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pessoa na praia

A BOA ENERGIA DA PRAIA.

RITA

Quando falamos em Reiki, estamos a falar da ligação da energia do Universo (Rei) à nossa energia individua (Ki). E se é verdade que em terapia trabalhamos esta ligação numa óptica de “cura” e de desenvolvimento / crescimento individual, também é verdade que esta troca de energia pode estar presente no nosso quotidiano, de forma mais ou menos intensa.

Assim, e para trazer para o concreto, nada como ter exemplos de situações em que nós próprios podemos promover esta troca, e disfrutar da boa energia que isso nos traz.

A praia é um excelente exemplo disso. Quantas vezes associamos uma ida à praia ao bem-estar, ao relaxar, ao “carregar baterias”, à boa energia que o contacto com o sol e o mar nos proporcionam?

Pois, confirmo! E não, não é por acaso…!

A boa energia da praia

A boa energia da praia

A praia não é uma terapia orientada, mas funciona de forma terapêutica e momentos terapêuticos deveriam ser obrigatórios na nossa rotina, pois proporcionam bem-estar e, como tal, equilíbrio. Na praia ligamos-nos è energia do universo, permitindo-nos parar e receber.

A presença dos elementos água, ar (vento), terra (areia) e fogo (sol), relacionam-se de forma direta com os nossos chacras (vórtices energéticos) , daí o nosso bem-estar na praia.

Ora, imaginemos: final de tarde, estendidos na toalha, sem vento, o sol a fazer-se sentir q.b., suave de modo a que o mergulho não seja uma exigência e suficiente para que a toalha não tenha que cumprir a função de tapar os ombros…

Fechamos os olhos e sentimos o sol a aquecer o corpo, o som do mar e todas as vozes que se sobrepõem umas às outras como barulho de fundo, servem de embalo até entrarmos no “lusco-fusco”, em que a sensação de descontração e leveza se sobrepõe a tudo o resto e se entranha em nós.

No momento em que corpo descansa na toalha, ligamo-nos à energia da terra e fazemos uma troca: a terra (areia) recebe a energia que nos traz peso, que é desnecessária, que nos traz pensamentos repetidos e frenéticos à cabeça, proporcionando, juntamente com os elementos da natureza (sol e mar), um cenário sensorial que de forma harmoniosa convence a mente a parar enquanto o sol nutre. Qual de nós não experienciou este momento, esta ENERGIA da praia? Sorriso no rosto, menos peso nos ombros e a expresssão “que saudades” é possivelmente a informação que o vosso cérebro vos transmite.

O mais interessante é que o tempo durante o qual perdura esta sensação pode variar, cinco, trinta minutos, uma hora… independentemente disso, o que imprime é uma sensação revitalizante, de nutrição, o tal “carregar baterias”.

E não, não é mesmo por acaso. As baterias carregam, quando deixamos que a “natureza” trate de nós, quando nos “ligamos” enquanto receptores e emissores de energia.

A terra liga-se ao nosso primeiro chacra que é responsável por nos trazer vitalidade, pela nossa estabilidade e segurança. A água (mar) com o segundo chacra, que diz respeito à nossa vontade e ao modo como vivemos os relacionamentos. O fogo (sol) com o terceiro chacra, a forma como gerimos as nossas emoções, considerado o fogo “digestivo” na medicina tradicional chinesa. E o ar com o amor incondicional, compaixão e equilíbrio.

Assim, quando estiver na praia, desligue a mente, sinta o sol no corpo, a areia nos pés, ouça o mar e inspire e expire dez vezes de forma calma e profunda.

Aproveite os dias na praia para se nutrir!

Nós aqui temos energia.
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Fotografia Zito Colaço (Pinus pinea Arriba Fóssil da Caparica)

“SÓ POR HOJE…”

RITA

Falar de um tema sem saber a origem e um pouco da sua história é como “apanhar um filme a meio”, fica a sensação de que falta a introdução, fundamental para termos uma visão mais abrangente.

Quantas vezes nos acontece “ouvir falar” de certas temáticas e não saber como surgiram, de onde vêm, qual a sua história… é algo tão enraizado que nem nos apercebemos no dia a dia.

Assim, e por esta mesma razão, como quem conta um conto, vou partilhar a história do reiki…Enquadrar o Reiki no espaço, no tempo e no “globo terrestre” é muito importante, tendo em conta que, embora não corresponda à realidade, esta terapia surge como um “boom” num período temporal curto, como tal é bem possível que várias questões “saltem como pipocas”…. “será uma moda?” “de onde surgiu?”.

Iniciando o conto, vamos olhar para o Reiki como uma árvore, com um tronco largo e com umas raízes imensas, porque é algo praticado em diversas culturas e diferentes partes do nosso globo (China e Índia) há já muito tempo e por isso com um cunho milenar tão presente.

Esta “cura” pelas mãos é transmitida também nalguns textos cristãos e budistas tornando evidente a imposição de mãos e energia que circula através das mesmas.

Apesar do Reiki ter uma história longa, tal como as suas raízes, foi necessário que alguém desse a conhecer esta terapia, e eis que surge, no final do séc.XIX, o monje budista japonês. Mikao Usui, “pai” do Reiki. O interesse de Usui pela arte da imposição das mãos foi de talforma que viajou pelo Japão, Tibete e India para estudar mais esta prática.

Como em todas as histórias, há sempre uma parte que nos desperta mais interesse e curiosidade e a forma como Mikao Usui “descobre” como transmitir este ensinamento émuito curiosa. Usui praticou jejum e meditação durante 21 dias no Monte Kurama (Japão), local onde sentiu e estabeleceu a ligação da sua energia com a do universo. Assim surge a palavra Reiki:

Rei – significa sabedoria universal e refere-se à energia que mantém todas as coisas e tudo o que existe.

Ki – energia vital, individual, que flui em todos os organismos.

E a partir deste momento temos o Reiki abordado de forma mais organizada e com metodologias específicas. Do Japão até ao Ocidente…

Esta história viaja, como tantas outras, além fronteiras, e foi a senhora Hawayo Takata, de origem japonesa, que deu asas à terapia no ocidente e em 1938 o Reiki já tinha o Havai como cenário de fundo. A história do Reiki tem vários personagens, sendo que três são principais (Usui, Takata e Diane Stein). Se estabelecermos a comparação entre o Reiki e a árvore antiga eles “teceram” a história do Reiki, apresentando-a ao mundo, de modo a que a árvore alta com troncos largos e raízes enormes tão ligada à terra e à energia da vida, mas resguardada num monte escondido e distante, se tornasse vísivel e acessível a todas as partes do mundo e em tantas línguas.

 

Fotografia Zito Colaço (Ficus macrophylla)

Fotografia Zito Colaço (Ficus macrophylla)

Nos dias de hoje existem mais caminhos e orientações para quem quer fazer Reiki, sendo que o importante é perceber que, embora os percursos sejam diferentes, a essência é a mesma. Existem diferentes tipos de Reiki, mas a energia é vital e por isso comum a todos.

Os cinco princípios defendidos estão presentes em todos os tipos de Reiki, princípios que não defendem uma religião, mas uma filosofia de vida, que nos remetem para a importância do aqui e agora proporcionando um bem estar mental e físico no nosso dia-a- dia. Estes princípios fazem-nos pensar sobre a forma como vivemos a nossa vida, muitas vezes de modo desenfreado e a correr para tantas coisas, tantos sítios e tantos compromissos com o ponteiro do relógio sempre a ecoar no nosso ouvido, que nos esquecemos de viver o agora, só e apenas o que está a acontecer.

Tão fundamental é também esta partilha… no Reiki não há julgamentos, partilhando umensinamento de um monge budista… dava muitas vezes o exemplo de colocar as sandálias na cabeça, pois a cabeça e o cérebro deveriam ser idênticos no que diz respeito aos juízos de valor, ou seja, não julgar… interessante e divertida a imagem dos sapatos na cabeça.

Tão simples e de uma tranquilidade imensa, só por hoje pretende transmitir-nos bem estar e valorizar o que somos, o que temos e quem nos rodeia, permitindo ver a vida com o copo “meio cheio e não meio vazio”.

Só por Hoje…
Sou Calmo,
Confio,
Sou Grato,
Trabalho Honestamente,
Sou Bondoso.

Solo por hoy

Para grande felicidade de quem é terapeuta de Reiki, o facto desta terapia ser considerada como integrativa e complementar pela O.M.S. (Organização Mundial de Saúde), dá-nos alento para continuar este trabalho holístico que trata o ser humano como um todo. Hoje em dia o Reiki é aplicado em vários hospitais em diversos países, nomeadamente em Portugal, existindo terapeutas de Reiki que desenvolvem um trabalho conjunto com a medicina convencional na recuperação dos pacientes.

