maratona de Lisboa

Texto: Catarina Laborinho
Fotos: D.R

FERTAGUS, LSBblog

 

FERTAGUS

FOMOS ÀS BOXES DA FERTAGUS. Por Catarina Laborinho

visitamos

Se em Dezembro fomos ver como era a segurança lá em cima (reveja aqui o artigo) agora fomos ver como é por aqui, nas boxes da Fertagus.

Pois é, mais uma vez foi um dia de tirar o chapéu, desta vez quem nos acompanhou foi o Eng.º João Duarte e o João Rodrigues. O João Duarte, à semelhança de toda a equipa com quem nos temos cruzado na Fertagus, tem um percurso bastante interessante.

Começou como eletricista estagiário e passado algum tempo concorreu para maquinista. Concorreu e entrou ou não estivéssemos a falar de mais um elemento vencedor, não satisfeito, estudou arduamente durante 5 anos, no pouco tempo que lhe sobrava, e concluiu o curso de Engenharia Eletrotécnica. Hoje, 18 anos depois faz parte da equipa responsável pela manutenção destes gigantes de ferro e foi o anfitrião do LSBblog em mais uma enriquecedora visita guiada.

O dia da visita foi durante o fim-de-semana, quando chegámos apanhámos uma equipa externa a decorar um comboio. Desculpe Teófilo, “material circulante” :D, no chão, eram rolos e rolos de vinis mas posso-vos garantir que os nossos comboios ficaram lindos com Lisboa a vista 😉 (não me diga que ainda não os viu?!)

FERTAGUS

Este tipo de trabalho só pode ser realizado ao fim de semana, atualmente a Fertagus tem 18 comboios onde 17 estão em constante circulação. Todos os dias todos os comboios fazem rotinas de verificação e manutenção preventiva para além das limpezas, todas estas tarefas requerem uma articulação engenhosa de staff e equipamentos, imaginem que comboios são limpos diariamente à noite, chão vidros, painéis laterais, tecto e portas. Trimestralmente, sofrem uma limpeza interior exaustiva (plásticos, grelhas de ventilação, bancos, etc…), o que demora uma semana mesmo sendo feito por duas pessoas.

Já a limpeza exterior é assegurada diariamente por uma equipa de dois elementos que tratam dos gigantes durante seis horas, como? À mão. Sim nada como o tradicional “banho” para deixar 100 metros de comboio a brilhar.

FERTAGUS

Voltando às boxes…
Acompanhados pelo João visitámos um comboio por baixo, entre o emaranhado de ligações elétricas e pneumáticas o João ia-nos explicando o funcionamento dos equipamentos enquanto se desfazia em avisos de segurança, “cuidado que isso é baixinho, não se magoe”. Conseguimos ver os motores de tração, o compressor que alimenta a parte pneumática, o sistema de travagem e os bogies, (O bogie é a estrutura onde assenta a carruagem e que é composta pelos eixos (rodas), motores de tracção, cilindros freio, amortecedores e molas). De facto, o espaço lá em baixo é curto, mas se não tivéssemos ido por baixo do comboio não tínhamos percebido nem metade. Curiosamente esta é a altura da revisão de “meia vida” destas 300 toneladas, já rolaram 1.800.000 km, é dose… quando chega a esta quilometragem eles têm que fazer, para além das “visitas” de ação preventiva, têm intervenções mais abrangentes e completas, como é o caso da R1, que ocorre aos 1.800.000 km. Mas a cada 600.000 km realiza-se uma R3, e a cada 1.200.000 km uma R2. Os trabalhos efetuados em cada uma delas são diferentes, mas a R1 é a mais completa visto que engloba os trabalhos de R2 e R3, assim com a R2 engloba os trabalhos de R3.

FERTAGUS

Saímos de baixo do comboio e continuámos a nossa visita já de costas direitas, passamos pela área de montagem dos equipamentos que compõem o bogie, o tamanho de todo o material é algo impressionante de tão grande que é.

No exterior das oficinas principais visitámos uma pequena área (chamada de Torno de Fosso) onde são reparadas as rodas do comboio, incrível como as rodas de aço não têm que ser desmontadas para serem “retificadas”, neste espaço existem uns macacos hidráulicos que suspendem a carruagem e uma máquina que faz a retificação das rodas, permitindo assim ao operador realizar os serviços necessários no menor tempo possível, está tudo pensado para que os 18 comboios se mantenham em perfeito estado de funcionamento sem que isso afete os horários a cumprir.

FERTAGUS

Aqui cumprem-se os planos de manutenção, mal comparado funciona um pouco como quando vamos com o nosso carro à revisão, das “rodas” ao funcionamento de portas tudo tem o seu timing para ser verificado, um dos gigantes está já com 1.800.000 Km, isto não é o prémio do euromilhões, (antes fosse) é meia vida do comboio. Neste caso a “revisão” é um pouco mais complexa, esta implica desmontar o comboio praticamente todo.

Depois virá outro e outro, já que quando foram adquiridos vieram praticamente todos ao mesmo tempo.

Todo este trabalho é desenvolvido durante o dia, sem que algum momento implique o bom funcionamento e o cumprimento dos horários. Posso-vos dizer que é dose, é como costume dizer, é “non stop”.

E são assim as boxes, da Fertagus 😉

A experiência foi, mais uma vez, enriquecedora, perceber, ou tentar perceber, como funcionam estas toneladas é algo que confesso que me fascina.

Nós aqui fomos às boxes
Nós aqui dizemos obrigada à Fertagus

Texto e Fotos: Catarina Laborinho

FERTAGUS, LSBblog

Bombeiros Voluntários Cacilhas

PROJETO SOLIDÁRIO BY FERTAGUS. Por Catarina Laborinho

aplaudimos

Para quem é cliente assíduo do comboio da ponte já reparou certamente que todos os anos as “nossas” estações estão decoradas com bonitas árvores de Natal. Em 2014 (ainda este blog não tinha nascido) a Fertagus lançou o Projeto Arte Solidária, que consiste no donativo de 1.000€ por árvore por estação.

Sim, nós sabemos que o Natal já lá vai, eu pelo menos já estou a pensar na praia e no verão. Aí Verão Verão, já me estou a imaginar de chinelo no pé, na nossa querida fonte da telha, de barriga ao léu e ao sol que nem um lagarto… que saudades… mas quanto ao verão iremos ter novidades mas a seu tempo, agora voltando a dezembro e às árvores, este ano não foi diferente.

Em sequência de um verão tão penoso, a Fertagus decidiu atribuir as verbas disponíveis para este fim, às corporações de Bombeiros Voluntários locais. Assim, a decoração este ano esteve a cargo dos Bombeiros Voluntários que acabam por “pedir ajuda” aos mais pequenos, ou seja, ao Infantário Parque dos Sorrisos. As 5 árvores que estiveram em exposição nas 5 estações da Fertagus acabarma por ser “construídas” por estes pequenos grandes conquistadores.

árvores de Natal

Árvore de Corroios | Pragal | Foros de Amora

Ao todo, o donativo relativo às Estações foi atribuído à Associação Humanitária de Bombeiros Mistos da Amora, no valor de 1.000€ (estação de Foros de Amora), à Associação Humanitária de Bombeiros Mistos do Seixal no valor de 3.000€ (estação de Corroios, Fogueteiro e Coina) e à Associação de Bombeiros Voluntários de Cacilhas no valor de 1.000€ (estação do Pragal).

Assim é tão mais fácil…

Os Bombeiros precisam, a Fertagus ajuda, e os mais pequenos adoraram decorar as estações.

Nós aqui aplaudimos isto
Nós aqui gostamos de projetos como este!

Obrigada Fertagus
Texto: Catarina Laborinho
Fotos: Fertagus

FERTAGUS, LSBblog

FERTAGUS

FERTAGUS, SEGURANÇA EM PRIMEIRO LUGAR! Por Catarina Laborinho

andamos nisto

Andar nos comboio da Fertagus, para mim é uma constante, todos os dias o apanho até à capital para chegar ao trabalho em segurança e longe das filas de trânsito que volta e meia se sentem. Mas andar no comboio na cabine do maquinista é que foi a EXPERIÊNCIA.

