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VAMOS À MEIA MARATONA COM A FERTAGUS. Por Catarina Laborinho

Vamos a isto

…ou vamos tentar 😀

Na realidade não vamos à Meia Maratona de Lisboa de comboio, isso vai ser o que vou dizer quando chegar ao fim e disser: “mas porque não vim de Fertagus?!?!”. Uma coisa é certa, vou lá chegar de comboio e você devia fazer o mesmo.

Estes dias de grande afluência são sempre mais complicados, mas a Fertagus, à semelhança dos anos anteriores, vai oferecer a viagem a todos os atleta que sejam portadores do dorsal oficial da prova e vai ter um horário especial para a deslocação “da malta”.

 

maratona fertagus

Para quem chega à estação do Pragal da Fertagus pela Margem Sul ou por Lisboa é preciso que tenha em consideração os #10 fatores abaixo:
#1 A estação é a do Pragal. Se vier de Lisboa é a 1ª depois da Ponte. Se vier deste lado, é aquela onde certamente irão sair MUTOS atletas :D;
#2 Apanhe o comboio o mais cedo possível (não seja o comum Tuga que chega à hora da partida);
#3 Respeite as sinalizações de segurança, não ultrapasse a linha amarela e tenha cuidado com a distância entre a plataforma e o comboio;
#4 As portas não se abrem sozinhas. Tem que tocar no botão da porta quando este ficar verde;
#5 Não entre em nenhum comboio que não seja da Fertagus (passam outros na mesma linha mas estes não são à borlix);
#6 A organização da Meia Maratona de Lisboa não permite animais ou bicicletas durante a prova, e a Fertagus também não;
#7 À chegada ao Pragal, siga o trajeto previamente assinalado em direção à prova;
#8 Se quiser ir à casa de banho, para além das existentes na estação, a Fertagus vai ter à disposição WC’s portáteis no exterior a caminho do ponto de partida;
#9 Ah, e mais importante ainda, lembre-se que de barriga vazia não vai longe. A estação do Pragal tem vários pontos de restauração e não só, que o(a) podem auxiliar num dia diferente como este;
#10 Nós aqui vamos querer a medalha :)

Se é cliente assíduo do comboio da ponte e no próximo domingo vai passear ou trabalhar à outra margem do Rio, tenha paciência com os atletas, é só uma vez por ano e a maior confusão vai ser entre as 8:00 e as 10:00H.

Nós aqui prometemos que vamos tentar chegar ao fim 😉
Nós aqui temos a Fertagus a apoiar a Meia Maratona de Lisboa

Texto: Catarina Laborinho
Fotos: D.R

FERTAGUS, LSBblog

 

DiadosNamoradosLSBb

DIA DOS NAMORADOS. WTF! Por Marlene Gaspar

Lamento decepcionar todos os pombinhos da margem sul e arredores, mas para mim o Dia dos Namorados é só estúpido. Pronto, já disse alto e pior já escrevi. Podem mandar vir a cavalaria e apedrejarem-me por enunciar tamanha heresia. Mas, há que encarar as coisas como elas são e a seta do romantismo para este dia passou-me ao lado.

Acho um bocadinho ridículo instituirem um dia para se celebrar o namoro. Para mim este celebra-se todos os dias, quando é caso disso. Sou muito mais adepta de celebrar o dia em que um casal comemora o aniversário do relacionamento (quando têm a sorte de saber quando é que isso calha!) do que o Dia de S. Valentim.

Estou a fazer um curso e temos um prova para fazer neste dia, e dou por mim a dar nota do seguinte comentário para quem está a leccionar: “Vocês não gostam do Dia dos Namorados para marcarem para esta data”! (tom de alguma indignação). Fiquei estupefacta com a questão, pois a mim não me passava pelo penteado a imediata associação, mas fico fascinada com este empolgamento. E não pensem que estou a ser irónica, fico mesmo surpreendida e acho que cada um deve celebrar à sua maneira. Gosto de ver esta predisposição, embora não a compreenda, mas se é celebrada em todo o mundo, é porque a alien aqui sou eu.

