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FERTAGUS PROMOVE O SEIXAL ATRAVÉS DE NOVAS CARRUAGENS. Por Catarina Laborinho

APOIAMOS 1

Quando falamos no Seixal, os nossos olhos brilham, do Seixal e não só, claro, de toda a Margem Sul.

Enquadrado na semana Europeia da Mobilidade #mobilityweek, a Fertagus e a Câmara Municipal do Seixal apresentaram na passada segunda feira a carruagem decorada com imagens da “Baía no Coração do Tejo”, com o objetivo de promover turisticamente este destino da nossa Margem.

Na assinatura do protocolo, na Estação do Fogueteio, estiveram presentes a Sra. Dr.ª Cristina Dourado e o Sr. Engº Joaquim Santos, como não podia deixar de ser, há que manter as nossas tradições onde se troca champagne por moscatel e os canapés pelo pastel da Fidalga também típico da região.

A campanha, inspirada na obra do escritor e dramaturgo romântico Almeida Garrett, “Viagens na minha Terra” que consistiu na disponibilização de um comboio a cada um dos municípios que os comboios da Fertagus percorrem, para efetuarem a decoração do mesmo com o intuito da promoção turística de cada município.

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Engº Joaquim Santos, Presidente da Câmara Municipal do Seixal e Dr.ª Cristina Dourado, Administradora-delegada da Fertagus

Com a decoração da carruagem, a Câmara Municipal do Seixal, promove a fantástica “Baia no Coração do Tejo” com lindíssimas imagens que enchem os olhos aos utilizadores dos comboios da Fertagus nas suas deslocações entre a Margem Sul e a nossa Capital. Quem já conhece vai gostar de ver a “sua” região espelhada,   quem ainda não conhece esta pérola em pleno Seixal, passará a conhecer suscitando a vontade de fazer um tour pela região.

Esta é uma brilhante campanha que uma vez mais da a conhecer o que temos de melhor.

Ainda esta semana a Fertagus irá igualmente inaugurar o comboio de Setúbal, com uma viagem a partir de Lisboa. Estamos em pulgas para ver este gigante nos carris ou na “estrada” :)

Nós aqui apoiamos a promoção da Margem Sul
Nós aqui gostamos dísto

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Texto: Catarina Laborinho | Fotos: Fertagus

FERTAGUS, LSBblog

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E QUANDO A RECICLAGEM COMEÇA LOGO NA PRAIA. Por Catarina Laborinho

gostamos

Hoje em dia muito se fala em reciclagem, em limpezas de praia fora da época balnear mas é importante sensibilizar a população para este assunto durante todo o ano, e foi isso que vi este sábado!

Este fim de semana, na praia da Mata, vi uma equipa da AMARSUL a sensibilizar todos os banhistas. Localizados à entrada da praia, junto de um contentor orgânico, pediam a quem se dirigisse ao mesmo para separar as embalagens e as garrafas e depositar as mesmas no contentor apropriado que se encontrava a poucos metros.
Certamente já repararam que todas as praias de bandeira Azul têm ecopontos no estacionamento. A reciclagem não deve ser esquecida nem mesmo em momentos de lazer, por isso já sabe, se colocar um plástico ou vidro num contentor verde, os “meninos” da AMARSUL vão convida-lo a colocar no sítio certo.

A ação de sensibilização da AMARSUL estende-se em paralelo às praias de Sesimbra, onde irá encontrar uma outra equipa entre os dias  22 e 26 de Agosto na na Praia da Califórnia. 

Nós aqui gostamos d’isto
Nós aqui também reciclamos

Texto e Foto: Catarina Laborinho

APP Fertagus

JÁ CONHECE A NOSSA APP DA FERTAGUS? Por Catarina Laborinho

TEMOS ISTO 1

sim… já sabemos que hoje em dia há APP para tudo, são APP’s para ouvir música, APP’s para gerir as contas bancárias, para ajudar os nossos filhos a levantarem dinheiro sem terem necessidade de ter cartão MB, para controlar o trânsito e agora há a nova  APP da Fertagus.

Pois é, no mês passado a Fertagus lançou a nova APP que permite controlar os horários do comboios, a localização das estações, os tarifários bem como horários e percursos da Sulfertagus.