Pois é, nós aqui fomos e adorámos. Não adorámos apenas a experiência em si, adorámos também conhecer o chefe de maquinistas João Teófilo, mais um verdadeiro aficcionado pela nossa margem sul.

O João Teófilo, mais conhecido por Teófilo, entrou no mundo dos comboios por mero acaso, aqueles acasos que se tornam paixão e já lá vão largos anos. Antes de chegar à Fertagus a sua carreira começou na CP e ainda miúdo, com os seus 25 anos, chega ao Porto aos comandos daquela máquina e os colegas mais velhos, habituados a ver os miúdos apenas como estagiários, perguntam-lhe “és de Lisboa não és?” o Teófilo, o miúdo espigadote que já ia sozinho até ao Porto, enche o peito e diz, “não pá!! eu, sou da Margem Sul!” – gargalhada como não podia deixar de ser. O verdadeiro quebra-gelo para uma manhã onde o Teófilo nos ia explicar como funcionam aquelas 300 toneladas de ferro e tecnologia.

Ainda no escritório o Teófilo explicou-nos como funcionava toda a mecânica de horários e afins. Escalas, traços e mais traços onde todos eles tinham uma razão ou explicação onde fez questão de nos explicar um a um. Ficámos a saber que todos os dias há um chefe de maquinistas de serviço, ou seja, disponível 24h/dia. No meio da explicação, falei-lhe num “comboio” ui… o que lhe fui dizer :) “o comboio, apenas é comboio quando tem um horário a cumprir” caso contrário para eles, e agora para mim é apenas e só, material circulante. Claro que a meio da conversa ele já falava em Comboio como nós, “material circulante” é estranho. :)

Eram 11:20 e lá fomos nós com destino a Lisboa. Entrámos num comboio que vinha de Setúbal, onde se deu uma troca rápida de maquinista, a partir daquele momento o Teófilo “agarrou” os comandos da operação.

FERTAGUS

Explicou-nos tudo, mas quando digo tudo, é TUDO mesmo. Ficámos a saber para o que serve cada botão ou pedal e o que “aquela” máquina era capaz de fazer quase que sozinha.

Durante todo o percurso reforçou que a segurança dos passageiros estava sempre em primeiro lugar. A Fertagus tem como prioridade o bem estar dos seus passageiros e o cumprimento dos horários como disse o Teófilo. Confesso que gostei de ouvir, acabamos sempre por nos sentir confortáveis por saber que quem está do outro lado pensa em nós e em todos aqueles que mês após mês compram o seu passe, tal como eu.

O percurso mais extenso, Foros de Amora, Corroios foi feito a 120km, UAU, impressionante, a rapidez daquela máquina, curiosamente, e se achavam que tinham liberdade para acelerar no carril desenganem-se, ele tem que controlar a velocidade e se não cumprir, o comboio tem a capacidade de reduzir autonomamente. Tem igualmente um botão de HM (Homem Morto) que volta e meia apita, caso o maquinista não responda, com o toque de botão ou pedal, o comboio tem a capacidade de parar a marcha sozinho. Segurança em primeiro lugar!

FERTAGUS

Finalmente chegámos ao Pragal. Aqui entra um novo elemento da equipa Fertagus, como já devem ter reparado é quem acaba sempre por promover o fecho de portas. Mais uma vez, por questões de segurança, este elemento entra para dar apoio em caso de emergência na ponte.

Todos os comboios têm umas pranchas que caso seja necessário abortar a viagem em cima da ponte, este elemento usando as referidas pranchas ajuda o maquinista a trocar os passageiros de comboio.

Mas voltando ao Pragal… Pragal = última estação. Ponte aí vamos nós.

