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RITA MARRAFA DE CARVALHO E A SUA LIGAÇÃO À MARGEM SUL

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Foi um prazer ler este artigo no Jornal Económico e por isso partilho mesmo aqui no Lisbon South Bay blog.

“O Seixal foi a escolha da jornalista Rita Marrafa de Carvalho para um passeio. Viveu neste concelho mais de 20 anos e foi também aqui que deu os primeiros passos na carreira que abraçou.

Rita Marrafa de Carvalho: A “privilegiada um bocadinho beta” levou-nos à multicultural Margem Sul

A rádio era aqui, não era professor?”. A pergunta é retórica. Rita sabe a resposta. “E conti responde-lhe Manuel Pires, que acompanha a visita. Hoje já não está na Escola Secundária Manuel Cargaleiro, no Seixal, onde nos encontramos, mas naquela época, quando Marrafa de Carvalho estudou por aqui era ele o presidente do conselho diretivo. “Foi ele que tratou desta visita”, recordara-nos, minutos antes, ainda no carro, a jornalista da RTP. “Telefonei-lhe, disse-lhe que queríamos fazer esta reportagem aqui e perguntei-lhe a quem tinha de ligar para pedir autorizações. E ele respondeu-me: ‘Já não estou na escola, mas eu trato de tudo. Dá-me meia e eu já te ligo’”, conta com um sorriso, quase infantil. E tratou. Tratou e faz questão de acompanhar a visita guiada.

Estamos na biblioteca. As persianas estão fechadas e quase não entra luz no amplo espaço corrido a armários cheios de livros. As mesas, imaculadamente limpas e arrumadas, estão vazias. “Estamos em férias escolares, é natural que a escola esteja vazia”, justifica-se o professor, como que adivinhando os nossos pensamentos. Rita segue na frente. Segura de cada passo, reconhece cada recanto. Vira à direita para uma ponta da biblioteca. “Mas a rádio agora é mais pequena. Isto vinha até aqui”, recorda. Isto é a uma parede de contraplacado, que reduziu para metade o espaço ocupado pela rádio da escola. “Verdade”, anui o professor. “Mas o resto está igual”, diz Rita Marrafa de Carvalho com uma gargalhada. Os gravadores, a mesa de mistura antiga, gasta, já sem os botões originais. Rita pega um microfone. “Tão levezinho, parece de brincar”, diz com uma gargalhada. Coloca-se na base, puxa a cadeira castanha e senta-se. A mão direita está em cima dos botões da mesa de mistura e a jornalista ensaia uma emissão de rádio para a objetiva do Nuno Canhoto. Foi ali que tudo começou.

Mas… voltemos ao início. O convite do Jornal Económico havia sido aceite na hora. A marcação ficou primeiro para uma terça. Haveria, dois dias mais tarde, de ser mudada para quinta. Rita, 39 anos, escolheu como pano de fundo para o Sair Com um regresso às origens. “Margem Sul. Vamos à Margem Sul. Foi lá que cresci. Vamos à baía do Seixal e à escola onde estudei”, informa.

Hora combinada, ponto de encontro marcado junto à Igreja da Memória, na Ajuda, em Lisboa. Uma questão de conveniência. Escriba, fotógrafo e Rita moram no mesmo raio de um quilómetro.
Marrafa não vem sozinha. Com ela, Mariana, a filha mais velha, 11 anos. Vamos todos juntos no carro. Rita entra para o banco do pendura. Depois das saudações da praxe, informa: “Há duas coisas que tenho de fazer, uma é acabar de comer e outra é maquilhar-me”, diz, enquanto mastiga ligeiramente um pão que vai a meio. “A situação não é nova para mim”, avisa, enquanto puxa a pala que tem à frente, para ajustar o espelho que lhe permitirá retocar-se. “Sempre que saio em reportagem de última hora, na RTP, e não tenho tempo de me maquilhar, é no carro que o faço. Os meus colegas já sabem que não há curva mais arriscada que me perturbe. Sai sempre bem”.

Do banco de trás, ouvem-se os primeiros cliques, sinal de que o repórter fotográfico já começou a trabalhar. O gravador está ligado em cima do tabliê e vamos conversando no modo informal e descontraído, normal entre duas pessoas que são amigas há mais de uma década.
“O Seixal era a escolha óbvia para esta reportagem. Vivi lá 20 e tal anos. Foi lá que fiz o meu liceu, que foi dos tempos mais felizes da minha vida. Foi lá que comecei na rádio e televisão escolar, com o Rui Unas. Depois foi lá que comecei a fazer rádio local, na rádio Seixal. E ainda porque foi lá que comecei a trabalhar na Sigma 3, para o Alta Voltagem e para o Curto Circuito. E, já agora, foi lá que comecei a tocar, num bar do Seixal que já não existe e que era giríssimo, todo em vidro, no meio da baía”, enumera. Bem vistas as coisas, não havia escolha melhor.