APP Fertagus

Para quem vai de comboio para Lisboa e apanha sempre na mesma estação e vice versa, vai já dizer que esta APP não traz qualquer valor acrescentdo, mas, para quem como eu, que nem sempre apanha o comboio da memsa estação vai dar uma jeitaça. Visto andar sempre a trocar de “comboio” passo a vida perdida com os horários e afins. Já para não falar quando dou por mim e estou na plataforma do lado oposto 😀 Com a nova APP, em menos de nada sei qual vai ser o próximo comboio, como qual a estação mais perto de mim naquele exato momento.

O mesmo se passa para quem usufruiu da Sulfertagus. Na APP consegue ver todas as carreiras que partem ou chegam às várias estações bem como o horário e tempo dispensado em cada viagem.

A faltar mesmo fica só a possibilidde de comprar o bilhetes online, já que o passe já é possível comprar on-line através do portal vival, mas contamos com isso para breve.

Pode ser Fertagus?!

Nós aqui temos uma APP
Nós aqui temos tudo

Texto: Catarina Laborinho

FERTAGUS, LSBblog

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40 JÁ CÁ CANTAM. Por Catarina Laborinho

#NOSAQUI40

 

Pois é, cheguei aos 40, não sei porquê mas gosto do número! Cheguei e entrei da melhor maneira possível, bem perto das melhores pessoas do MUNDO. Os meus Mais Que Tudo e os meus Amigos!!

Aos 40, sinto-me orgulhosa de mim mesma. Cheguei feliz, aliás muito feliz, num ano que irá ficar marcado por outros bons momentos que mais tarde irei ter oportunidade vos contar. Só para levantar um bocadinho o véu, posso-vos dizer que não vou de véu 😉

Para comemorar este dia tão especial não podia faltar ninguém, por isso  fiz questão de convidar todos aqueles que diariamente fazem parte da minha vida, todos aqueles que de alguma forma vão preenchendo o livro da minha história, todos os que marcam memórias e alimentam o meu coração, e que felizmente são muitos!

Faltaram alguns, não porque não quiseram vir, mas porque a distância assim o impediu… não posso dizer que não fizeram falta, mas estiveram representados pelas proles mais jovens e com a ajuda da tecnologia tiveram direito a diretos.

Sempre disse que quando fizesse os 40 a festa tinha de ser de arromba, e claro, A FESTA aconteceu. Éramos quase 60 lá em casa e foi a Loucura. No meio de uma churrascada mista, umas caipirinhas, sangria e muito boa disposição tudo correu como expectável. Foi sem sombra de dúvidas um momento memorável que nunca mais irei esquecer.

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Obrigada a todos os meus Amigos que vieram “ajudar” a soprar as magníficas 40 velas. Obrigada à minha Mãe e ao meu Pai que são os melhores do Mundo. Obrigada ao Tiago que não deixou que nada falhasse, neste momento onde eu queria que fosse único.

E se acham que ficávamos por aqui… NOP, daqui a mesmo de 20 dias temos outra!

Nós aqui fizemos 40 anos!
Nós aqui estamos a rebentar de felicidade.

ps: as fotos estão péssimas, mas isso agora não interessa nada!

Texto & Fotos: Catarina Laborinho

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O MERCADO DA ROMEIRA ABRE AMANHÃ. Por Catarina Laborinho

Vamos a isto

O lembrete chega-nos através de um dos nossos leitores, obrigada Luís, são estas notícias de que falávamos no outro dia 😉

Amanhã, dia 22 de Junho o Mercado da Romeira vai abrir as portas ao público. Com 12 espaços de restauração, junto ao rio Tejo, na Cova da Piedade, vai haver um cardápio variado para todos os gostos. Tapas, hambúrgueres artesanais, carnes com os melhores cortes, sushi, mariscadas, pastelarias… estas são algumas sugestões que vamos passar a ter acesso, aqui na nossa margem sul.

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A Romeira, atual Mercado da Romeira, recuperado através de um antiga fábrica de cortiça, era também conhecida pela lavagem de roupa para Lisboa, e o local de refúgio nos anos 30 onde se deu uma procura de emprego massiva bem como de melhores condições e vida, vindo posteriormente, já nos anos 60 a instalar-se os estaleiros da Lisnave, principais impulsionadores do crescimento deste lado do rio. A Romeira vem hoje dinamizar aquela zona que durante tanto anos esteve abandonada e em estado decadente.

A partir de amanhã, aquela zona vai ficar mais rica!

Mercado da Romeira
Rua manuel José Gomes, nº101
Romeira, Cova da Piedade
Almada

Nós aqui vamos a isto
Nós aqui temos novo spot na Margem Sul

Texto: Catarina Laborinho

Rock-in-Rio

VAMOS AO ROCK IN RIO? Por Catarina Laborinho

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Os mais aficionados da margem sul vão já colocar em causa este artigo, “Mas que raio o Rock In Rio tem a ver com a Margem Sul?” Tem tudo, e quando digo tudo, é tudo mesmo, e sabem porque? Eu explico: NÃO VOU ANDAR A STRESSAR COM O CARRO, PORQUE ESSE FICA NO LADO CERTO! Estou a gritar? Nada disso, estou apenas a fazer-me ouvir 😉

Malta, este ano a Fertagus tem um serviço especial para o Rock in Rio, para quem vai da Margem Sul até à estação Roma-Areeiro. Por aqui já estamos em contagem decrescente para o evento mais esperado do ano. O segundo maior, já que o 1º já anda ao rubro, o Mundial da Rússia.

A pensar em todos os festivaleiros, a Fertagus vai ter um comboio suplementar para os dias do evento, às 1:45h nos dias 23, 24 e 30 de junho. No dia 29 de junho, apenas será efetuada a extensão do último comboio das 01h28 até Setúbal.
A distância da estação Roma-Areeiro até ao recinto são uns meros 20 mints a pé. Sim, nós sabemos  que para quem não está habituado a andar é dose, mas lembrem-se que os acessos estão sempre condicionados logo a seguir à bomba de gasolina 😉

Mas, e como em tudo na vida há sempre um mas, estas não são as únicas apostas da Fertagus para o Rock In Rio. Irá decorrer igualmente uma campanha com a oferta do parque de estacionamento a quem adquirir dois bilhetes (ida e a volta) nos dias dos espetáculos. Se não é cliente assíduo do comboio da ponte está é sem dúvida uma ótima oportunidade de passar a ponte num tabuleiro abaixo, e sentir o conforto deste “gigante”, já para não falar na comodidade em não ter que se preocupar com o carro :)

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Nós aqui vamos a isto
Nós aqui vamos com a Fertagus

Texto: Catarina Laborinho

FERTAGUS, LSBblog

 

TAVERNA O BOBO DA CORTE

NO BOBO VIREI PRINCESA. Por Catarina Laborinho

degustamos

Para quem já conhece o Bobo, a Taverna o Bobo da Corte, sabe bem do que estou a falar, lá viramos Princesas e eu, claro, não fui exceção.

Encontrámos o Bobo por mero acaso. O tripadvisor é um facilitador para quem anda sempre à caça de novos e bons restaurantes. E claro, o Bobo apareceu logo na primeira linha.
O Sol nesse dia andava à espreita, mas o frio que continuava a fazer-se sentir não nos privou de um excelente manjar dos deuses, ou de reis, já que assim que entrei virei “principessa”.
No caminho liguei para marcar mesa, do outro lado da linha ouço um: “estamos cheios” … OHHH… ripostei de imediato, mas do nada ouço uma voz ao fundo a dizer: “acabei de receber um cancelamento…” nesse instante o Cláudio pergunta quantos somos…. apenas 2 😉

A Taverna o Bobo fica mesmo dentro do Castelo de Palmela, quando chegámos, ligámos a perguntar para que lado era, a Lurdes, despachada como acabámos por constatar diz: “venham em direção à Torre”, e lá fomos nós.
Quando entrámos fomos recebidos com um sorriso de orelha a orelha, é importante reforçar que nunca lá tínhamos estado, mas aquele “conforto” faz-nos logo sentir em casa. Saltou logo a piada dos 8 mint, já que no caminho quando estava a marcar mesa acabei por comentar: “o gps diz que daqui a 8 mint estamos ai” 😀 – não fosse alguém querer a nossa mesa.
Ficámos num canto do restaurante. O espaço é pequeno, aliás muito pequeno. Lá dentro o Bobo deve ter umas 7 ou 8 mesas (não as contei), mas muito, muito acolhedor.