À semelhança de um conto, podemos terminar com a moral da história: se para aplicar o Reiki não é necessário nenhum instrumento, apenas as nossas mãos, porque não utilizar uma ferramenta tão preciosa e que está sempre connosco? Tão simples, como as grandes lições de vida…

“Há encontros na vida em que a verdade e a simplicidade são o melhor artifício do mundo”. Jean de la Bruyere

Nós aqui temos energia.
Nós aqui temos isto e muito mais!

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REIKI

RITA

Não é por acaso que é uma terapia milenar.
E também não é por acaso que o Reiki é uma das terapias que integra os serviços do OmYou – Gabinete Holístico de Bem-estar.
Falar sobre Reiki é sempre um desafio, principalmente porque existe um conjunto de ideias pré-concebidas e bastante erradas acerca do assunto.

Vamos então por partes:
Antes de mais é fundamental desmistificar o conceito das “terapias alternativas”, que são, na sua essência, integrativas e complementares, uma vez que na nossa sociedade não crescemos a ouvir falar de energia de forma estruturada e explicada como acontece noutra áreas. Assim, é comum que não se entenda exatamente o que é e no que consiste a terapia de Reiki, tornando-se algo abstracto e pouco “palpável”.

É quase certo que o contacto com a palavra “energia” surge muitas vezes associada a algo “alternativo” e vêm-nos à memória histórias que experienciámos ou alguém vivenciou “fora da realidade”, ou da nossa capacidade de percepção associada à tão célebre expressão:  “No creo en brujas pero que las hay, las hay”.

Muitas destas histórias remetem-nos para a ideia de que vivemos uma vida concreta e tudo o que é alternativo ou energético é algo que acontece apenas em momentos específicos da nossa vida, como que desvinculado de nós: “aconteceu, foi estranho, não percebi e já passou. Ufa!”, correndo o risco de algumas destas experiências surtirem o efeito de curiosidade, querer perceber mais, ou do desapontamento da “charlatanice”.

Este cenário poderá não terá sido vivido por todos nós e, garantidamente, algumas pessoas que estão a ler este texto têm outra consciência e conhecimento do Reiki, mas como foi referido inicialmente, o objectivo é desmistificar esta terapia para quem não está familiarizada ou tem ideias erradas sobre ela.

Passemos então à fase seguinte: O que é então isso de “energia”, Reiki e afins..?!E o que é que acontece quando fazemos uma terapia?

Na verdade nós “somos energia”, energia que está presente e é manifestada em todos os momentos da nossa vida, de forma mais ou menos consciente.

Ao longo da nossa coluna vertebral, que é o nosso centro, temos sete “chacras”, a palavra chacra vem do sânscrito e significa “roda”, “disco”. São sete os principais chacras, dispostos desde a base da coluna vertebral até ao topo da cabeça e cada um está em correspondência com funções físicas, mentais e emocionais.

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O objectivo é que todos estes vórtices girem a uma velocidade permitindo que a energia flua, mas se um desses centros começa a diminuir a velocidade de rotação, o fluxo de energia fica inibido ou bloqueado trazendo consequências emocionais e físicas.

O Reiki identifica o estado em que se encontra cada um dos chacras e relaciona com as problemáticas, desafios de vida da pessoa e estado emocional e físico, pois cada um destes chacras tem “informação” acerca destes aspectos.

O Reiki explica de forma organizada como é que esta informação é lida e que significado tem na nossa vida de forma muito prática e concreta, sem ter a” tónica esóterica”.

Mas como é que isso se faz?

Simples: marca-se uma sessão, diz-se o nome e mais nada… e este “mais nada” é fundamental para que não exista a sensação de que o terapeuta de Reiki “deduziu alguma coisa” por consequência de questões colocadas ou do que poderá ter sido dito antes do início da terapia.

Na prática, numa sessão de Reiki a pessoa tem apenas que se deitar, para que fique mais confortável. No entanto,o Reiki pode também ser aplicado com a pessoa sentada. Em qualquer das situações, só tem que fechar os olhos e respirar! Não é preciso tirar a roupa, não custa nada e é indolor.

Esta terapia é realizada através da colocação das mãos do terapeuta (a uma curta distância ou com toques suaves) sobre a pessoa nos pontos específicos correspondentes aos chacras. No final da sessão existe uma conversa com o intuito de explicar à pessoa o que foi percebido na sessão e articulado com a sua realidade/vida.

Mas como é que se lê? As nossas mãos adivinham, falam connosco?!

As mãos têm pontos energéticos que são capazes de emanar e receber energia e fazer a leitura destes pontos energéticos, os tais “chacras”.

