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UMA TEIA DE ATRACÇÃO.

RITA

Feitas de fios de seda extremamente finos que se ligam e cruzam entre si, assim são as teias de aranha. Conhecidas desde há cem milhões de anos, esta obra-prima construída por algumas espécies de aranhas através de um processo engenhoso e dedicado, cria uma rede tão resistente que, cientificamente, se compara ao aço!

A aranha, detentora desta magistral habilidade, é considerada em várias culturas como a grande mãe, criadora cósmica e tecelã do destino.

Hoje vamos usar metaforicamente este exemplo da teia de aranha para falarmos na rede que também nós temos a capacidade de criar ao atraímos para a nossa “teia” as pessoas que nos rodeiam (independentemente do impacte, mais ou menos positivo, que têm em nós). Esta capacidade é intrínseca em cada um de nós e responde à chamada lei da atração. E não estou a falar de amor ou paixão, estou a falar da forma como atraímos energia, boa ou má, permitindo que essa “sintonia” dite muito do que se passa no nosso dia-a-dia e em nós, na nossa essência.

Exemplo prático (e comum!): alguém que, seja de que forma for, nos magoa, nos causa dor ou provoca sofrimento (físico ou psicológico), que nos humilha, ofende ou ataca de algum modo. O que fazemos tendencialmente? Desenvolvemos sentimentos de auto-proteção na forma de raiva, repulsa, desejando que essa pessoa sofra tanto ou mais do que nós… “para ver se aprende”!!

TEIA ARANHA

Esta atitude, embora “compreensível”, faz com que a má energia seja alimentada e cresça à medida que fazemos evoluir estes sentimentos. Se pensarmos na nossa “teia” o que estamos a fazer é atrair e prender essa energia em nós e isto afeta, inevitavelmente, o equilíbrio da nossa estrutura energética. Como consequência,este padrão/ esta “frequência” despoleta uma onda de atração por outras pessoas e/ou situações que estejam em “sintonia” com este tipo de (má) energia. Agora já entendemos a expressão “um azar nunca vem só”!

Então, como podemos, em situações de disputa, proteger-nos e afastar estas energias para não entrarmos num rol de “presas indesejáveis” que se ligam a nós mesmo quando não são convidadas? Não sendo simples (se assim fosse isto seria um “não-assunto”), há um trabalho energético que nos permite interiorizar esta lei de atração identificando e trabalhando a nossa própria energia de modo a que a consigamos controlar (a nossa, não a dos outros!). Trata-se de criar uma “bolha” de proteção que afasta naturalmente as energias que não queremos, que não nos trazem nada de bom, revertendo esta situação para a atração por “coisas boas”. Ao conseguirmos aprimorar esta competência, estamos a aplicar o “quem está mal muda-se”… logo, as energias que não se consigam encaixar na nossa, vão simplesmente afastar-se.

Quero uma “bolha” dessas!

Pois bem, nada como começar por uma avaliação global/holística à sua energia. Isto pode acontecer de várias formas: numa terapia de reiki, numa leitura de cartas, numa leitura de aura, numa terapia de regressão ou mesmo numa consulta de numerologia. O resultado ditará a forma como podemos trabalhar em cada pessoa esta capacidade de auto-proteção energética.

Tal como com as aranhas, exige de cada um de nós, terapeuta e utente, conhecimento, perícia e determinação, cada um no seu papel, na construção conjunta de uma teia de energia positiva!

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CORES – UMA PALETA DE ENERGIA!

RITA

Temos falado em energia – a que vem do sol, das mãos, dos elementos da natureza, etc. Já sabemos que todas as coisas são feitas de energia e com as cores, sim, as cores, acontece o mesmo.

As cores têm em si uma energia que se relaciona com a nossa aura, com os vórtices energéticos (os nossos chacras) e até com a forma como agimos. Elas são por isso mutáveis, uma vez que o desequilíbrio interior ou, pondo as coisas de forma mais prática, as nossas necessidades de mudança comportamental afectam a “paleta” de cores que compõem cada um de nós.