Por isso apesar de não estar nem aí para essa data, deixo aqui sugestões que eu gostava muito que me acontecessem, para celebrar a data de um início de um relacionamento, por exemplo (mais uma vez para quem sabe – não sei se já perceberam que há quem não consiga recordar tal facto), ou para qualquer outro motivo. Fica(m) a(s) nota(s):

# viagem para qualquer lugar – este é o meu presente preferido de sempre, qualquer que seja o motivo. Há que escolher um destino que seja uma descoberta, mas também é válido voltar ao lugar onde já se foi feliz. E por aqui, pela margem sul, há desses lugares a potes. A Costa da Caparica é sempre um local inspirador e resulta bem em qualquer altura do ano, a Fonte da Telha é sempre bom e ambiciono passar um fim de semana numa autocaravana. Almada Velha também permite visitas históricas com diferente gastronomia e sempre a surpreender. Sesimbra, Meco, Setúbal, Tróia, Azeitão – you name it. Dá sempre para surpreender a cara metade e fazer um brilharete. Mas o topo dos topos foi uma que eu assisti a uma colega do escritório (e não, não fui eu, sou só uma “invejosa” a falar) – que é o nosso “partner” falar com o nosso chefe, pedir o dia (ou mais) e fazer-nos as malas. E uma hora antes de arrancarmos percebermos o que está a acontecer. Estão a ver a ideia? É que nem precisas de te preocupar com as malas).

# jantar surpresa – qualquer restaurante na margem sul vai conseguir cumprir a função da celebração, mas bom, bom, bom é ter o “nosso chef” a fazer todas aquelas coisinhas (ou tratar de alguém que faça isso, não sou fundamentalista) que nos despertam o palato, porque a indulgência funciona sempre bem, acompanhada de um bom vinho no sossego do lar. Porque o sossego fica-se por aí. Depois de uma surpresa destas não há como não partir a loiça toda.

# álbum de fotos – online, físico (para mim este é o melhor) com mensagens manuscritas, vale tudo. O importante é poder recordar momentos em que nos aturamos um a outro e que continuamos a cá, para muitos mais momentos. Daqueles em que percebemos que tínhamos uns cortes de cabelo que não lembram ao diabo (mas pelo menos não haviam brancos), que a barriga estava lisa e a tender para dentro – quando é que esta brincadeira foi?!), e a força da gravidade estava longe de manifestar-se, mas também nada perto do charme que se apoderou de nós nos dias de hoje. Calma, também funciona com amigos e relações recentes, neste último, só não se apontam os mesmos comentários.

E fiquemo-nos por aqui, que isto, porque agora é o que me ocorre. Eu também vou celebrar o dia, à minha maneira, porque gratidão por quem nos acompanha é algo que devemos comemorar todos os dias e não só no dia 14 de fevereiro.

Feliz Dia de S. Valentim.

Nós aqui temos o Dia dos Namorados.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

FERTAGUS

FERTAGUS, SEGURANÇA EM PRIMEIRO LUGAR! Por Catarina Laborinho

andamos nisto

Andar nos comboio da Fertagus, para mim é uma constante, todos os dias o apanho até à capital para chegar ao trabalho em segurança e longe das filas de trânsito que volta e meia se sentem. Mas andar no comboio na cabine do maquinista é que foi a EXPERIÊNCIA.

Pois é, nós aqui fomos e adorámos. Não adorámos apenas a experiência em si, adorámos também conhecer o chefe de maquinistas João Teófilo, mais um verdadeiro aficcionado pela nossa margem sul.

O João Teófilo, mais conhecido por Teófilo, entrou no mundo dos comboios por mero acaso, aqueles acasos que se tornam paixão e já lá vão largos anos. Antes de chegar à Fertagus a sua carreira começou na CP e ainda miúdo, com os seus 25 anos, chega ao Porto aos comandos daquela máquina e os colegas mais velhos, habituados a ver os miúdos apenas como estagiários, perguntam-lhe “és de Lisboa não és?” o Teófilo, o miúdo espigadote que já ia sozinho até ao Porto, enche o peito e diz, “não pá!! eu, sou da Margem Sul!” – gargalhada como não podia deixar de ser. O verdadeiro quebra-gelo para uma manhã onde o Teófilo nos ia explicar como funcionam aquelas 300 toneladas de ferro e tecnologia.

