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CASAMENTO DO ANO FOI EM PALMELA. Por Marlene Gaspar

aplaudimos

A Carla casou. Casou e não quis deixar que este acontecimento fosse só isso, um acontecimento ou mais um casamento. Não. Isso é para meninos e estamos a falar de uma pessoa que meteu as mãos na massa e fez com que todos os detalhes lhe dessem sem margem para dúvidas o prémio do casamento do ano.

Qual Meghan, qual Harry (sem desprimor meus príncipes, diga-se de passagem, foi um autêntico conto de fadas e com uma classe inquestionável e lindo de ver), mas o casamento da Carla e do Hélder foi para mim e para os meus mais especial.

E quando digo para os meus é mesmo para levar no sentido literal. A Carla é minha prima-irmã. E quantos de vocês é que podem dizer que têm primos irmãos? Quantos?

Eu explico para ficar mais claro, e sei que não é fácil. Pois bem, a minha mãe e a mãe da Carla são irmãs. Até aqui tudo tranquilo, fácil e é por isso que são primas, estão vocês a pensar. Certo. Confere.

Agora acrescentamos mais um elemento na equação. O meu pai e o pai da Carla são irmãos. Dois irmãos casados com duas irmãs. Estão a ver a ideia?

Isto significa o quê? Que somos sangue do mesmo sangue. A minha família e a da Carla são exatamente a mesma. Os mesmos tios, os mesmos avós, os mesmos primos e assim por diante. Ou seja, estamos a falar de alguém que me é muito próxima. Crescemos juntas até porque a diferença de idade é mínima, e a nossa infância e adolescência foi partilhada. Ainda acrescento que como a Carla tenho mais 4. Sim, mais 4 primos-irmãos e não somos caso único, porque há mais primos desta estirpe na nossa família.

casamentocarla

Não é a nossa melhor foto, mas dá para perceber o sorriso estampado no rosto.

Feita esta (longa) introdução, fiquei muito contente quando a Carla e o Hélder nos convidaram para um dos dias mais importantes das suas vidas. E ainda diz que vai ser em Palmela. Primeiro pela parte confortável da coisa de ser perto de casa, mas porque Palmela é o spot dos grandes acontecimentos. Foi o local que escolhi para o batizado das minhas princesas, contei aqui o casamento do Pedro Couceiro e da Mariana que escolheram a mesma zona e agora a cereja no topo do bolo – o casamento da Carla e do Hélder.

A festa foi linda e a Carla e o Hélder não descuidaram nenhum pormenor. A Carla fez uma entrada triunfal com um sorriso de orelha a orelha que não largou até pelo menos me despedir dela e que no dia seguinte lhe deve ter tornado as bochechas doridas, o que  é o melhor sinal de que a felicidade se abateu por ali e veio para ficar. Acompanhada pelo pai e com uma interpretação emocionante da Mariana Amaro (a sua afilhada e sobrinha que vai ser a próxima estrela de Portugal e arredores, ora confirmem no Instagram do blog, para verem que não estou a exagerar) foi arrebatadora.

Depois da bonita cerimónia tivemos as entradas que deixaram os mais fraquinhos almoçados, porque era suficiente para isso. O espaço da Quinta das Façalvas é muito bonito e tem uma vista arrebatadora da cidade e foi o palco de mais duas interpretações de arromba da Mariana.

Os sobrinhos, afilhados e agora padrinhos da Carla fizeram-lhe uma dedicatória em texto que fez correr algumas lágrimas (euzinha fui uma delas, o que sei que não é difícil, porque eu choro com o ar), que falava de gratidão à sua tia e pegando nisso, até porque eu fiquei na mesa da Gratidão (o nome de batismo da mesa) e acho que não podia ter servido melhora a carapuça. Quero agradecer à Carla e ao Hélder terem-nos proporcionado este dia lindo, à Carla por ter-me acompanhado desde criança nos bons e maus momentos e por dar continuidade à sua generosidade com as minhas mais que tudo – as minhas princesas. Afinal, a Carla é também é sua prima-irmã.

Não sou de me emocionar fácil em casórios, até porque nunca desfrutei da experiência de estar no papel de anfitrião (e não é nenhuma queixa, atenção), foi dos casamentos mais bonitos que presenciei.

Obrigada Carla, obrigada Hélder. Façam favor de serem felizes.

Nós aqui tivemos o casamento do ano.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

Fotos: convidados do casamento da Carla e do Hélder.

TAVERNA O BOBO DA CORTE

NO BOBO VIREI PRINCESA. Por Catarina Laborinho

degustamos

Para quem já conhece o Bobo, a Taverna o Bobo da Corte, sabe bem do que estou a falar, lá viramos Princesas e eu, claro, não fui exceção.

Encontrámos o Bobo por mero acaso. O tripadvisor é um facilitador para quem anda sempre à caça de novos e bons restaurantes. E claro, o Bobo apareceu logo na primeira linha.
O Sol nesse dia andava à espreita, mas o frio que continuava a fazer-se sentir não nos privou de um excelente manjar dos deuses, ou de reis, já que assim que entrei virei “principessa”.
No caminho liguei para marcar mesa, do outro lado da linha ouço um: “estamos cheios” … OHHH… ripostei de imediato, mas do nada ouço uma voz ao fundo a dizer: “acabei de receber um cancelamento…” nesse instante o Cláudio pergunta quantos somos…. apenas 2 😉

A Taverna o Bobo fica mesmo dentro do Castelo de Palmela, quando chegámos, ligámos a perguntar para que lado era, a Lurdes, despachada como acabámos por constatar diz: “venham em direção à Torre”, e lá fomos nós.
Quando entrámos fomos recebidos com um sorriso de orelha a orelha, é importante reforçar que nunca lá tínhamos estado, mas aquele “conforto” faz-nos logo sentir em casa. Saltou logo a piada dos 8 mint, já que no caminho quando estava a marcar mesa acabei por comentar: “o gps diz que daqui a 8 mint estamos ai” 😀 – não fosse alguém querer a nossa mesa.
Ficámos num canto do restaurante. O espaço é pequeno, aliás muito pequeno. Lá dentro o Bobo deve ter umas 7 ou 8 mesas (não as contei), mas muito, muito acolhedor.

TAVERNA O BOBO DA CORTE
Olhámos para a lista várias vezes, a oferta era muita e a vontade de provar tudo também… provámos o que a barriga comportou, queijo de cabra regado com azeite e orégãos, frango com mostarda, espetadas de enchidos, gambas com alho (de tamanho real, à seria), batata frita doce e para regar isto tudo uma sangria de moscatel… sim, leram bem, sangria de moscatel. Nunca tínhamos bebido e claro que não nos ficámos apenas por um jarro 😀

Entre Princesas e sorrisos, ficámos lá algum tempo, mas apenas assim é que iríamos conseguir apreciar o momento a dois (adoramos os nossos filhos, mas fazer programas a dois é algo mágico) e fazer a “digestão” da sangria.

Já de barriga cheia, viemos até à esplanada para apreciar a vista que é de perder o fôlego e beber o nosso café… o sol andava à espreita e não podíamos deixar de aproveitar os pequenos minutos para carregar energia.

Quando saímos o Cláudio veio-nos perguntar como tínhamos encontrado o seu restaurante. Fácil! Pelo Trip… o Bobo apareceu em primeiro lugar em Palmela e nós viemos conhecer.
Conversa puxa conversa, acabámos a falar em restaurantes e como não podia deixar de ser… no blog, claro!
Confesso que sou uma grande apreciadora de comida. Adoro comer, adoro comer bem, adoro conhecer espaços onde vamos sem nenhuma expectativa e saímos de lá fascinados, como foi o caso da Taverna o Bobo. Para ajudar a isto, o Tiago também adora… que dupla! Mas também adoramos cozinhar, receber os nossos amigos, fazer almoçaradas que acabam noite dentro… talvez por isso somos sempre tão críticos nos restaurantes que vamos conhecendo.

TAVERNA O BOBO DA CORTE

Já no fim, e aí sim como uma gentil oferta, o Cláudio e a Lurdes deram-nos a conhecer o Moscatel de Palmela que pouco depois se fez acompanhar pelo Moscatel Roxo Venâncio da Costa Lima.
Se gostam de Moscatel tem que provar este… gostámos tanto que acabámos por comprar uma garrafa na lojinha que a Taverna o Bobo tem ao lado do restaurante.
Quanto à dolorosa, valeu cada cêntimo… o almoço rondou os 50€ (com um jarro e meio de sangria +- 18€), mas repito, valeu cada cêntimo.

Será sem dúvida um espaço a revisitar e uma experiência a repetir.
Lurdes e Cláudio, obrigada por cada gargalhada e prometemos que para a próxima iremos marcar com uma maior antecedência 😀
Obrigada por toda a hospitalidade!

Nós aqui desejamos-vos MUITO SUCESSO.
Nós aqui degustamos isto

Texto e Fotos: Catarina Laborinho

wine-and-jazz

4ª EDIÇÃO PALMELA WINE JAZZ. 23 a 25 de junho.

degustamos

É já este fim-de-semana, entre 23 e 25 de junho que ocorre a 4.ª edição do Palmela Wine Jazz no Castelo de Palmela. É juntar o melhor de 3 mundos, boa música, os melhores vinhos e uma região ímpar.

Fins de tarde descontraídos, ao som do jazz, com prova e venda de vinhos, provas comentadas pelos enólogos das adegas presentes, wine bar e street food são as propostas deste festival, que contará com a atuação do Mário Laginha Trio no dia 23 de junho, sexta-feira, às 22 horas.

E para ajudar à festa, a entrada é livre.

PalmelaWineJazz

Programa:

Dia 23

22h00  Mário Laginha Trio

Dia 24

18h00  Conference Trio

20h00  Confluence 5Tet

22h00  Quinteto de José Menezes

Dia 25

18h00  Jorge Gonçalves & André Rosinha Duo

20h00  The Plexus

Provas de vinhos comentadas e promoções de vinhos com oferta de material promocional:

Dia 23 – 18h30/19h30/20h30

Dia 24 – 18h30/19h30

Dia 25 – 18h30

Nós aqui temos o Palmela Wine Jazz.
Nós aqui temos isto.

Fonte: CMPalmela
Texto: Marlene Gaspar

recrutamentoautoeuropa

AUTOEUROPA VAI CONTRATAR MAIS DE 1000 TRABALHADORES

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E as boas notícias na nossa região não param de surpreender. E ainda bem. Adorámos ler este artigo no DN e queremos partilhá-lo convosco, que gostam tanto como nós de saber que há mais emprego na região.

“Fábrica de Palmela vai produzir novo modelo da Volkswagen

A Autoeuropa vai contratar entre 1100 e 1200 trabalhadores até janeiro de 2018 para produzir um novo modelo automóvel da Volkswagen, confirmou hoje António Chora, o porta-voz da comissão de trabalhadores, à TSF.

“Não posso adiantar muito sobre o novo modelo porque ainda está no segredo dos deuses, de qualquer maneira sabemos que será um modelo de grande volume e daí a necessidade de fazer novas contratações”, revelou António Chora à rádio.

Segundo o responsável, a administração revelou em reunião esta sexta-feira que é necessário fazer contratações a partir de meados do próximo ano. O novo modelo deverá começar a ser produzido em agosto de 2017 e a previsão é de que em janeiro ou fevereiro de 2018 estejam a trabalhar na fábrica mais de um milhar de novos funcionários.”

Texto: DN
Imagem: PME Magazine

Nós aqui, temos mais emprego.
Nós aqui, temos isto.

hotelcasapalmela

SETÚBAL JÁ TEM HOTEL DE 5 ESTRELAS

aplaudimos

Já abriu o primeiro hotel 5 estrelas em Setúbal – o Hotel Casa Palmela, situado no Parque Natural da Serra da Arrábida e é o primeiro hotel de cinco estrelas no concelho de Setúbal.