Vamos por partes:

Imaginemos que, seja por que razão for, somos obrigados ou percebemos que temos que mudar a nossa atitude e/ou comportamento perante determinada situação. Este processo de alteração exige tempo e ocorre com base em três pilares fundamentais: o foco, a disciplina e a permanência. O primeiro faz com que não se perca de vista o objetivo, o que, consequentemente exige disciplina; o último possibilita a interiorização e a maturação das alterações desejadas. Isto é o que acontece “por fora”, chamemos-lhe assim. Do ponto de vista energético, “por dentro”, o que acontece é que essas mudanças alteram (e idealmente equilibram), gradualmente, o “degradê” de cores que compõem os nossos chacras.

Conclusão: Torna-se assim muito fácil entender que papel têm as cores, enquanto pontos de equilíbrio, em cada um de nós, já que estão intrinsecamente ligadas à nossa estrutura.

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As cores nos elementos da natureza, nos sete chacras e no Tarot:

Vermelho: elemento Terra, corresponde ao nosso primeiro chacra (localizado na base da coluna) e relaciona-se com as cartas do Diabo e do Imperador. A vibração desta cor está relacionada com a necessidade de segurança e estrutura material e quando isto é colocado em causa surgem medos, receios.

Laranja: elemento Água, corresponde ao segundo chacra (localizado na zona do umbigo); as cartas da Papisa e dos Amantes ilustram a importância da forma como nos relacionamos connosco próprios no que diz respeito à auto-estima e auto-confiança, assim como nos relacionamos com os outros, principalmente as pessoas com as quais estabelecemos relações mais intrínsecas ou umbilicais. Traduz a necessidade de olhar para dentro de nós para compreender que a relação com o outro é fundamental.

Amarelo: elemento Fogo, corresponde ao terceiro chacra (localizado na zona do estômago) e as cartas da Força e o Carro expressam a forma como utilizamos o nosso poder pessoal e a gestão das nossas emoções.

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Verde: elemento Ar, quarto chacra (localizado na zona do peito) e as cartas da Imperatriz e do Mundo remetem-nos para o amor incondicional e compaixão, para o bem-estar e gosto pela vida.

Azul turquesa: elemento Éter, corresponde ao quinto chacra (localizado na zona da garganta) e é representado pela carta do Papa, uma vez que diz respeito à forma como comunicamos, ou seja, a nossa comunicação deverá ser feita de forma consciente e construtiva. A palavra existe para transmitir conhecimento.

Azul índigo: não tem elemento associado e corresponde ao sexto chacra (localizado no centro da testa) e o Mago é uma carta que ilustra bem esta energia, pois remete para a nossa terceira visão, para o que existe além do que é visível, a nossa intuição.

Branco, lilás e dourado: à semelhança do azul índigo não tem elemento associado e corresponde ao sétimo chacra (localizado no topo da cabeça) e a carta Estrela transmite a necessidade de nos ligarmos à natureza, à energia da vida em que as práticas de meditação ou a necessidade de parar estão muito presentes.

As cores que estão presentes no nosso dia-a-dia, seja em casa, nas roupas, etc., são também um reflexo, ainda que inconsciente, do “estado” dos nossos centros energéticos.

A energia da cor é trabalhada e potenciada através de terapias holísticas como é o caso do Reiki. O equilíbrio que se cria através desta terapia permite definir a “paleta de cores” certa em cada um de nós! Como será que está a sua?

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A IMPORTÂNCIA DE REPROGRAMAR A NOSSA MENTE.

RITA

A mente funciona como um “leme da vida”, uma vez que nos permite sentir, pensar e agir em função do que decifrarmos e definirmos neste trabalho mental. A nossa mente não tem “dias de folga” uma vez que trabalha freneticamente 24 horas por dia, pelo que temos que a saber usar com “mestria”.

Esta característica de constante ruído gerado por pensamentos e ideias que se fabricam incansavelmente na nossa mente pode trazer-nos sensações de bem-estar ou, pelo contrário, um cansaço (mental + físico) e uma ansiedade constantes.

Elemento Ar

Elemento Ar

A importância de observar a nossa atividade mental, como se fossemos espetadores de nós próprios, é crucial pois permite-nos conhecer e analisar a qualidade e a tipologia de pensamentos que construímos perante diversas situações. Se entendermos os pensamentos e ideias como algo que nutre a nossa mente, tal como os alimentos nutrem o nosso corpo físico e nos dão energia, percebemos que é de extrema importância alimentar a nossa mente com “ideias positivas” que nos transmitem, consequentemente, boa energia.