Ainda no escritório o Teófilo explicou-nos como funcionava toda a mecânica de horários e afins. Escalas, traços e mais traços onde todos eles tinham uma razão ou explicação onde fez questão de nos explicar um a um. Ficámos a saber que todos os dias há um chefe de maquinistas de serviço, ou seja, disponível 24h/dia. No meio da explicação, falei-lhe num “comboio” ui… o que lhe fui dizer :) “o comboio, apenas é comboio quando tem um horário a cumprir” caso contrário para eles, e agora para mim é apenas e só, material circulante. Claro que a meio da conversa ele já falava em Comboio como nós, “material circulante” é estranho. :)

Eram 11:20 e lá fomos nós com destino a Lisboa. Entrámos num comboio que vinha de Setúbal, onde se deu uma troca rápida de maquinista, a partir daquele momento o Teófilo “agarrou” os comandos da operação.

FERTAGUS

Explicou-nos tudo, mas quando digo tudo, é TUDO mesmo. Ficámos a saber para o que serve cada botão ou pedal e o que “aquela” máquina era capaz de fazer quase que sozinha.

Durante todo o percurso reforçou que a segurança dos passageiros estava sempre em primeiro lugar. A Fertagus tem como prioridade o bem estar dos seus passageiros e o cumprimento dos horários como disse o Teófilo. Confesso que gostei de ouvir, acabamos sempre por nos sentir confortáveis por saber que quem está do outro lado pensa em nós e em todos aqueles que mês após mês compram o seu passe, tal como eu.

O percurso mais extenso, Foros de Amora, Corroios foi feito a 120km, UAU, impressionante, a rapidez daquela máquina, curiosamente, e se achavam que tinham liberdade para acelerar no carril desenganem-se, ele tem que controlar a velocidade e se não cumprir, o comboio tem a capacidade de reduzir autonomamente. Tem igualmente um botão de HM (Homem Morto) que volta e meia apita, caso o maquinista não responda, com o toque de botão ou pedal, o comboio tem a capacidade de parar a marcha sozinho. Segurança em primeiro lugar!

FERTAGUS

Finalmente chegámos ao Pragal. Aqui entra um novo elemento da equipa Fertagus, como já devem ter reparado é quem acaba sempre por promover o fecho de portas. Mais uma vez, por questões de segurança, este elemento entra para dar apoio em caso de emergência na ponte.

Todos os comboios têm umas pranchas que caso seja necessário abortar a viagem em cima da ponte, este elemento usando as referidas pranchas ajuda o maquinista a trocar os passageiros de comboio.

Mas voltando ao Pragal… Pragal = última estação. Ponte aí vamos nós.

Chegámos à ponte. Infelizmente não nos foi possível filmar, mas posso-vos garantir que a sensação é impressionante, entrar na ponte, vê-la de frente, é de cortar a respiração. O Teófilo confessou-nos que a ponte é dos lugares mais seguros, cheio de câmaras de vigilância e caso seja visualizado algum elemento estranho na mesma ou em qualquer parte da viagem eles são obrigados a comunicar, tal como nos aconteceu quando chegámos a Sete Rios que encontramos uma pessoa a passear na linha…

FERTAGUS

Mas, antes de chegarmos a Sete Rios o comboio desligou-se, como certamente já reparou… Entre os Foros de Amora e Roma Areeiro ele desliga-se pelo menos umas 3 vezes. Algo que sempre me intrigou. Porque?! A explicação foi simples e claro que fez todo o sentido. Como sabemos o comboio é elétrico, e em todo o percurso ele é alimentado por cabos elétricos iguais (quase iguais) aos que chegam até à nossa casa. Mas estando ele em movimento, o comboio vai buscar energia ao fornecedor da mesma, ou seja, imaginem que quem fornece energia até Corroios é o posto de transformação do Seixal e na chegada ao Pragal já é o posto de transformação de Almada. O fornecedor é outro, logo, o maquinista como sabe, apanha um pequeno balanço, para que quando troca de “fornecedor” não deixa de andar e rapidamente voltar-se a ligar com novo fornecedor. Achei muito curioso, sempre achei que se desligava por falha, mas não, desliga-se de propósito, porque não tem outra hipótese. Até Roma Areeiro desligou-se mais uma vez. É normal, nós passageiros é que não sabemos a razão, mas agora já sabem :) não é defeito, é feitio.

FERTAGUS

Chegámos a Roma Areeiro. O maquinista tem 7 minutos para fazer a mudança de cabine, e olhem que não é fácil fazê-lo em 7 minutos. Todos os comboios têm 2 cabines, a de condução principal e a secundária. Estas nunca deixam de o ser, o maquinista pode é estar a conduzir o comboio em qualquer uma delas.