As mãos lêem energia?
Sim, exatamente…é isso mesmo…Olhemos para nós para perceber um pouco melhor…

No nosso dia-a-dia e ao longo da nossa vida sentimos as alterações energéticas em nós e nos outros, no entanto explicamos as mesmas com expressões relacionadas às emoções, como por exemplo: “hoje estás tristonho, estás em baixo..ou estás com uma alegria, que disposição…que dia esquisito, parece que tudo corre mal…a tão conhecida expressão: que fase da vida complicada, tudo acontece…”.

A nossa energia “fala”e até “grita”em determinados momentos, só precisamos de aprender a sua linguagem.

Quem de nós nunca viveu situções em que estamos com outras pesoas e, mesmo sem existirem palavras, conseguimos sentir a pessoa, se está bem ou não, a sensação de “não gostar” de alguém num primeiro encontro ou de simpatizar com alguém, e/ou “paixão” à primeira vista, em que sentimos que somos “empurrados” para ir ter com determinada pessoa…

Sim, o Reiki é de uma sensibilidade extrema e permite-nos a tomada de consciência da nossa energia e como ela se manifesta na nossa vida em situações muito concretas, pálpaveis e não apenas como experiências esotéricas “fora da realidade”.

Hummm…ficou um pouco vaga a explicação?!

Porque não experimentar fechar os olhos e sentir, feche os olhos por dois minutos e sinta a respiração, a agitação interior, sem pensar, dois minutos apenas e “sinta-se” em vez de pensar.

Ok…então e porquê fazer uma sessão de reiki? Basta fechar o olhos e sentir-me certo?!

A necessidade do Reiki surge, mais uma vez, no sentido de aprendermos a ler a nossa energia e a interpretá-la, pois na verdade não estamos habituados a sentir a energia de forma consciente. Como tal, o terapeuta surge no sentido de trazer “terra” a esta experiência, de a tornar pálpavel, concreta, fazendo a ligação entre o que sentiu na energia da pessoa ao longo da sessão para depois a ligar a exemplos práticos, sem que a pessoa tenha que dizer nada, até para que a própria possa validar a experiência e o que daí resultou.

O terapeuta de Reiki não é um “bruxo” mas sim um tradutor de energia. É alguém que estudou e praticou muito para que a leitura destas energia resulte numa terapia que ajuda qualquer pessoa, que traz orientações.

Estranho?! Talvez, mas desafiante não?! Arrisque, arrisque-se.
Na OmYou temos terapia.
Temos energia.
Temos isto e muito mais!

Nós aqui temos energia.
Nós aqui temos isto e muito mais!

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NÓS AQUI, FAZEMOS TERAPIA(S). EPISÓDIO 1.

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Como já contámos aqui no nosso blog, adoramos ser surpreendidas com novas descobertas aqui, na nossa Lisbon South Bay. E, tivemos mais um “efeito uau” no nosso propósito! Curiosamente, foi-nos “apresentado” por alguém de quem gostamos muito que não é, nem vive aqui, na margem sul! No entanto é cá que vem, semanalmente “tratar do corpinho”.

Bom, mas deixemos o suspense para contar a história. O nosso amigo Pedro Couceiro, que não precisa de apresentações, mas nunca é demais referir que com mais de 20 anos de carreira é um dos mais internacionais pilotos portugueses. Sim, Pedro não vamos falar da tua carreira musical, porque “Eu já namoro” (desculpa, não resistimos…), vem todas as semanas a Almada fazer…massagens.

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E, eis que o Pedro me liga a perguntar se conheço o Om You – o Gabinete Holístico de Bem Estar no Centro Sul. Respondi “Oi’!?”, mas para não dar parte fraca, afinal quem sabe tudo o que se passa na margem sul somos nós, respondi:

–  “Ainda não”.

O Pedro tratou logo de resolver essa questão. Pôs-me em contacto com a Rita Deus, uma das proprietárias do espaço. Sim, porque este é o local de eleição para as suas massagens e vem da margem norte semanalmente só para isso! Claro que tínhamos de ir conhecer.

A primeira grande descoberta é que o Om You é muito mais que um espaço onde se fazem massagens. É um espaço onde se fazem terapias como o reiki, numerologia e quirologia, libertação de cordas, leitura de cartas holística e afins. Mais uma vez a pergunta:

“Oi”? E isso é o quê?! Expliquem lá isso como se eu tivesse 4 anos?!