Sigamos então, num dia de primavera a cheirar a verão, para o Seixal, esse albergue de talento, de onde partiram várias figuras dos media e do espectáculo. “A Escola Secundária do Fogueteiro, para onde vamos, e que agora se chama Secundária Manuel Cargaleiro, inaugurada em 1985, juntou, em gerações diferentes porque temos idades diferentes, o Rui Unas, os irmãos Rosado, o Nélson e o Sérgio dos Anjos, o Pedro Teixeira, o Jorge Picoto, Os Alcoolémia, a Cláudia Mergulhão, uma manequim fantástica, que foi uma das musas do estilista José Carlos”, vai enumerando Rita, enquanto, já do lado de lá do Tejo, nos vai guiando por dentro do Fogueteiro. “Agora naquela rotunda viras à direita”. O carro vai seguindo em marcha urbana. “Ali à esquerda, há uma fábrica que vende as melhores bolas de Berlim de sempre. Do mundo inteiro. Sempre que aqui venho, e quando posso, como uma. Não é nada de cremes de pasteleiro, sabe mesmo a ovo”, elogia. “À volta, passamos por lá”. Fica a promessa.

De repente, Rita Marrafa de Carvalho ainda se lembra de mais um VIP, anónimo nos tempos da escola: “Ah, quem andava na escola também era o Diogo Morgado, com quem eu partilhava o autocarro. Mas eu saía nas Paivas e ele seguia para Cruz de Pau”. O condutor-jornalista não resiste à piada. “O quê? O Jesus Cristo ficava na Cruz de Pau?”. Marrafa dá uma gargalhada sonora, como se nunca lhe tivesse ocorrido a graçola. “Não é maravilhoso?”, pergunta.

A escola dos afetos
Chegámos. Mas não chegámos sozinhos. No exato momento em que estacionamos o carro no parque, um outro se junta à direita. Rita acena, enquanto fecha a janela. “É o professor Pires”. A porta do carro abre-se, mas a jornalista ainda solta um grito. “Espera, tenho de colocar um pouco de bâton”. Seja. Finalmente pronta, sai e cumprimenta o professor com dois beijinhos.

“Temos ainda uma grande ligação com os professores da altura”, justifica Marrafa. “Esta era uma escola dos afetos, uma escola cultural que tinha clubes dinamizados pelos professores. Clube da Literatura, Clube da Música, Clube do Ar Livre, Clube do Teatro. E nós tínhamos sempre muitas atividades”, recorda.
Manuel Pires vai abrindo caminho na visita guiada. Estuga o passo e complementa: “E ainda somos assim. Esta é uma escola muito ativa”. As paredes, cheias de trabalhos dos alunos, alguns bem artísticos, inspirados no génio que dá nome à escola, não permitem desmentir o professor.

“Há um estigma muito tonto em relação à Margem Sul”, diz Rita Marrafa de Carvalho. “Esta escola era absolutamente multicultural. Tínhamos os ‘betos’ todos da Verdizela e Belverde, como tínhamos a malta mais heavy e rock, como eram os Alcoolémia, como tínhamos os miúdos que viviam perto do bairro da Jamaica. Era, e presumo que ainda seja, multicultural, estávamos completamente enraizados. Uma escola transversal em termos sócio-económicos”.

E Rita, onde se integrava ela? A pergunta solta a gargalhada sonora que se lhe reconhece. “Como era uma escola muito vocacionada para as artes, vinha muita gente dos arredores ali para o Fogueteiro. O ambiente era muito bom. Onde é que eu me integrava?”, pergunta, para responder, de seguida: “Como era uma tipa profundamente irritante, porque era muito expansiva e proactiva, e a minha turma era de gente muito atinadinha, eu dava-me mais com os ‘betos’. Eu era um bocado ‘beta’, ainda hoje me dizem que sou um bocadinho (risos). Depois tive um bocado aquela onda beta-hippy e usava uns brincos com pena de pavão, uma cruz da paz e cantava Doors”. Depois, diz, normalizou.

Rita vai parando durante a visita. Já ali voltara desde que abandonara a escola, portanto, nada lhe cheirava a surpresa. “Não volto recorrentemente, mas de vez em quando, sim, até porque já fizemos, entretanto, aqui umas festas”, esclarece. Mas hoje, perto de fazer 40 anos (“não sei se rie, se chore…”), e mãe de dois filhos (a já citada Mariana, 11 anos, que vai segurando na mala da mãe, a cada foto que é tirada, e Miguel, de cinco), Rita olha para as paredes azuis e brancas da escola com uma certa saudade. “Fui muito feliz aqui. Nós éramos uns privilegiados. Toda a gente acha que a Margem Sul é um subúrbio manhoso, mas não é verdade. Eu nunca fui assaltada, nunca me envolvi em qualquer arruaça, andei sempre em transportes públicos até muito tarde. Apanhava o último barco e saía em Cacilhas. E nunca me aconteceu nada. Essa história da Margem Sul é um mito urbano”.

Faz uma pausa. “Pronto, está bem, se fores falar para zonas como a Quinta da Princesa, para o Feijó, equaciono essa possibilidade de ser um sítio um bocadinho diferente, mas esta zona onde cresci, não”, relata a jornalista, filha de uma professora e de um engenheiro “que teve sempre cargos de direção”. “Uma classe média que vivia bem”, resume, acrescentando que viveu numa casa “onde sempre houve livros, onde houve sempre música e instrumentos”. “Em termos culturais nunca me faltou nada. Os meus pais tocavam vários instrumentos, viajávamos, líamos muitos. O meu pai pintava e ainda hoje pinta, talvez não tanto quanto gostaria. A minha mãe é uma leitora compulsiva. O meu avô era maestro e compositor. O meu tio tocava e ainda toca na banda da Carris. Portanto, tinha ali um ninho muito confortável”, recorda.

“Não era uma aluna marrona”
Do 7º ao 12º ano, antes de entrar na Universidade Nova para tirar Ciências da Comunicação, aquela escola foi dela. “Era boa aluna. Não era daquele tipo marrona, mas estudava. A minha mãe sempre me ensinou que a melhor forma de estudar era escrevendo. E, portanto, eu estudava, escrevia a matéria, lia-a para um gravador de cassetes e, às vezes, adormecia a ouvir a minha voz a debitar matéria. Mas aquilo funcionava”, diz com uma voz segura.

A Educação Física era uma exceção. “Não era particularmente boa”, diz, eufemisticamente, numa confissão quase cúmplice. “Tirava um 3 e ficava feliz; também não me esforçava assim muito. Os 3 a Educação Física talvez tenham sido os únicos que tirei. Era uma aluna de muitos 5, mas os meus pais eram muito irritantes (gargalhada). Eu chegava a casa, cheia de orgulho, com um 5 para lhes mostrar e eles respondiam-me: ‘muito bem, não fizeste mais do que a tua obrigação’”.
Mariana segue na peugada da mãe. Ouve atentamente as suas histórias, se bem que “muitas delas já conheça de cor e salteado”. Também ela é boa aluna. Quando entra na sala 83, num dos seis pavilhões que compõem a secundária Manuel Cargaleiro, a filha mais velha de Rita corre para o quadro branco. “Isto agora é tudo moderno. Onde é que está a ardósia? E o giz?”, pergunta Rita, na brincadeira.

As mesas estão dispostas normalmente, como em todas as salas de aula. Pedimos a Rita que se sente no “seu” lugar. “Não consigo”, responde. Naquele tempo, “a disposição da sala era outra. Era em U, todos se viam, e os professores percorriam a sala toda”. Ainda assim, puxa uma cadeira, despe o casaco e senta-se, como aluna aplicada. Deixa-se fotografar.
A visita segue completa. “Aqui é a sala dos professores”, anuncia Manuel Pires. Rita complementa: “Olha só para a categoria do bar! Aqui nunca podíamos entrar, era sagrado”. Mais dois passos. “Olha, ali era a secretaria. Isto está igualzinho, que giro. Eu, esta parte não tinha voltado a ver”.

O passado é uma coisa bem arrumada na vida de Rita Marrafa de Carvalho. Literalmente. “Tenho todo o meu percurso escolar guardado. Cadernos de apontamentos, livros, dossiers, tudo por anos”, diz, com o ar mais normal do mundo. Perante o espanto do repórter, Rita volta à carga. “Acho que é normal, não é? Então, ia deitar fora? Está tudo arrumado em casa da minha mãe”. Mariana ri-se: “Ainda me vão fazer falta. Vais ter de me empresar os apontamentos”, diz. A mãe responde-lhe: “Claro, meu amor, devem estar muito atualizados”.

Os anos passaram. Rita volta a falar dos 40 a que vai chegar em breve. “Vou fazer uma festona. Ainda por cima porque são 20 de RTP”, conta a jornalista, que entrou na então 5 de Outubro como… locutora de continuidade. “Eu tinha 19 anos, ia fazer 20 em breve. Não comecei na informação, porque estava na faculdade. Como já trabalhava na produtora do Unas, fui fazer continuidade. Só podia aos sábados e domingos, porque tinha aulas. Aquilo era feito em direto, naquele tempo. Eu tinha de estar pronta para entrar no ar às oito da manhã, dentro da cabina de som da régie, para dar toda a programação do canal 1”, conta. Faz uma pausa de dois segundos, coloca a voz e exemplifica: “Muito bom dia, damos então início à emissão de hoje da RTP1, dia 13 de abril de 2017. Começamos, como é habitual, com o espaço infanto-juvenil, com o episódio do Batman. Depois à uma da tarde, não perca toda a atualidade com o Jornal da Tarde”. Mariana ri-se. “Nunca te enganavas?”, pergunta. “Sim, disse muitos disparates, em direto, claro, mas faz parte. Eram oito da manhã”. Ainda conciliou a faculdade, a locução na RTP e a apresentação do Curto Circuito no extinto CNL. “Era uma loucura. Até porque houve uma altura, curta, que ainda estava com isso tudo e na rádio Seixal, mas tive de optar”.

A informação viria mais tarde. Primeiro, quando acabou o curso, num estágio curricular na RTP: “Estagiei os três meses no Regiões, que é hoje o Portugal em Direto”. Foi uma escola, não tem dúvidas. “Fiz de tudo, vi de tudo. Aprendi imenso com aquela equipa, aprendi muito da importância dos meios de comunicação regionais, como são verdadeiras pérolas e fontes de informação para pequenas e grandes histórias”, diz. O estágio chegou ao fim e Rita não ficou. Voltou para o CNL durante um ano, a fazer o Curto Circuito, mas “já estava farta do entretenimento”. O telefone tocou por essa altura. “Eram o José Rodrigues dos Santos e o Carlos Fino, que estavam na direção, a dizer que tinham visto reportagens dos últimos estagiários, que tinham gostado muito das minhas e se eu estava disponível”.

Caiu como sopa no mel. Fez um estágio profissional. “E fui ficando, fui ficando, fui ficando. E lá estou, muito feliz, sempre com desafios novos”. Na televisão pública já fez de tudo: grandes operações no terreno, coordenação, apresentação, enviada-especial. “Eu não sou muito de escolher o momento alto da minha carreira. Não creio que haja isso. As carreiras fazem-se todos os dias, com trabalho, com esforço, com dedicação, mas é evidente que a reportagem que fiz no sudoeste asiático, depois do tsunami de 2004 na Indonésia, que matou 200 mil pessoas, foi muito impactante a vários níveis. Foi um trabalho que me marcou muito, é evidente”.

Estamos na baía do Seixal. Ali, Rita começou a tocar, ali Rita passeava com os colegas e amigos. E é ali que Rita posa de novo para a fotografia. Com Lisboa à vista, Rita olha o horizonte. E garante que “o melhor está sempre para vir”.
De regresso a casa, a jornalista da RTP fala da música e de como as cantigas a preenchem. “Quero continuar a fazer o que gosto: a contar boas histórias, a cantar, a escrever livros, a dar aulas. Sou uma privilegiada por fazer o que gosto. E ao longo da minha vou tentar não me esquecer disto, não me esquecer de continuar a fazer o que me dá prazer”.
Pena é que, já em Lisboa, nos tenhamos lembrado de um esquecimento fatal: as Bolas de Berlim, as tais “melhores do mundo”, ficarão para outro dia…”

in Jornal Económico

 

 

feriaspascoa

36 CENTROS DE FÉRIAS NO SEIXAL

corremos

Pois é, as férias da Páscoa começam amanhã, mas férias são só para as crianças! Sim, porque por aqui vai-se continuar a bulir e estamos em ânsias para saber como ocupar a criançada, aqui na margem sul. Para resolver esta questão encontrámos várias sugestões onde podem passar o dia felizes e contentes. Nós aqui, queremos sopas e descanso, pelo menos com esse tema. Sim, porque de resto não se descansa muito. Valha-nos o folar e as amêndoas (de chocolate, da parte que me toca) nestes dias e as pequenas num lugar onde gostem de estar e variar.

Aqui no Seixal as Férias Desportivas da Páscoa decorrem de 5 a 18 de abril para animar o período de descanso letivo com atividades lúdicas e desportivas que permitem a prática de exercício físico e o convívio entre crianças e jovens.

Estarão em atividade 36 centros de férias, trinta e seis, ouviram bem. Estes centros são promovidos pelo movimento associativo do concelho, associações de pais e outras entidades, que a Câmara Municipal do Seixal apoia com a cedência de equipamentos municipais, material logístico e técnicos especializados. Nós aqui, mostramos os Centros das Férias Desportivas da Páscoa. Sim, porque a Páscoa são 3 dias, mas as férias escolares são pelo menos 2 semanas! E já agora, no dia 12 de abril, tem lugar um convívio de orientação, no Parque do Serrado, em Amora, ao longo de todo o dia, aberto a todos os centros de férias.

Só nos resta desejar-vos uma Páscoa Feliz.

Nós aqui temos Férias Desportivas da Páscoa.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

SEIXAL

SEIXAL TEVE O DOBRO DOS VISITANTES EM 2016!

aplaudimos

O Seixal está bom e recomenda-se! Nós aqui já defendemos isso e o Relatório de Estatística Anual do Posto Municipal de Turismo diz-nos que não estamos enganadas pois registou um aumento significativo do número total de visitantes no concelho do Seixal: de 1530 em 2015, para 3424 em 2016.

O número de visitantes portugueses aumentou quase para o dobro, enquanto o número de visitantes estrangeiros quase triplicou, relativamente ao ano anterior, passando de 346 em 2015, para 967 em 2016.

Ao nível do mercado nacional, a maioria dos visitantes que passaram pelo Posto Municipal de Turismo são residentes na Área Metropolitana de Lisboa.

Os turistas estrangeiros chegam essencialmente de França (33 por cento) e Reino Unido (29 por cento), mas também do Brasil, Alemanha, Espanha, Bélgica, Itália, Estados Unidos da América e ainda de outros países em número mais reduzido.

turistasSeixal

Dos 3424 visitantes que se dirigiram ao Posto Municipal de Turismo, 2276 foram nautas que procuraram sobretudo os serviços de apoio à Estação Náutica do Seixal, designadamente ao nível administrativo, na utilização do balneário e lavandaria. Pode igualmente constatar-se que 823 das visitas foram motivadas pela procura de atividades turísticas e de lazer.

Nós aqui temos um aumento de turistas.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fotografia: Rui Tomás
Fonte: CM Seixal

SeixalModa

SEIXALMODA PROCURA ESTILISTAS E MODELOS. até 31 de janeiro.

aplaudimos

Achas que desfilar e/ou desenhar modelitos que podem causar sensação é a tua cena, então não percas as inscrições que vão durar até ao dia 31 de janeiro para o Seixalmoda 2017. Não precisas de ser um fashion victim, mas sim alunos a partir dos 14 anos que frequentem as escolas básicas do 2.º e 3.º ciclo, escolas secundárias e técnico-profissionais do concelho, podendo participar como estilistas ou modelos.

A final do Seixalmoda 2017 – 24.º Concurso de Estilismo Interescolas do Seixal irá realizar-se dia 6 de maio, no Pavilhão Municipal da Torre da Marinha.

O Seixalmoda é a primeira oportunidade para mostrares as suas aptidões no mundo da moda, seja como estilistas ou modelos. Estás disposto a tentar?

Então entrega a tua  ficha de inscrição que tem inserida as normas de participação e está disponível nas associações de estudantes e centros de recursos das escolas, Oficina da Juventude de Miratejo, Centro de Apoio ao Movimento Juvenil (CAMAJ) e na página facebook.com/seixalmoda.

As inscrições podem ser entregues pessoalmente na Oficina da Juventude de Miratejo, CAMAJ, nas associações de estudantes ou através de email associacao.nestilos@gmail.com.

A iniciativa resulta de uma organização conjunta entre a autarquia e a Associação N. Estilos.

Desfila por lá!

Nós aqui temos Seixalmoda.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

Tronco-de-Natal

CONCURSO DE DOÇARIA DE NATAL. ALINHAS?

degustamos

Como é? Gostas de ser gabarolas, que fazes uns doces de Natal como ninguém ou conheces alguém assim? Então estamos em época de partilha, por isso há que dar a conhecer e a provar aos outros.

Sim, porque o concurso da Aldeia Natal do Seixal vai divulgar e promover a doçaria tradicional da época natalícia. Agora que já estão aí malucos para se darem a conhecer ao concurso, tenham calma, que há coisas que ainda não são para todos. E neste concurso só podem participar apenas residentes no município do Seixal, nomeadamente pastelarias e padarias, doceiros particulares, associações de reformados e movimento associativo. É como as noivas de Santo António!

Mas, se és residente do concelho do Seixal podes fazer a inscrição gratuita até dia 2 de dezembro, através do preenchimento da ficha de inscrição que se encontra disponível nos Serviços Online.

Os doces a concurso devem ser entregues obrigatoriamente, até às 14 horas do dia 10 de dezembro, na tenda do Hospital das Brincadeiras, na Aldeia Natal do Seixal, para que possam ser apreciados pelo júri.