Quando o comboio é duplo o caso é diferente pois passamos a ter 2 principais e 2 secundárias, ou seja, o maquinista irá conduzir na cabine da frente e esta por sua vez irá  “informar” o “comboio de trás” que deverá repetir as mesmas instruções.

Garanto-vos que 7 minutos é muito pouco tempo para fazerem esta alteração, sem nunca penalizar todos aqueles que estão à espera na plataforma para ir para casa ou trabalhar…

Saímos, mudámos de cabine e voilà a caminho novamente da Margem Sul.

No regresso, e a sair da Ponte, o Teófilo contou-nos uma curiosidade sobre o Túnel da Ponte, este já tinha sido construído pelo Salazar, mas aquando a construção da linha, deu-se a necessidade de construir a parte em falta do túnel do Pragal, só metade estava construido. Entre outras tantas curiosidades surgiu a duvida: “E o comboio não derrapa com chuva?” Claro que derrapa! Mas estes materiais circulantes estão preparados para libertar areia de modo a evitar que ele derrape. Curioso, muito curioso aliás, gentilmente o Teófilo, já parados, mostrou-nos como funcionava.

O nosso destino final foi Coina e como não podia deixar de ser, a nossa viagem correu calma e serenamente, como acontece todos os dias, ligando e desligando (mas agora já sabem a razão), Ponte, Pragal, Corroios, Foros de Amora e Coina. Chegámos a casa. É em Coina que se situa o “dormitório” deste pequenos grandes gigantes. Não o fomos arrumar, ele ia continuar a trabalhar e nós aqui íamos embora.

Mais uma vez, a experiência foi fabulosa, ao Teófilo, um verdadeiro anfitrião, um exemplo de competência, rigor e simpatia o nosso muito obrigado.

Nós aqui conhecemos o Teófilo
Nós aqui andámos nos “comandos” de 300 toneladas de ferro.

Obrigada Fertagus por esta viagem tão diferente.
Texto: Catarina Laborinho

FERTAGUS, LSBblog

Tontos

TONTOS É UM NOVO PROJETO NASCIDO NA MARGEM SUL. Por Marlene Gaspar

parabenizamos ISTO desporto 1

Bom isto, é que está a ser um dia para os artistas da margem sul. Se hoje já anunciámos no nosso Instagram (não conheces? De que é que estás à espera para seguir?!) que o Miguel Oliveira fez o tri de vitórias na Moto2 e os Anjos acabaram de cantar o novo single na TVI24, o Lisbon South Bay blog dá a conhecer o novo projeto dos “Tontos” Vasco Boucinha e Joel Cabeleira Costa. Tontos eram se não deixassem vir cá para fora esta sonoridade e tontos serão os que não os quiserem ouvir.

teste-vasco

Quando falamos com o Vasco Boucinha e com o Joel Cabeleira em 2015 estavam ambos a começar este projeto e levantaram um bocadinho a ponta do véu, mas só no início deste ano a banda ficou completa.

 

Temos o vizinho Vasco Boucinha (voz principal e guitarra), o Joel Cabeleira Costa (guitarra e voz), o Júlio Guerreiro (teclas) Sérgio Julião (baixo e voz) e David Campos (bateria).

Sem demoras, apresentamos o single de lançamento, para ouvirem o que é bom e alto:

Tontos é um projecto musical com influências maioritariamente rock que tenta ser despretensioso no que diz respeito à atitude e estado de espírito. Uma banda de canções fortes com uma sonoridade vincada pela forte personalidade de cada elemento, que reflectem a unidade musical que somos.

Posto isto, o que é que vos posso desejar? O que se deseja a alguém que sobe a um palco – merda. Muita merda, mesmo. Vocês são muito bons e eu gosto muito de vos ouvir.

Nós aqui temos os Tontos.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Foto: Tontos e Joel Reis
Fonte: Glam Magazine

scopphu

A SCOPPHU PROCURA FINANCIAL CONTROLLER PARA ALMADA.

precisamos 2

Se és Financial Controller e precisas de emprego ou de “mudar de ares” então este anúncio é para ti.
A SCOPPHU, uma consultora de metodologias de gestão de projetos da Margem Sul procura-te.

