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#PASSAGEM DE ANO SETÚBAL OU TRÓIA?

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Setúbal recebe 2016 com uma festa de fim de ano que une as duas margens do Sado, numa noite de animação, música na frente ribeirinha da cidade e um espetáculo de fogo de artifício sobre o rio.

Câmara Municipal de Setúbal e o Troiaresort organizam o programa de passagem e ano “Venha Passar um Fim de Ano Azul.”

A animação vai até à Praia da Saúde onde a animação será conduzida por Jorge Nice, que atua entre as 23h00 e a 01h00. A partir das 23h00 na Doca dos Pescadores, há um concerto com a banda Os Meus Meninos. Depois do fogo de artifício, à meia-noite, as primeiras horas da noite de 2016 vão ser animadas pelo DJ Tó Patronilho entre as 00h30 e as 02h00. A festa também é feita nos bares e estabelecimentos de diversão noturna da frente ribeirinha e da Avenida Luísa Todi, que dinamizam, entre as 02h00 e 06h00, programas de animação.

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Resta decidir em qual das margens pretende despedir-se do ano velho e abraçar o ano novo – Setúbal ou Tróia?

Nós aqui temos passagem de ano.
Nós aqui temos isto.

Mercado do Livramento

NÓS AQUI, VIEMOS AO MERCADO DO LIVRAMENTO.

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O Lisbon South Bay blog foi ao Mercado do Livramento em Setúbal, que já foi considerado pelo USA Today como um dos mercados de peixe mais famosos do mundo! O mercado fica no centro da cidade e é um privilégio poder ter um espaço de frescos com esta categoria.

Nós aqui gostamos muito de ir a mercados onde apetece trazer, cheirar e apreciar um pouco de tudo. Setúbal tem uma grande tradição de pesca, por isso, o peixe aqui é Rei. O mercado tem um sem número de espécies de peixe e moluscos e conseguimos encontrar alguns ainda vivos! No Mercado do Livramento consegue sentir-se a tradição dos mercados, a frescura e a garantia do que é bom.

Mas não só de peixe vive o mercado, as frutas e os legumes também têm lugar na primeira fila e apresentam-se nas bancadas com diversas cores, texturas e muita variedade. E, encontra-se ainda uma boa oferta de talhos.

O espaço tem uma parede de azulejos lindíssima que representa a pesca e a agricultura com a dignidade que elas merecem. Vale a pena apreciar o espaço e fazer avios de produtos de grande qualidade.

Nós aqui temos o Mercado do Livramento.

Nós aqui temos isto.

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CONCURSO DE FOTOGRAFIA AMARSUL

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Somos animais de hábitos. Apesar de sermos culturalmente avessos à mudança, quando o fazemos rapidamente nos habituamos a ela. Vejamos o exemplo dos sacos de plástico nos supermercados quando passaram a ser pagos. Criou uma onda de protestos e pouco tempo depois mudámos a nossa rotina, passou a ser um hábito e além de já não se criticar, ficou a ser valorizado.

No outro dia assisti a uma TED Talk (das boas) em que o orador pedia para questionarmos  as coisas porque depois da primeira vez, deixamos de o fazer. Passa a ser um hábito e deixamos de pensar nisso, se está certo ou errado. Se é o melhor ou não, se dá ou não para se fazer de outra maneira.

Este conselho fez-me pensar que, às vezes, não respondo da forma mais correta aos porquês da minha filha. Também são tantos de uma só virada que nem a minha capacidade profissional multitasking me salva! Por vezes, e em falta de uma resposta melhor, quando a Victória me pergunta “Porquê que fazemos isto assim?” – a minha resposta é “Porque sempre se fez assim.”

Errado. Sim, eu sei que é a resposta fácil e cómoda. Mas não é uma boa resposta e não ajuda a construir um raciocínio e dar-lhe espaço para (se) questionar. Sim, (esta) mãe erra, mas quando se apercebe combate o facilitismo e pensa mais antes de responder. Nem sempre é fácil.

A reciclagem é mais um bom hábito que até podemos questionar a sua eficácia, mas não deixar de o fazer. Porque se ouve aqui e ali que vai tudo para o mesmo contentor, porque hoje é dia de festa e dá muito trabalho, porque os ecopontos ficam longe de casa, porque os ecopontos estão todos sujos, porque os baldes dos ecopontos são grandes e estragam o look da cozinha, etc, etc. E, vamos arranjando (fracos) argumentos para desculpabilizar a “não reciclagem”.

Nós aqui, não pactuamos com isso. Nós aqui, temos de dar o exemplo. Adquirimos o hábito de separar o lixo, por isso não fazê-lo causa-nos desconforto (é como o desporto, sofre-se mais quando não se faz!). É por isso que apoiamos a 3ª edição do concurso Eco Photo promovido pela AMARSUL que sensibiliza para a política dos 4 R’s: Reduzir, Reciclar, Reutilizar e Recuperar. O concurso tenciona estimular a criatividade através da arte da fotografia de todos os alunos do 3º ciclo e secundário das escolas sediadas nos concelhos de Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal.

Participem no concurso até ao dia 31 de dezembro de 2015, até porque o fotógrafo do Lisbon South Bay blog, Joel Reis, como não pode participar, há imensas hipóteses de ganharem. Saibam mais em amarsul.pt.

Nós aqui reciclamos por isto.
Nós aqui temos isto.

Fotografia: Joel Reis

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