E quem vai apreciar tamanhas iguarias? Infelizmente, não vou ser eu, porque o júri será constituído por representantes das seguintes entidades: Escola de Hotelaria e Turismo de Setúbal, Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, Associação de Comércio e Serviços do Distrito de Setúbal – Delegação do Seixal, Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa e Câmara Municipal do Seixal.

E já agora, para que anotem no calendário, a cerimónia de entrega dos prémios realiza-se a partir das 15 horas do dia 10 de dezembro, no palco da tenda do Hospital das Brincadeiras. Serão atribuídos prémios ao 1.º lugar e ainda ao vencedor do Prémio Turismo (menção honrosa).

Aldeia de NatalSeixal

Ainda quer saber mais? Não seja por isso, contactem a organização através do telefone 212 276 776 ou do email posto.municipal.turismo@cm-seixal.pt. Boa sorte.

Nós aqui temos concurso de doçaria de Natal.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fonte: CMS

AldeiadeNatal

PROGRAMA DAS FESTAS DA ALDEIA NATAL DO SEIXAL. 8 a 18 dezembro.

celebramos 1

A Aldeia Natal do Seixal vai acontecer de 8 a 18 de dezembro com muita animação e diversão. Podem contar com a Casa do Pai Natal – nada como ir cuscar onde é que vive e não  menos importante a Fábrica dos Brinquedos! Se separarem o que tiverem da Patrulha Pata, vou-me safar à grande! Cá em casa tudo o que tenha a ver com estas criaturas caninas arranca um sorriso e um grau de satisfação que me faz ganhar o dia, neste caso, a quadra natalícia. O presépio também é motivo de visita, mas nada como um passeio no Bosque Encantado, para nos surpreender. E se o frio apertar, o que eu gosto mesmo é de poder aquecer-me no madeiro de Natal para recordar a infância. Fica-se com um pifo à fumo que afasta qualquer mal intencionado que se aproxime, mas perdoa-se o cheiro que fica pelo bem que sabe!

A criançada ainda tem direito a teatro infantil, passeios de charrete e de comboio, para além dos tradicionais cânticos de Natal, ou não fosse para Ela o Natal!

E onde é que fica isto tudo? Isto tudo e muito mais, que ainda não cheguei à melhor parte, fica na Torre da Marinha, junto à antiga Companhia de Lanifícios de Arrentela.

E qual é a melhor parte, qual é? O Mercado de Natal com artesanato, doçaria e produtos regionais, espetáculos de circo e pista de gelo. Uh, estamos no ponto. Pista de gelo é que é. Quedas com fartura, mas compensa tudo.

O hospital no Seixal não fica esquecido na lista de presentes, por isso, enquanto as crianças se divertem nos ateliês do Hospital das Brincadeiras, os pais podem participar na Campanha 1 Voto pelo Hospital no Seixal.

E no dia 17 de dezembro, às 15 horas, realiza-se, no Circo de Natal, o espetáculo Natal do Hospital no Seixal, em que artistas locais e nacionais se juntam a esta causa. É o caso de Diamantina, Dany Silva, Banza ou o grupo de percussão Karma Drums. Agora sim. Promete!

E não menos importante –  causa solidária que a Aldeia Natal do Seixal vai apoiar é a Operação Nariz Vermelho, que vai estar presente nesta grande iniciativa.

E a diversão não acaba – nos dias 13, 14 e 15 de dezembro, haverá um programa de ateliês temáticos, teatro infantil e de marionetas dirigido aos alunos das escolas do concelho. No recinto da Aldeia Natal irá também encontrar uma campanha de adoção de animais do Canil/Gatil Municipal.

Horário que isto de andar à toa não interessa nada!
Dias 8, 9, 12 e 16, das 18 às 23 horas
Dias 10, 11 e 17, das 10 às 23 horas
Dias 13, 14 e 15, das 10 às 12 e das 14 às 16 horas (atividades para as escolas); das 18 às 23 horas (público em geral)
Dia 18, das 10 às 20 horas

Aldeia de NatalSeixal

Nós aqui temos a Aldeia Natal do Seixal.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fonte: Câmara Municipal do Seixal

PresidentesCamaraMargemSul

NOVOS INVESTIMENTOS NA MARGEM SUL

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Hoje abrimos com um registo mais sério, porque a escrita não é nossa. Partilhamos a notícia do Jornal de Negócios em que informa que o Governo vai investir naquilo que um outro governo um dia disse não ser um “deserto”. Ora vejam.

“Governo abre a porta a investimentos na margem Sul 

Os autarcas de Almada, Barreiro e Seixal reuniram há cerca de duas semanas com o primeiro-ministro António Costa e os ministros do Mar, Infra-estruturas e Ambiente sobre o avanço de projectos que consideram estruturantes nos antigos terrenos da Lisnave, Quimiparque e Siderurgia Nacional. Investimentos como a Cidade da Água na Margueira (Almada), o novo terminal de contentores do Barreiro ou a instalação de novas indústrias no Seixal dependem ainda de questões administrativas, decisões políticas e resolução de passivos ambientais.

Ao Negócios, Carlos Humberto, presidente da Câmara do Barreiro, sublinhou que esta primeira reunião com o primeiro-ministro foi “um bom sinal”. De António Costa, os autarcas obtiveram garantias do empenho do Governo para concretizar os projectos, promovidos agora sob a marca Lisbon South Bay pela Baía do Tejo, empresa do universo Parpública. O Executivo, adiantou Carlos Humberto, considera o projecto “de interesse nacional”, entende que “deve ser visto como um todo” e reconhece a sua importância “como dinamizador regional”.

Impulso em 2017

Os três autarcas têm reclamado maior celeridade, até por estarem em causa investimentos que, no total, podem ultrapassar os 1,7 mil milhões de euros na região e para os quais já há interessados. As razões para a demora diferem em cada um dos concelhos.

No caso de Almada, o projecto Cidade da Água, nos terrenos da antiga Lisnave, está aprovado desde 2009 e representará um investimento da ordem dos 1,2  mil milhões de euros. Três investidores – um americano, um chinês e um britânico – já fizeram mesmo chegar cartas de intenção à Baía do Tejo. No entanto, problemas administrativos, designadamente quanto à titularidade dos terrenos, que está há três anos por resolver, têm atrasado o processo. Ao Negócios, Joaquim Judas, presidente da Câmara de Almada, adiantou que  já haverá “acordo de princípio para passar para a Baía do Tejo até ao final deste ano”. Depois deste passo, faltará apenas definir o modelo e lançar o concurso, o que acredita que acontecerá em 2017.

No Barreiro, Carlos Humberto também espera que sejam dados passos no próximo ano relativamente ao novo terminal de contentores. A ministra do Mar tem feito depender o projecto da conclusão dos estudos que viabilizem a infra-estrutura, assim como da existência de investidores interessados. Neste momento, falta que a Administração do Porto de Lisboa (APL) entregue os estudos à Agência Portuguesa do Ambiente para esta se pronuncie.

Além da Maersk, à autarquia e à APL já chegaram outras manifestações de interesse no projecto, que exigirá um investimento da ordem dos 500 milhões, mas “pode arrastar mais”, frisa o autarca. O terminal, que será instalado em terrenos conquistados ao rio, funcionará como investimento âncora para que outras empresas se possam instalar nos 300 hectares de terreno da Baía do Tejo na antiga CUF. “Apenas falta a decisão política suportada no estudo de impacto ambiental”, sublinha Carlos Humberto, para quem “no primeiro semestre de 2017 podia ser tomada a decisão”.

No Seixal, o grande problema é a descontaminação. Joaquim Santos, presidente da autarquia, diz que são precisos 50 milhões de euros para resolver o passivo ambiental em terra (mais 40 milhões na água). “Já foram executados 13 milhões e em 2017 serão mais seis – faltam 30 milhões”, afirma, sublinhando que “ainda não se chegou a metade do caminho”. O responsável revelou ainda que da parte do Ministério do Ambiente “há disponibilidade para avançar com mais candidaturas a fundos europeus” para resolver o problema, em que a comparticipação nacional é de 15%. O autarca garante que há interessados nacionais, na área da logística e indústria, na zona que já está descontaminada.

INVESTIMENTOS

Autarcas querem decisões

São 900 hectares disponíveis na margem sul do Tejo para projectos urbanísticos, logísticos e industriais.

Cidade da água na antiga Lisnave
Nos 53 hectares de terreno que serviram para a construção e reparação naval está prevista a construção do grande projecto urbanístico Cidade da Água. Serão 630 mil metros quadrados de área bruta de construção, destinada a habitação, empresas, comércio, hotéis e espaços de cultura e de conhecimento. Contará ainda com uma marina e um terminal de transporte multimodal.  O grupo que ganhar o concurso ficará obrigado a cumprir o projecto, o qual foi aprovado e publicado em 2009.

Barreiro quer novo terminal
O Barreiro espera que a decisão política quanto à construção de um novo terminal de contentores, iniciativa lançada pelo anterior Governo, avance. No parque empresarial que a Baía do Tejo tem no Barreiro, com 287 hectares, estão actualmente instaladas cerca de 200 empresas, mas outras já terão mostrado interesse em expandir-se ali caso seja construído o terminal.