TAVERNA O BOBO DA CORTE
Olhámos para a lista várias vezes, a oferta era muita e a vontade de provar tudo também… provámos o que a barriga comportou, queijo de cabra regado com azeite e orégãos, frango com mostarda, espetadas de enchidos, gambas com alho (de tamanho real, à seria), batata frita doce e para regar isto tudo uma sangria de moscatel… sim, leram bem, sangria de moscatel. Nunca tínhamos bebido e claro que não nos ficámos apenas por um jarro 😀

Entre Princesas e sorrisos, ficámos lá algum tempo, mas apenas assim é que iríamos conseguir apreciar o momento a dois (adoramos os nossos filhos, mas fazer programas a dois é algo mágico) e fazer a “digestão” da sangria.

Já de barriga cheia, viemos até à esplanada para apreciar a vista que é de perder o fôlego e beber o nosso café… o sol andava à espreita e não podíamos deixar de aproveitar os pequenos minutos para carregar energia.

Quando saímos o Cláudio veio-nos perguntar como tínhamos encontrado o seu restaurante. Fácil! Pelo Trip… o Bobo apareceu em primeiro lugar em Palmela e nós viemos conhecer.
Conversa puxa conversa, acabámos a falar em restaurantes e como não podia deixar de ser… no blog, claro!
Confesso que sou uma grande apreciadora de comida. Adoro comer, adoro comer bem, adoro conhecer espaços onde vamos sem nenhuma expectativa e saímos de lá fascinados, como foi o caso da Taverna o Bobo. Para ajudar a isto, o Tiago também adora… que dupla! Mas também adoramos cozinhar, receber os nossos amigos, fazer almoçaradas que acabam noite dentro… talvez por isso somos sempre tão críticos nos restaurantes que vamos conhecendo.

TAVERNA O BOBO DA CORTE

Já no fim, e aí sim como uma gentil oferta, o Cláudio e a Lurdes deram-nos a conhecer o Moscatel de Palmela que pouco depois se fez acompanhar pelo Moscatel Roxo Venâncio da Costa Lima.
Se gostam de Moscatel tem que provar este… gostámos tanto que acabámos por comprar uma garrafa na lojinha que a Taverna o Bobo tem ao lado do restaurante.
Quanto à dolorosa, valeu cada cêntimo… o almoço rondou os 50€ (com um jarro e meio de sangria +- 18€), mas repito, valeu cada cêntimo.

Será sem dúvida um espaço a revisitar e uma experiência a repetir.
Lurdes e Cláudio, obrigada por cada gargalhada e prometemos que para a próxima iremos marcar com uma maior antecedência 😀
Obrigada por toda a hospitalidade!

Nós aqui desejamos-vos MUITO SUCESSO.
Nós aqui degustamos isto

Texto e Fotos: Catarina Laborinho

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VAMOS À MEIA MARATONA COM A FERTAGUS. Por Catarina Laborinho

Vamos a isto

…ou vamos tentar 😀

Na realidade não vamos à Meia Maratona de Lisboa de comboio, isso vai ser o que vou dizer quando chegar ao fim e disser: “mas porque não vim de Fertagus?!?!”. Uma coisa é certa, vou lá chegar de comboio e você devia fazer o mesmo.

Estes dias de grande afluência são sempre mais complicados, mas a Fertagus, à semelhança dos anos anteriores, vai oferecer a viagem a todos os atleta que sejam portadores do dorsal oficial da prova e vai ter um horário especial para a deslocação “da malta”.

 

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Para quem chega à estação do Pragal da Fertagus pela Margem Sul ou por Lisboa é preciso que tenha em consideração os #10 fatores abaixo:
#1 A estação é a do Pragal. Se vier de Lisboa é a 1ª depois da Ponte. Se vier deste lado, é aquela onde certamente irão sair MUTOS atletas :D;
#2 Apanhe o comboio o mais cedo possível (não seja o comum Tuga que chega à hora da partida);
#3 Respeite as sinalizações de segurança, não ultrapasse a linha amarela e tenha cuidado com a distância entre a plataforma e o comboio;
#4 As portas não se abrem sozinhas. Tem que tocar no botão da porta quando este ficar verde;
#5 Não entre em nenhum comboio que não seja da Fertagus (passam outros na mesma linha mas estes não são à borlix);
#6 A organização da Meia Maratona de Lisboa não permite animais ou bicicletas durante a prova, e a Fertagus também não;
#7 À chegada ao Pragal, siga o trajeto previamente assinalado em direção à prova;
#8 Se quiser ir à casa de banho, para além das existentes na estação, a Fertagus vai ter à disposição WC’s portáteis no exterior a caminho do ponto de partida;
#9 Ah, e mais importante ainda, lembre-se que de barriga vazia não vai longe. A estação do Pragal tem vários pontos de restauração e não só, que o(a) podem auxiliar num dia diferente como este;
#10 Nós aqui vamos querer a medalha :)

Se é cliente assíduo do comboio da ponte e no próximo domingo vai passear ou trabalhar à outra margem do Rio, tenha paciência com os atletas, é só uma vez por ano e a maior confusão vai ser entre as 8:00 e as 10:00H.