A observação da nossa mente exige dedicação e, tendo em conta que não faz parte dos nossos hábitos parar e escutar a mente, temos que colocar em prática alguns exercícios. Se fizer parte do grupo de pessoas que em certos momentos iria a uma loja e “trocaria a sua cabeça” por outra, porque a sua não pára de pensar e não lhe dá descanso, pratique o seguinte exercício durante 7 dias consecutivos:

  1. Feche os olhos durante 10 minutos por dia, com uma música calma numa posição confortável, respire profunda e pausadamente e foque-se no som da respiração.

Se durante este processo surgirem pensamentos, sejam eles quais forem, deixe-os ir como se tivessem asas, não lhes dê continuidade e volte a focar-se na sua respiração.

  1. Anote num papel as sensações e emoções que teve durante o exercício.
  2. Partilhe connosco as suas experiências através de e-mail ou da nossa página de facebook.

Este exercício é utilizado em terapias holísticas, como o Reiki ou a Regressão, e permite acalmar a mente e identificar sensações e emoções. Depois de descodificado o padrão de pensamentos que existe em nós, que muitas vezes nos traz desconforto e que nos leva a ter comportamentos que na verdade não desejamos, é necessário transformar estes mesmos pensamentos. É a isto que se chama reprogramação.

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Se, a par dos exercícios propostos em cima, aplicar diariamente os que lhe deixo abaixo, vai perceber a importância e a necessidade de reprogramar a mente. Assim, proponho que coloque também em prática estes dois exercícios:

  1. Substituir pensamentos negativos que o atormentam por outros positivos;
  2. Falar de forma positiva evitando o “não” ou expressões negativas no seu dia-a-dia,como por exemplo: “vou tentar” ou “vou fazer” em vez de “não consigo”; “fecha a porta devagar” em lugar de “não batas com a porta”.

A forma como pensamos e falamos é decisiva para perspetivar a nossa vida de maneira mais positiva e os exercícios propostos permitem ter consciência dos pensamentos que habitam na nossa mente de forma regular e das palavras utilizadas. Trabalhar a mente é trabalhar o elemento Ar, que se relaciona com o pensamento e comunicação. Se o fizermos de forma positiva os efeitos vão necessariamente traduzir-se no nosso dia-a-dia ao trazer-nos energia e vitalidade.  Aceita o desafio?

Nós aqui temos energia.
Nós aqui temos isto e muito mais!

Rita Deus

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Fotografias: D.R.

 

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REGRESSÃO: A DESCOBERTA DAS VIDAS PASSADAS.

RITA

Vidas passadas…temática que despoleta opiniões e crenças variadas, mas dificilmente deixa alguém indiferente. Quem acredita em vivências anteriores tem interesse em saber quem foi, o que fez e quem são as pessoas que nos têm acompanhado nos “corredores do tempo”.

Aceder a vidas passadas é possível através da terapia da Regressão. No entanto, é importante entender como funciona e de que forma pode contribuir para o nosso percurso actual. É fundamental perceber até que ponto esta experiência pode beneficiar e ajudar a interpretar (e ultrapassar) situações que nos acontecem de forma recorrente, como se existisse um “padrão”. Porque é que o “já tentei de tudo, mas parece que não consigo sair deste “buraco” é tão comum?

Na Regressão somos guiados pelo terapeuta numa viagem pelo tempo e aí experienciamos sensações, emoções e imagens. À medida que vão surgindo, o terapeuta ajuda-nos a interpretar essa vivência garantindo que acontecem num ambiente tranquilo. No final da sessão, o terapeuta desconstrói a experiência vivida e faz a ligação com as problemáticas actuais.

Na Regressão temos acesso à nossa “memória energética”, ou seja, memórias de vivências anteriores que ficaram registadas no nosso “ADN” energético. No caso das memórias que já não são benéficas e condicionam a nossa vida, é possível transformá-las e alterar este registo.