Fica na Quinta do Esteval, abraçado pela serra da Arrábida e pela serra de São Luís com 70 hectares. A recuperação de uma antiga casa senhorial do século XVII proporciona uma experiência diferente, com vista para as Vinhas Moscatel e Serra da Arrábida. A oferta traz tudo o que se tem direito, como piscina exterior, spa, passeios pedestres, de bicicleta, a cavalo ou de barco.

localização hotelpalmela

Localização

Esta uma unidade turística é um hotel de turismo de natureza do Parque Natural da Arrábida, e classificada como Interesse Municipal pela arquitetura e azulejaria preservada. Tem como principal ocupação o cultivo da vinha, para a produção dos vinhos da região Península de Setúbal, e a pastorícia, para a produção do tão conhecido queijo de Azeitão. Tudo boas razões para experimentar e desfrutar as enormes mais-valias da região.

Nós aqui achamos que é uma ótima sugestão para uma escapadinha. O que lhe parece?

Nós aqui temos hotel de turismo de natureza.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fonte: NIT

FOGAÇA

FOGAÇA DE PALMELA CELEBRA-SE EM JANEIRO. 15 A 17, 22 A 24, 30 JANEIRO.

vamos a isto 1

O mês de Janeiro em Palmela vai ser dedicado à promoção da doçaria regional da terra e a protagonista vai ser a Fogaça de Palmela.

O Programa “Palmela, Experiências com sabor” reúne várias iniciativas para esta divulgação durante o mês de janeiro, tais como:

FOGAÇA15 a 17 e 22 e 24 de Janeiro
Fins de Semana Gastronómicos da Fogaça os restaurantes do concelho vão ter na sua ementa vários pratos confecionados com a Fogaça de Palmela.

17 de janeiro
Concurso de Fogaça de Palmela – elege-se a melhor Fogaça na Casa Mãe da Rota de Vinhos em Palmela.

30 de janeiro às 15:00h
Show Cooking de Fogaça – no Centro Comunitário de Águas de Mouronde, onde Lourdes Machado revela as suas receitas familiares.

E perguntam vocês:
– O que é a fogaça de Palmela?
E nós, que fomos “estudar o assunto” respondemos:

Sobre a Fogaça de Palmela: A seguir às principais festas e romarias, quase sempre nos dois domingos seguintes, era costume realizarem-se umas “festas menores”, ao fim da tarde ou princípio da noite, como complemento das “festas grandes” e, de alguma maneira, para se obterem fundos para cobrir as despesas da festa principal. Nessas tais “festas secundárias” eram arrematados animais e produtos agrícolas mas, de modo especial, bolos designados por fogaças, parece que por inicialmente tais bolos serem cozidos diretamente ao fogo ou, mais exatamente, em cima do borralho da lareira ou do forno.

Em Palmela (Vila – porque no resto do concelho o calendário das fogaças era diferente) a data mais marcada era a de 15 de Janeiro, em que se festeja Santo Amaro. Nesse dia, na igreja paroquial, eram benzidas as fogaças que correspondiam a promessas formuladas àquele santo e que, de harmonia com o problema que havia originado a promessa, se revestiam de formas diferentes mas, em qualquer caso, evocativas da aflição: um pé, um braço, um animal, etc. O produto da venda das fogaças revertia para o culto de Santo Amaro. (Texto da autoria do historiador Dr. António de Matos Fortuna)
O ritual foi recuperado pela Confraria Gastronómica de Palmela, com o apoio da autarquia, e os Confrades, trajados a rigor, levam, anualmente, ao altar as doces fogaças, confecionadas com produtos regionais, nestas cerimónias que aqui damos a conhecer e para os quais convidamos a participar.

Mas, se não puder estar, e quiser muito provar, porque não fazer você mesmo?
Deixamos a receita, desta especialidade de Palmela, para poder saborear.