O QUE PRECISAS DE TER
# Formação superior em Contabilidade/Finanças, Gestão/Economia, ou áreas similares;
# Experiência profissional igual ou superior a 5 anos na área administrativa e financeira;
# Bons conhecimentos e experiência em contabilidade, facturação, atividades de planeamento, elaboração de relatórios e gestão de tesouraria;
# Excelente capacidade analítica;
# Experiência na utilização de software de gestão e conhecimentos avançados de Excel;
# Bons conhecimentos em inglês.

Para + informações clica aqui 

Nós aqui, gostamos de dar a conhecer oportunidades.

Nós aqui temos vagas de emprego.
Nós aqui temos isto.

Texto: Catarina Laborinho

recolha

MAIS UMA RECOLHA DE BENS PARA AS VÍTIMAS DOS INCÊNDIOS NA MARGEM SUL. Até 11 novembro.

O Bruno Fonseca pediu-me que divulgasse o nobre trabalho que está a levar à cabo com a Raquel Martins (Kelly Martins), Bruno Fonseca, Alexandra Sequeira, Mário Antunes, Cláudia Duarte, Nuno Fagundes, Raul Monteiro e Alexandra Veludo, que se juntaram com o apoio logístico da empresa Newairtec (que disponibiliza duas carrinhas) pra levar bens no dia 12/11 às famílias vítimas dos incêndios referenciadas em Tábua, Arganil e arredores. O Bruno pediu e eu só podia ter aceite.

Arganil

A recolha é feita na margem sul e queremos contar com a tua ajuda para esta onda solidária. Segundo a organização, não pedem mais roupas pois estas já há em quantidade suficiente, o que pedem é:

ALIMENTOS
ARROZ
MASSA
GRÃO
FEIJÃO
COGUMELOS
ERVILHAS
MILHO
MACEDONIA
ATUM
BACALHAU SECO EM POSTA OU DESFIADO
BATATAS
CEBOLAS
ALHOS AÇÚCAR
FARINHA
CERIAIS
MEL
DOCE
FRUTOS SECOS
NUTELLA
CAFÉ
DESCAFEINADO
CHÁ
BOLOS SECOS
BOLACHAS
PURÉ
PAPAS/ CERELAC, NESTUM, PENSAL
BLEDINES , COMPOTAS DE FRUTA
CHOURIÇO
QUEIJOS SECOS
MANTEIGA
CHOCOLATE EM PÓ
LEITE COM CHOCOLATE
LEITE,
SUMOS DE FRUTA
ÁGUAS

PRODUTOS DE HIGIENE 
GEL DE BANHO
SHAMPOO
CREMES CRIANÇAS E IDOSOS
OLEO JOHNSON
PAPEL HIGIENICO
PENSOS HIGIENICOS
FRALDAS TODOS OS TAMANHOS
BEBÉ E IDOSOS
TOALHETES
TAMPÕES
GILETES

PRODUTOS DE LIMPEZA 
DETERGENTES ROUPA
DETERGENTES LOIÇA
MOLAS
SACOS DO LIXO

RAÇÃO PARA ANIMAIS

FERRAMENTAS
PEQUENOS ELETRODOMÉSTICOS TORRADEIRA
CHALEIRA
MICRO-ONDAS
MAQUINA CAFÉ
Locais de recolha:

Pastelaria Doce Passagem, em Coina, todos os dias até às 20h00 (sábados e domingos até às 13h00).

Loja Mindfree23Tattoo, na Rua Fernando Pessoa n.º 11, Fernão Ferro (a partir de dia 28 de Outubro)

Todo o processo e contactos podem ser acompanhado aqui ou aqui.

Ajuda a ajudar.

Nós aqui temos pontos de recolha para as vítimas dos incêndios.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fonte: Diário da Região
Foto: Gazeta das Caldas

MiguelOliveira

OOPS, HE DID IT AGAIN.

aplaudimos

Miguel Ângelo Falcão de Oliveira numa semana conquistou duas vitórias na categoria de Moto2, algo inédito para um português. O piloto natural de Almada venceu hoje o Grande Prémio da Malásia de Moto2, 17ª e penúltima prova do campeonato do mundo de motociclismo de velocidade, uma corrida onde entrou e saiu a ganhar.