A terapia da Regressão não tem necessariamente que relembrar o que é menos positivo, muitas vezes permite-nos também sentir sensações de conforto, força e orientação, uma vez que algumas sessões trazem clareza, como por exemplo quando surgem imagens sobre o que gostamos de fazer ou com pessoas que conhecemos e isto ajuda-nos a perceber o tipo de relação que estabelecemos com a mesma na vida actual.

Regressão

A viagem guiada (pelo terapeuta) serve de “porta de entrada”, isto significa que as vivências anteriores ou sensações que estão subjacentes às mesmas, surgem naturalmente, ou seja, não se percorre todas as vidas que existiram, mas sim as que são necessárias trabalhar e isto é algo que não é decidido pelo terapeuta nem pela pessoa que faz a regressão.

A Regressão funciona assim como um puzzle que se completa com peças que vamos buscar a vida passadas. Este conhecimento adicional que a Regressão nos proporciona é muitas vezes o gatilho que precisamos para desbloquear situações ou para percebermos porque temos determinados comportamentos. Só o facto de termos consciência deles e entendermos que aquela nossa reacção específica tem uma ligação com algo que já aconteceu noutro contexto é meio caminho andado para começarmos finalmente a mudar essa reacção. O tal desbloqueio surge como consequência desta tomada de consciência e desta mudança.

Quem terá sido na sua vida anterior? O que tem hoje em si que não é mais do que o resquício de uma vida passada? Nada como uma sessão de Regressão para descobrir…

Nós aqui temos energia.
Nós aqui temos isto e muito mais!

Rita Deus

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Meditação Gota

CUIDAR DA AURA

RITA

“Aura” é uma palavra de origem latina, que significa “vento, brisa, ar, sopro”, ou seja, algo que não se vê, mas que se sente e, tal como o ar e o vento, é fundamental para a nossa existência. É uma palavra ouvida e utilizada por muitos de nós e, tendo mais ou menos noção do seu significado, é aplicada quando nos queremos referir  ao “estado de espírito” de outra pessoa.

A aura é um campo de energia muito subtil que envolve o corpo dos seres humanos, animais, vegetais e minerais. É constituída por corpos energéticos e cada um tem diferentes funções que correspondem a uma glândula e chacra (vórtice energético) do nosso corpo. Os corpos energéticos têm cores, tamanhos, formas e texturas diferentes e sofrem alterações conforme as nossas emoções, pensamentos e ações e estes ficam registados na aura.

A imagem seguinte ajuda a ter uma ideia de como os corpos energéticos envolvem o nosso corpo físico.

corpos energéticos

Que função tem a aura na nossa vida?

A nossa saúde física depende da vitalidade dos corpos energéticos do nosso Ser, pois é através destes corpos subtis que circula o Ki (energia vital). As diferentes camadas energéticas “alimentam” o nosso corpo físico, são elas que o sustentam e não o contrário. Portanto, a aura faz parte de nós e, não sendo dissociável, tem uma ligação directa com a forma como nos sentimos e como passamos energia aos outros.

A aura não é percepcionada por todas as pessoas, pelo menos não de forma consciente; contudo, todos nós a sentimos. Por vezes conseguimos perceber como outra pessoa se sente sem que esta tenha que dizer uma única palavra. Isto acontece porque percepcionamos, consciente ou inconscientemente, lá está, a energia da aura dessa pessoa. Simples assim.

Existem pessoas que têm a capacidade de ler e visualizar a aura e muitas delas dedicam-se às terapias holísticas com o intuito de cuidar e tratar da mesma.

Então a aura pode ser cuidada e tratada? Como?

Sendo a aura a nossa fonte de energia, é fundamental que seja cuidada diariamente. À semelhança do nosso corpo físico, a aura também requer tratamento e limpeza. Se tivermos em conta que tudo o que vivenciamos e sentimos fica registado nesta energia da aura, então é necessário limpá-la e energizá-la, por exemplo, com um banho de sal.

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A verdade é que os minerais e plantas têm energia e possibilitam a limpeza e energização da aura. Tanto o sal como certas plantas e ervas desempenham aqui um papel importante. Não é certamente o sal que usamos para cozinhar, nem uma planta escolhida aleatoriamente. A limpeza da aura exige que os minerais e plantas utilizados sejam especificamente escolhidos e conjugados pelos terapeutas que dominam esta área, uma vez que é necessário conhecimento para preparar estas “ferramentas de limpeza”.