Nós aqui prometemos que vamos tentar chegar ao fim 😉
Nós aqui temos a Fertagus a apoiar a Meia Maratona de Lisboa

Texto: Catarina Laborinho
Fotos: D.R

FERTAGUS, LSBblog

 

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DIA DOS NAMORADOS. WTF! Por Marlene Gaspar

Lamento decepcionar todos os pombinhos da margem sul e arredores, mas para mim o Dia dos Namorados é só estúpido. Pronto, já disse alto e pior já escrevi. Podem mandar vir a cavalaria e apedrejarem-me por enunciar tamanha heresia. Mas, há que encarar as coisas como elas são e a seta do romantismo para este dia passou-me ao lado.

Acho um bocadinho ridículo instituirem um dia para se celebrar o namoro. Para mim este celebra-se todos os dias, quando é caso disso. Sou muito mais adepta de celebrar o dia em que um casal comemora o aniversário do relacionamento (quando têm a sorte de saber quando é que isso calha!) do que o Dia de S. Valentim.

Estou a fazer um curso e temos um prova para fazer neste dia, e dou por mim a dar nota do seguinte comentário para quem está a leccionar: “Vocês não gostam do Dia dos Namorados para marcarem para esta data”! (tom de alguma indignação). Fiquei estupefacta com a questão, pois a mim não me passava pelo penteado a imediata associação, mas fico fascinada com este empolgamento. E não pensem que estou a ser irónica, fico mesmo surpreendida e acho que cada um deve celebrar à sua maneira. Gosto de ver esta predisposição, embora não a compreenda, mas se é celebrada em todo o mundo, é porque a alien aqui sou eu.

Por isso apesar de não estar nem aí para essa data, deixo aqui sugestões que eu gostava muito que me acontecessem, para celebrar a data de um início de um relacionamento, por exemplo (mais uma vez para quem sabe – não sei se já perceberam que há quem não consiga recordar tal facto), ou para qualquer outro motivo. Fica(m) a(s) nota(s):

# viagem para qualquer lugar – este é o meu presente preferido de sempre, qualquer que seja o motivo. Há que escolher um destino que seja uma descoberta, mas também é válido voltar ao lugar onde já se foi feliz. E por aqui, pela margem sul, há desses lugares a potes. A Costa da Caparica é sempre um local inspirador e resulta bem em qualquer altura do ano, a Fonte da Telha é sempre bom e ambiciono passar um fim de semana numa autocaravana. Almada Velha também permite visitas históricas com diferente gastronomia e sempre a surpreender. Sesimbra, Meco, Setúbal, Tróia, Azeitão – you name it. Dá sempre para surpreender a cara metade e fazer um brilharete. Mas o topo dos topos foi uma que eu assisti a uma colega do escritório (e não, não fui eu, sou só uma “invejosa” a falar) – que é o nosso “partner” falar com o nosso chefe, pedir o dia (ou mais) e fazer-nos as malas. E uma hora antes de arrancarmos percebermos o que está a acontecer. Estão a ver a ideia? É que nem precisas de te preocupar com as malas).

# jantar surpresa – qualquer restaurante na margem sul vai conseguir cumprir a função da celebração, mas bom, bom, bom é ter o “nosso chef” a fazer todas aquelas coisinhas (ou tratar de alguém que faça isso, não sou fundamentalista) que nos despertam o palato, porque a indulgência funciona sempre bem, acompanhada de um bom vinho no sossego do lar. Porque o sossego fica-se por aí. Depois de uma surpresa destas não há como não partir a loiça toda.

# álbum de fotos – online, físico (para mim este é o melhor) com mensagens manuscritas, vale tudo. O importante é poder recordar momentos em que nos aturamos um a outro e que continuamos a cá, para muitos mais momentos. Daqueles em que percebemos que tínhamos uns cortes de cabelo que não lembram ao diabo (mas pelo menos não haviam brancos), que a barriga estava lisa e a tender para dentro – quando é que esta brincadeira foi?!), e a força da gravidade estava longe de manifestar-se, mas também nada perto do charme que se apoderou de nós nos dias de hoje. Calma, também funciona com amigos e relações recentes, neste último, só não se apontam os mesmos comentários.