Chegámos à ponte. Infelizmente não nos foi possível filmar, mas posso-vos garantir que a sensação é impressionante, entrar na ponte, vê-la de frente, é de cortar a respiração. O Teófilo confessou-nos que a ponte é dos lugares mais seguros, cheio de câmaras de vigilância e caso seja visualizado algum elemento estranho na mesma ou em qualquer parte da viagem eles são obrigados a comunicar, tal como nos aconteceu quando chegámos a Sete Rios que encontramos uma pessoa a passear na linha…

FERTAGUS

Mas, antes de chegarmos a Sete Rios o comboio desligou-se, como certamente já reparou… Entre os Foros de Amora e Roma Areeiro ele desliga-se pelo menos umas 3 vezes. Algo que sempre me intrigou. Porque?! A explicação foi simples e claro que fez todo o sentido. Como sabemos o comboio é elétrico, e em todo o percurso ele é alimentado por cabos elétricos iguais (quase iguais) aos que chegam até à nossa casa. Mas estando ele em movimento, o comboio vai buscar energia ao fornecedor da mesma, ou seja, imaginem que quem fornece energia até Corroios é o posto de transformação do Seixal e na chegada ao Pragal já é o posto de transformação de Almada. O fornecedor é outro, logo, o maquinista como sabe, apanha um pequeno balanço, para que quando troca de “fornecedor” não deixa de andar e rapidamente voltar-se a ligar com novo fornecedor. Achei muito curioso, sempre achei que se desligava por falha, mas não, desliga-se de propósito, porque não tem outra hipótese. Até Roma Areeiro desligou-se mais uma vez. É normal, nós passageiros é que não sabemos a razão, mas agora já sabem :) não é defeito, é feitio.

FERTAGUS

Chegámos a Roma Areeiro. O maquinista tem 7 minutos para fazer a mudança de cabine, e olhem que não é fácil fazê-lo em 7 minutos. Todos os comboios têm 2 cabines, a de condução principal e a secundária. Estas nunca deixam de o ser, o maquinista pode é estar a conduzir o comboio em qualquer uma delas.

Quando o comboio é duplo o caso é diferente pois passamos a ter 2 principais e 2 secundárias, ou seja, o maquinista irá conduzir na cabine da frente e esta por sua vez irá  “informar” o “comboio de trás” que deverá repetir as mesmas instruções.

Garanto-vos que 7 minutos é muito pouco tempo para fazerem esta alteração, sem nunca penalizar todos aqueles que estão à espera na plataforma para ir para casa ou trabalhar…

Saímos, mudámos de cabine e voilà a caminho novamente da Margem Sul.

No regresso, e a sair da Ponte, o Teófilo contou-nos uma curiosidade sobre o Túnel da Ponte, este já tinha sido construído pelo Salazar, mas aquando a construção da linha, deu-se a necessidade de construir a parte em falta do túnel do Pragal, só metade estava construido. Entre outras tantas curiosidades surgiu a duvida: “E o comboio não derrapa com chuva?” Claro que derrapa! Mas estes materiais circulantes estão preparados para libertar areia de modo a evitar que ele derrape. Curioso, muito curioso aliás, gentilmente o Teófilo, já parados, mostrou-nos como funcionava.

O nosso destino final foi Coina e como não podia deixar de ser, a nossa viagem correu calma e serenamente, como acontece todos os dias, ligando e desligando (mas agora já sabem a razão), Ponte, Pragal, Corroios, Foros de Amora e Coina. Chegámos a casa. É em Coina que se situa o “dormitório” deste pequenos grandes gigantes. Não o fomos arrumar, ele ia continuar a trabalhar e nós aqui íamos embora.

Mais uma vez, a experiência foi fabulosa, ao Teófilo, um verdadeiro anfitrião, um exemplo de competência, rigor e simpatia o nosso muito obrigado.

Nós aqui conhecemos o Teófilo
Nós aqui andámos nos “comandos” de 300 toneladas de ferro.

Obrigada Fertagus por esta viagem tão diferente.
Texto: Catarina Laborinho

FERTAGUS, LSBblog

Fertagus

ESCADAS NÃO SÃO PARA TODOS. Por Catarina Laborinho

admiramos

Esta é uma realidade com a qual vivemos quase diariamente. Efetivamente as escadas não são para todos, seja de nascença ou porque em algum momento da nossa vida fomos obrigados a introduzir uma cadeira de rodas por uma qualquer fatalidade, ou mesmo por sermos nós mães de bebés com rodinhas.