Seixal preparado para Indústria
Dos territórios promovidos no âmbito do Lisbon South Bay,  o Seixal é o mais preparado para a indústria pesada. Os 400 hectares da antiga Siderurgia disponíveis não estão ainda descontaminados na totalidade e, só para os solos, serão necessários 50 milhões de euros.  Indústria, logística e serviços são as principais vocações desta área. Já há contactos com um empresa portuguesa para investir no território, na zona que já foi alvo de descontaminação. O autarca do Seixal garante que há outros interessados. ”

Maria João Babo
Jornal de Negócios

Nós aqui temos investimento.

Nós aqui temos isto.

Fotografia: Miguel Baltazar

Cavalos a solta

231 CAVALOS À SOLTA NA MARGEM SUL. CONSEGUES AGARRÁ-LOS? até 2 novembro.

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Não é segredo para ninguém a minha paixão pelos MINI. E saber que o MINI mais potente de sempre – o John Cooper Works está na margem sul prontinho para ser experimentado, pôs-me em Redline para sentir a verdadeira adrenalina.

Como também já não é segredo a AMG Car Seixal tem 10 MINI John Cooper Works para serem experimentados até ao dia 2 de novembro e como não podia deixar de ser pus-me “primeiras” da fila!

A decisão não foi difícil com este “verão de outono” que se faz sentir, o Cabrio “encheu-me as medidas”. Assim que liguei “o animal” o ronco deste foi música para os meus ouvidos. Com o MINI John Cooper Works estamos a falar de outra liga. Estamos na Champions! Estamos a falar de um “menino” com 231 cavalos de potência e de 6,3 segundos dos 0 aos 100km/hora. Um “menino que literalmente queremos ter nos braços.”, mas atenção que ele é “nervosinho”, dá luta. Poder “passeá-lo” na margem sul é um sonho tornado realidade.

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Sabem o que são 231 cavalos? Eu não sei, ou melhor não sabia. É muita potência e não vais querer outra coisa. Se um cavalo pode muito, 231 cavalos podem muito mais. E fomos com o John Cooper Works “visitar” os cavalos da Associação Equestre aqui na margem sul. E o que é que os John Cooper Works tem em comum com o “Firme”, o cavalo que nos recebeu? Além da beleza rara, não há obstáculos para eles.

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Se não há para eles, não vai haver para ti. Aparece a partir de hoje e até ao dia 2 de novembro no concessionário MINI AMG Car no Seixal e agarra um John Cooper Works. É muita adrenalina.

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Nós aqui temos MINI John Cooper Works para experimentar.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar
Fotografia: Joaquim Rodrigues
Agradecimentos: AMG Car Seixal e Associação Equestre Portugal na Amora

 

 

MINI JCW

ÉS MENINO PARA CONTROLAR ESTA ADRENALINA “NOS BRAÇOS”?

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Consegues ter “este menino nos braços”? O MINI mais potente de sempre, o MINI JCW está disponível para test-drives na AMG Car Seixal de 28 de outubro a 2 de novembro.

Foi assim no Autódromo do Estoril. Imagina-te com o MINI John Cooper Works mais potente de sempre aqui na margem sul.

Não sejas menino e experimenta a pura adrenalina aqui na margem sul. Vai à AMG Car de 28 de outubro a 2 de novembro e faz um test-drive.

Nós aqui tem0s test-drive MINI John Cooper Works.
Nós aqui temos isto.

Texto: Marlene Gaspar

Drive with responsability. 

Halloween By night

O HALLOWEEN COMEÇA MAIS CEDO NO SEIXAL. 14 DE OUTUBRO.

lemos
A Biblioteca Municipal do Seixal prepara uma iniciativa de celebração do Halloween desse dia para os  jovens entre os 13 e os 18 anos. O que é que se vai passar, perguntam vocês curiosos e cheios de razão? Muita coisa – atividades recreativas e culturais concebidas dentro do imaginário de criaturas inventadas e histórias fantásticas, promovendo o contacto com os livros e a leitura.
Hallowwen na Biblioteca

Serão na Biblioteca – Halloween

E o melhor de tudo é que isto vai ser Seixal By Bightum serão na Biblioteca entre as 21 e as 24 horas no dia 14 de outubro e participar não custa nada, porque é grátis. Mas calma, não basta aparecer! Têm só de se inscrever até dia 13 de outubro, através do telefone 210 976 100 ou deste email para não ser uma bandalheira nem virar uma “caça às bruxas”.
O Halloween por estas bandas começa mais cedo e nós aqui temos a oportunidade de participar. Vais ficar fora desta?
Nós aqui temos serão na biblioteca.
Nós aqui temos isto.
Texto: Marlene Gaspar
Fotografias: Leituras doces