A Rita com toda a tranquilidade que a carateriza começou a desmistificar estas questões e com (muito poucos, diga-se a verdade) dados que lhe dei recomendou-me, a mim, uma sessão de reiki, (reiki significa energia vital do universo). Não posso dizer que sou uma expert no tema, nem lá perto, mas há uns anos atrás fiz umas sessões e até acabei por fazer a iniciação ao reiki. Experimentei por sugestão de quem me fez e resolvi aceder numa ótica de descrença e de curiosidade no que é que ia dar, mal não ia fazer! Gostei. Gostei principalmente de não se ter de fazer absolutamente nada (entenda-se esforço, porque tudo o que sabe/faz bem é muito exigente!). O reiki não. Basta fechar os olhos e confiarmos nas mãos da Rita (e quem tem Deus no nome, só pode ser de confiança) para recebermos boas energias.

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Achando que já sabia “ao que ia”, ao chegar ao espaço fiquei agradavelmente surpreendida com a sua neutralidade e minimalismo. A imagem que tinha dos espaços onde se realizam sessões de reiki são preenchidas com muita cor (as cores dos chacras), com deusas e “mãos abertas de onde saiem raios de luzes”! Imagens esotéricas. São imagens com as quais não me identifico e, que me fazem ficar “de pé atrás”. O efeito minimalista deste espaço, transmitiu-me precisamente o contrário.  É um espaço clean e acolhedor.

Depois da sessão senti-me muuuuuuito bem! A Rita ficou a conversar um pouco comigo sobre o que ela sentiu e falámos sobre mim, sobre o meu ser, a minha essência, a minha forma de estar, de agir. Falámos sobre o meu EU como nunca tinha falado com ninguém! Eu tinha acabado de conhecer a Rita, mas a Rita parecia que me conhecia desde que eu saí da maternidade (na altura do meu nascimento, não pensem que foi do das minhas filhas! Mais uma piada fácil a que não resisti! Desculpem!).

Foi tão bom! Foi um momento “Coca-Cola”, ou seja, estranha-se depois entranha-se. Tomar consciência de algumas características e efeitos que o nosso percurso teve e terá devido à nossa essência ajuda-nos a aceitarmos, a compreendermos e a tranquilizarmos algumas preocupações desnecessárias. Aquela sessão trouxe-me leveza, paz de espírito e sobretudo bem-estar. Um bem-estar de bem com a vida, com o mundo, comigo. Descobri facetas e constatei factos que “estavam cá”, mas que não os queria enxergar! Agora, que os encontrei, ficou tudo mais fácil de entender. Eles fazem-me sentir orgulhosamente consciente do meu percurso. É muito difícil descrever esta experiência, mas é uma espécie de “cena” libertadora. Não a sei explicar, não a compreendo totalmente e não a posso concretizar, porque também não vos acrescenta nada saber sobre essa intimidade que até então não me era assim tão íntima! O que posso descrever é que saí melhor do que entrei. Senti-me muito bem, tranquila, relaxada. Senti-me livre. Eu amo a liberdade.

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E perguntam vocês, mas se já tinhas feito qual a novidade?

Tudo! A começar pelo espaço e, principalmente, pela Rita. A  Rita é formada em educação de infância com especialidade em educação especial e desenvolveu o seu interesse pelas áreas holísticas quando trabalhava com as crianças e respetivas famílias. Até que depois de conciliar as duas facetas dedicou-se totalmente às terapias. E, isso, faz toda a diferença. A formação, a aptidão, a experiência torna tudo mais claro, tangível e real. A sessão que fiz com a Rita foi muito mais profunda e esclarecedora do meu ser. Para além do me fazer sentir bem, ajudou-me a aceitar e, isso faz TODA a diferença. Foi uma “cena mais profissional”. Se fazer terapia é isto, contem comigo.

Tenho contado esta minha experiência muitas vezes, pois o que é bom e nos faz bem é para partilhar. Gostava que as pessoas tivessem a oportunidade de experimentar para terem este sentimento de libertação, tranquilidade e bem-estar.

A Catarina fez com o Alberto, o outro proprietário do espaço, uma sessão de numerologia. E, sobre essa, só ela pode falar. Nós aqui, estamos ansiosas por ler e saber. Brevemente, neste blog, perto de si.

Nós aqui, sentimo-nos bem com isto. Por isso, muito obrigada à Rita e ao Alberto por este convite e, ao Pedro Couceiro, claro está, por nos ter dado a conhecer mais um espaço digno de palco da nossa margem sul.

Nós aqui fazemos terapia(s) e gostamos.
Nós aqui, temos isto.

Contactos:
gabineteomyou@gmail.com
933393738 – Alberto Azevedo
963417455 – Rita Deus