Estes cuidados deveriam ser praticados com regularidade, uma vez que são de facto fundamentais para o nosso bem-estar e vitalidade. Além disso são muito fáceis de se colocar em prática.

Como estará a sua aura? Será que precisa de uma limpeza?

Nós aqui temos energia.
Nós aqui temos isto e muito mais!

Rita Deus

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4 ELEMENTOS

NA ENERGIA DOS QUATRO ELEMENTOS: TERRA, ÁGUA, FOGO E AR.

RITA

É inquestionável a ligação que temos aos quatro elementos da natureza. A forma como participam e influenciam as nossas vidas surge de forma tão natural que nem nos apercebemos da importância que têm e quão próxima é esta nossa relação.

Os quatro elementos são uma referência em várias obras de expressão literária, plástica e filosófica em muitas culturas e desde há muito tempo. As escrituras sagradas da Índia e a medicina Ayurveda, bem como a medicina tradicional Chinesa são exemplos disso – todas elas defendem que o equilíbrio entre os vários elementos assegura o nosso bem-estar e a nossa boa saúde.

4 elementos

Terra | Água | Fogo | Ar

O elemento Terra representa a estrutura, a matéria, o corpo físico. A Terra constitui a base que integra todos os elementos pelo que é a fonte de prazer, de suporte. No Tarot é representado pelo naipe de Ouros e é indicativo de alegria, de vontade de viver e experienciar. Quando dizemos que vamos fazer algo “com os pés assentes na terra” estamos a referir-nos a esta energia, a esta estrutura. O contacto com a natureza é por isso fundamental, seja numa ida à praia ou numa caminhada em que nos colocamos em contacto directo com esta fonte de força e bem-estar que é a natureza e, neste caso, o elemento Terra.

O elemento Água está relacionado com as emoções, os sentimentos, a partilha de afectos, o poder de regenerar e reproduzir. No Tarot, é representado pelo Naipe de Copas e diz respeito à forma como vivemos e gerimos as emoções, o lado sensível, connosco e com os outros, as relações assumem um papel determinante.

“Deixa fluir…” um conselho tantas vezes transmitido e recebido em situações emocionais, ilustra bem a necessidade de permitir sentir, pois, tal como o curso da água, a emoção é algo que não conseguimos travar mas apenas compreender, para podermos deixar que estes processos contribuam para o nosso crescimento.

elemento Fogo relaciona-se com a energia que move, a vontade, a conquista e intuição. No Tarot é retratado pelo naipe de Paus, energia que permite transformar e transmutar, determinante para conquistar algo, energia de movimento e expansão. Ao identificarmos o elemento fogo de forma muito marcada em determinadas pessoas utilizamos a expressão “é um(a) guerreiro(a), ou alguém com muita força”. Praticar actividades no dia a dia que nos dêem prazer, dá-nos vitalidade e energia.

O elemento Ar representa a mente, responsável pelo plano mental, pelos nossos pensamentos e conhecimento. No Tarot é representado pelas Espadas. “ Vai arejar a cabeça”, quem já não ouviu esta expressão? O ar é responsável pelo movimento de renovação e quanto mais renovado, maior capacidade funcional tem o plano mental (ideias, criatividade, imaginação). Permitir aceitar novas formas de pensar, ser e estar é fundamental para nos libertarmos do antigo e do que já não nos faz falta.

Apaziguar a mente e “desligar”, ou seja, travar os pensamentos repetidos que não são construtivos é crucial para ter clareza e clarividência.

Estes quatro elementos estão sempre presentes no nosso dia-a-dia, sendo que há momentos e fases da vida que temos que prestar mais atenção a um determinado elemento, pois estará em maior desequilíbrio.

As terapias de Reiki, Numerologia e Leitura de Cartas, cada uma com diferentes métodos, permitem identificar a fase que estamos a ultrapassar e energizar e equilíbrar os elementos necessários essenciais ao nosso bem-estar. Até lá, vamos prestar muita atenção à natureza e à ligação que os quatro elementos têm connosco!