Fogaças de Palmela
Ingredientes:
500 g de pão em massa;
500 g de açúcar amarelo;
1 kg de farinha;
125 g de banha;
2 ovos + 1 ovo para pintar;
sumo de 2 laranjas;
raspa de 1 laranja;
aguardente;
canela;
erva-doce

 Preparação:

Liga-se os ovos ao pão em massa. Em seguida, o sumo e raspa das laranjas, a banha, o açúcar, a canela, a erva-doce, a aguardente e por fim a farinha. Depois de tudo bem ligado e amassado deixa-se levedar durante 30 minutos. Moldam-se várias formas e pintam-se com ovo batido. Vai a cozer em tabuleiro untado em forno moderado.

Nota: Poderá levar um pouco mais de farinha dependendo do tamanho dos ovos e das laranjas. A erva-doce e a canela são a gosto, no entanto a quantidade de erva-doce deverá ser superior à da canela.

Bom apetite.

Nós aqui temos a Fogaça de Palmela.
Nós aqui temos isto.

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CONCURSO DE FOTOGRAFIA AMARSUL

lutamos por isto 1

Somos animais de hábitos. Apesar de sermos culturalmente avessos à mudança, quando o fazemos rapidamente nos habituamos a ela. Vejamos o exemplo dos sacos de plástico nos supermercados quando passaram a ser pagos. Criou uma onda de protestos e pouco tempo depois mudámos a nossa rotina, passou a ser um hábito e além de já não se criticar, ficou a ser valorizado.

No outro dia assisti a uma TED Talk (das boas) em que o orador pedia para questionarmos  as coisas porque depois da primeira vez, deixamos de o fazer. Passa a ser um hábito e deixamos de pensar nisso, se está certo ou errado. Se é o melhor ou não, se dá ou não para se fazer de outra maneira.

Este conselho fez-me pensar que, às vezes, não respondo da forma mais correta aos porquês da minha filha. Também são tantos de uma só virada que nem a minha capacidade profissional multitasking me salva! Por vezes, e em falta de uma resposta melhor, quando a Victória me pergunta “Porquê que fazemos isto assim?” – a minha resposta é “Porque sempre se fez assim.”

Errado. Sim, eu sei que é a resposta fácil e cómoda. Mas não é uma boa resposta e não ajuda a construir um raciocínio e dar-lhe espaço para (se) questionar. Sim, (esta) mãe erra, mas quando se apercebe combate o facilitismo e pensa mais antes de responder. Nem sempre é fácil.

A reciclagem é mais um bom hábito que até podemos questionar a sua eficácia, mas não deixar de o fazer. Porque se ouve aqui e ali que vai tudo para o mesmo contentor, porque hoje é dia de festa e dá muito trabalho, porque os ecopontos ficam longe de casa, porque os ecopontos estão todos sujos, porque os baldes dos ecopontos são grandes e estragam o look da cozinha, etc, etc. E, vamos arranjando (fracos) argumentos para desculpabilizar a “não reciclagem”.

Nós aqui, não pactuamos com isso. Nós aqui, temos de dar o exemplo. Adquirimos o hábito de separar o lixo, por isso não fazê-lo causa-nos desconforto (é como o desporto, sofre-se mais quando não se faz!). É por isso que apoiamos a 3ª edição do concurso Eco Photo promovido pela AMARSUL que sensibiliza para a política dos 4 R’s: Reduzir, Reciclar, Reutilizar e Recuperar. O concurso tenciona estimular a criatividade através da arte da fotografia de todos os alunos do 3º ciclo e secundário das escolas sediadas nos concelhos de Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal.

Participem no concurso até ao dia 31 de dezembro de 2015, até porque o fotógrafo do Lisbon South Bay blog, Joel Reis, como não pode participar, há imensas hipóteses de ganharem. Saibam mais em amarsul.pt.

Nós aqui reciclamos por isto.
Nós aqui temos isto.

Fotografia: Joel Reis

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