Não me canso de divulgar os seus triunfos, por isso Miguel, continua a dar-lhe que nós aqui, queremos é vitórias. Após 17 das 18 provas do Mundial, o piloto da margem sul, sobre pela oitava vez ao pódio na categoria – além dos dois triunfos, conta dois segundos lugares e quatro terceiros -, e já garantiu um lugar no pódio – o terceiro lugar final, ao somar 216 pontos. Pum, pum, pum.

Mai’ nada.

Nós aqui temos mais um vitória de Moto2.

Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

Fonte: O Jogo

SouthBay

TUDO O QUE HÁ DE NOVO… NA MARGEM SUL

gostamos 1

O título da NiT não podia ser mais convidativo e não podia deixar passar a oportunidade de deixar de partilhar. Já tem uns dias, mas só o “apanhei” agora. E já chamam South Bay. Aos mais suscetíveis não fiquem ofendidos, margem sul, será sempre margem sul.

“Tudo o que há de novo para fazer, comer e comprar na Margem Sul

Um restaurante grego com pratos peruanos na Caparica, uma loja com roupa fofinha para os miúdos no Seixal e uma nova modalidade no Barreiro.

Margem Sul, sitio a onde são feitos os sonhos
Porque só se dorme, aqui!
Estar na Margem sul, vêm andar na selva de
asfalto e sofrer um assalto.
Bem-vindo à margem sul, sul, sul, sul…”

Em 2010, Rui Unas e Diana Piedade conseguiram pôr o País a cantar a letra inteira de “Margem Sul State Of Mind”, adaptada do original “Empire State of Mind” da Alicia Keys. Digamos que se tornou quase num hit de verão. Sete anos depois toda a gente continua a saber pelo menos o refrão da música, no entanto exige-se rapidamente uma atualização.

A Margem Sul já não é apenas o sítio “onde se gasta 1,30€ quando se passa na portagem” (na verdade já se paga 1,75€), onde há “grafittis nas paredes” e “onde se houve hip-hop e kuduro sempre que se entra numa loja” — é Unas que diz, não somos nós. Já fomos bem mais longe: desde o verão de 2017, é também o sítio onde se compra roupa fofinha para os miúdos, onde se comem espetadas com Nutella e onde se pratica uma nova modalidade desportiva no Kangaroo Barreiro.

A NiT foi à procura de tudo o que há de novo para fazer, comer e comprar na Margem Sul. Desde o restaurante para apeixonados até ao grego que também serve pratos peruanos, sem esquecer a tão aguardada reabertura do Sushic ou o mais recente espaço para petiscar com os amigos. E porque há mais vida além da comida, a Margem Sul (ou Lisbon South Bay, é como preferir) também tem novas lojas, exposições e até um festival de música que chega já em outubro.”

Conhece aqui todas estas descobertas.

Texto: Marta Gonçalves Miranda – NiT
Introdução: Marlene Gaspar

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS. Por Catarina Laborinho

aderimos

Começou ontem a Semana Europeia da Mobilidade, a #mobilityweek, e nós aqui aderimos a isto. Com o apoio da Fertagus viemos para Lisboa de bicicleta. Uau!! foi A EXPERIÊNCIA. Sair de casa e colocar a bicla no carro é algo que faço muito raramente já que quando vamos andar já saímos a pedalar. Mas hoje era impossível ir até à estação, entre deixar crianças na escola e chegar ao comboio, só daria se a Fertagus me deixasse utilizar os seus balneários, porque ia chegar a pingar de suor 😉

Ontem e na próxima sexta-feira (dia 22) quem levar a bicicleta não paga bilhete, são os dias free da #mobilityweek para os adeptos de 2 rodas, com o apoio especial da Fertagus.

Sair de casa com a bicla no carro e chegar à estação é sempre uma experiência diferente. Por momentos até parecia que estava de férias… Aí férias, férias… já tenho tantas saudades tuas…

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | A partida

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | A partida

A Fertagus diariamente tem à disposição 2 carruagens para o transporte de bicicletas (uma na proa e outra na popa) mas hoje, e como a semana é especial, pudemos entrar em qualquer uma. Nós aqui entrámos na proa e numa carruagem adaptada. Estas, tanto dão para bicicletas, como carrinhos de bebé ou cadeiras de rodas. Têm uma pequena rampa e um género de “cinto de segurança” para prender os veículos. E foi assim que a minha bicla foi até Lisboa.