Ao andar no comboio da Fertagus volta e meia cruzo-me com o Carlos que sempre me surpreendeu pela sua destreza no manuseamento daquela “máquina” a sua cadeira de rodas a bateria.

Por vezes dou por mim a pensar… E se fosse eu?

Numa destas minhas viagem “meti” conversa com o Carlos e conversa puxa conversa falei-lhe do LSBblog e se ele não se importaria de falar um bocadinho sobre o seu dia-a-dia. Como é óbvio todos nós tentamos imaginar um pouco as dificuldades de quem tem mobilidade reduzida e o que enfrentam quer em casa, quer nos transportes públicos e até mesmo nos locais de trabalho. Mas nada como tentar “viver” estas dificuldades na 1° pessoa com a ajuda do Carlitos, como carinhosamente é conhecido por toda a equipa da Fertagus.

A nossa conversa informal, como não podia deixar de ser, foi na estação de comboios do Pragal, onde diariamente o Carlitos apanha o comboio até Entrecampos. O encontro foi marcado para um sábado pelas 11h e às 11h lá estávamos nós.

O Carlos é sem dúvida nenhuma uma força da natureza. Quem me conhece, quem me conhece bem, sabe que não falo por falar e confesso que a meio da nossa conversa a emoção falou mais alto. Pensar que por vezes nos lamentamos de tantas pequenas coisas e eu ali, com este guerreiro à minha frente…

Só para terem uma pequena noção o Carlos tem 97% de incapacidade, ou por outro lado, apenas tem 3% de capacidade motora. Sim leram bem 3%. E perguntam vocês… Como é possível?! É! O CARLOS CONSEGUE. O Carlos trabalha, o Carlos é casado, o Carlos dança, o Carlos “desemerda-se”* como lhe diziam os pais quando era pequeno. Mas calma, não é o Super Homem e precisa, como é obvio, de ajuda suplementar para conseguir realizar algumas das tarefas que referi.

Fertagus

Aos 17 anos, e depois de 12 meses em Alcoitão, o Carlos conseguiu dar a volta à sua vida. Com garra e sangue quente que se sente passar pelas veias, dedicou-se à área informática e hoje é IT numa empresa sediada em Lisboa e pelo facto de trabalhar teve o boost que precisava por parte do IEFP. A cadeira.

Todas as manhãs o Carlos levanta-se às 5:40 para sair de casa pelas 7:00, banhos e afins a mulher ajuda para ser mais rápido, as próteses dos braços, cada uma com 3 kg o Carlos apenas utiliza para lavar os dentes e fazer a barba, “não são práticas e magoam” como nos contou, os 6 kg em cima da coluna o dia todo não estavam a ajudar…

Às 7:19, apanha o Comboio para Lisboa, quando chega à plataforma encontra-se um colaborador da Fertagus à sua espera para lhe colocar uma rampa especifica para este tipo de situações. Quando se atrasa liga a avisar para não estarem desnecessariamente à sua espera… sim, ele não é o Super Homem, também se atrasa de manhã como todos nós :) De seguida, o colaborador informa o colega de Lisboa que o Carlos vai na carruagem “X” para o procedimento em Lisboa ser semelhante.

A partir daí o Carlos é autônomo, ou quase. O acesso até ao escritório é feito na normalidade quando os elevadores da estação estão em funcionamento… quando não estão o Carlos tem que ir até à estação de Roma Areeiro, dar a volta para trás para sair do outro lado da plataforma… quando o outro esta igualmente avariado é uma chatice. Como vos disse no início, escadas não são para todos e muito menos para o Carlitos.

No trabalho o Carlos trabalha quase da mesma forma como “um de nós”, a grande diferença é que faz tudo com o pé. Apenas precisa de ajuda para abrir o portátil e ligar o carregador. Na hora de almoço, o Carlos tem um serviço de apoio da Santa Casa, pago por ele, onde a Sr.ª lhe dá à boca o almoço que o Carlos preparou na noite anterior (tal como tantos nós), bem como o ajuda no acesso ao WC. Esta rotina repete-se igualmente a uma hora marcada à tarde.

No regresso a casa o processo é o mesmo. Em Lisboa é colocada à rampa, e ele entra no comboio.