Nós aqui temos energia.
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Rita Deus

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O LIVRO DE INSTRUÇÕES QUE EXISTE EM CADA CRIANÇA.

RITA

A relação com os filhos tem início, principalmente no que diz respeito às mães, a partir do momento em que sabemos que temos um ser dentro de nós e nos sentimos responsáveis por “abrigar” e cuidar de alguém durante sensivelmente nove meses.

Com o nascimento do(a) primeiro(a) filho(a), os pais começam a estar despertos para a temática da educação dando origem a várias questões: “que tipo de pai/mãe quero ser, que tipo de educação lhe vou dar”… entre tantas outras.

A chegada de um(a) filho(a) altera a rotina e permite-nos experienciar diferentes “estados de alma” passando de um estado de total enamoramento aos “nervos em franja”. E é nestas vivências que tem início um dos maiores desafios da nossa vida…o que é que fazemos quando tudo o que lemos nos livros, o que pensámos que seria exequível, falha e não resulta com o(a) nosso(a) filho(a)? A expressão: “seria tudo tão mais fácil se existisse um manual de instruções” passa a fazer parte do nosso dia-a-dia.

Para alguns pais pode ser uma surpresa, mas a verdade é que todas as crianças têm uma espécie de manual de instruções, o seu mapa numerológico.

Se é verdade que toda a informação que procuramos antes do nascimento da criança é essencial para guiar e fundamentar a nossa conduta enquanto pais e educadores, é igualmente importante ter consciência de que cada criança tem características, capacidades, dificuldades, interesses, desafios e formas de aprendizagem distintas e este conhecimento é decisivo para estabelecer uma boa relação com o(a) nosso(a) filho(a).

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O mapa numerológico, código de números obtido através do nome completo e data de nascimento da criança, mostra-nos de forma clara e prática quais as características da mesma, dá-nos a possibilidade de a conhecer, de a entender e de nos guiar na relação que estabelecemos com ela.

Ter acesso ao mapa numerológico das crianças permite-nos perceber o porquê de certas estratégias terem mais ou menos sucesso, o porquê dos filhos serem tão diferentes embora educados da mesma forma.

Os filhos são como os dedos da mão, a base é a mesma, mas a diferença entre eles é visível aos olhos de todos e como tal não se pode agir da mesma forma, as estratégias necessitam ser diferentes e adaptadas.

O mapa numerológico possibilita centrar no ser da criança para compreender a melhor forma de estar com a mesma.

A relação entre pais e filhos é possível ser analisada também através do cruzamento dos mapas numerológicos de cada um, obtendo uma melhor compreensão sobre as dinâmicas que existem entre os vários elementos.

Existe uma razão pela qual os nossos filhos são nossos e não outros, certamente que será interessante conhecer este caminho que têm juntos.

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SABIA QUE AS SUAS MÃOS TAMBÉM CURAM?

RITA

Se nos magoamos, qual é a nossa primeira reacção? Protegemos a ferida com as mãos. Se queremos apoiar alguém que atravessa a passadeira, o que fazemos? Damos-lhe a mão.

Estes e outros exemplos mostram como usamos as mãos instintivamente no nosso dia-a-dia. As mãos permitem-nos sentir, explorar, concretizar, trocar, cuidar… e curar.

Sendo um dos pontos energéticos do nosso corpo, as palmas das mãos assumem um papel especial quando falamos em cura ou terapia energética. A capacidade de cura é inerente a todos nós e não somente a um número reduzido de pessoas. Simbolicamente, se voltarmos a palma da mão para cima recebemos, se a voltarmos para baixo emanamos, enviamos.

Enquanto terapeuta de Reiki sou muitas vezes questionada pelas pessoas que têm interesse em aprofundar os conhecimentos nesta área, se terão capacidade ou não, ou se este caminho está designado apenas aos “iluminados”. Estas questões surgem principalmente quando a pessoa experiencia a terapia de Reiki e sente alterações significativas no seu bem estar e daí o interesse em obter mais informação. Assim, se é verdade que o estudo e a prática de Reiki constantes aprimoram e especializam os terapeutas, também é verdade que qualquer pessoa pode aprender e iniciar os níveis de Reiki, mesmo que seja para aplicar em si mesmo como uma ferramenta de auto-equilíbrio ou de auto-cura.

