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O DIA DA FAMÍLIA NO SOL DA CAPARICA. Por Marlene Gaspar

gostamos

Não é novidade que sou fã do Sol da Caparica, que o festival mexe com as minhas emoções e me faz arrancar mais cedo das férias para poder ir curtir um som, partilhar uma boa vibe, ser bafejada pela maresia e trautear umas músicas que sei na ponta da língua. E embora esta introdução me faça parecer muita cool, o que ainda não tinha desbundado foi o dia dedicado à família, o domingo. Mas, há sempre uma primeira vez. Foi desta.

Os pedidos cá em casa foram muitos (ou melhor ouvidos muitas vezes) e fui vencida pela repetição e lá fomos nós com a criançada experimentar as atrações pensadas e dedicadas aos mais pequenos.

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Family business.

E, embora a motivação que me conduziu até ao festival no domingo não tivesse o mesmo impacto dos dias anteriores, foi uma agradável supresa O Sol da Caparica para as crianças. O tempo foi amigo, porque não estava aquele calor insuportável e houve vários argumentos que fizeram com que ficássemos até ao fim. As minhas princesas estavam eufóricas: ele foi insufláveis para todas as cores e gostos – para a princesa havia toda a magia e histórias encantadas e para a mais arisca com escalada, piratas e animais marinhos. Ele houve espaço para as tatoos não permanentes e que a Refood gentilmente fazia com a escolha de frutas. A minha mai nova não descansou enquanto não saiu de lá com um morango, insensível ao argumento de que demorava mais a fazer. A mai velha escolheu a cereja – o importante era ser um fruto vermelho que as vitórias são para ser celebradas.

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As escolhas das pequenas

E também deu para levarem com uma pintura facial – a borboleta e o arco-íris que aqui leva-se com tudo a que se tem direito!

Outra das surpresas do Festival e da qual fiquei muito agradada – foi a componente pedagógica e dos jogos tradicionais – aqui os papás ficámos entusiasmados (fico sempre tentada a mandar latas ao chão, experimentar as andas ou rodar o peão. Já o papi também acha que domina a técnica de rolar e há que dar a mão à palmatória e não se saiu nada mal. Enquanto isso eu pousei ao lado da Marisa, porque o melhor de mim está por chegar!

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As pequenas Victória e Alice ainda foram brindadas com “garrafas” reutilizáveis o que reforçou a mensagem da importância do que aprendem na escola (bem haja o novo programa sobre a importância do ambiente e da sustentabilidade!).

O almoço foi por ali e cada um pode escolher o que melhor lhe passava no estreito e gostei da variedade e poder orientar-me com comida mais saudável (as batatas fritas doces também contam, certo?)

Ainda houve tempo para ouvir uns concertos e fazer um chill out. O que pude constatar é que o Sol da Caparica tem vindo a melhorar de ano para ano, é cada vez mais o meu Festival de eleição e as pequenas sentiram que lhes saiu a sorte grande para encerrar as férias! (bem encerrar as férias, que é como quem diz. Estas 2 princesas ainda têm mais uns dias de férias – mais coisa menos coisa estamos a falar de  mais de 1 mês! E com esta me retiro, que me ficou aqui a dar uma dor de cotovelo que não estou a saber lidar.

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O merecido descanso!

Fui. Fui ao Sol da Caparica, e com muita vontade de voltar que o Sol quando nasce é para todos – miúdos e graúdos.

Nós aqui temos o Sol da Caparica para as famílias.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar