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A VIDA NUM BARALHO DE CARTAS.

RITA

Conhecido como as “cartas que adivinham o futuro”, é importante desmistificar o que é o tarot e como funciona.

Não, a leitura de cartas não implica o uso de um turbante. E não, não é nenhum truque de magia!

A origem do Tarot é longínqua, difícil de situar no tempo, tal como o significado da palavra, uma vez que foi algo praticado por diferentes culturas em diferentes momentos da nossa História. A definição de Tarot mais conhecida deriva do Egipto: TAR “Caminho” e RO, ROS e ROG (rei ou real) “Caminho Real da Vida” ou “Estrada da Vida”.

O Tarot é composto por 78 cartas, conhecidas por Arcanos, palavra com origem no latim e que significa segredo. Os Arcanos oferecem uma leitura de símbolos e arquétipos ancestrais que reproduzem imagens e mensagens. O tarólogo tem a função de decifrar estes códigos que se lhe apresentam. A par destes códigos existem também os números das cartas, que no seu todo assumem um significado específico ligado à numerologia.

Confesso que a leitura das cartas é  para mimuma área apaixonante por dois motivos: o primeiro prende-se com o facto de, após vários anos de trabalho, ainda me continuar a surpreender pela informação transmitida pelas cartas, e o segundo, pela dedicação e estudo constante que esta área requer, exigindo que o cérebro construa constantemente puzzles e resolva quebra-cabeças de forma a desvendar uma história, que não é mais nem menos que a história de vida de alguém.

Então o que podemos esperar de uma consulta de Tarot?

Numa consulta o tarólogo explora diferentes temáticas relacionadas a aspectos da vida e da personalidade, sendo que é possível a pessoa colocar também questões sobre assuntos que  deseje desenvolver e clarificar.

A leitura das cartas permite uma ligação a uma sabedoria interior e a um conhecimento profundo e sendo mágica não é uma magia.

Integrar o Tarot na nossa vida é abrir um livro de conhecimento tão enriquecedor que nos permite caminhar nas várias direcções do nosso ser e da nossa evolução. O tarot não “adivinha” o futuro, funciona como um guia e orientador.

Vai uma cartada?

Rita Deus

Nós aqui temos energia.
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Fotografia: D.R.

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A ENERGIA DOS NÚMEROS “NEM 8 NEM 80!”

RITA

A nossa forma de estar e a necessidade de mudança é algo que está presente no nosso dia-a-dia, faz parte da nossa vida de forma mais ou menos consciente, mais ou menos intencional.

Não deixa por isso de ser curioso o facto de adoptarmos expressões no nosso quotidiano que se relacionam com a nossa forma de estar: o “passar do 8 ao 80”, numa óptica de mudança, o “estar feito num 8!” como sinónimo de mau estar e a inerente vontade de reverter esta situação…

Seja como for, todos nós temos os nossos dias, as nossas fases. E cada um de nós lida com estas situações de forma diferente: se há pessoas que gerem bem os desafios e conseguem ter uma “atitude positiva”, outras só se lamentam. Uns são mais optimistas, outros menos. Uns vêem o “copo meio cheio” e outros “o copo meio vazio”.

copo meio cheio meio vazio

Pois bem, a isto chama-se gestão de emoções e desafios. Mais fácil para uns. Bem difícil para outros.

Olhar para o desafio, perceber o que se pretende trabalhar em nós, no nosso interior e ultrapassar é bem mais exigente do que o lamento. Este último é extenuante e não nos permite andar para a frente, não permite a superação de nós próprios.

A boa notícia é que existem ferramentas que nos ajudam a aprofundar um pouco mais as razões pelas quais isto acontece, de modo a que possamos treinar esta gestão de nós próprios e reverter as situações: uma dessas ferramentas é o “código energético“, que existe em cada um de nós (tal como o ADN), e a outra a “numerologia”, que funciona como que uma “calculadora” que ajuda a traduzir este código.

Então o que podemos descobrir numa sessão de numerologia?

O estudo numerológico tem como objetivos principais orientar e contextualizar a nossa caminhada e percurso pessoal, permitindo-nos perceber o porquê de determinadas características, como potenciar as nossas capacidades, as diferentes fases que vivenciamos e respectivos desafios.

Numerologia

O estudo numerológico é um diagrama da nossa vida, significa ter o nosso “mapa geográfico”.

Não são seguramente os números-chave do euromilhões! Ou melhor, na verdade são, mas a chave de cada um de nós. Aquela que nos permite conhecer o código energético que vai ajudar a interpretar melhor os nossos padrões comportamentais e consequentemente ajudar a desbloquear e trabalhar em nós a forma como gerimos as nossas emoções.

Em numerologia o número 8 traduz a ideia de realização, de concretização. Pois então aqui fica o desafio para “concretizarem” uma sessão de numerologia e descobrirem o que está no vosso código energético!

“Nós navegamos na vida através de um oceano de números.”
Albert Einstein

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Fotografias: D.R.

pessoa na praia

A BOA ENERGIA DA PRAIA.

RITA

Quando falamos em Reiki, estamos a falar da ligação da energia do Universo (Rei) à nossa energia individua (Ki). E se é verdade que em terapia trabalhamos esta ligação numa óptica de “cura” e de desenvolvimento / crescimento individual, também é verdade que esta troca de energia pode estar presente no nosso quotidiano, de forma mais ou menos intensa.

Assim, e para trazer para o concreto, nada como ter exemplos de situações em que nós próprios podemos promover esta troca, e disfrutar da boa energia que isso nos traz.

A praia é um excelente exemplo disso. Quantas vezes associamos uma ida à praia ao bem-estar, ao relaxar, ao “carregar baterias”, à boa energia que o contacto com o sol e o mar nos proporcionam?

Pois, confirmo! E não, não é por acaso…!

A boa energia da praia

A boa energia da praia

A praia não é uma terapia orientada, mas funciona de forma terapêutica e momentos terapêuticos deveriam ser obrigatórios na nossa rotina, pois proporcionam bem-estar e, como tal, equilíbrio. Na praia ligamos-nos è energia do universo, permitindo-nos parar e receber.

A presença dos elementos água, ar (vento), terra (areia) e fogo (sol), relacionam-se de forma direta com os nossos chacras (vórtices energéticos) , daí o nosso bem-estar na praia.

Ora, imaginemos: final de tarde, estendidos na toalha, sem vento, o sol a fazer-se sentir q.b., suave de modo a que o mergulho não seja uma exigência e suficiente para que a toalha não tenha que cumprir a função de tapar os ombros…

Fechamos os olhos e sentimos o sol a aquecer o corpo, o som do mar e todas as vozes que se sobrepõem umas às outras como barulho de fundo, servem de embalo até entrarmos no “lusco-fusco”, em que a sensação de descontração e leveza se sobrepõe a tudo o resto e se entranha em nós.

No momento em que corpo descansa na toalha, ligamo-nos à energia da terra e fazemos uma troca: a terra (areia) recebe a energia que nos traz peso, que é desnecessária, que nos traz pensamentos repetidos e frenéticos à cabeça, proporcionando, juntamente com os elementos da natureza (sol e mar), um cenário sensorial que de forma harmoniosa convence a mente a parar enquanto o sol nutre. Qual de nós não experienciou este momento, esta ENERGIA da praia? Sorriso no rosto, menos peso nos ombros e a expresssão “que saudades” é possivelmente a informação que o vosso cérebro vos transmite.

O mais interessante é que o tempo durante o qual perdura esta sensação pode variar, cinco, trinta minutos, uma hora… independentemente disso, o que imprime é uma sensação revitalizante, de nutrição, o tal “carregar baterias”.

E não, não é mesmo por acaso. As baterias carregam, quando deixamos que a “natureza” trate de nós, quando nos “ligamos” enquanto receptores e emissores de energia.

A terra liga-se ao nosso primeiro chacra que é responsável por nos trazer vitalidade, pela nossa estabilidade e segurança. A água (mar) com o segundo chacra, que diz respeito à nossa vontade e ao modo como vivemos os relacionamentos. O fogo (sol) com o terceiro chacra, a forma como gerimos as nossas emoções, considerado o fogo “digestivo” na medicina tradicional chinesa. E o ar com o amor incondicional, compaixão e equilíbrio.

Assim, quando estiver na praia, desligue a mente, sinta o sol no corpo, a areia nos pés, ouça o mar e inspire e expire dez vezes de forma calma e profunda.

Aproveite os dias na praia para se nutrir!

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REIKI

RITA

Não é por acaso que é uma terapia milenar.
E também não é por acaso que o Reiki é uma das terapias que integra os serviços do OmYou – Gabinete Holístico de Bem-estar.
Falar sobre Reiki é sempre um desafio, principalmente porque existe um conjunto de ideias pré-concebidas e bastante erradas acerca do assunto.

Vamos então por partes:
Antes de mais é fundamental desmistificar o conceito das “terapias alternativas”, que são, na sua essência, integrativas e complementares, uma vez que na nossa sociedade não crescemos a ouvir falar de energia de forma estruturada e explicada como acontece noutra áreas. Assim, é comum que não se entenda exatamente o que é e no que consiste a terapia de Reiki, tornando-se algo abstracto e pouco “palpável”.

É quase certo que o contacto com a palavra “energia” surge muitas vezes associada a algo “alternativo” e vêm-nos à memória histórias que experienciámos ou alguém vivenciou “fora da realidade”, ou da nossa capacidade de percepção associada à tão célebre expressão:  “No creo en brujas pero que las hay, las hay”.

Muitas destas histórias remetem-nos para a ideia de que vivemos uma vida concreta e tudo o que é alternativo ou energético é algo que acontece apenas em momentos específicos da nossa vida, como que desvinculado de nós: “aconteceu, foi estranho, não percebi e já passou. Ufa!”, correndo o risco de algumas destas experiências surtirem o efeito de curiosidade, querer perceber mais, ou do desapontamento da “charlatanice”.

Este cenário poderá não terá sido vivido por todos nós e, garantidamente, algumas pessoas que estão a ler este texto têm outra consciência e conhecimento do Reiki, mas como foi referido inicialmente, o objectivo é desmistificar esta terapia para quem não está familiarizada ou tem ideias erradas sobre ela.

Passemos então à fase seguinte: O que é então isso de “energia”, Reiki e afins..?!E o que é que acontece quando fazemos uma terapia?

Na verdade nós “somos energia”, energia que está presente e é manifestada em todos os momentos da nossa vida, de forma mais ou menos consciente.

Ao longo da nossa coluna vertebral, que é o nosso centro, temos sete “chacras”, a palavra chacra vem do sânscrito e significa “roda”, “disco”. São sete os principais chacras, dispostos desde a base da coluna vertebral até ao topo da cabeça e cada um está em correspondência com funções físicas, mentais e emocionais.

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O objectivo é que todos estes vórtices girem a uma velocidade permitindo que a energia flua, mas se um desses centros começa a diminuir a velocidade de rotação, o fluxo de energia fica inibido ou bloqueado trazendo consequências emocionais e físicas.

O Reiki identifica o estado em que se encontra cada um dos chacras e relaciona com as problemáticas, desafios de vida da pessoa e estado emocional e físico, pois cada um destes chacras tem “informação” acerca destes aspectos.

O Reiki explica de forma organizada como é que esta informação é lida e que significado tem na nossa vida de forma muito prática e concreta, sem ter a” tónica esóterica”.

Mas como é que isso se faz?

Simples: marca-se uma sessão, diz-se o nome e mais nada… e este “mais nada” é fundamental para que não exista a sensação de que o terapeuta de Reiki “deduziu alguma coisa” por consequência de questões colocadas ou do que poderá ter sido dito antes do início da terapia.

Na prática, numa sessão de Reiki a pessoa tem apenas que se deitar, para que fique mais confortável. No entanto,o Reiki pode também ser aplicado com a pessoa sentada. Em qualquer das situações, só tem que fechar os olhos e respirar! Não é preciso tirar a roupa, não custa nada e é indolor.

Esta terapia é realizada através da colocação das mãos do terapeuta (a uma curta distância ou com toques suaves) sobre a pessoa nos pontos específicos correspondentes aos chacras. No final da sessão existe uma conversa com o intuito de explicar à pessoa o que foi percebido na sessão e articulado com a sua realidade/vida.

Mas como é que se lê? As nossas mãos adivinham, falam connosco?!

As mãos têm pontos energéticos que são capazes de emanar e receber energia e fazer a leitura destes pontos energéticos, os tais “chacras”.

As mãos lêem energia?
Sim, exatamente…é isso mesmo…Olhemos para nós para perceber um pouco melhor…

No nosso dia-a-dia e ao longo da nossa vida sentimos as alterações energéticas em nós e nos outros, no entanto explicamos as mesmas com expressões relacionadas às emoções, como por exemplo: “hoje estás tristonho, estás em baixo..ou estás com uma alegria, que disposição…que dia esquisito, parece que tudo corre mal…a tão conhecida expressão: que fase da vida complicada, tudo acontece…”.

A nossa energia “fala”e até “grita”em determinados momentos, só precisamos de aprender a sua linguagem.

Quem de nós nunca viveu situções em que estamos com outras pesoas e, mesmo sem existirem palavras, conseguimos sentir a pessoa, se está bem ou não, a sensação de “não gostar” de alguém num primeiro encontro ou de simpatizar com alguém, e/ou “paixão” à primeira vista, em que sentimos que somos “empurrados” para ir ter com determinada pessoa…

Sim, o Reiki é de uma sensibilidade extrema e permite-nos a tomada de consciência da nossa energia e como ela se manifesta na nossa vida em situações muito concretas, pálpaveis e não apenas como experiências esotéricas “fora da realidade”.

Hummm…ficou um pouco vaga a explicação?!

Porque não experimentar fechar os olhos e sentir, feche os olhos por dois minutos e sinta a respiração, a agitação interior, sem pensar, dois minutos apenas e “sinta-se” em vez de pensar.

Ok…então e porquê fazer uma sessão de reiki? Basta fechar o olhos e sentir-me certo?!

A necessidade do Reiki surge, mais uma vez, no sentido de aprendermos a ler a nossa energia e a interpretá-la, pois na verdade não estamos habituados a sentir a energia de forma consciente. Como tal, o terapeuta surge no sentido de trazer “terra” a esta experiência, de a tornar pálpavel, concreta, fazendo a ligação entre o que sentiu na energia da pessoa ao longo da sessão para depois a ligar a exemplos práticos, sem que a pessoa tenha que dizer nada, até para que a própria possa validar a experiência e o que daí resultou.

O terapeuta de Reiki não é um “bruxo” mas sim um tradutor de energia. É alguém que estudou e praticou muito para que a leitura destas energia resulte numa terapia que ajuda qualquer pessoa, que traz orientações.

Estranho?! Talvez, mas desafiante não?! Arrisque, arrisque-se.
Na OmYou temos terapia.
Temos energia.
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espiritualidade

A RITA AQUI, ESCREVE SOBRE ISTO.

RITA

Já não é segredo que gostamos muito de fazer terapias na Om You e NÓS AQUI, temos a sorte da Rita Deus ir partilhar no nosso blog os seus conselhos, dicas e opiniões numa área que é tão interessante e que suscita tanta curiosidade – a Orientação Holística para o Bem-Estar, porque, já disse Seu Jorge –  o bom da vida é viver bem, estar bem, querer bem.

A Rita é formada em educação de infância com especialidade em educação especial e desenvolveu o seu interesse pelas áreas holísticas quando trabalhava com as crianças e respetivas famílias. Até que depois de conciliar as duas facetas dedicou-se totalmente às terapias e agora temos a oportunidade de saber um pouco mais sobre estas temáticas todas as semanas.

O OM You é um espaço para a realização destas sessões na margem sul. Como somos muito cuscas quisemos logo saber, a razão do nome “OM You”. Como trabalhei uma vida em publicidade, por “(de)feito de profissão” comecei logo a criar a justificação – porque foneticamente soa “Home You”, ou seja, “sentires-te em casa”, até porque foi essa a sensação que tive. Mas, a Rita acabou logo com o meu ar de “chica esperta”. Não, não é por aí!

OM significa Som do Universo, isto é, representa a energia no seu estado mais puro, a polaridade que em perfeita harmonia gera o equilíbrio e you: (para si próprio), experienciar a energia em si próprio na sua verdadeira essência. Convenhamos que é melhor, mais sustentado. Mas, a minha versão não é má e faz sentido!

Acompanhe-nos e saiba mais sobre estas terapias todas as semanas neste blog, perto de si.

To be continued

Marlene Gaspar

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