O monje budista japonês Mikao Usui é considerado o “pai” do Reiki e criou o Reiki Tradicional. Nos dias de hoje existem mais caminhos e orientações para quem quer fazer Reiki, sendo que o importante é perceber que, embora os percursos sejam diferentes, a essência é a mesma. Existem diferentes tipos de Reiki, mas a energia vital é comum a todos. O Reiki que pratico é o Reiki Estrelar com o qual me identifico bastante.

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A formação do Reiki está dividida em três níveis (1, 2 e 3).

Ao fazer a iniciação através do primeiro nível propomo-nos a uma ligação mais intrínseca e honesta connosco, passando a ter um papel mais activo e consciente do trabalho desenvovido, normalmente iniciado numa terapia de Reiki.

É necessário fazer os três níveis de Reiki?

Cada nível incide sobre diferentes áreas que se complementam, no entanto não existe a obrigatoriedade de fazer os três níveis. O nível um relaciona-se com um processo de cura física, o segundo de cura emocional e o terceiro de cura mental e espiritual. Cada pessoa avalia se lhe é útil aprofundar os conhecimentos e quando.

Então somos todos terapeutas?

O Reiki permite voltar para dentro, para a essência, ir de encontro ao “eu” sem filtros, funciona como um espelho que nos reflete e é uma terapia que tem uns “braços” enormes que nos envolve e acolhe de forma sábia. Ao aplicarmos Reiki a nós próprios ou a outros estamos a contribuir para o bem-estar de alguém. No entanto ser terapeuta exige um estudo e prática significativos que são morosos, uma vez que a experiência é a chave para um bom trabalho. Isto significa que é necessário uma tomada de consciência após o momento em que se completa a formação de Reiki..

Acompanhar processos terapêuticos é algo exigente e de extrema responsabilidade, pois estamos a lidar com fragilidades de alguém que precisa de apoio e a terapia de Reiki exige uma sensibilidade e conhecimento energéticos significativos e, igualmente importante, um conhecimento sobre a forma como é organizada e transmitida a informação à pessoa.

Seja qual for o objectivo, se o compromisso consigo próprio passa por aprender este método de auto-ajuda, venha “pôr as mãos na massa”e comece com o primeiro nível! Vai surpreender-se com o que as suas mãos conseguem fazer!

Nós aqui temos energia.
Nós aqui temos isto e muito mais!

Rita Deus

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Medo para que te quero?

MEDO PARA QUE TE QUERO?

RITA

O medo, sensação reconhecida por todos nós desde tenra idade, expressa-se em diferentes tipos e níveis, que pode ir desde uma ligeira ansiedade ou desconforto até ao pavor total. O nosso organismo também apresenta respostas diferentes de acordo com a intensidade do medo, estado emocional que resulta da consciência de perigo ou ameaça, reais ou imaginários. A fuga, literal ou não, é um comportamento comum, tendo em conta que o medo desperta sensações desagradáveis.

O medo relaciona-se com o primeiro chacra (vórtice energético), localizado na base da coluna vertebral e denominado de Muladhara, que significa base, fundamento e suporte. O elemento associado a este chacra é a Terra que relaciona-se com a parte física, justificando as reacções que ocorrem no corpo perante uma situação de medo como o coração acelerado, as mãos frias e suadas, a boca seca, entre outras.

Medo para que te quero?O primeiro chacra é responsável pela nossa vitalidade. Em equilíbrio permite-nos ter a coragem, estabilidade e segurança por outro lado, quando em desequilibrio origina a insegurança e o medo. Mas o medo não surge somente para nos assustar, assume também um carácter protector, uma vez que é uma sensação de alerta de extrema importância para a sobrevivência, principalmente para o ser humano, evitando que nos coloquemos em situações de risco.

Assim, a existência do medo torna-se fundamental, mas com conta, peso e medida, pois quando em excesso, impede-nos de tomar decisões, de avançar, de dar passos imortantes.

Se fosse possível personificar o medo, diria que é aquele senhor que se assemelha a um hóspede não desejado que entra sem pedir licença e quando menos esperamos. De repente simplesmente se instala.