E fiquemo-nos por aqui, que isto, porque agora é o que me ocorre. Eu também vou celebrar o dia, à minha maneira, porque gratidão por quem nos acompanha é algo que devemos comemorar todos os dias e não só no dia 14 de fevereiro.

Feliz Dia de S. Valentim.

Nós aqui temos o Dia dos Namorados.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

FERTAGUS

FERTAGUS, SEGURANÇA EM PRIMEIRO LUGAR! Por Catarina Laborinho

andamos nisto

Andar nos comboio da Fertagus, para mim é uma constante, todos os dias o apanho até à capital para chegar ao trabalho em segurança e longe das filas de trânsito que volta e meia se sentem. Mas andar no comboio na cabine do maquinista é que foi a EXPERIÊNCIA.

Pois é, nós aqui fomos e adorámos. Não adorámos apenas a experiência em si, adorámos também conhecer o chefe de maquinistas João Teófilo, mais um verdadeiro aficcionado pela nossa margem sul.

O João Teófilo, mais conhecido por Teófilo, entrou no mundo dos comboios por mero acaso, aqueles acasos que se tornam paixão e já lá vão largos anos. Antes de chegar à Fertagus a sua carreira começou na CP e ainda miúdo, com os seus 25 anos, chega ao Porto aos comandos daquela máquina e os colegas mais velhos, habituados a ver os miúdos apenas como estagiários, perguntam-lhe “és de Lisboa não és?” o Teófilo, o miúdo espigadote que já ia sozinho até ao Porto, enche o peito e diz, “não pá!! eu, sou da Margem Sul!” – gargalhada como não podia deixar de ser. O verdadeiro quebra-gelo para uma manhã onde o Teófilo nos ia explicar como funcionam aquelas 300 toneladas de ferro e tecnologia.

Ainda no escritório o Teófilo explicou-nos como funcionava toda a mecânica de horários e afins. Escalas, traços e mais traços onde todos eles tinham uma razão ou explicação onde fez questão de nos explicar um a um. Ficámos a saber que todos os dias há um chefe de maquinistas de serviço, ou seja, disponível 24h/dia. No meio da explicação, falei-lhe num “comboio” ui… o que lhe fui dizer :) “o comboio, apenas é comboio quando tem um horário a cumprir” caso contrário para eles, e agora para mim é apenas e só, material circulante. Claro que a meio da conversa ele já falava em Comboio como nós, “material circulante” é estranho. :)

Eram 11:20 e lá fomos nós com destino a Lisboa. Entrámos num comboio que vinha de Setúbal, onde se deu uma troca rápida de maquinista, a partir daquele momento o Teófilo “agarrou” os comandos da operação.

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Explicou-nos tudo, mas quando digo tudo, é TUDO mesmo. Ficámos a saber para o que serve cada botão ou pedal e o que “aquela” máquina era capaz de fazer quase que sozinha.

Durante todo o percurso reforçou que a segurança dos passageiros estava sempre em primeiro lugar. A Fertagus tem como prioridade o bem estar dos seus passageiros e o cumprimento dos horários como disse o Teófilo. Confesso que gostei de ouvir, acabamos sempre por nos sentir confortáveis por saber que quem está do outro lado pensa em nós e em todos aqueles que mês após mês compram o seu passe, tal como eu.

O percurso mais extenso, Foros de Amora, Corroios foi feito a 120km, UAU, impressionante, a rapidez daquela máquina, curiosamente, e se achavam que tinham liberdade para acelerar no carril desenganem-se, ele tem que controlar a velocidade e se não cumprir, o comboio tem a capacidade de reduzir autonomamente. Tem igualmente um botão de HM (Homem Morto) que volta e meia apita, caso o maquinista não responda, com o toque de botão ou pedal, o comboio tem a capacidade de parar a marcha sozinho. Segurança em primeiro lugar!

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Finalmente chegámos ao Pragal. Aqui entra um novo elemento da equipa Fertagus, como já devem ter reparado é quem acaba sempre por promover o fecho de portas. Mais uma vez, por questões de segurança, este elemento entra para dar apoio em caso de emergência na ponte.