Fertagus

Nós aqui temos o Carlos, com uma história de vida INCRÍVEL.

Mas e se o segurança não está visível como é que o Carlos faz? FÁCIL. Não fosse ele o Carlitos, o “gajo” mais conhecido de todo o staff da Fertagus por ser quem é, e por “precisar” da ajuda e colaboração deste, segundo o Carlos, “equipa maravilhosa que está sempre disponível para me ajudar”, ele liga para a estação do Pragal, que se encarrega de em menos de nada avisar “Lisboa” que o Super Carlitos está à espera para embarcar na Linha 4. E Voilá o pior que pode acontecer é perder aquele comboio mas 10 mint depois apanha o outro.

Aos fins de semana a agenda do Carlos é cheia de atividades, a dança em cadeira de rodas é a sua loucura e paixão, não tivesse sido lá que conheceu a sua mulher que ainda não foi desta que tivemos oportunidade de a conhecer.

Muito mais havia para vos contar sobre o Carlos, é sem dúvida um “miúdo” cheio de garra, força de vontade, que mostra a quem passa a vida a reclamar de tudo, que há quem tenha “problemas” bem maiores e ainda assim os consegue superar.

Hoje, quando se for deitar, pense nisso!

Nós aqui temos o Carlos, uma história de vida INCRÍVEL.
Obrigada Carlitos,
Obrigada Fertagus por mais uma vez nos abrir a janela de uma experiência tão gratificante.

*expressão do próprio ao contar-nos abertamente a sua história de vida.

Texto: Catarina Laborinho
O Lisbon South Bay Blog agradece à Fertagus

FERTAGUS, LSBblog

 

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS. Por Catarina Laborinho

aderimos

Começou ontem a Semana Europeia da Mobilidade, a #mobilityweek, e nós aqui aderimos a isto. Com o apoio da Fertagus viemos para Lisboa de bicicleta. Uau!! foi A EXPERIÊNCIA. Sair de casa e colocar a bicla no carro é algo que faço muito raramente já que quando vamos andar já saímos a pedalar. Mas hoje era impossível ir até à estação, entre deixar crianças na escola e chegar ao comboio, só daria se a Fertagus me deixasse utilizar os seus balneários, porque ia chegar a pingar de suor 😉

Ontem e na próxima sexta-feira (dia 22) quem levar a bicicleta não paga bilhete, são os dias free da #mobilityweek para os adeptos de 2 rodas, com o apoio especial da Fertagus.

Sair de casa com a bicla no carro e chegar à estação é sempre uma experiência diferente. Por momentos até parecia que estava de férias… Aí férias, férias… já tenho tantas saudades tuas…

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | A partida

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | A partida

A Fertagus diariamente tem à disposição 2 carruagens para o transporte de bicicletas (uma na proa e outra na popa) mas hoje, e como a semana é especial, pudemos entrar em qualquer uma. Nós aqui entrámos na proa e numa carruagem adaptada. Estas, tanto dão para bicicletas, como carrinhos de bebé ou cadeiras de rodas. Têm uma pequena rampa e um género de “cinto de segurança” para prender os veículos. E foi assim que a minha bicla foi até Lisboa.

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | A caminho do trabalho

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | A caminho do trabalho

A chegada à capital foi pacífica, consegui com facilidade descer as escadas com ela “ao colo” e chegar em menos de nada ao escritório.

O regresso para casa, esse foi semelhante… é giro ver que há mais pessoas como eu a aderirem a esta iniciativa nesta semana especial, a #mobilityweek. Infelizmente não consigo ir de bicicleta mais vezes para o trabalho mas sempre que posso dou uma ajudinha ao ambiente. A partilhar chegamos mais longe e com este tipo de ações ou outras igualmente importantes e impactantes o mundo ao nosso redor torna-se muito melhor.

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | O regresso

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | O regresso

PS. Não se esqueça que no dia 22, com a bicicleta, tem acesso direto à casa da partida no comboio da ponte.

Obrigada Fertagus pela borlix na #mobilityweek
Nós aqui temos isto.

Texto: Catarina Laborinho
O Lisbon South Bay Blog agradece à Fertagus

FERTAGUS, LSBblog