O que podemos fazer para que o medo não nos atormente, como podemos pedir gentilmente que saia de onde não é desejado?

A razão pela qual as pessoas sentem medo de coisas diferentes e têm também reacções diferentes tem que ver com os registos energéticos que exitem em cada um de nós.

“Conhecer o medo” exige disponibilidade da nossa parte, uma vez que mexe com as nossas inseguranças, com os nossos receios primários. Perceber a sua origem permite-nos lidar com a problemática que está inerente e isto é possível através da terapia de Reiki.

Os factores que desencadeiam o medo ficam registados no nosso chacra base, como tal trabalhar a nossa energia é fundamental. A terapia de Reiki ( (Rei = Universal, Ki = energia) enquanto terapia holística, harmoniza a energia do chacra permitindo descortinar os acontecimentos e sensações que nos fazem sentir inseguros e que nos levam a ter determinadas reacções.

A grande mais valia do trabalho energético é actuar na nossa fonte energética, libertando memórias desnecessárias que limitam o nosso percurso.

Afinal não é necessário ter tanto medo do medo, basta conhecê-lo bem!

Rita Deus

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DÁ-ME A TUA MÃO, DIR-TE-EI QUEM ÉS!

RITA

A imagem da senhora que lê o futuro na palma das mãos está presente em muitos de nós. A senhora que, ao abrir a mão, despertava curiosidade na pessoa mais ou menos crente, alguém que dizia se existiria sorte ou azar no amor, o número de filhos, o sucesso nos negócios e se a saúde era “de ferro”…

A popular Quiromancia, do grego quiro (mão) e mancia (adivinhação), é algo que praticamente não é utilizado, uma vez que o verdadeiro objectivo de uma leitura de mãos não é adivinhar o futuro. Quirologia é o termo correcto, do grego quiro(mão) e logia (estudo), que se baseia no estudo e interpretação dos sinais existentes em ambas as mãos, com o intuito de analisar e representar a pessoa.

Se fecharmos os olhos e palparmos a mão de alguém, ou mesmo a nossa, conseguimos sentir as diferenças e as características das mãos: mais suave ou mais áspera, mais fina ou mais grossa, mais longa ou mais curta, mais quente ou mais fria, mais “fofinha” ou mais rija.

Estudar e ler a palma das mãos é uma tarefa semelhante a um jogo de Mikado, pode parecer-nos confusa a forma como iniciamos a sua desconstrução, uma vez que existem várias linhas interligadas entre si e no cruzar de algumas surgem sinais, como que caminhos, uns mais vincados do que outros. É por isso necessário um olhar atento a todos os pormenores, um “olho clínico” eu diria, para que estas linhas consigam ser devidamente interpretadas.

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A análise da mão tem em conta a sua forma, os dedos, a temperatura, as linhas e sinais. Em Quirologia as mãos têm funções diferentes, sendo uma denominada como “mão activa” (a direita, no caso dos dextros e a esquerda no caso dos canhotos) e a outra como “mão passiva”. A primeira ajuda-nos a perceber como estamos a lidar com a vida, com o consciente e a última, a mão passiva, traduz o campo da reflexão, do privado, bem como registos de infância.

As linhas e formas da mão podem ter alterações ao longo da vida consoante as nossas acções. A leitura das mãos permite deslindar o “mundo interior” de cada um e compreender os desafios que surgem ao longo da vida possibilitando deste modo orientar a pessoa tornando as opções cada vez mais conscientes.

A leitura das mãos é tão rica que é comum ser realizada nas consultas de numerologia e astrologia, uma vez que são informações complementares.

As mãos são expressivas, comunicativas e, até mesmo para quem não é um quirólogo (especialista em leitura de mãos), é possível perceber o tanto que “dizem” de nós. A postura das mãos, no nosso dia-a-dia, diz muito de nós pois traduz a forma como nos sentimos, como somos – ansiosos, nervosos, felizes… Nas mãos circula energia existindo um chacra (vórtice energético), razão pela qual as mãos dão e recebem.

A partir de hoje esteja atento às suas mãos. O que será que elas dizem de si? Nada como uma sessão de Quirologia para descobrir o que cada um desses traços representa! Começamos com um aperto de mão?

Rita Deus

Nós aqui temos energia.
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