Todos os comboios têm umas pranchas que caso seja necessário abortar a viagem em cima da ponte, este elemento usando as referidas pranchas ajuda o maquinista a trocar os passageiros de comboio.

Mas voltando ao Pragal… Pragal = última estação. Ponte aí vamos nós.

Chegámos à ponte. Infelizmente não nos foi possível filmar, mas posso-vos garantir que a sensação é impressionante, entrar na ponte, vê-la de frente, é de cortar a respiração. O Teófilo confessou-nos que a ponte é dos lugares mais seguros, cheio de câmaras de vigilância e caso seja visualizado algum elemento estranho na mesma ou em qualquer parte da viagem eles são obrigados a comunicar, tal como nos aconteceu quando chegámos a Sete Rios que encontramos uma pessoa a passear na linha…

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Mas, antes de chegarmos a Sete Rios o comboio desligou-se, como certamente já reparou… Entre os Foros de Amora e Roma Areeiro ele desliga-se pelo menos umas 3 vezes. Algo que sempre me intrigou. Porque?! A explicação foi simples e claro que fez todo o sentido. Como sabemos o comboio é elétrico, e em todo o percurso ele é alimentado por cabos elétricos iguais (quase iguais) aos que chegam até à nossa casa. Mas estando ele em movimento, o comboio vai buscar energia ao fornecedor da mesma, ou seja, imaginem que quem fornece energia até Corroios é o posto de transformação do Seixal e na chegada ao Pragal já é o posto de transformação de Almada. O fornecedor é outro, logo, o maquinista como sabe, apanha um pequeno balanço, para que quando troca de “fornecedor” não deixa de andar e rapidamente voltar-se a ligar com novo fornecedor. Achei muito curioso, sempre achei que se desligava por falha, mas não, desliga-se de propósito, porque não tem outra hipótese. Até Roma Areeiro desligou-se mais uma vez. É normal, nós passageiros é que não sabemos a razão, mas agora já sabem :) não é defeito, é feitio.

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Chegámos a Roma Areeiro. O maquinista tem 7 minutos para fazer a mudança de cabine, e olhem que não é fácil fazê-lo em 7 minutos. Todos os comboios têm 2 cabines, a de condução principal e a secundária. Estas nunca deixam de o ser, o maquinista pode é estar a conduzir o comboio em qualquer uma delas.

Quando o comboio é duplo o caso é diferente pois passamos a ter 2 principais e 2 secundárias, ou seja, o maquinista irá conduzir na cabine da frente e esta por sua vez irá  “informar” o “comboio de trás” que deverá repetir as mesmas instruções.

Garanto-vos que 7 minutos é muito pouco tempo para fazerem esta alteração, sem nunca penalizar todos aqueles que estão à espera na plataforma para ir para casa ou trabalhar…

Saímos, mudámos de cabine e voilà a caminho novamente da Margem Sul.

No regresso, e a sair da Ponte, o Teófilo contou-nos uma curiosidade sobre o Túnel da Ponte, este já tinha sido construído pelo Salazar, mas aquando a construção da linha, deu-se a necessidade de construir a parte em falta do túnel do Pragal, só metade estava construido. Entre outras tantas curiosidades surgiu a duvida: “E o comboio não derrapa com chuva?” Claro que derrapa! Mas estes materiais circulantes estão preparados para libertar areia de modo a evitar que ele derrape. Curioso, muito curioso aliás, gentilmente o Teófilo, já parados, mostrou-nos como funcionava.

O nosso destino final foi Coina e como não podia deixar de ser, a nossa viagem correu calma e serenamente, como acontece todos os dias, ligando e desligando (mas agora já sabem a razão), Ponte, Pragal, Corroios, Foros de Amora e Coina. Chegámos a casa. É em Coina que se situa o “dormitório” deste pequenos grandes gigantes. Não o fomos arrumar, ele ia continuar a trabalhar e nós aqui íamos embora.

Mais uma vez, a experiência foi fabulosa, ao Teófilo, um verdadeiro anfitrião, um exemplo de competência, rigor e simpatia o nosso muito obrigado.

Nós aqui conhecemos o Teófilo
Nós aqui andámos nos “comandos” de 300 toneladas de ferro.

Obrigada Fertagus por esta viagem tão diferente.
Texto: Catarina Laborinho

FERTAGUS, LSBblog