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TODOS OS CAMINHOS VÃO DAR AO MONTIJO.

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Boas notícias para o Montijo e para os concelhos vizinhos. Nuno Canta, presidente da Câmara do Montijo antecipou que com a possível chegada do aeroporto complementar para a Base Aérea do Montijo, o Governo terá que repensar na mobilidade dos passageiros.

Ou seja, terão de ser construídas acessibilidades rodoviárias, tais como, a utilização de transportes públicos, como os autocarros e os barcos da Transtejo que estão a poucos minutos do terminal aeroportuário.

O autarca referiu que se falou na ideia de se prolongar a linha do Metro Sul do Tejo até à cidade do Montijo, o que significará novas soluções de transporte para Moita, Barreiro, Seixal ou mesmo Almada.

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A margem sul está cada vez mais próxima, por isso é caso para dizer que todos os caminhos vão dar ao Montijo, independentemente do meio de transporte que escolher.

Nós aqui vamos ter mais acessibilidade.
Nós aqui vamos ter isto.

Mecanico

NORAUTO ESTÁ A #CONTRATAR MECÂNICO PARA MONTIJO

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A Norauto está a recrutar para todo o país e uma das vagas é para o Montijo.
A empresa procura mecânico e a referência para a candidatura é #2847857.
A vaga é para tempo inteiro na categoria de Conservação | Manutenção | Técnica.

Veja como candidatar-se AQUI

Se esta é a oportunidade pela qual aguardava, aproveite e candidate-se.

Nós aqui temos vagas de emprego.
Nós aqui temos isto.

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INAUGURAÇÃO DO CAIS DOS PESCADORES DO MONTIJO. 23 JANEIRO.

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O Cais dos Pescadores do Montijo está quase, quase a ser inaugurado. É já no próximo sábado, dia 23 de janeiro, com partida às 14h30 da sede da Sociedade Cooperativa União Piscatória Aldegalense (SCUPA).

A cerimónia vai contar com a presença do presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, e do presidente da SCUPA, José Maria dos Santos.

O Cais dos Pescadores é uma nova infraestrutura de apoio ao desenvolvimento da atividade piscatória local e está dimensionado para a acostagem de 12 a 16 embarcações em simultâneo. Vai ser possível fazer manutenção/reparação das embarcações, assim como, ter uma área de instalações de apoio individuais para guardar os aprestos de pesca.

A obra permitiu, também, criar salvaguardar as ruínas do Moinho de Maré do Meio.

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O projeto do Cais dos Pescadores pretende dar continuidade à reconversão e requalificação da frente ribeirinha da cidade, e o bom, bom é que foi pensado para manter a história e a identidade daquele local, preservando e valorizando o património e a cultura piscatória do Montijo. Foram salvaguardas as ruínas do Moinho de Maré do Meio.

Nós aqui, temos o Cais dos Pescadores.
Nós aqui temos isto.

Montijo

NOVA COMPANHIA TEATRO MONTIJO

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O Montijo recebeu no passado sábado, dia 16 de janeiro nova companhia de teatro – a Companhia Mascarenhas-Martins na Casa Mora. A iniciativa vai promover a importância de fundar e manter estruturas artísticas para profissionais. Na conversa, às 16h00, que contou com a participação de Luis Miguel Cintra (Teatro da Cornucópia), João Brites (Teatro O Bando), João Lourenço e Vera San Payo de Lemos (Teatro Aberto), foi recorrente a comparação entre o momento em que estes fundaram as suas companhias e a actualidade. A conversa foi registada para poder vir a integrar uma posterior publicação desta nova Companhia. Às 21h30 o salão voltou a encher-se para um concerto com Maria Mascarenhas e Levi Martins.Na conversa vão participaram João Brites (Teatro O Bando), Luís Miguel Cintra (Teatro da Cornucópia), João Lourenço e Vera Payo de Lemos (Teatro Aberto).

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Seguiu-se um concerto com dois fundadores da nova companhia – Maria Mascarenhas e Levi Martins.

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Este ano, a nova companhia vai produzir dois espetáculos de teatro com textos originais e tem planeado um documentário. A companhia também vai dar especial destaque a conversas onde os temas das estruturas artísticas vão estar em destaque. Conheça a programação da companhia em mascarenhasmartins.pt 

Nós aqui, temos Nova Companhia de Teatro.
Nós aqui temos isto.

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CONCURSO DE FOTOGRAFIA AMARSUL

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Somos animais de hábitos. Apesar de sermos culturalmente avessos à mudança, quando o fazemos rapidamente nos habituamos a ela. Vejamos o exemplo dos sacos de plástico nos supermercados quando passaram a ser pagos. Criou uma onda de protestos e pouco tempo depois mudámos a nossa rotina, passou a ser um hábito e além de já não se criticar, ficou a ser valorizado.

No outro dia assisti a uma TED Talk (das boas) em que o orador pedia para questionarmos  as coisas porque depois da primeira vez, deixamos de o fazer. Passa a ser um hábito e deixamos de pensar nisso, se está certo ou errado. Se é o melhor ou não, se dá ou não para se fazer de outra maneira.

Este conselho fez-me pensar que, às vezes, não respondo da forma mais correta aos porquês da minha filha. Também são tantos de uma só virada que nem a minha capacidade profissional multitasking me salva! Por vezes, e em falta de uma resposta melhor, quando a Victória me pergunta “Porquê que fazemos isto assim?” – a minha resposta é “Porque sempre se fez assim.”

Errado. Sim, eu sei que é a resposta fácil e cómoda. Mas não é uma boa resposta e não ajuda a construir um raciocínio e dar-lhe espaço para (se) questionar. Sim, (esta) mãe erra, mas quando se apercebe combate o facilitismo e pensa mais antes de responder. Nem sempre é fácil.

A reciclagem é mais um bom hábito que até podemos questionar a sua eficácia, mas não deixar de o fazer. Porque se ouve aqui e ali que vai tudo para o mesmo contentor, porque hoje é dia de festa e dá muito trabalho, porque os ecopontos ficam longe de casa, porque os ecopontos estão todos sujos, porque os baldes dos ecopontos são grandes e estragam o look da cozinha, etc, etc. E, vamos arranjando (fracos) argumentos para desculpabilizar a “não reciclagem”.

Nós aqui, não pactuamos com isso. Nós aqui, temos de dar o exemplo. Adquirimos o hábito de separar o lixo, por isso não fazê-lo causa-nos desconforto (é como o desporto, sofre-se mais quando não se faz!). É por isso que apoiamos a 3ª edição do concurso Eco Photo promovido pela AMARSUL que sensibiliza para a política dos 4 R’s: Reduzir, Reciclar, Reutilizar e Recuperar. O concurso tenciona estimular a criatividade através da arte da fotografia de todos os alunos do 3º ciclo e secundário das escolas sediadas nos concelhos de Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal.

Participem no concurso até ao dia 31 de dezembro de 2015, até porque o fotógrafo do Lisbon South Bay blog, Joel Reis, como não pode participar, há imensas hipóteses de ganharem. Saibam mais em amarsul.pt.

Nós aqui reciclamos por isto.
Nós aqui temos isto.

Fotografia: Joel Reis

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