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | A caminho do trabalho

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | A caminho do trabalho

A chegada à capital foi pacífica, consegui com facilidade descer as escadas com ela “ao colo” e chegar em menos de nada ao escritório.

O regresso para casa, esse foi semelhante… é giro ver que há mais pessoas como eu a aderirem a esta iniciativa nesta semana especial, a #mobilityweek. Infelizmente não consigo ir de bicicleta mais vezes para o trabalho mas sempre que posso dou uma ajudinha ao ambiente. A partilhar chegamos mais longe e com este tipo de ações ou outras igualmente importantes e impactantes o mundo ao nosso redor torna-se muito melhor.

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | O regresso

#MOBILITYWEEK BY FERTAGUS | O regresso

PS. Não se esqueça que no dia 22, com a bicicleta, tem acesso direto à casa da partida no comboio da ponte.

Obrigada Fertagus pela borlix na #mobilityweek
Nós aqui temos isto.

Texto: Catarina Laborinho
O Lisbon South Bay Blog agradece à Fertagus

FERTAGUS, LSBblog

 

Familia

FÉRIAS DAS FÉRIAS É NA MARGEM SUL E EM BOA COMPANHIA.

gostamos 1

Se há coisa boa, mesmo boa, são as férias. Se há coisa menos boa nesta coisa boa, mesmo boa é o período de tempo das férias. É como o fim-de-semana. É sempre curto. Sabe sempre a pouco. Ficávamos sempre mais tempo.

Uma pessoa esfalfa-se a trabalhar para curtir este período como se não houvesse amanhã, e ele passa com uma grande vitesse. Mas, sem pressão. E com a puta da lanzeira. E com tudo e tudo o que se tem direito. Mas, ainda assim, ficavamos sempre mais tempo.

Terminado este curto período de férias fica aquela sensação de verdadeiro…cansaço! É aquela sensação de é tão bom, não foi? Talvez a isso se deva parte do encanto, mas é mais, é muito mais que isso. O período de férias é com os nossos. É estar ali 24 sobre 24horas a dar e a receber miminhos, intercalados com ralhetes (de parte a parte, que os 24 sobre os 24 também puxa alguma impaciência, mas sobre esse tema vou deixar para outras núpcias). A verdade é que férias com 2 crianças pequenas são uma alegria e sinónimo de alguma preocupação. E à medida que vão crescendo e ganhando a independência, acaba por facilitar alguma logística (banhos, comidas e afins), por um lado, mas redobra-se o estado de alerta.

O que têm de giras e fofas têm de “sacanas” endiabradas. Por minha vontade andavam com uma trela, mas diz que não fica bem! E, lá vai uma pessoa enervando-se de 5 em 5 minutos e a ter pequenos AVC’s assim que a nossa vista não as alcança. Se o sol envelhece a pele e aí já estou preparada com todos os cremes de factor 50 para cima, sabendo que onde nunca vou ficar verdadeiramente escura como nos tempos de outrora, a camada de nervos que se instala com este desgaste de preocupação, também não deve contribuir para eu caminhar para nova! Irra.

Mas, são melhores dias do ano. Os mais compensadores. Aquela coisa de papo para o ar e dolce fare niente, meus amores, passa por aqui, muito ao lado. Nós aqui, é mais toalhas cheias da areia, e de 2 em 2 segundos a ouvir qualquer coisa como:

– Mãe, quero ir à água!

– Mãe, quero fazer xixi!

– Mãe, quero uma bola de Berlim!

– Mãe, o que é que trouxeste para comer?

– Mãe, vem fazer castelos!

– Mãe, mãe, mãe, mãe…E esta azáfama “me deixa louca”, mas de coração cheio. E não há nada melhor do que isso. Um coração cheio e a transbordar. Mas não há bela sem senão, isto faz com que assim que chegue, precise de férias, das férias. Como ainda não há escola, os avós ficaram com a batata quente, e nós aqui em casa, já estamos no batente, mas sem a criançada sentimo-nos em férias, das férias. Na chegada, tirámos o feriado para ficar de papo para o ar na nossa Costa da Caparica com um almoço também em família e com quem é bom estar. E o que mais se pode pedir?

Familia

Da esquerda para a direita: Rui, Carla, Paulo e euzinha

Nós aqui temos férias das férias.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Foto: Lisbon South Bay blog